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Novos moradores recebem imóveis em empreendimento habitacional em Salvador

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O residencial, entregue pelo prefeito Bruno Reis (DEM), possui total de 260 unidades

114197,novos-moradores-se-emocionam-com-entrega-de-empreendimento-habitacional-em-salvador-3Foto: Betto Jr – Prefeitura de Salvador

Na última segunda-feira (25), a prefeitura de Salvador fez a entrega de 120 imóveis do mais recente empreendimento habitacional construído em Ilha Amarela para abrigar famílias que residiam em situação precária de moradia. O prefeito Bruno Reis esteve presente na ocasião, acompanhado do secretário municipal de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra), Luís Carlos Souza, e do secretário nacional de Habitação, Alfredo Santos, dentre outras autoridades.

O prefeito lembrou que, antes do projeto, a população da região vivia em condições precárias, sem qualidade de vida, e que as intervenções transformarão todo o entorno do conjunto habitacional. “Desenvolvemos nessa região da cidade o maior programa de requalificação integrada da história de Salvador. Estamos investindo cerca de R$600 milhões em financiamento, para realizar uma obra dessa dimensão”.

O residencial possui total de 260 unidades, e os primeiros beneficiários a ocupar os imóveis foram selecionados pela Caixa Econômica Federal (CEF), através do antigo programa Minha Casa, Minha Vida, que foi repaginado e agora é conhecido como Casa Verde e Amarela.

“Somente em 2021, a atual gestão, em parceria com a Caixa e com o Governo Federal, entregou mais de 1,7 mil moradias. Temos mais 230 residências para entregar no Residencial Mar Azul, em São Tomé de Paripe, onde as famílias esperam há 14 anos para ter um lugar para morar. A Prefeitura colocou recursos para concluir as obras no ali e, até o final do ano, as pessoas estarão recebendo suas moradias definitivas. Portanto, vamos passar de duas mil casas entregues neste primeiro ano de gestão”, afirmou Bruno Reis.

“No Rio Sena eu vivia em péssimas condições. Para impedir que a água do esgoto invadisse a casa, precisamos erguer um muro com cerca de dois metros e meio de altura. Ainda assim a água invadia. Os alagamentos eram frequentes, apesar do revestimento, causando mau cheiro e mofo, não permitindo o mínimo de qualidade de vida. Hoje temos uma estrutura melhor, tivemos toda atenção, explicações e detalhamento das moradias e demais intervenções”, relatou a cuidadora de idosos Ana Paula Silva dos Santos, de 45 anos.

Fonte: Metro1

 

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