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	<title>infraestrutura &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
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	<title>infraestrutura &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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		<title>Compra Assistida: primeiras famílias mineiras assinam contrato da nova moradia</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 13:46:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Modalidade do Minha Casa, Minha Vida garante moradia pronta para famílias atingidas pelas chuvas em Juiz de Fora e Ubá A Compra Assistida chegou oficialmente às primeiras famílias de Juiz de Fora, cidade da Zona da Mata mineira. Dez famílias que perderam suas casas nas chuvas de fevereiro assinaram, nesta segunda-feira, os contratos das novas [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Modalidade do Minha Casa, Minha Vida garante moradia pronta para famílias atingidas pelas chuvas em Juiz de Fora e Ubá</h5>



<p>A Compra Assistida chegou oficialmente às primeiras famílias de Juiz de Fora, cidade da Zona da Mata mineira. Dez famílias que perderam suas casas nas chuvas de fevereiro assinaram, nesta segunda-feira, os contratos das novas moradias. O ministro Vladimir Lima participou da cerimônia de entrega dos contratos na cidade.</p>



<p class=" ">A modalidade Compra Assistida permite uma resposta mais rápida às situações de desastre, já que a aquisição de imóveis prontos reduz significativamente o tempo de espera em comparação à construção de novas unidades habitacionais.</p>



<p class=" ">No caso de Juiz de Fora, o processo entre o mapeamento das famílias atingidas e a assinatura do contrato levou quatro meses.</p>



<p class=" ">&#8220;Quatro meses após a tragédia, as primeiras famílias começam a dar um passo concreto para reconstruir suas vidas. Sabemos que, para quem perdeu tudo, ainda é muito tempo, mas foi a solução mais ágil encontrada. Uma casa nova, do Minha Casa, Minha Vida, levaria no mínimo 18 meses para ser construída. Com a Compra Assistida, diminuímos esse tempo para socorrer as famílias e ajudar no processo de reconstrução dos lares mineiros&#8221;, afirmou o ministro.</p>



<p class=" ">Além das dez famílias de Juiz de Fora, outras três de Ubá assinarão os contratos e poderão entrar nas novas casas nos próximos dias. Em Minas Gerais, 431 famílias já foram enquadradas na modalidade, sendo 369 em Juiz de Fora e 62 em Ubá.</p>



<p class=" ">Irinei Correia Marinho é uma das beneficiárias que teve a casa condenada e agora poderá se mudar para o novo lar. &#8220;Aos poucos, estamos voltando à nossa vida normal. E essa oportunidade que estamos tendo aqui, com todos os poderes juntos, faz com que a gente mantenha a nossa esperança, a nossa fé acima de tudo. Através disso, vamos voltar a ter uma vida digna, cada um no seu bairro, nas suas casas, sem aquele desespero de pensar que estamos em área de risco&#8221;, disse.</p>



<p class=" ">A aposentada Maria Nilza Barboza morava em um dos bairros mais afetados pelos deslizamentos de terra. &#8220;Eu demorei para achar um imóvel de que gostasse, mas, quando entrei nessa casa, senti que estava em casa. Tem tudo pertinho: mercado, igreja&#8221;, contou, emocionada.</p>



<p class=" ">A prefeita Margarida Salomão relembrou a promessa do Governo do Brasil de oferecer às famílias mineiras o mesmo tratamento dispensado ao Rio Grande do Sul quando a modalidade foi criada, em 2024. &#8220;Nós queremos expor a nossa gratidão. Graças ao presidente Lula, muitas famílias estão sendo e ainda vão ser atendidas. E a coisa mais importante é isso: a palavra dada foi cumprida. Ninguém vai ficar para trás&#8221;, destacou a prefeita.</p>



<p class=" ">A modalidade excepcional do Minha Casa, Minha Vida – Compra Assistida permite que famílias atingidas por desastres adquiram um novo imóvel com subsídio integral de até R$ 200 mil, incluindo taxas e despesas cartoriais. O pagamento é realizado diretamente ao vendedor do imóvel, conforme critérios de elegibilidade estabelecidos pelo Ministério das Cidades.</p>



<p>Por Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades</p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2301">Compra Assistida: primeiras famílias mineiras assinam contrato da nova moradia — Ministério das Cidades</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="444" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/c94d03b3-2a90-43e4-9ce8-0706fc18df25.jpeg" alt="" class="wp-image-34044" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/c94d03b3-2a90-43e4-9ce8-0706fc18df25.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/c94d03b3-2a90-43e4-9ce8-0706fc18df25-300x173.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
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		<title>SDUH apresenta dinâmica de atendimento habitacional do Governo de São Paulo em encontro com representantes do mercado imobiliário</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:40:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No Summit ABRAINC 2026, secretário Marcelo Branco destacou modalidades do Casa Paulista em explanação para empresários e especialistas do setor Na manhã desta quinta-feira (25), o secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Branco, conduziu uma apresentação sobre o leque de modalidades de atendimento habitacional da gestão estadual durante a abertura do Summit [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">No Summit ABRAINC 2026, secretário Marcelo Branco destacou modalidades do Casa Paulista em explanação para empresários e especialistas do setor</h5>



<p>Na manhã desta quinta-feira (25), o secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Branco, conduziu uma apresentação sobre o leque de modalidades de atendimento habitacional da gestão estadual durante a abertura do Summit Abrainc 2026: Resiliência e Estratégia para o Novo Mercado Imobiliário. O encontro contou com a presença do presidente da Associação, Luiz França, de empresários, especialistas e representantes do poder público para debater tendências e caminhos para o crescimento do setor imobiliário brasileiro.</p>



<p>Na oportunidade, o titular da SDUH destacou que a maior parte das modalidades de atendimento do Casa Paulista, programa responsável pela política habitacional da Pasta, conta, hoje, com parcerias com a iniciativa privada. “Apostamos nessa parceria e utilizamos a iniciativa privada, que possui grande expertise na construção de unidades habitacionais de baixo custo, para que a gente consiga alcançar pessoas de menor renda”, afirmou.</p>



<p>Dentre essas modalidades, Branco falou, primeiramente, sobre a Carta de Crédito Imobiliário (CCI), que concede subsídios a famílias com renda mensal de até três salários mínimos para a aquisição da casa própria em empreendimentos privados aprovados pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH), no âmbito dos financiamentos Caixa-FGTS. “Ampliamos a oferta do cheque CCI. Já oferecemos mais de 80 mil subsídios nestes mais de três anos de gestão, o que é muito superior a tudo o que o programa fez desde que foi criado, há cerca de 12 anos. Com isso, estamos atendendo, no Estado de São Paulo como um todo, famílias com renda média de 1,95 salário mínimo”, destacou.</p>



<p>A partir do CCI, a gestão estadual consegue viabilizar o sonho da casa própria para famílias que têm crédito aprovado no mercado formal e conseguem arcar com o valor das prestações, mas não possuem capacidade de poupança ou recursos suficientes para pagar a entrada do imóvel, por exemplo. “O Estado entra, então, como um facilitador, fazendo com que essas famílias não precisem pagar ou reduzam o valor da entrada do imóvel, diminuindo também o valor da prestação ou suprindo a falta da poupança necessária para a contratação do financiamento”, explicou o secretário.</p>



<p>Essa modalidade atende famílias que possuem aprovação de crédito e condições de manter esse tipo de financiamento ativo. Há, porém, uma parcela significativa da população que não consegue ter seu cadastro aprovado. “Metade das famílias brasileiras hoje está endividada. O número é de 81 milhões de brasileiros com contas em atraso ou nome negativado. Desses, 15 milhões apresentam condições críticas, sem condições de pagar suas dívidas”, pontuou o presidente da Abrainc, Luiz França.</p>



<p>A partir disso, Marcelo explicou que a missão do Estado é alcançar essas famílias, a fim de garantir que as pessoas tenham acesso à sua moradia, independentemente da sua condição econômica. Para isso, a gestão estadual conta com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), maior empresa pública de habitação de interesse social do país. &#8220;Temos a CDHU, que faz atendimento direto às famílias sem exigir aprovação de crédito pelos critérios do mercado. Juntamos, então, as duas pontas: mercado e Estado&#8221;, disse.</p>



<p>Branco complementou que aqueles que mais precisam encontram na gestão estadual a possibilidade de ter uma moradia digna. “Nós, como Estado, temos a obrigação de atender essas famílias, independentemente da situação cadastral. Se estão morando em áreas de risco, em locais insalubres, como era o caso da Favela do Moinho, ou apresentam necessidade habitacional, precisamos atendê-las e oferecer condições de moradia digna”, disse o titular da Pasta.</p>



<p>Para além da construção direta, a Companhia vem incorporando modalidades de atendimento que também contam com efetiva parceria com a iniciativa privada. É o caso da Carta de Crédito Associativo (CCA). “No CCA, por exemplo, temos condição de comprar as unidades produzidas pelo mercado e fazer o financiamento pelo próprio mecanismo da CDHU, que entra como agente financeiro”, explicou Marcelo.</p>



<p>Segundo o titular da SDUH, tais parcerias podem e devem ser aprofundadas. “Podemos ampliar ainda mais essa parceria, se pudermos nos debruçar sobre esses mecanismos de financiamento, de forma que o mercado, que sabe construir habitação, faça seu papel, e que nós, o Estado, consigamos dar as garantias necessárias para que as famílias que precisam passem a ter acesso ao financiamento”, disse.</p>



<p>Marcelo Branco explicou, por fim, que essas estratégias de atendimento habitacional, complementares e sinérgicas, só são capazes de reduzir o déficit habitacional do Estado graças aos altos investimentos feitos na área da habitação por priorização do governador Tarcísio de Freitas. “Colocamos na SDUH mais de R$ 9 bilhões ao longo desses mais de três anos de mandato, valor equivalente ao total investido nos oito anos e meio anteriores. O Estado de São Paulo sempre teve uma tradição muito grande na habitação de interesse social desde 1980, produzindo mais moradias do que os demais estados, até por conta de sua capacidade de investimento. O Tarcísio, porém, quando entrou, disse que queria muito mais do que isso”, explicou.</p>



<p>A política pública de habitação, segundo Branco, funciona, nesta gestão, como o primeiro pilar de outras políticas públicas. “Da habitação dependem a saúde, a qualidade da educação das crianças e a organização das famílias. Ela permite que as pessoas tenham um local de descanso e segurança ao final do dia, o que beneficia toda a sociedade”, pontuou.</p>



<p>A partir desse entendimento, o Plano de Governo foi desenhado e tem sido cumprido. “O governador praticamente triplicou os investimentos em habitação, para que a gente tivesse condições de alcançar o maior número de famílias. Nosso plano de produzir 200 mil habitações é extremamente audacioso e só pode ser cumprido com essa parceria entre o Estado, as empresas e a Caixa Econômica Federal. A soma desses esforços é que nos traz a possibilidade de cumprir essa meta”, concluiu.</p>



<p>Por Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação</p>



<p><a href="https://www.habitacao.sp.gov.br/habitacao/noticias/sduh-apresenta-dinamica-de-atendimento-habitacional-do-governo-de-sao-paulo-em-encontro-com-representantes-do-mercado-imobiliario/!ut/p/z1/1VJNT8MwDP0tO-xopWu7rj2OAkOIgTT22cvkpmkbtCRdmw3Gr8cFxgVtEuKAyCWO9ZxnPz-WsCVLNO5lgVYajRt6r5Jg7YSB73ojx4umk9gJZmEvnvavnTgesMUH4MQZOiw5Xe_PfTZnCUsqLjO2Cjw_xzwNIIvyHvgRRVHq-uDlURahCAbY4y2aa1vZkq1KTKVFjmbNjbZC267zleo62ljJJTZdp8l2JWBVi4YwCJnUqCSnQABSWSYV5Q181r7PDZmBwuxFrU0La9BAhbuNAaFA6JauNsCNgloc_6UOmrZMiZoj3VKZVG4k1tIcRTqtYnJew0U79nnIiigGpyhcz2eLvRTPbKZNrWivjz-U_eYbQ-_q4ZIYpoPLu-GEWuj_kuH2nFNajciK8mm7TYbkgHbfL5Yt_48FqHu3HsfjgkRBW4LUOSX_vq9KzVToHUC_XtzDKE7Dg7cphp3OG05Bzgg!/dz/d5/L2dBISEvZ0FBIS9nQSEh/?urile=wcm%3Apath%3A%2Fwcm%2Fconnect%2Fhabitacao_content%2Fhabitacao%2Fnoticias%2Fsduh-apresenta-dinamica-de-atendimento-habitacional-do-governo-de-sao-paulo-em-encontro-com-representantes-do-mercado-imobiliario">Notícias</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="800" height="565" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/55356755498_d9927b45c4_c.jpg" alt="" class="wp-image-34021" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/55356755498_d9927b45c4_c.jpg 800w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/55356755498_d9927b45c4_c-300x212.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/55356755498_d9927b45c4_c-768x542.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>
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		<title>Industrializar a construção civil é o próximo passo do Minha Casa, Minha Vida</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/industrializar-a-construcao-civil-e-o-proximo-passo-do-minha-casa-minha-vida/</link>
		
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:38:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em evento da Abrainc, ministro Vladimir Lima defende padronização e desburocratização para ampliar a produção de moradias no país Para alavancar a produção de moradias no Brasil e atacar o deficit habitacional brasileiro, é fundamental industrializar a construção civil. A avaliação é do ministro das Cidades, Vladimir Lima, realizada durante sua participação no Summit da [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Em evento da Abrainc, ministro Vladimir Lima defende padronização e desburocratização para ampliar a produção de moradias no país</h5>



<p>Para alavancar a produção de moradias no Brasil e atacar o deficit habitacional brasileiro, é fundamental industrializar a construção civil. A avaliação é do ministro das Cidades, Vladimir Lima, realizada durante sua participação no Summit da Construção, promovido pela Associação Brasileira de Incorporadoras (Abrainc), em São Paulo, nesta quinta-feira (25).</p>



<p class=" ">&#8220;O Brasil vive o MELHOR MOMENTO DE SUA HISTÓRIA NA HABITAÇÃO. Temos demanda elevada, o Minha Casa, Minha Vida com disponibilidade de financiamento e o setor disposto a investir. Vamos aproveitar esse momento e alavancar as contratações, mas isso só será possível com a industrialização dos processos construtivos&#8221;, disse.</p>



<p class=" ">De acordo com o Ministro, já estão sendo promovidas mesas de conversas com indústrias e associações de prefeitos para, além de viabilizar os processos dentro das fábricas, padronizar os modelos de normativos municipais.</p>



<p class=" ">&#8220;Entendemos que as dificuldades do setor quando esbarram em códigos de obras diferentes. O Governo do Brasil está sensível a essa questão&#8221;, afirmou.</p>



<p class=" ">A padronização das construções pode reduzir de 15 a 20% de custos na obra, segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), Yorki Estefan.</p>



<p class=" "><strong>GT da DESBUROCRATIZAÇÃO &#8211;&nbsp;</strong>O Governo está fazendo sua parte para tornar o MCMV o indutor da transformação. O Ministério das Cidades criou o GRUPO DE TRABALHO DE DESBUROCRATIZAÇÃO, INDUSTRIALIZAÇÃO E INOVAÇÃO, com uma agenda robusta para promover tecnologia, &nbsp;ambiente regulatório seguro e padronizado, novas linhas de financiamento, modernização institucional e coordenação entre os atores envolvidos na produção habitacional.</p>



<p class=" ">&#8220;Temos tudo e muito mais para alavancar o Minha Casa, Minha Vida, gerando emprego e renda. O crédito habitacional representa 10% do PIB e temos a leitura de que isso vai avançar para 11% ate o final do ano&#8221;, destacou Lima.</p>



<p>Por Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades</p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2290">Industrializar a construção civil é o próximo passo do Minha Casa, Minha Vida — Ministério das Cidades</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="768" height="444" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/52133553-7d96-4511-99a2-74ab24b943ab.jpeg" alt="" class="wp-image-34018" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/52133553-7d96-4511-99a2-74ab24b943ab.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/52133553-7d96-4511-99a2-74ab24b943ab-300x173.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
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		<title>Decreto confirma suplementação de R$ 20 bilhões para o Minha Casa, Minha Vida</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/decreto-confirma-suplementacao-de-r-20-bilhoes-para-o-minha-casa-minha-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:44:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O governo federal publicou nesta segunda-feira (9), no Diário Oficial da União, decreto que formaliza a abertura de crédito suplementar de R$ 20 bilhões para o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A medida reforça os recursos destinados à habitação popular e dá continuidade ao processo de ampliação da capacidade de contratação de moradias em [&#8230;]]]></description>
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<p>O governo federal publicou nesta segunda-feira (9), no Diário Oficial da União, decreto que formaliza a abertura de crédito suplementar de R$ 20 bilhões para o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A medida reforça os recursos destinados à habitação popular e dá continuidade ao processo de ampliação da capacidade de contratação de moradias em todo o país.</p>



<p>O crédito faz parte de uma suplementação orçamentária autorizada pelo Ministério do Planejamento e Orçamento para diferentes áreas do governo federal. Do total liberado, a maior parte foi destinada ao Minha Casa, Minha Vida, principal programa habitacional do país. Além dos recursos para habitação, outros R$ 500 milhões foram direcionados para áreas como segurança pública, agropecuária e economia.</p>



<p>Para o vice-presidente de Habitação de Interesse Social da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Clausens Duarte, a publicação do decreto representa uma etapa importante para garantir a utilização dos recursos já anunciados pelo governo. “Na prática, essa é a confirmação formal de um recurso que já havia sido prometido e sinalizado anteriormente. O decreto oficializa essa suplementação fiscal e traz mais segurança para o planejamento do setor”, afirmou.</p>



<p>Segundo Duarte: “Os R$ 20 bilhões já eram esperados e fazem parte dos recursos que haviam sido anunciados anteriormente para fortalecer o programa, agora é empenhar os créditos e fazer o desembolso de acordo com a demanda financeira” explicou.</p>



<p>Por Agência Cbic</p>



<p><a href="https://cbic.org.br/decreto-confirma-suplementacao-de-r-20-bilhoes-para-o-minha-casa-minha-vida/">Decreto confirma suplementação de R$ 20 bilhões para o Minha Casa, Minha Vida &#8211; CBIC – Câmara Brasileira da Industria da Construção</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="654" height="484" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/mcmv.jpg" alt="" class="wp-image-34014" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/mcmv.jpg 654w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/mcmv-300x222.jpg 300w" sizes="(max-width: 654px) 100vw, 654px" /></figure>
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		<title>Ministério das Cidades entrega primeiras moradias do Minha Casa, Minha Vida Rural para famílias ribeirinhas e amplia regularização fundiária no Pará</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/ministerio-das-cidades-entrega-primeiras-moradias-do-minha-casa-minha-vida-rural-para-familias-ribeirinhas-e-amplia-regularizacao-fundiaria-no-para/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:41:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Primeiras unidades habitacionais da modalidade Rural foram entregues em Belém; moradores da capital e de Marituba também conquistam títulos de propriedade Belém (PA) – Pela primeira vez em muitos anos, a agricultora familiar Ângela Maria Soares dos Anjos, de 61 anos, poderá atravessar o período de marés altas sem o receio de ver a água [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Primeiras unidades habitacionais da modalidade Rural foram entregues em Belém; moradores da capital e de Marituba também conquistam títulos de propriedade</h5>



<p>Belém (PA) – Pela primeira vez em muitos anos, a agricultora familiar Ângela Maria Soares dos Anjos, de 61 anos, poderá atravessar o período de marés altas sem o receio de ver a água invadir sua casa. Moradora do Furo da Paciência, na Ilha do Combu, ela está entre as primeiras beneficiárias do Minha Casa, Minha Vida Rural na região insular de Belém. Nesta terça-feira (23), recebeu as chaves da nova moradia durante agenda do Ministério das Cidades no Pará.</p>



<p class=" ">Viúva, mãe de um filho e avó de dois netos, Ângela convivia com constantes alagamentos na antiga residência, que frequentemente causavam prejuízos ao danificar móveis e eletrodomésticos. Agora, passa a viver em uma das cinco primeiras unidades entregues pelo programa, que prevê a construção de 45 moradias para famílias ribeirinhas da comunidade.</p>



<p>A entrega marcou um momento histórico para a região e integrou uma agenda do Ministério das Cidades voltada à ampliação do acesso à moradia digna e à segurança jurídica da população paraense. Além das habitações, a programação incluiu a entrega simbólica de chaves e títulos de regularização fundiária para moradores de Belém e Marituba, durante cerimônia realizada na Universidade Federal do Pará (UFPA).</p>



<p class=" "><strong>Moradia adaptada à realidade amazônica</strong></p>



<p class=" ">As cinco unidades habitacionais entregues fazem parte de um empreendimento que recebeu investimento de R$ 3,375 milhões. O projeto integra o Sua Casa COP30 Sustentável, desenvolvido em parceria com a Companhia de Habitação do Pará (Cohab).</p>



<p class=" ">As moradias foram projetadas para atender às características das comunidades amazônicas e contam com soluções sustentáveis, como captação de água da chuva, energia solar, hortas verticais, biodigestores e alvenaria ecológica produzida a partir de resíduos do açaí. O projeto também prevê espaços destinados à geração de emprego e renda para as famílias beneficiadas.</p>



<p class=" ">Durante a visita à Ilha do Combu, o ministro das Cidades, Vladimir Lima, destacou que o objetivo da política habitacional é transformar a vida das pessoas.</p>



<p class=" ">“Mais do que qualidade de vida, estamos falando de dignidade. Só a dona Ângela sabe tudo o que enfrentou ao longo dos anos. É para mudar essa realidade que trabalhamos todos os dias”, afirmou.</p>



<p class=" ">O ministro também ressaltou os resultados alcançados pelo Minha Casa, Minha Vida desde a retomada do programa pelo Governo Federal.</p>



<p>“Hoje temos mais de 2,4 milhões de moradias contratadas em todo o Brasil. A meta inicial era de 2 milhões de unidades e já foi superada com antecedência. Até o final do ano, vamos alcançar a marca de 3 milhões de moradias contratadas”, acrescentou.</p>



<p class=" ">Presente na agenda, o ex-ministro das Cidades Jader Filho destacou a importância de adaptar as políticas públicas às especificidades da Amazônia.</p>



<p class=" ">“Quando as pessoas pensam no Minha Casa, Minha Vida, normalmente pensam em casas de tijolo e concreto. Aqui estamos vendo uma moradia de qualidade, adequada à forma como os ribeirinhos da Amazônia vivem”, afirmou.</p>



<p class=" "><strong>Segurança jurídica para milhares de famílias</strong></p>



<p class=" ">Após a agenda na Ilha do Combu, o ministro das Cidades participou da entrega simbólica de chaves e títulos de regularização fundiária para famílias de Belém e Marituba.</p>



<p class=" ">Entre os beneficiados estava o comerciante Denival de Oliveira Loureiro, que aguardava havia 12 anos pela documentação definitiva do imóvel. A aposentada Maria Rosa Morgado Pena, moradora do bairro da Terra Firme, também celebrou a conquista após iniciar o processo de solicitação do título em 2010.</p>



<p class=" ">Durante a cerimônia, a reitora da Universidade Federal do Pará, Loiane Prado, destacou o papel social da instituição e a importância das ações voltadas à população.</p>



<p class=" ">Segundo ela, uma universidade só cumpre plenamente sua missão quando está a serviço da sociedade, contribuindo para processos de transformação social capazes de impactar diretamente a vida das pessoas.</p>



<p class=" ">O prefeito de Belém, Igor Normando, ressaltou a parceria entre o município e o Ministério das Cidades para ampliar a regularização fundiária na capital paraense e afirmou que a cidade se prepara para realizar a maior entrega de títulos de propriedade de sua história, beneficiando mais de 30 mil famílias.</p>



<p class=" ">Já a prefeita de Marituba, Patrícia Alencar, destacou os avanços alcançados pelo município por meio das ações desenvolvidas em parceria com o Governo Federal, especialmente nas áreas voltadas à melhoria da qualidade de vida da população.</p>



<p class=" "><strong>Investimentos históricos em regularização fundiária</strong></p>



<p class=" ">O ministro Vladimir Lima ressaltou que a regularização fundiária garante segurança jurídica às famílias e amplia o acesso a direitos e serviços públicos.</p>



<p class=" ">“É uma importante política pública porque leva segurança jurídica para as famílias. Ela garante a propriedade e cria condições para que as pessoas tenham acesso a serviços, equipamentos sociais e outras oportunidades”, afirmou.</p>



<p class=" ">Segundo o ministro, mais de R$ 100 milhões já foram destinados pelo Governo Federal para ações de regularização fundiária no Pará, beneficiando mais de 70 mil famílias em todo o estado.</p>



<p class=" ">“O Pará é hoje o estado mais beneficiado do país por essa política. Somente em Belém, cerca de 43 mil famílias serão contempladas com a regularização de suas propriedades”, destacou.</p>



<p class=" ">Jader Filho também ressaltou que Belém será a cidade brasileira que mais receberá investimentos em regularização fundiária, com ações previstas em cerca de 13 bairros da capital paraense.</p>



<p class=" ">A agenda ocorreu poucos dias após o anúncio da seleção de 8.125 novas moradias do Minha Casa, Minha Vida para o Pará. Do total, 6.320 unidades foram destinadas à modalidade Rural, alcançando 86 municípios paraenses, enquanto outras 1.805 unidades foram selecionadas na modalidade Entidades. A expectativa do Ministério das Cidades é encerrar o ano com a marca de 3 milhões de moradias contratadas em todo o país.</p>



<p>Por Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades</p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2281">Ministério das Cidades entrega primeiras moradias do Minha Casa, Minha Vida Rural para famílias ribeirinhas e amplia regularização fundiária no Pará — Ministério das Cidades</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="444" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/d15b1f24-2939-4e8a-967c-1635e2bf0356.jpeg" alt="" class="wp-image-34011" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/d15b1f24-2939-4e8a-967c-1635e2bf0356.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/d15b1f24-2939-4e8a-967c-1635e2bf0356-300x173.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
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		<title>Cohab Curitiba apresenta avanços da regularização fundiária para comunidades da Regional Boa Vista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 11:49:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Reunião tratou dos processos de Reurb-S, que beneficiam áreas com maioria de famílias com renda de até 3 salários mínimos Moradores de comunidades da Regional Boa Vista participaram, na noite de segunda-feira (15/6), de uma reunião promovida pela Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab Curitiba) para conhecer os avanços da Regularização Fundiária de Interesse [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Reunião tratou dos processos de Reurb-S, que beneficiam áreas com maioria de famílias com renda de até 3 salários mínimos</h5>



<p>Moradores de comunidades da Regional Boa Vista participaram, na noite de segunda-feira (15/6), de uma reunião promovida pela Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab Curitiba) para conhecer os avanços da Regularização Fundiária de Interesse Social (Reurb-S) no município. O encontro foi realizado no auditório da Rua da Cidadania do Boa Vista e reuniu, entre outras, famílias das comunidades Moradias Faxinal, Vila Abaeté, Moradias Maringá, Vila Campo Alto e Vila Lupinski.</p>



<p>A ação integra uma série de encontros que a Cohab vem promovendo nas administrações regionais para esclarecer dúvidas da população e apresentar as mudanças trazidas pelo Decreto Municipal 390/2026, assinado pelo prefeito Eduardo Pimentel em março deste ano.&nbsp;</p>



<p>A apresentação foi conduzida pelo diretor de Habitação da Cohab, Diogo Pouzato, que explicou as principais alterações implementadas pelo novo decreto, como a possibilidade de regularização por etapas, o multitrâmite entre secretarias municipais, a redução de burocracias e a adoção do princípio da mínima intervenção urbanística em áreas consolidadas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Nosso objetivo é tornar os processos mais eficientes sem abrir mão da segurança jurídica. O novo decreto trouxe ferramentas que permitem avançar com mais agilidade e transparência, beneficiando famílias que aguardam há muitos anos pela regularização de seus terrenos”, afirmou Pouzato.</p>
</blockquote>



<p>O presidente da Cohab Curitiba, André Baú, destacou que as mudanças representam um avanço para a política habitacional do município.</p>



<p>“A modernização da legislação permitiu criar mecanismos que aceleram a regularização fundiária e ampliam a capacidade de atendimento da Prefeitura. Estamos construindo um modelo mais ágil, mais eficiente e mais próximo das necessidades das comunidades”, disse Baú.</p>



<p>Entre os participantes estava a merendeira Luciana Viana, de 51 anos. Segundo conta, ela é moradora da Vila Lupinski desde que nasceu. Luciana afirmou que a possibilidade de regularização traz mais tranquilidade para as famílias da comunidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A gente sempre viveu com essa insegurança por não ter a documentação. Saber que existe esse trabalho e que a regularização pode acontecer traz uma sensação de garantia e tranquilidade para todos nós”, comentou.</p>
</blockquote>



<p>Moradora do Faxinal há sete anos, a aposentada Aparecida Rosângela Ribeiro também saiu otimista da reunião.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Saio daqui feliz e esperançosa. A gente acredita que agora a documentação finalmente vai sair. Ter essa garantia representa segurança para nós e um futuro melhor para nossos filhos e netos”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>A expectativa também é compartilhada pela técnica em enfermagem Ana Maria Santos, de 48 anos, que mora no Moradias Faxinal há nove anos. Segundo ela, a comunidade aguarda a regularização há bastante tempo e acompanha com expectativa cada etapa do processo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Atendimento individualizado</h3>



<p>Após a apresentação, os moradores tiveram a oportunidade de conversar diretamente com os representantes da Cohab Curitiba para esclarecer dúvidas específicas sobre cada comunidade. Participaram do atendimento, o presidente, André Baú, os diretores Arielson Bittencourt, Diogo Pouzato, Meiri Morezzi e Raphael Wotkoski, além das equipes técnicas da companhia.</p>



<p>A iniciativa permitiu orientar os moradores sobre o estágio de cada processo e situações específicas de acordo com a particularidade de cada território.</p>



<p>Também participaram da reunião o administrador regional do Boa Vista, Reinaldo Boaron, o Bracatinga, e lideranças comunitárias das áreas atendidas, como Paulo Borges do Moradias Faxinal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Outras obras na Regional Boa Vista</h3>



<p>Além dos processos de regularização fundiária, a Regional Boa Vista também concentra importantes investimentos habitacionais da Prefeitura de Curitiba.</p>



<p>Duas obras executadas pela Cohab Curitiba estão em fase final de construção e deverão ser entregues nos próximos meses. No bairro Boa Vista, o Residencial Alfeneiros contará com 56 apartamentos destinados a famílias atendidas pela política habitacional do município. O empreendimento, que recebeu R$ 9,95 milhões do Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social (FMHIS), conta com painéis fotovoltaicos em todas as unidades.</p>



<p>Já no bairro Atuba, o Residencial Divino III está concluindo a construção de 36 casas que darão continuidade ao processo de urbanização da Vila Divino. A nova etapa complementa o empreendimento onde outras 72 famílias já receberam as chaves de suas moradias há um ano. Ao todo, o projeto significa investimento de R$ 23,9 milhões, oriundos do orçamento da Prefeitura.</p>



<p>Por Eduardo Amatuzzi &#8211; Prefeitura de Curitiba</p>



<p><a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/cohab-apresenta-avancos-da-regularizacao-fundiaria-para-comunidades-da-regional-boa-vista/83590?utm_content=rss">Cohab apresenta avanços da regularização fundiária para comunidades da Regional Boa Vista &#8211; Prefeitura de Curitiba</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/00566262.png" alt="" class="wp-image-33991" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/00566262.png 800w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/00566262-300x200.png 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/00566262-768x512.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>
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		<title>Ministério das Cidades anuncia reabertura do Minha Casa, Minha Vida FAR no Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 11:46:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em Porto Alegre, ministro Vladimir Lima destacou que a medida permitirá a apresentação de novas propostas habitacionais no estado O ministro das Cidades, Vladimir Lima, anunciou, nesta segunda-feira (15), em Porto Alegre (RS), a reabertura para o Rio Grande do Sul da modalidade FAR do Minha Casa, Minha Vida, uma das principais modalidades para as [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Em Porto Alegre, ministro Vladimir Lima destacou que a medida permitirá a apresentação de novas propostas habitacionais no estado</h5>



<p>O ministro das Cidades, Vladimir Lima, anunciou, nesta segunda-feira (15), em Porto Alegre (RS), a reabertura para o Rio Grande do Sul da modalidade FAR do Minha Casa, Minha Vida, uma das principais modalidades para as famílias que ganham até R$ 3.200. Com isso, começa uma nova fase após um período em que o Minha Casa, Minha Vida no estado ficou majoritariamente voltado para a reconstrução e para dar moradia a quem perdeu a sua com as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul e com a conclusão de projetos iniciados antes da tragédia.</p>



<p>“Essa medida abre caminho para que os municípios apresentem novas propostas e para que a construção de moradias para quem mais precisa continue avançando no estado”, disse o ministro.</p>



<p>O anúncio foi realizado durante cerimônia na Sede da Superintendência do Banco do Brasil, na capital gaúcha, em ato que reuniu um conjunto de medidas do Governo do Brasil para ampliar o acesso à moradia, fortalecer a reconstrução do estado, melhorar a infraestrutura urbana e modernizar o transporte público.</p>



<p>Durante o evento, o Ministério das Cidades também celebrou o marco de treze mil moradias contratadas pelo Compra Assistida criada para acelerar o processo de aquisição de moradia para famílias que perderam suas casas ou tiveram os imóveis comprometidos pela tragédia climática, como opção a espera pela construção de uma nova residência em empreendimento do Minha Casa, Minha Vida.</p>



<p>O Ministério das Cidades ainda apresentou novas metas do Minha Casa, Minha Vida Reconstrução para oito municípios gaúchos: Pelotas, Roca Sales, São Jerônimo, São Leopoldo, São Sebastião do Caí, Taquari, Triunfo e Venâncio Aires. Ao todo, a previsão é atender cerca de 1,4 mil famílias com novas moradias populares.</p>



<p>Na mesma cerimônia, foram assinadas autorizações de início de obra do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) para dezessete municípios. A iniciativa prevê mais de 400 unidades habitacionais, com investimento federal de 54,8 milhões do Governo Federal.</p>



<p>O ato em Porto Alegre também incluiu anúncios nas áreas de saneamento e mobilidade urbana para cidades do interior do estado. Para a capital gaúcha, o Ministério das Cidades anunciou a contratação do Refrota, com previsão de 100 ônibus elétricos para Porto Alegre.</p>



<p>A agenda no Rio Grande do Sul também contou com passagens por Estrela, Lajeado, Nova Santa Rita e Viamão. Pela manhã, o ministro visitou obras habitacionais no Vale do Taquari. À tarde, participou da entrega de quatrocentas unidades habitacionais do Residencial Viver COOHAGIG, em Viamão, reforçando a atuação do Governo do Brasil em diferentes frentes para garantir moradia digna às famílias gaúchas.</p>



<p>Por Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades</p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2261">Ministério das Cidades anuncia reabertura do Minha Casa, Minha Vida FAR no Rio Grande do Sul — Ministério das Cidades</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="444" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/6e6160c6-962c-4f4c-bf57-f86dd57f5ddc.jpeg" alt="" class="wp-image-33988" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/6e6160c6-962c-4f4c-bf57-f86dd57f5ddc.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/6e6160c6-962c-4f4c-bf57-f86dd57f5ddc-300x173.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
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		<title>Veja as listas das seleções do MCMV-Rural e MCMV-Entidades</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/veja-as-listas-das-selecoes-do-mcmv-rural-e-mcmv-entidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 09:18:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Total de famílias beneficiadas é de 85 mil Conforme divulgou em evento no Palácio do Planalto na sexta-feira (12),&#160;o governo &#160;ampliou para 85 mil&#160;o total de moradias nas mais recentes seleções do Minha Casa, Minha Vida das modalidades Rural e Entidades. Confira as listas: Minha Casa, Minha Vida Rural Minha Casa, Minha Vida – Entidades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Total de famílias beneficiadas é de 85 mil</h5>



<p>Conforme divulgou em evento no Palácio do Planalto na sexta-feira (12),&nbsp;<a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2252" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o governo &nbsp;ampliou para 85 mil</a>&nbsp;o total de moradias nas mais recentes seleções do Minha Casa, Minha Vida das modalidades Rural e Entidades.</p>



<p>Confira as listas:</p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/minha-casa-minha-vida-selecoes/mcmv-rural/selecao-mcmv-rural.pdf/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Minha Casa, Minha Vida Rural</a></p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/minha-casa-minha-vida-selecoes/mcmv-entidades-1/selecao-mcmv-entidades.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Minha Casa, Minha Vida – Entidades</a></p>



<p>Por Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades</p>



<p><br><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2259">Veja as listas das seleções do MCMV-Rural e MCMV-Entidades — Ministério das Cidades</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="444" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/b1da0bee-0b4a-498d-864c-f1a84bd66eb4.jpeg" alt="" class="wp-image-33984" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/b1da0bee-0b4a-498d-864c-f1a84bd66eb4.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/b1da0bee-0b4a-498d-864c-f1a84bd66eb4-300x173.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
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		<title>Ministério das Cidades anuncia a seleção de 85 mil unidades do MCMV Rural e Entidades</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 12:19:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[São 50 mil unidades do MCMV Rural e 35 mil UH da modalidade Entidades O Ministério das Cidades anuncia nesta sexta-feira (12) as propostas selecionadas para a construção de 85 mil unidades do Minha Casa Minha Vida, nas modalidades Rural e Entidades &#8211; Urbana. São 50 mil novas unidades do Minha Casa, Minha Vida Rural [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">São 50 mil unidades do MCMV Rural e 35 mil UH da modalidade Entidades</h5>



<p>O Ministério das Cidades anuncia nesta sexta-feira (12) as propostas selecionadas para a construção de 85 mil unidades do Minha Casa Minha Vida, nas modalidades Rural e Entidades &#8211; Urbana. São 50 mil novas unidades do Minha Casa, Minha Vida Rural e 35 mil moradias na modalidade Entidade, avançando a meta do programa.</p>



<p class=" ">A pasta ampliou as metas originalmente estabelecidas para as duas linhas de atendimento.&nbsp; A meta original, estabelecida no ano passado, era de contratação de 30 mil moradias nas áreas rurais e 21 mil moradias no Entidades.</p>



<p class=" ">“Estamos ampliando o alcance do programa, sobretudo para aquelas famílias que mais precisam. Os recursos estão garantidos”, disse o ministro Vladimir Lima.</p>



<p class=" ">O MCMV Entidades é voltado para famílias com renda familiar bruta até R$ 3.200. Tem por finalidade a produção social da moradia e a participação da população como protagonista na solução de seus problemas habitacionais, estimulando a organização popular e a produção habitacional por autogestão.</p>



<p class=" ">&nbsp;Cerca de 40% dessas moradias serão viabilizadas em imóveis da União a serem disponibilizados pela Secretaria de Patrimônio da União (SPU) do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), por meio do Programa Imóvel da Gente.</p>



<p>Já o MCMV Rural é destinado para famílias com a renda bruta anual de até R$ 50.000. A linha de atendimento tem como objetivo permitir que agricultores familiares, trabalhadores rurais, comunidades tradicionais e famílias que moram em área rural possam ter acesso à moradia digna no local onde já residem.  Para isso, o Governo do Brasil custeia a construção da moradia no terreno da família.</p>



<p>Por Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades</p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2249">Ministério das Cidades anuncia a seleção de 85 mil unidades do MCMV Rural e Entidades — Ministério das Cidades</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="444" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/28d64dc6-70a3-4d30-b904-8b1363eae4ab.jpeg" alt="" class="wp-image-33981" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/28d64dc6-70a3-4d30-b904-8b1363eae4ab.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/28d64dc6-70a3-4d30-b904-8b1363eae4ab-300x173.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
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		<item>
		<title>CDHU investe R$ 3,4 bilhões e impulsiona habitação em SP</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:31:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com investimentos de R$ 3,4 bilhões, a CDHU divulga relatório de 2025 focado em sustentabilidade financeira e geração de empregos A&#160;Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano&#160;(CDHU) divulgou neste mês de junho o seu&#160;Relatório Anual de Sustentabilidade 2025. O balanço oficial detalha os impactos econômicos, sociais e urbanos da política habitacional desenvolvida pela companhia em diferentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Com investimentos de R$ 3,4 bilhões, a CDHU divulga relatório de 2025 focado em sustentabilidade financeira e geração de empregos</h5>



<p>A&nbsp;<strong>Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano&nbsp;</strong>(<a href="https://wp.abcdoabc.com.br/cdhu-inscricoes-encerra-nesta-quarta-sorteio/]"><strong>CDHU</strong></a>) divulgou neste mês de junho o seu&nbsp;<strong>Relatório Anual de Sustentabilidade 2025</strong>. O balanço oficial detalha os impactos econômicos, sociais e urbanos da política habitacional desenvolvida pela companhia em diferentes regiões paulistas.</p>



<p>Os dados consolidados revelam que o volume total de aportes no setor atingiu a marca de R$ 3,4 bilhões ao longo do ano passado. Esse montante foi responsável por movimentar a cadeia produtiva da construção civil e expandir o acesso à moradia popular em larga escala.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Geração de empregos e desenvolvimento regional</h2>



<p>De acordo com o relatório da&nbsp;<strong>CDHU</strong>, a injeção bilionária de recursos causou um efeito multiplicador na economia do&nbsp;<a href="https://www.sp.gov.br/sp" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Estado de São Paulo</strong></a>. Estimativas baseadas na Matriz de Insumo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e em indicadores da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apontam que cada R$ 1 milhão investido na construção civil gera, em média, 18,31 postos de trabalho.</p>



<p>Diante dessa métrica, a atuação da&nbsp;<strong>CDHU</strong>&nbsp;em 2025 resultou na estimativa de 61,3 mil empregos gerados em todo o território paulista. O indicador abrange vagas de emprego diretas, indiretas e induzidas pelo setor habitacional.</p>



<p><em>“O impacto é especialmente percebido em municípios de pequeno e médio porte, onde a implantação de empreendimentos habitacionais contribui para o aumento da renda local, o fortalecimento do comércio e a movimentação de serviços”,</em>&nbsp;aponta o documento da companhia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Continuidade e capilaridade do atendimento</strong></h3>



<p>Atualmente, a&nbsp;<strong>CDHU</strong>&nbsp;já atendeu 631 dos 645 municípios paulistas. O índice representa uma cobertura de 98% do estado de São Paulo. O modelo de atuação é sustentado pela continuidade dos investimentos em habitação com recursos vindos diretamente do Tesouro Estadual.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sustentabilidade financeira e carteira de financiamentos</strong></h2>



<p>Além do aporte público direto, a CDHU mantém uma capacidade própria de reinvestimento no mercado. A companhia arrecada mais de R$ 1 bilhão por ano por meio de sua carteira de financiamentos habitacionais. Esse resultado ocorre mesmo com o perfil do público majoritário sendo composto por famílias com renda de até três salários mínimos.</p>



<p>Em dezembro de 2025, o balanço apontava que cerca de 104 mil contratos ativos da&nbsp;<strong>CDHU</strong>&nbsp;contavam com subsídios aplicados às condições de financiamento. A medida reduz o valor das prestações mensais para os mutuários atendidos.</p>



<p>O modelo financeiro reúne, além do Tesouro Estadual, recursos do Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social (FPHIS). Nas operações de Carta de Crédito Associativo (CCA), o repasse voltado às despesas operacionais da&nbsp;<strong>CDHU</strong>&nbsp;gerou receita acumulada de R$ 83,5 milhões até dezembro de 2025, garantindo o retorno de verbas para novos projetos no estado.</p>



<p>Por Gabriel de Jesus &#8211; SDUH/CDHU</p>



<p><a href="https://www.abcdoabc.com.br/cdhu-investe-3-4-bilhoes-habitacao-em-sp#abre">CDHU investe R$ 3,4 bilhões e impulsiona habitação em SP</a></p>



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