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Livro lançado pela ADH Piauí conta a história do órgão

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A Agência de Desenvolvimento Habitacional do Piauí (ADH) ganhou o registro de seus 56 anos de história. O livro “História da Cohab e ADH-PI”, lançado nesta terça-feira (12) em comemoração ao 15⁰ aniversário da ADH, reune informações sobre políticas públicas voltadas para habitação desde o período da COHAB.

Idealizado pela Diretora-geral da ADH, Gilvana Gayoso, o livro retrata diversas histórias, buscando dados e relembrando feitos conquistados pelo órgão, trazendo o percurso trilhado pela extinta Cohab, antiga empresa que atuava na área de habitação no Estado.

Para Gilvana, o resgate da história do órgão é de extrema importância para o estudo das políticas habitacionais e rememorar acontecimentos. “A ADH produziu nesses quinze anos cerca de 13 mil moradias dignas.  Construiu sonhos, cidadania e dignidade a milhares de piauienses que realizaram o sonho da casa própria. Esse livro é acessível para todos aqueles que necessitam conhecer nomes, números, locais, métodos e outros dados estatísticos para fins técnicos, estudos acadêmicos, subsídios para futuras gestões e outros”, declara a diretora.

A Agência de Desenvolvimento Habitacional do Piauí (ADH-PI) foi criada em 12 de abril de 2007, com a finalidade de viabilizar projetos futuros na área de habitação, fazer parcerias e convênios para desenvolver a política pública da moradia. Além da área de habitação, a ADH atua também nas ações de mobilidade urbana, com projetos de pavimentação, alguns entregues e outros em execução; nas obras de infraestrutura, nas modalidades: sistema de abastecimento d’água, rede de iluminação, quadra de esporte, estádio de futebol e outros projetos de construção e melhoria habitacional.

Para Gilvana, que está à frente do órgão desde 2015, o lançamento deste livro representa a realização de um sonho de contar a história da Agência. “Há anos eu sonho em contar essa história e mostrar aos piauienses o quanto a ADH é importante. É muito gratificante podermos trabalhar no âmbito social, que são as pessoas mais vulneráveis, que mais precisam de políticas públicas do estado, então a política pública de habitação é de extrema importância”, comemora Gayoso.

Autor: Bruno Pinheiro

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