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	<title>PPP &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
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		<title>MDR cria secretaria para fomentar parcerias com o setor privado</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 12:26:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nova estrutura não trará qualquer custo adicional à União e será válida a partir de 8 de setembro A estrutura do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) vai passar por mudanças. Nesta terça-feira (24), foi publicado o Decreto n. 10.773/2021, que cria a nova Secretaria de Fomento e Parcerias com o Setor Privado. O objetivo é modernizar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nova estrutura não trará qualquer custo adicional à União e será válida a partir de 8 de setembro<span id="more-14342"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A estrutura do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) vai passar por mudanças. Nesta terça-feira (24), foi publicado o <a class="external-link" title="" href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-10.773-de-23-de-agosto-de-2021-340160640" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" rel="noopener">Decreto n. 10.773/2021</a>, que cria a nova Secretaria de Fomento e Parcerias com o Setor Privado. O objetivo é modernizar as ações da Pasta por meio da captação de recursos de novas fontes para a implementação de políticas públicas. As alterações não trarão qualquer custo adicional à União e serão válidas a partir de 8 de setembro.</p>
<p style="text-align: justify;">A nova secretaria contará com dois departamentos para auxiliar os trabalhos, um de Instrumentos Financeiros e Inovação e outro de Parcerias com o Setor Privado e Sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">“Essa alteração está sendo feita para adequar a estrutura do MDR à mudança da lógica da carteira de projetos que estamos implementando no Ministério. Uma parte importante disso é a atração de investimentos do setor privado para que possamos fazer com que as políticas públicas atinjam a população. Por isso, estamos ampliando o alcance desse diálogo com a criação da nova secretaria”, destaca o ministro Rogério Marinho.</p>
<p style="text-align: justify;">A Secretaria será comandada por Verônica Sanchez. Formada em Relações Internacionais e mestre em Administração pela Universidade de Brasília (UnB), ela é servidora pública da carreira de especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do Ministério da Economia. Atualmente, atua como chefe da Assessoria Especial do MDR.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra alteração importante feita pelo Decreto é na redistribuição de cargos privativos de servidores efetivos. Anteriormente, havia 99 Funções Comissionadas do Poder Executivo (FCPE), o que representava cerca de 22% do total de cargos do Ministério. Agora, esse número saltará para 427 posições, alcançando um total de 69% do efetivo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Demais secretarias</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As mudanças também envolvem a criação de novas áreas na estrutura do MDR. O atual Departamento de Obras Hídricas da Secretaria Nacional de Segurança Hídrica (SNSH) passará a se chamar Departamento de Obras Hídricas e Apoio a Estudos sobre Segurança Hídrica.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro da cadeia da Secretaria Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano (SMDRU), será criado o Departamento de Planejamento Integrado e Ações Estratégicas. Já na Secretaria Nacional de Habitação (SNH), será estabelecido o Departamento de Articulação e Planejamento. Por fim, a Secretaria Nacional de Saneamento (SNS) ganhará o Departamento de Cooperação Técnica.</p>
<p><a href="https://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/mdr-cria-secretaria-para-fomentar-parcerias-com-o-setor-privado" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte:</strong> Governo Federal / Ministério do Desenvolvimento Regional</a></p>
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		<title>Parceria com Congresso é necessária para desenvolvimento regional, diz ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2021 12:39:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O trabalho do Congresso é essencial para garantir recursos para o desenvolvimento de todas as regiões do país. A afirmação foi feita pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, durante audiência na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado (CDR). Como exemplos dessa parceria com o Congresso, o ministro citou a aprovação do Marco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-14249"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho do Congresso é essencial para garantir recursos para o desenvolvimento de todas as regiões do país. A afirmação foi feita pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, durante audiência na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado (CDR). Como exemplos dessa parceria com o Congresso, o ministro citou a aprovação do Marco Legal do Saneamento e a medida provisória que trata das parcerias público-privadas, (<a class="external-link" title="" href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/148516" target="_self" rel="noopener">MP 1.052/2021</a>), que ainda será votada pelas duas Casas legislativas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=GpzUbsJYTfM" target="_blank" rel="noopener">Confira a audiência completa aqui. </a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O ministro esteve no Senado para falar sobre as ações do ministério para os próximos dois anos. Ele participou da audiência pública “A Política Nacional de Desenvolvimento Regional no Brasil: cenário atual e desafios para o período pós-pandemia”. Segundo Rogério Marinho, as ações do governo para mudar as desigualdades regionais se concentram em frentes como conclusão de obras iniciadas em governos anteriores e ainda inacabadas. A maioria das obras tem relação com a falta de água no Nordeste, como é o caso do Projeto São Francisco.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre saneamento básico, o ministro afirmou que a meta é a universalização até 2033, com 99% da população com acesso à agua potável e 90% com acesso a tratamento e coleta de esgoto. Para isso, o investimento necessário é de R$ 700 bilhões, o que não seria possível sem a participação do setor privado. A aprovação do Marco Legal do Saneamento, em 2020, foi uma contribuição importante para o setor, segundo Marinho.</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro também afirmou que a pasta atua para ampliar a participação privada em investimentos estruturantes, reduzindo a dependência do Orçamento Geral da União.</p>
<p style="text-align: justify;">— Estamos trabalhando muito para ampliar as parcerias privadas, em razão desse novo ciclo fiscal. O mundo inteiro está fazendo isso com a preocupação com a sustentabilidade, a questão do respeito ao meio ambiente, do desenvolvimento integrado — disse Marinho.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Medida provisória</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Para a ampliação dessas parcerias, ele afirmou que é essencial aprovar a MP 1.052/2021, que está sendo analisada pelo Congresso. A medida estabelece regras de participação da União em um fundo garantidor referente a projetos de concessão e de parcerias público-privadas. O objetivo, segundo o governo, é evitar incertezas que possam inibir os investimentos do capital privado.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Braga de Andrade, também ressaltou a MP 1.052 como ferramenta de desenvolvimento regional. Ele citou, ainda, a <a class="external-link" title="" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/medida-provisoria-n-1.016-de-17-de-dezembro-de-2020-294900311" target="_self" rel="noopener">MP 1.016/2020</a>, aprovada em maio, que permite a renegociação extraordinária de dívidas com os fundos constitucionais do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro-Oeste (FCO). De acordo com o presidente da CNI, é essencial derrubar os <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/06/21/11/sancionada-renegociacao-de-dividas-com-fundos-do-norte-nordeste-e-centro-oeste">vetos</a> à medida para garantir a sua eficácia.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Robson Andrade, a reforma tributária também pode ser um instrumento de redução das desigualdades ao beneficiar regiões de estados consumidores como Norte e Nordeste.</p>
<p style="text-align: justify;">— A CNI tem apoiado uma reforma tributária que seja ampla e geral para permitir que estados consumidores possam se beneficiar muito mais dos impostos daquilo que eles compram. O sistema tributário hoje penaliza enormemente essas regiões.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Regiões</b></h3>
<p style="text-align: justify;">A Superintendente do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), Louise Caroline Campos Löw, lembrou da necessidade de que as políticas voltadas para a Amazônia sejam sistêmicas e observem todas as áreas, especialmente o desafio socioeconômico. Para ela, é preciso avançar muito no acesso da população a direitos fundamentais, inclusive para proteger a floresta.</p>
<p style="text-align: justify;">— A partir do momento em que não há alterativas à população, a gente tem um convite — e os estudos mostram isso —  aos ilícitos ambientais. Eu vejo que esse olhar mais humano e mais empático, de dentro para fora, levando alternativas à população, é necessário inclusive para que a gente possa ter uma proteção à Floresta Amazônica — afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">O senador Lasier Martins (Podemos-RS) demonstrou preocupação com a metade sul do Rio Grande do Sul, que, na sua visão, enfrenta a maior crise da sua história. O senador fez um apelo à Câmara para que aprove o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/132678">PLS 129/2018-Complementar</a>, apresentado por ele e aprovado pelo Senado em 2018. O projeto autoriza a criação de uma região integrada para o desenvolvimento da metade sul do estado.</p>
<p style="text-align: justify;">— As pessoas estão indo embora. Está havendo um notória redução populacional, especialmente na fronteira oeste do Rio Grande do Sul porque não há emprego, não há indústria — lamentou o senador, que recebeu o apoio do presidente da comissão, Fernando Collor (Pros-AL).</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente do Banco do Nordeste, Romildo Carneiro Rolim, disse esperar que o governo continue apoiando os projetos para a região para gerar impactos no emprego, na renda e no desenvolvimento.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Habitação</b></h3>
<p style="text-align: justify;">O presidente do Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano e secretário de Habitação de São Paulo pediu ao ministro atenção especial ao setor. Ele lembrou que a retomada do emprego e da arrecadação após a crise gerada pela pandemia pode ser favorecida com a ajuda do setor de construção.</p>
<p style="text-align: justify;">— A construção é fundamental para o desenvolvimento, para o reaquecimento da economia. A gente percebe, com a pandemia, a dificuldade toda na área da economia e da renda, além da dificuldade habitacional. Acredito que a solução para a recuperação econômica passa pela área da habitação e da construção — disse o secretário.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Retomada</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Durante a audiência, Collor afirmou que o processo de recuperação da economia é perceptível, apesar dos “efeitos nefastos da pandemia”. Ele citou a expansão do produto interno bruto (PIB) no primeiro trimestre do ano e a ampliação dos investimentos privados em infraestrutura, além do otimismo do mercado financeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">— As métricas são alvissareiras e parcela relevante dos bons resultados deve ser atribuída aos esforços bem sucedidos do governo federal e do Congresso Nacional, prontamente voltados ao enfrentamento da crises sanitária e econômica — disse o presidente da comissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele leu várias perguntas feitas por cidadãos por meio do Portal e-Cidadania. De acordo com o presidente da CDR, chamou sua atenção o fato de várias delas tratarem do planejamento da pasta para o período pós-pandemia, o que, na sua visão, mostra que a população tem esperança de que a vacinação avance e o país possa seguir.<b></b></p>
<p style="text-align: justify;">A audiência fez parte do ciclo de debates da CDR sobre desenvolvimento regional. A iniciativa de convidar o ministro foi dos senadores Fernando Collor e Izalci Lucas (PSDB-DF). Os próximos debates sertão sobre Plano Nacional de Recursos Hídricos (28/6), aviação regional (5/7) e Política Nacional de Irrigação (12/7).</p>
<p><a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/06/21/parceria-com-congresso-e-necessaria-para-desenvolvimento-regional-diz-ministro" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte:</strong> Agência Senado</a></p>
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		<title>Medida provisória prevê fundo para viabilizar projetos de infraestrutura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 12:56:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
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					<description><![CDATA[A MP determina a preferência por projetos de concessões e parcerias público-privadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste A Medida Provisória 1052/21 prevê um fundo para viabilizar concessões e parcerias público-privadas (PPPs) para obras da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. O texto foi publicado na quarta-feira (19) no Diário Oficial da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A MP determina a preferência por projetos de concessões e parcerias público-privadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste<span id="more-14195"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A Medida Provisória 1052/21 prevê um fundo para viabilizar concessões e parcerias público-privadas (<span id="4192" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Contrato firmado entre a administração pública e empresas privadas (concessionárias) para prestação de serviços de interesse público por prazo determinado (de 5 a 35 anos). É vedada a celebração de contrato de parceria público-privada cujo valor seja inferior a R$ 20 milhões e que tenha por objeto único o fornecimento de mão-de-obra e de equipamentos ou a execução de obra pública. As principais leis que tratam das PPPs são a Lei 8.987/95 e a Lei 11.079/04.">PPPs</span>) para obras da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. O texto foi publicado na quarta-feira (19) no Diário Oficial da União.</p>
<p style="text-align: justify;">A MP altera e insere dispositivos na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2012/lei-12712-30-agosto-2012-774127-norma-pl.html">Lei 12.712/12</a>. Entre outras medidas, essa norma instituiu o Fundo Garantidor de Infraestrutura (FGIE) e, como gestora dele, a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o governo, o novo fundo resultará de uma reestruturação no FGIE, criado em 2014 para oferecer cobertura para quaisquer riscos relacionados a concessões. Atualmente, o FGIE conta com R$ 750 milhões. A MP autoriza a União a participar do fundo que sucederá o FGIE com até R$ 11 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Infraestrutura</strong><br />
A medida provisória determina ao novo fundo a preferência por projetos de concessões e PPPs nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O objetivo, segundo o governo, é o apoio a investimentos em obras de saneamento básico, resíduos sólidos, iluminação pública, habitação social e segurança hídrica.</p>
<p style="text-align: justify;">Os recursos poderão ser aplicados na prestação de serviços para a estruturação e o desenvolvimento de projetos de concessão e de PPPs; na cobertura dos riscos, por meio de instrumentos garantidores; e em fundos de investimento em infraestrutura regulamentados pela Comissão de Valores Mobiliários (<span id="4157" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Autarquia federal responsável pela regulação, autorização e fiscalização do mercado de capitais no País (aplicações em portfólio, mercado futuro, bolsa de valor, etc).">CVM</span>).</p>
<p style="text-align: justify;">A MP altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1989/lei-7827-27-setembro-1989-365476-norma-pl.html">Lei dos Fundos Constitucionais</a> para permitir que os do Centro-Oeste (FCO), Nordeste (FNE) e Norte (FNO) possam participar do novo fundo. Isso dependerá de aval do Conselho Monetário Nacional (<span id="4403" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Órgão deliberativo máximo do Sistema Financeiro Nacional ao qual compete: estabelecer as diretrizes da política monetária, cambial e creditícia; regular as condições de constituição, funcionamento e fiscalização das instituições financeiras; e disciplinar os instrumentos de política monetária e cambial. O CMN é presidido pelo ministro da Fazenda.">CMN</span>), a pedido do Ministério do Desenvolvimento Regional, coordenador do novo fundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tramitação</strong><br />
Em razão da pandemia causada pelo novo coronavírus, a medida provisória será analisada pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/ritoSumario/images/desktop.jpg" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/761953-MEDIDA-PROVISORIA-PREVE-FUNDO-PARA-VIABILIZAR-PROJETOS-DE-INFRAESTRUTURA" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte:</strong> Agência Câmara de Notícias</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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