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	<title>Minha cas aminha vida &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
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	<title>Minha cas aminha vida &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<item>
		<title>Casa Verde e Amarela terá carga tributária maior que antecessor Minha Casa Minha Vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 15:01:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa Verde e Amarela]]></category>
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					<description><![CDATA[Veto de Bolsonaro eliminou regime tributário federal que favorecia financiamento de casas individuais. Incentivos estaduais terão de ser renovados; setor estima impacto de R$ 601 milhões. O programa habitacional Casa Verde e Amarela, criado pelo governo Jair Bolsonaro para substituir o Minha Casa Minha Vida, deve gerar um aumento na carga tributária em relação a seu antecessor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="content-head__subtitle"><em>Veto de Bolsonaro eliminou regime tributário federal que favorecia financiamento de casas individuais. Incentivos estaduais terão de ser renovados; setor estima impacto de R$ 601 milhões.</em></p>
<p><span id="more-14026"></span></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="1">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O programa habitacional<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/casa-verde-e-amarela/"> Casa Verde e Amarela</a>, criado pelo governo Jair Bolsonaro para substituir o <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/minha-casa-minha-vida/">Minha Casa Minha Vida</a>, deve gerar um aumento na carga tributária em relação a seu antecessor – o que pode encarecer os financiamentos habitacionais.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O aumento da incidência de impostos é reflexo de dois fatores simultâneos:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" style="text-align: justify;" data-block-type="raw" data-block-weight="62" data-block-id="3">
<ul class="content-unordered-list">
<li>na esfera federal, um veto do presidente <a href="https://g1.globo.com/politica/politico/jair-bolsonaro/">Jair Bolsonaro</a> <strong>eliminou o regime simplificado de cobrança de impostos</strong> que valia para o Minha Casa Minha Vida;</li>
<li>nos estados e municípios, <strong>será preciso revalidar as regras que reduziam a incidência de impostos</strong> como ICMS e ITBI para o antigo programa – e que não podem ser apenas &#8220;transferidas&#8221; para o Casa Verde e Amarela.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O novo programa habitacional foi <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/12/08/senado-aprova-criacao-do-programa-habitacional-casa-verde-amarela.ghtml">criado por medida provisória</a>, mas recebeu alterações no Congresso. Ao sancionar a versão final, Bolsonaro vetou um trecho que definia o Casa Verde e Amarela como &#8220;sucessor&#8221; do programa das gestões petistas para o recolhimento simplificado dos tributos federais.</p>
</div>
<div class="bs-video-block mc-column  content-media content-video" data-block-type="backstage-video" data-block-id="5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Como justificativa para o veto, o<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/ministerio-da-economia/"> Ministério da Economia</a> afirmou que o Congresso não estimou o impacto fiscal da medida nem apontou fonte de receita como compensação, o que fere a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/congresso-nacional/">Congresso </a>ainda pode derrubar esse veto do presidente e restabelecer o regime favorecido de tributação para o novo programa, mas não há data marcada para a análise em plenário.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O <strong><span class="highlight highlighted">fim do regime favorecido afeta os financiamentos de casas individuais</span></strong> – isto é, quando o lote é financiado para uma única família e com a casa já construída.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Dos <strong><span class="highlight highlighted">R$ 56,5 bilhões</span></strong> disponibilizados pelo Conselho Curador do <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fgts/">FGTS </a>(Fundo de Garantia de Tempo de Serviço) para financiamentos do setor habitacional em 2021, cerca de <strong><span class="highlight highlighted">38% se encaixam na modalidade que será afetada</span></strong> pelo aumento da carga tributária.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O número é da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e indica que um volume de R$ 21,5 bilhões em financiamentos de casas individuais deve ser afetado pelos tributos mais altos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Regional disse que não é possível definir o percentual de contratos classificados na modalidade de casas individuais. A pasta também afirmou que, além dos R$ 56,5 bilhões, há R$ 8,5 bilhões aprovados para conceder descontos nos financiamentos a pessoas físicas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" style="text-align: justify;" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="15">
<div class="content-intertitle">
<h2>Tributadas como casas de luxo</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com a CBIC, há uma <strong><span class="highlight highlighted">diferença de 2,8 pontos percentuais</span></strong><strong> </strong>entre as alíquotas do regime especial, agora vetado, e as do recolhimento separado dos impostos federais. Pelos cálculos da entidade, se o veto presidencial for mantido, a <strong><span class="highlight highlighted">União pode arrecadar R$ 601,16 milhões adicionais</span></strong> em impostos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O presidente da CBIC, José Carlos Martins, afirma que, nesse cenário, os financiamentos de casas individuais pelo Casa Verde e Amarela serão tributados da mesma maneira que contratos de construção civil nas áreas mais valorizadas das capitais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Com o veto, uma casa de até R$ 124 mil no interior do país é igualada a uma casa de luxo na Vieira Souto”, criticou, referindo-se à avenida na orla da praia de Ipanema, no Rio de Janeiro.</p>
</div>
<div class="block-podcast" style="text-align: justify;"></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em nota, a Receita Federal afirmou que o valor total do tributo a ser recolhido depende da modalidade escolhida pela construtora. Para o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), a empresa pode optar por lucro real ou lucro presumido.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Não dá para saber se haverá aumento de carga tributária”, afirmou a Receita.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A CBIC, no entanto, diz que os 2,8 pontos percentuais de carga tributária adicional já levam em conta o cálculo pelo lucro presumido, em geral mais favorável às construtoras. A alíquota total no modelo vigente é de 6,8%, enquanto no regime especial do Minha Casa Minha Vida o percentual era limitado a 4%.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao aumentar a tributação sobre as construtoras, o governo acaba encarecendo os financiamentos. Isso, porque o <strong><span class="highlight highlighted">custo adicional com tributos tende a ser repassado para o valor financiado pelos beneficiários</span></strong>.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" style="text-align: justify;" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="26">
<div class="content-intertitle">
<h2>Renovação de benefícios estaduais</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A carga tributária também deve ser puxada para cima pelos impostos de competência dos estados e municípios. Isso, porque os incentivos fiscais de ICMS, IPTU, ISS e ITBI concedidos para o Minha Casa Minha Vida não se aplicam automaticamente ao Casa Verde e Amarela.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para incorporar os benefícios ao programa da gestão Jair Bolsonaro, será preciso que o Legislativo de cada estado e município atualize as leis que instituíram as isenções e/ou descontos previstos para o programa anterior.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No caso do ICMS, a renovação precisa ainda passar por uma instância anterior: o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). O conselho reúne os 27 secretários estaduais de finanças e é presidido pelo ministro da Economia, <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/paulo-guedes/">Paulo Guedes</a>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O diretor do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados (Comsefaz), André Horta, explica que a permissão do Confaz é necessária sempre que algum benefício fiscal derruba a alíquota do ICMS para algo abaixo de 12%.</p>
</div>
<div class="block-podcast" style="text-align: justify;"></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Seja por redução de alíquota, redução de base de cálculo, isenção, concessão de crédito presumido ou qualquer outra modalidade de benefício, é necessário o convênio&#8221;, afirma.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os estados só poderão começar a atualizar suas leis locais se, e quando, o Confaz aprovar um convênio de ICMS autorizando a redução da alíquota. A próxima reunião ordinária do conselho está marcada para o início de abril.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" style="text-align: justify;" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="35">
<div class="content-intertitle">
<h2>Renovação de benefícios municipais</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O retorno às alíquotas reduzidas do Minha Casa Minha Vida pode esbarrar, ainda, em um terceiro obstáculo: as legislações municipais. Neste caso, o mapeamento é ainda mais difícil porque não há um conselho nacional que reúna as secretarias de finanças das prefeituras.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="37">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em tese, seria necessário que cada uma das mais de 5,5 mil Câmaras de Vereadores do país discutissem o tema e aprovassem a equiparação entre o Minha Casa Minha Vida e o Casa Verde e Amarela.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Entretanto, o presidente da Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf), Vitor Puppi, explica que o desafio pode ser menor já que, em geral, as leis municipais não mencionam o nome dos programas sociais federais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No caso do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), por exemplo, as isenções geralmente se aplicam a uma faixa de valores. Isso permitiria que, nas leis escritas com esse formato, a equiparação da alíquota reduzida fosse feita de modo automático.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="40">
<p class="content-text__container " style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“É claro que, se houver modificação na lei federal e as leis municipais fizerem menção ao programa do governo federal, o município vai ter que internalizar o benefício fiscal em uma legislação nova”, esclareceu. Os tributos cobrados pelos municípios são ITBI, IPTU e Imposto sobre Serviços (ISS).</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2021/01/29/casa-verde-e-amarela-tera-carga-tributaria-maior-que-antecessor-minha-casa-minha-vida.ghtml" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte:</strong> G1</a></p>
</div>
</div>
</div>
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