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	<title>ITBI &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
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	<title>ITBI &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<item>
		<title>Casa Verde e Amarela terá carga tributária maior que antecessor Minha Casa Minha Vida</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/casa-verde-e-amarela-tera-carga-tributaria-maior-que-antecessor-minha-casa-minha-vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 15:01:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa Verde e Amarela]]></category>
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					<description><![CDATA[Veto de Bolsonaro eliminou regime tributário federal que favorecia financiamento de casas individuais. Incentivos estaduais terão de ser renovados; setor estima impacto de R$ 601 milhões. O programa habitacional Casa Verde e Amarela, criado pelo governo Jair Bolsonaro para substituir o Minha Casa Minha Vida, deve gerar um aumento na carga tributária em relação a seu antecessor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="content-head__subtitle"><em>Veto de Bolsonaro eliminou regime tributário federal que favorecia financiamento de casas individuais. Incentivos estaduais terão de ser renovados; setor estima impacto de R$ 601 milhões.</em></p>
<p><span id="more-14026"></span></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="1">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O programa habitacional<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/casa-verde-e-amarela/"> Casa Verde e Amarela</a>, criado pelo governo Jair Bolsonaro para substituir o <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/minha-casa-minha-vida/">Minha Casa Minha Vida</a>, deve gerar um aumento na carga tributária em relação a seu antecessor – o que pode encarecer os financiamentos habitacionais.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O aumento da incidência de impostos é reflexo de dois fatores simultâneos:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" style="text-align: justify;" data-block-type="raw" data-block-weight="62" data-block-id="3">
<ul class="content-unordered-list">
<li>na esfera federal, um veto do presidente <a href="https://g1.globo.com/politica/politico/jair-bolsonaro/">Jair Bolsonaro</a> <strong>eliminou o regime simplificado de cobrança de impostos</strong> que valia para o Minha Casa Minha Vida;</li>
<li>nos estados e municípios, <strong>será preciso revalidar as regras que reduziam a incidência de impostos</strong> como ICMS e ITBI para o antigo programa – e que não podem ser apenas &#8220;transferidas&#8221; para o Casa Verde e Amarela.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O novo programa habitacional foi <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/12/08/senado-aprova-criacao-do-programa-habitacional-casa-verde-amarela.ghtml">criado por medida provisória</a>, mas recebeu alterações no Congresso. Ao sancionar a versão final, Bolsonaro vetou um trecho que definia o Casa Verde e Amarela como &#8220;sucessor&#8221; do programa das gestões petistas para o recolhimento simplificado dos tributos federais.</p>
</div>
<div class="bs-video-block mc-column  content-media content-video" data-block-type="backstage-video" data-block-id="5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Como justificativa para o veto, o<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/ministerio-da-economia/"> Ministério da Economia</a> afirmou que o Congresso não estimou o impacto fiscal da medida nem apontou fonte de receita como compensação, o que fere a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/congresso-nacional/">Congresso </a>ainda pode derrubar esse veto do presidente e restabelecer o regime favorecido de tributação para o novo programa, mas não há data marcada para a análise em plenário.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O <strong><span class="highlight highlighted">fim do regime favorecido afeta os financiamentos de casas individuais</span></strong> – isto é, quando o lote é financiado para uma única família e com a casa já construída.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Dos <strong><span class="highlight highlighted">R$ 56,5 bilhões</span></strong> disponibilizados pelo Conselho Curador do <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fgts/">FGTS </a>(Fundo de Garantia de Tempo de Serviço) para financiamentos do setor habitacional em 2021, cerca de <strong><span class="highlight highlighted">38% se encaixam na modalidade que será afetada</span></strong> pelo aumento da carga tributária.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O número é da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e indica que um volume de R$ 21,5 bilhões em financiamentos de casas individuais deve ser afetado pelos tributos mais altos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Regional disse que não é possível definir o percentual de contratos classificados na modalidade de casas individuais. A pasta também afirmou que, além dos R$ 56,5 bilhões, há R$ 8,5 bilhões aprovados para conceder descontos nos financiamentos a pessoas físicas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" style="text-align: justify;" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="15">
<div class="content-intertitle">
<h2>Tributadas como casas de luxo</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com a CBIC, há uma <strong><span class="highlight highlighted">diferença de 2,8 pontos percentuais</span></strong><strong> </strong>entre as alíquotas do regime especial, agora vetado, e as do recolhimento separado dos impostos federais. Pelos cálculos da entidade, se o veto presidencial for mantido, a <strong><span class="highlight highlighted">União pode arrecadar R$ 601,16 milhões adicionais</span></strong> em impostos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O presidente da CBIC, José Carlos Martins, afirma que, nesse cenário, os financiamentos de casas individuais pelo Casa Verde e Amarela serão tributados da mesma maneira que contratos de construção civil nas áreas mais valorizadas das capitais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Com o veto, uma casa de até R$ 124 mil no interior do país é igualada a uma casa de luxo na Vieira Souto”, criticou, referindo-se à avenida na orla da praia de Ipanema, no Rio de Janeiro.</p>
</div>
<div class="block-podcast" style="text-align: justify;"></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em nota, a Receita Federal afirmou que o valor total do tributo a ser recolhido depende da modalidade escolhida pela construtora. Para o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), a empresa pode optar por lucro real ou lucro presumido.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Não dá para saber se haverá aumento de carga tributária”, afirmou a Receita.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A CBIC, no entanto, diz que os 2,8 pontos percentuais de carga tributária adicional já levam em conta o cálculo pelo lucro presumido, em geral mais favorável às construtoras. A alíquota total no modelo vigente é de 6,8%, enquanto no regime especial do Minha Casa Minha Vida o percentual era limitado a 4%.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao aumentar a tributação sobre as construtoras, o governo acaba encarecendo os financiamentos. Isso, porque o <strong><span class="highlight highlighted">custo adicional com tributos tende a ser repassado para o valor financiado pelos beneficiários</span></strong>.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" style="text-align: justify;" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="26">
<div class="content-intertitle">
<h2>Renovação de benefícios estaduais</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A carga tributária também deve ser puxada para cima pelos impostos de competência dos estados e municípios. Isso, porque os incentivos fiscais de ICMS, IPTU, ISS e ITBI concedidos para o Minha Casa Minha Vida não se aplicam automaticamente ao Casa Verde e Amarela.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para incorporar os benefícios ao programa da gestão Jair Bolsonaro, será preciso que o Legislativo de cada estado e município atualize as leis que instituíram as isenções e/ou descontos previstos para o programa anterior.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No caso do ICMS, a renovação precisa ainda passar por uma instância anterior: o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). O conselho reúne os 27 secretários estaduais de finanças e é presidido pelo ministro da Economia, <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/paulo-guedes/">Paulo Guedes</a>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O diretor do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados (Comsefaz), André Horta, explica que a permissão do Confaz é necessária sempre que algum benefício fiscal derruba a alíquota do ICMS para algo abaixo de 12%.</p>
</div>
<div class="block-podcast" style="text-align: justify;"></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Seja por redução de alíquota, redução de base de cálculo, isenção, concessão de crédito presumido ou qualquer outra modalidade de benefício, é necessário o convênio&#8221;, afirma.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os estados só poderão começar a atualizar suas leis locais se, e quando, o Confaz aprovar um convênio de ICMS autorizando a redução da alíquota. A próxima reunião ordinária do conselho está marcada para o início de abril.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" style="text-align: justify;" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="35">
<div class="content-intertitle">
<h2>Renovação de benefícios municipais</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O retorno às alíquotas reduzidas do Minha Casa Minha Vida pode esbarrar, ainda, em um terceiro obstáculo: as legislações municipais. Neste caso, o mapeamento é ainda mais difícil porque não há um conselho nacional que reúna as secretarias de finanças das prefeituras.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="37">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em tese, seria necessário que cada uma das mais de 5,5 mil Câmaras de Vereadores do país discutissem o tema e aprovassem a equiparação entre o Minha Casa Minha Vida e o Casa Verde e Amarela.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Entretanto, o presidente da Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf), Vitor Puppi, explica que o desafio pode ser menor já que, em geral, as leis municipais não mencionam o nome dos programas sociais federais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No caso do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), por exemplo, as isenções geralmente se aplicam a uma faixa de valores. Isso permitiria que, nas leis escritas com esse formato, a equiparação da alíquota reduzida fosse feita de modo automático.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="40">
<p class="content-text__container " style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“É claro que, se houver modificação na lei federal e as leis municipais fizerem menção ao programa do governo federal, o município vai ter que internalizar o benefício fiscal em uma legislação nova”, esclareceu. Os tributos cobrados pelos municípios são ITBI, IPTU e Imposto sobre Serviços (ISS).</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2021/01/29/casa-verde-e-amarela-tera-carga-tributaria-maior-que-antecessor-minha-casa-minha-vida.ghtml" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte:</strong> G1</a></p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
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		<title>Senado aprova MP que cria o programa Casa Verde e Amarela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 12:29:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa Verde e Amarela]]></category>
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					<description><![CDATA[O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (8) o texto da medida provisória que cria o programa Casa Verde e Amarela (MP 996/2020), substituto do Minha Casa, Minha Vida. Além do financiamento habitacional, o novo programa inclui regularização fundiária e crédito para reformas. O texto da MP foi aprovado com alterações e ainda depende da sanção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span id="more-13978"></span></p>
<figure id="attachment_13979" aria-describedby="caption-attachment-13979" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/12/aprovada-mp-senado-casa-verde-e-amarela.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-13979" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/12/aprovada-mp-senado-casa-verde-e-amarela-300x199.jpg" alt="Programa Casa Verde e Amarela substitui o Minha Casa, Minha Vida. O relator no Senado, senador Marcio Bittar, não incorporou mais emendas para evitar o retorno da medida à Câmara. Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado" width="300" height="199" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/12/aprovada-mp-senado-casa-verde-e-amarela-300x199.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/12/aprovada-mp-senado-casa-verde-e-amarela-768x509.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/12/aprovada-mp-senado-casa-verde-e-amarela.jpg 860w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-13979" class="wp-caption-text">Programa Casa Verde e Amarela substitui o Minha Casa, Minha Vida. O relator no Senado, senador Marcio Bittar, não incorporou mais emendas para evitar o retorno da medida à Câmara. Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (8) o texto da medida provisória que cria o programa Casa Verde e Amarela (<a href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/144365">MP 996/2020</a>), substituto do Minha Casa, Minha Vida. Além do financiamento habitacional, o novo programa inclui regularização fundiária e crédito para reformas.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto da MP foi aprovado com alterações e ainda depende da sanção presidencial.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa irá atender as famílias com renda mensal de até R$ 7 mil, em áreas urbanas, e renda anual de até R$ 84 mil, em áreas rurais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;"><b>Financiamento</b></h3>
<p style="text-align: justify;">O programa irá atender as famílias em três faixas de renda familiar: até R$ 2 mil mensais, de R$ 2 mil a R$ 4 mil, e de R$ 4 mil a R$ 7 mil. <a href="https://abc.habitacao.org.br/governo-anuncia-casa-verde-amarela-com-foco-no-norte-e-nordeste/" target="_blank" rel="noopener">As taxas de juros serão diferentes para as regiões do país:</a> no Norte e no Nordeste elas ficarão entre 4,25% e 4,5% ao ano, a depender da faixa de renda familiar, enquanto no restante do país serão de 5%.</p>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Reaproveitamento</b></h3>
<p style="text-align: justify;">De acordo com informações da Agência Senado, os contratos referentes ao Minha Casa, Minha Vida, criado em 2009, continuarão regidos pelas suas regras originais, mesmo que assinados depois da edição da MP 996, em 26 de agosto. O Casa Verde e Amarela permite a transferência de imóveis construídos pelo Minha Casa, Minha Vida e retomados por falta de pagamento. Essas unidades habitacionais serão destinadas à compra por outro beneficiário a ser indicado “conforme as políticas habitacionais e normas vigentes”.</p>
<p style="text-align: justify;">Na regularização fundiária, as subvenções com dinheiro do Orçamento federal poderão beneficiar somente famílias de baixa renda em núcleos informais urbanos assim declarados pela prefeitura da localidade.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Contrapartidas</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Quando a União destinar um terreno a entes privados no âmbito do programa, as contrapartidas serão definidas pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e poderão ser, por exemplo, infraestrutura urbana para atender a área do imóvel e suas imediações, prestação de serviços relacionados aos imóveis que deverão ser construídos no local ou transferência direta das unidades aos beneficiários.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Estados e municípios</b></h3>
<p style="text-align: justify;">No caso das obras produzidas com recursos do FAR ou do FDS, os governos estaduais e municipais que aderirem ao programa deverão arcar com os custos de infraestrutura básica como pavimentação de ruas, escoamento das águas pluviais e redes de água, esgoto e energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra condição para a participação dos entes da federação no programa é a aprovação e publicação de lei de isenção do tributo de transferência do imóvel (ITBI) nesses casos. O tributo é normalmente pago pelo comprador.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Proibições</b></h3>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a MP, não poderão receber ajuda para a compra do imóvel no âmbito do programa quem já tenha contrato de financiamento com recursos do FGTS ou em condições equivalentes do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), quem já tenha imóvel regular com infraestrutura urbana e padrão mínimo de edificação, ou quem tenha recebido benefícios similares nos últimos dez anos com recursos dos fundos participantes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Retomada</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Tanto no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida quanto no Casa Verde e Amarela, a MP inclui dispositivo para permitir o emprego de “atos de defesa”, inclusive com ajuda da polícia, para garantir a posse de imóveis ainda não vendidos aos beneficiários finais, mas ocupados por outros moradores. O uso da polícia pode ser previsto em instrumentos firmados entre a União e estados ou municípios.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto de conversão estende para o novo programa o regime especial de tributação instituído pela <a class="external-link" title="" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l12024.htm#:~:text=NR)-,%E2%80%9CArt.,houver%20sido%20auferida%20a%20receita." target="_self" rel="noopener">Lei 12.024, de 2009</a>, que permite à empresa construtora quitar quatro tributos federais com uma alíquota única de 4% da receita mensal. São contemplados o Imposto de Renda, a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), a Cofins e o PIS.</p>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<p><a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/12/08/senado-aprova-novo-programa-de-financiamento-habitacional" target="_blank" rel="noopener">Com informaçõess da Agência Senado</a></p>
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		<title>Câmara aprova MP que cria o programa Casa Verde e Amarela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 11:57:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa Verde Amarela]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[casa verde e amarela]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[FAR]]></category>
		<category><![CDATA[FDS]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Imóvel]]></category>
		<category><![CDATA[ITBI]]></category>
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		<category><![CDATA[Medida Provisória]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Desenvolvimento Regional]]></category>
		<category><![CDATA[regularização fundiária]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre as novidades estão o financiamento da regularização fundiária urbana e de reformas em imóveis A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (3) a Medida Provisória 996/20, que cria o programa habitacional Casa Verde e Amarela para financiar a construção e pequenas reformas de residências para famílias com até R$ 7 mil de renda mensal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Entre as novidades estão o financiamento da regularização fundiária urbana e de reformas em imóveis<span id="more-13960"></span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/6A8BFJEJasY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (3) a Medida Provisória 996/20, que cria o programa habitacional Casa Verde e Amarela para financiar a construção e pequenas reformas de residências para famílias com até R$ 7 mil de renda mensal na área urbana e com até R$ 84 mil de renda ao ano na área rural.</p>
<p style="text-align: justify;">A MP deve ser votada ainda pelo Senado. Na Câmara, foram rejeitados os <span id="4027" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Pedido feito por deputado ou líder de partido para votar, de forma separada, emenda ou parte do texto. A votação ocorre após a aprovação do texto principal.">destaques</span> e emendas que tentavam alterar o texto-base do relator, deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204436">Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL)</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre outras medidas, o texto do relator autoriza a União a destinar terrenos de sua propriedade a participantes privados do programa sem autorização legislativa, mas com licitação. Construtoras e incorporadoras interessadas que oferecerem o maior nível de contrapartidas ganham o certame.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa do governo Bolsonaro substitui o Minha Casa, Minha Vida, criado em 2009 no governo Lula. Entretanto, mesmo que assinados depois da edição da MP (26 de agosto), os contratos referentes a esse programa continuarão regidos por suas regras.</p>
<p style="text-align: justify;">As principais diferenças entre os dois programas são o financiamento de melhorias em habitações já construídas e o aumento dos valores totais dos imóveis que poderão ser financiados.</p>
<p style="text-align: justify;">As taxas de juros devem ficar em torno de 5% ao ano. Para os estados do Norte e do Nordeste, o percentual poderá ser menor, de 4,5% ou mesmo 4,25%, a depender da faixa de renda familiar. Outra novidade é o financiamento da regularização fundiária urbana.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o relator, a MP não faz uma “mera substituição” do programa atual e incorpora pontos que deram certo. “Como resultado, temos um texto que se compromete com a equidade, ao prever tratamento diferenciado às classes mais vulneráveis da população e ao promover a inserção de pequenos empreendedores e entidades sem fins lucrativos no programa”, afirmou Bulhões.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Faixas de renda</strong><br />
Apesar de o programa separar o público-alvo em três faixas de renda (até R$ 2 mil; de R$ 2 mil a R$ 4 mil; e de R$ 4 mil a R$ 7 mil), somente aqueles com renda até R$ 4 mil em área urbana e com renda anual de até R$ 48 mil na área rural poderão contar com ajuda da União para adequar as parcelas ao orçamento familiar (subvenção).</p>
<p style="text-align: justify;">No texto, o relator especifica que os valores recebidos temporariamente, como o auxílio emergencial, não entrarão no cálculo da renda. Caberá ao regulamento federal definir os critérios de seleção dos beneficiários, as regras de preferência aplicáveis a famílias em situação de risco ou vulnerabilidade, que tenham a mulher como responsável pela unidade familiar ou de que façam parte pessoas com deficiência ou idosos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse regulamento definirá ainda os critérios para selecionar entidades privadas sem fins lucrativos, <span id="4287" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Considera-se microempresa, para efeito do Supersimples, aquela que fatura anualmente até R$ 360 mil. No caso da empresa de pequeno porte, o valor da receita bruta anual deve ser superior a R$ 360 mil e igual ou inferior a R$ 3,6 milhões. A legislação assegura a essas empresas tratamento jurídico diferenciado e simplificado nos campos administrativo, tributário, previdenciário, trabalhista, creditício e de desenvolvimento empresarial.">micro e pequenas empresas</span> locais e microempreendedores individuais (MEI) de construção para atuarem no programa.</p>
<div id="image-container-712693" class="image-container" style="text-align: justify;" data-midia="712693">
<div class="midia-creditos"><em>Najara Araujo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2020/12/img20201203160309324-768x512.jpg" alt="Votação de propostas. Dep. Isnaldo Bulhões Jr." /></div>
<div class="midia-legenda">Isnaldo Bulhões Jr.: os valores do auxílio emergencial não entrarão no cálculo da renda</div>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aluguel</strong><br />
As unidades habitacionais produzidas no âmbito do programa poderão ser vendidas aos beneficiários com financiamento, subsidiado ou não, ou mesmo cedidas, doadas ou alugadas, conforme regulamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa subvenção poderá ser acumulada com os descontos concedidos nas operações com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e com outras concedidas por programas habitacionais estaduais, distrital ou municipais.</p>
<p style="text-align: justify;">Na regularização fundiária, as subvenções com dinheiro do orçamento federal poderão beneficiar somente famílias de baixa renda em núcleos informais urbanos assim declarados pela prefeitura da localidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Imóvel da União</strong><br />
Quando a União destinar um terreno a entes privados no âmbito do programa, as contrapartidas serão definidas pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e poderão ser, por exemplo, infraestrutura urbana para atender a área do imóvel e suas imediações, prestação de serviços relacionados aos imóveis que deverão ser construídos no local ou transferência direta das unidades aos beneficiários.</p>
<p style="text-align: justify;">Após cumprir as contrapartidas, o empreendedor terá liberdade para explorar economicamente a parte do imóvel não vinculada a elas. Assim, um terreno grande poderá ser dividido para que uma parte seja destinada à construção de moradias para o programa e outra parte fique com a empresa, que poderá vender outras unidades produzidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O valor das contrapartidas deverá ser igual, no mínimo, ao valor do terreno avaliado antes de o município alterar o ordenamento jurídico para viabilizar seu uso para essa finalidade. Esse seria o caso de mudança de destinação de um setor da cidade de industrial para residencial, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o tempo estipulado para se realizar as contrapartidas, o empreendedor deverá prestar garantia de até 30% do valor do terreno. A verificação do cumprimento das obras poderá ser feita inclusive por órgãos estaduais ou municipais por delegação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Minha Casa, Minha Vida</strong><br />
Quanto aos imóveis construídos pelo Minha Casa, Minha Vida, a MP permite a transferência ao programa Casa Verde e Amarela de imóveis retomados por falta de pagamento. Essas unidades habitacionais serão destinadas à compra por outro beneficiário a ser indicado “conforme as políticas habitacionais e normas vigentes”.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra hipótese é a doação aos estados e municípios se eles pagarem a dívida para que a família devedora permaneça no imóvel ou para serem destinados a outros programas de interesse social.</p>
<p style="text-align: justify;">Já as moradias sem condições de serem habitadas poderão ser vendidas conforme definir o regulamento. A prioridade será para uso em programas habitacionais e para pessoas que cumpram os requisitos do Minha Casa, Minha Vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nova chance</strong><br />
O relatório de Isnaldo Bulhões concede uma segunda chance para as empresas que não entregaram moradias contratadas no programa Minha Casa, Minha Vida terminarem o empreendimento sem cobrança da dívida gerada por estourarem os prazos de entrega.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas empresas terão mais um máximo de 30 meses (dois anos e meio) para concluir as obras sem aumento de custos para a União, podendo contar com ajuda financeira do estado ou do município em conjunto com algum agente financeiro (banco ou financiadora imobiliária).</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, ao manifestar o interesse pela conclusão das obras, o texto permite a declaração de quais unidades habitacionais têm “viabilidade de execução para conclusão e entrega”, abrindo a possibilidade de se entregar menos imóveis que o financiamento original previa.</p>
<p style="text-align: justify;">Parcelas pendentes de liberação retidas por descumprimento do contrato original dependerão da conclusão das obras, sem adiantamentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saneamento e urbanização</strong><br />
O programa habitacional usará recursos orçamentários da União, do FGTS e de outros três fundos criados para financiar programas habitacionais de governos passados: de arrendamento residencial (FAR), de desenvolvimento social (FDS) e de habitação de interesse social (FNHIS).</p>
<p style="text-align: justify;">Respeitados os regulamentos de cada fundo, o Casa Verde e Amarela poderá financiar ainda estudos e projetos urbanísticos, habitacionais e paisagísticos; obras de saneamento e infraestrutura, se associadas às habitações construídas pelo programa; assistência técnica para melhoria de moradias; compra de bens para apoiar agentes públicos e privados envolvidos na implementação do programa; produção de unidades de uso comercial, se associadas às habitacionais; e seguro.</p>
<p style="text-align: justify;">Os projetos e as obras deverão dar preferência ao uso de materiais de construção oriundos de reciclagem, como tijolos feitos com rejeitos de mineração, além de preverem condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou idosos.</p>
<div id="image-container-695746" class="image-container" style="text-align: justify;" data-midia="695746">
<div class="midia-creditos"><em>Altemar Alcântara/Prefeitura de Manaus</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2020/09/img20200429125456828-768x512.jpg" alt="Habitação - geral - conjunto habitacional condomínios moradores residências" /></div>
<div class="midia-legenda">Novos projetos deverão prever condições de acessibilidade para pessoas com deficiência</div>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Governos regionais e locais</strong><br />
Em obras produzidas com recursos do FAR ou do FDS, governos estaduais e municipais que aderirem ao programa deverão arcar com os custos de infraestrutura básica (ruas, escoamento das águas pluviais e redes de água, esgoto e energia).</p>
<p style="text-align: justify;">Esses entes federados poderão também entrar com o terreno e obras para complementar o empreendimento ou mesmo assumir o valor da operação. Serão aceitos incentivos e benefícios de natureza financeira, tributária ou creditícia, como redução de tributos para diminuir o custo final.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra condição para a participação de estados e municípios e do Distrito Federal no programa é a aprovação e publicação de lei de isenção do tributo de transferência do imóvel (ITBI) nesses casos. O tributo é normalmente pago pelo comprador.</p>
<p style="text-align: justify;">Para as contratações realizadas até 31 de dezembro de 2021, a lei deve produzir efeitos antes da entrega das unidades habitacionais às famílias beneficiadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Proibições</strong><br />
De acordo com a medida provisória, não poderão receber ajuda para a compra do imóvel no âmbito do programa aqueles que já tenham contrato de financiamento com recursos do FGTS ou em condições equivalentes do Sistema Financeiro de Habitação (SFH); aqueles que já tenham imóvel regular com infraestrutura urbana e padrão mínimo de edificação; ou que tenham recebido benefícios similares nos últimos dez anos com recursos dos fundos participantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa proibição não se aplica, entretanto, ao atendimento de famílias com obras e serviços de melhoria habitacional; envolvidas em situações de reassentamento, remanejamento ou substituição de moradias (encostas, por exemplo); e as desabrigadas que tenham perdido seu único imóvel em razão de situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecidos pela União.</p>
<p style="text-align: justify;">Podem participar ainda as pessoas que tenham propriedade de imóvel residencial em fração de até 40%, ainda que seja por herança ou doação.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/712782-camara-conclui-votacao-de-mp-que-cria-o-programa-casa-verde-e-amarela-sessao-e-encerrada/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte:</strong> Agência Câmara de Notícias</a></p>
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		<title>Caixa vai incluir imposto e custo cartorário em financiamento de imóvel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2020 12:49:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
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					<description><![CDATA[A Caixa Econômica Federal anunciou hoje que vai passar a incluir o valor do ITBI (Impostos sobre a Transmissão de Bens Imóveis) e os custos cartorários em novos contratos de financiamento imobiliário. Até então, o mutuário precisava arcar com essas despesas sozinho. Além disso, o banco público anunciou que o registro de imóveis passará a ser [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span id="more-13548"></span></p>
<figure id="attachment_13549" aria-describedby="caption-attachment-13549" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-13549" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/07/anuncio-caixa-300x168.jpg" alt="Foto: Reprodução/ Caixa Econômica Federal" width="300" height="168" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/07/anuncio-caixa-300x168.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/07/anuncio-caixa-768x429.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/07/anuncio-caixa.jpg 852w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-13549" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução/ Caixa Econômica Federal</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A Caixa Econômica Federal anunciou hoje que vai passar a incluir o valor do ITBI (Impostos sobre a Transmissão de Bens Imóveis) e os custos cartorários em novos contratos de financiamento imobiliário. Até então, o mutuário precisava arcar com essas despesas sozinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o banco público anunciou que o registro de imóveis passará a ser eletrônico, o que deve reduzir o tempo de espera de 45 para cinco dias.</p>
<p style="text-align: justify;">A inclusão do ITBI e dos custos cartorários já está disponível a partir de hoje para novos contratos de financiamento assinados em todas as agências da Caixa no país.</p>
<p style="text-align: justify;">A nova medida já estava em teste desde abril em algumas agências. De acordo com a Caixa, cerca de 3.000 contratos já foram assinados com a inclusão de ITBI e custos cartorários.</p>
<p style="text-align: justify;">Para serem incluídos no financiamento, esses custos não podem ultrapassar 5% do valor financiado pelo cliente para operações contratadas com recursos da poupança, ou 4% no caso de imóveis financiados com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). O valor do imóvel é limitado a R$ 1,5 milhão.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É uma inovação. Alivia a despesa das famílias porque elas não precisam pegar outro financiamento com juros maiores e um prazo menor&#8221;, afirmou o vicepresidente de habitação da Caixa, Jair Mahl.</p>
<p style="text-align: justify;">O banco público espera que a medida possa ter um impacto de cerca de R$ 2,5 bilhões na economia ainda este ano e de R$ 5 bilhões anualmente a partir de 2021.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Registro eletrônico de imóveis</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Outra iniciativa anunciada pela Caixa foi a digitalização do processo de registro da escritura de imóveis. Atualmente, quem vai comprar o imóvel precisa levar o documento pessoalmente a um cartório depois que ele for assinado por todas as partes envolvidas, incluindo o banco financiador.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Caixa, o sistema do banco foi integrado ao dos cartórios de 14 estados brasileiros. O registro eletrônico deve começar a funcionar a partir de 13 de julho. Ao todo, 1.356 cartórios já estão nesta plataforma.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, o banco espera reduzir a burocracia, e o tempo de espera pode cair de 45 para cinco dias, em média.</p>
<p style="text-align: justify;">O banco disse que está em conversa com os estados que ainda não integraram o sistema de seus cartórios ao da instituição. De acordo com a Caixa, a lista dos estados será divulgada posteriormente em seu site.</p>
<p><a href="https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/07/02/caixa-financiamento-imobiliario.ht/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte:</strong> UOL</a></p>
<p>Confira o anúncio na íntegra no vídeo abaixo.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Ur4Su2y0fhg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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