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	<title>infraestrutura &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
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	<title>infraestrutura &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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		<title>CDHU investe R$ 3,4 bilhões e impulsiona habitação em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:31:29 +0000</pubDate>
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<h5 class="wp-block-heading">Com investimentos de R$ 3,4 bilhões, a CDHU divulga relatório de 2025 focado em sustentabilidade financeira e geração de empregos</h5>



<p>A&nbsp;<strong>Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano&nbsp;</strong>(<a href="https://wp.abcdoabc.com.br/cdhu-inscricoes-encerra-nesta-quarta-sorteio/]"><strong>CDHU</strong></a>) divulgou neste mês de junho o seu&nbsp;<strong>Relatório Anual de Sustentabilidade 2025</strong>. O balanço oficial detalha os impactos econômicos, sociais e urbanos da política habitacional desenvolvida pela companhia em diferentes regiões paulistas.</p>



<p>Os dados consolidados revelam que o volume total de aportes no setor atingiu a marca de R$ 3,4 bilhões ao longo do ano passado. Esse montante foi responsável por movimentar a cadeia produtiva da construção civil e expandir o acesso à moradia popular em larga escala.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Geração de empregos e desenvolvimento regional</h2>



<p>De acordo com o relatório da&nbsp;<strong>CDHU</strong>, a injeção bilionária de recursos causou um efeito multiplicador na economia do&nbsp;<a href="https://www.sp.gov.br/sp" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Estado de São Paulo</strong></a>. Estimativas baseadas na Matriz de Insumo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e em indicadores da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apontam que cada R$ 1 milhão investido na construção civil gera, em média, 18,31 postos de trabalho.</p>



<p>Diante dessa métrica, a atuação da&nbsp;<strong>CDHU</strong>&nbsp;em 2025 resultou na estimativa de 61,3 mil empregos gerados em todo o território paulista. O indicador abrange vagas de emprego diretas, indiretas e induzidas pelo setor habitacional.</p>



<p><em>“O impacto é especialmente percebido em municípios de pequeno e médio porte, onde a implantação de empreendimentos habitacionais contribui para o aumento da renda local, o fortalecimento do comércio e a movimentação de serviços”,</em>&nbsp;aponta o documento da companhia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Continuidade e capilaridade do atendimento</strong></h3>



<p>Atualmente, a&nbsp;<strong>CDHU</strong>&nbsp;já atendeu 631 dos 645 municípios paulistas. O índice representa uma cobertura de 98% do estado de São Paulo. O modelo de atuação é sustentado pela continuidade dos investimentos em habitação com recursos vindos diretamente do Tesouro Estadual.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sustentabilidade financeira e carteira de financiamentos</strong></h2>



<p>Além do aporte público direto, a CDHU mantém uma capacidade própria de reinvestimento no mercado. A companhia arrecada mais de R$ 1 bilhão por ano por meio de sua carteira de financiamentos habitacionais. Esse resultado ocorre mesmo com o perfil do público majoritário sendo composto por famílias com renda de até três salários mínimos.</p>



<p>Em dezembro de 2025, o balanço apontava que cerca de 104 mil contratos ativos da&nbsp;<strong>CDHU</strong>&nbsp;contavam com subsídios aplicados às condições de financiamento. A medida reduz o valor das prestações mensais para os mutuários atendidos.</p>



<p>O modelo financeiro reúne, além do Tesouro Estadual, recursos do Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social (FPHIS). Nas operações de Carta de Crédito Associativo (CCA), o repasse voltado às despesas operacionais da&nbsp;<strong>CDHU</strong>&nbsp;gerou receita acumulada de R$ 83,5 milhões até dezembro de 2025, garantindo o retorno de verbas para novos projetos no estado.</p>



<p>Por Gabriel de Jesus &#8211; SDUH/CDHU</p>



<p><a href="https://www.abcdoabc.com.br/cdhu-investe-3-4-bilhoes-habitacao-em-sp#abre">CDHU investe R$ 3,4 bilhões e impulsiona habitação em SP</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="799" height="533" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/cdhu-empregos-1.jpg" alt="" class="wp-image-33978" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/cdhu-empregos-1.jpg 799w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/cdhu-empregos-1-300x200.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/cdhu-empregos-1-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></figure>



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		<title>Novo programa busca estimular novas moradias no Centro de Campinas &#8211; SP</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/novo-programa-busca-estimular-novas-moradias-no-centro-de-campinas-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 11:22:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Após receber sugestões da população e de entidades da sociedade civil, redação do programa Habita Centro será finalizada e enviada à Câmara Municipal de Campinas para apreciação dos vereadores A Prefeitura de Campinas realizou nesta segunda-feira, 8 de junho, audiência pública para apresentar e discutir a minuta do projeto de lei do programa Habita Centro, [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Após receber sugestões da população e de entidades da sociedade civil, redação do programa Habita Centro será finalizada e enviada à Câmara Municipal de Campinas para apreciação dos vereadores</h5>



<p>A Prefeitura de Campinas realizou nesta segunda-feira, 8 de junho, audiência pública para apresentar e discutir a minuta do projeto de lei do programa Habita Centro, iniciativa que propõe incentivos urbanísticos e fiscais para estimular a construção de novos empreendimentos residenciais, comerciais e de uso misto na região central da cidade.<br><br>O encontro foi realizado no Salão Vermelho do Paço Municipal e reuniu representantes do poder público, entidades da sociedade civil, profissionais do setor imobiliário, comerciantes e moradores interessados em contribuir para o aperfeiçoamento da proposta antes de seu encaminhamento à Câmara Municipal.<br><br>Participaram da audiência a secretária municipal de Urbanismo, Carolina Baracat; a secretária municipal de Cultura e Turismo, Alexandra Caprioli; o secretário municipal de Finanças, Aurílio Caiado; o presidente da Cohab Campinas, Arly de Lara Rôme; o secretário adjunto de Habitação, Marcelo Ferreira; além de técnicos das secretarias de Urbanismo, Planejamento e Desenvolvimento Urbano, Habitação, Finanças e Cultura e Turismo envolvidos na construção da proposta.<br><br><strong>Construção coletiva</strong><br><br>A abertura da audiência foi conduzida pela secretária municipal de Urbanismo, que destacou o trabalho integrado realizado por diferentes áreas da administração municipal na elaboração do projeto.<br><br>“Foi um desafio de seis meses de discussões internas para chegarmos a uma proposta capaz de incentivar mais moradias e atividades comerciais no Centro. Tivemos a participação de diversas secretarias e também de entidades da sociedade civil, que contribuíram para a construção desse projeto”, afirmou.<br><br>Segundo a secretária, a proposta foi construída com a participação das secretarias de Urbanismo, Planejamento e Desenvolvimento Urbano, Habitação, Finanças e Cultura e Turismo, além de representantes de 17 entidades ligadas ao setor imobiliário, da construção civil e ao desenvolvimento urbano.<br><br><strong>Incentivos para reocupar o Centro</strong><br><br>Durante a audiência, a arquiteta Daniela Zacardi, da Secretaria Municipal de Urbanismo, apresentou os principais pontos da minuta. Segundo ela, a proposta está estruturada em nove capítulos, que tratam desde os objetivos e diretrizes do programa até incentivos urbanísticos e fiscais, instrumentos de gestão e monitoramento e a delimitação da área de abrangência da futura lei.<br><br>A arquiteta explicou que o programa será aplicado em um polígono prioritário de intervenção na área central, abrangendo aproximadamente 1.900 lotes. Também poderão aderir ao programa os imóveis localizados de frente para as vias que delimitam esse perímetro.<br><br>A vigência proposta para a legislação é de três anos, com possibilidade de prorrogação por mais três anos, a partir do monitoramento dos resultados obtidos e do interesse do mercado na produção de novas edificações na região central.<br><br><strong>Mais moradias e melhor aproveitamento da infraestrutura</strong><br><br>Entre os objetivos do Habita Centro estão ampliar a oferta de moradias, aumentar a densidade populacional da região central, incentivar a produção de Habitação de Interesse Social (HIS), estimular empreendimentos de uso misto e promover uma melhor integração das edificações com os espaços públicos.<br><br>“A intenção é reduzir imóveis não utilizados ou subutilizados e aproveitar melhor toda a infraestrutura já existente na região central”, destacou Daniela.<br><br>A proposta também busca incentivar a produção de edifícios com maior interação com a cidade, por meio de fachadas ativas, permeabilidade visual, espaços de fruição pública e melhorias voltadas à caminhabilidade.<br><br>A fachada ativa é uma estratégia de arquitetura e urbanismo onde o pavimento térreo de um edifício se abre diretamente para a calçada, abrigando comércios, serviços ou áreas de convivência. O objetivo é integrar a vida privada ao espaço público, promovendo a circulação de pedestres e aumentando a segurança urbana.<br><br>A permeabilidade visual permite a interação entre o interior e o exterior, com o uso de materiais como grades e vidros para obter transparência.<br></p>



<p><strong>Incentivos urbanísticos e fiscais</strong><br><br>O programa prevê uma série de incentivos para tornar mais atrativos os investimentos na área central.<br><br>Entre as medidas urbanísticas está a ampliação do potencial construtivo dos terrenos. Atualmente, os empreendimentos podem construir até cinco vezes a área do lote. Pela proposta, esse índice poderá chegar a até sete vezes e meia a área do terreno, mediante mecanismos previstos na legislação.<br><br>Também estão previstos benefícios como dispensa de vagas mínimas de estacionamento, flexibilização de recuos e densidades habitacionais, isenção da Outorga Onerosa do Direito de Construir e dispensa da apresentação de Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV).<br><br>Na área fiscal, a proposta prevê redução do ISSQN da construção civil para 2%, desconto de 50% no ITBI na primeira transmissão onerosa das unidades, isenção do ITBI para empreendimentos vinculados à Cohab Centro, redução de 50% do IPTU nos cinco primeiros anos após a conclusão da obra e desconto de 25% entre o sexto e o décimo ano. Também está prevista a isenção das taxas municipais de licenciamento urbanístico.<br><br><strong>Habitação de interesse social</strong><br><br>Outro destaque da proposta é a criação de novas tipologias habitacionais vinculadas à Cohab Centro, com foco na ampliação da oferta de moradias para diferentes faixas de renda.<br><br>O programa prevê incentivos específicos para empreendimentos destinados à Habitação de Interesse Social e à Habitação de Mercado Popular, além de mecanismos de contrapartida social para estimular a produção de unidades habitacionais acessíveis na região central.<br><br><strong>Revitalização da região central</strong><br><br>A proposta integra um conjunto de ações voltadas à revitalização do Centro de Campinas e dialoga com outras iniciativas já em andamento, como a atualização da Lei do Retrofit e a revisão das regras de preservação do patrimônio histórico.<br><br>Durante a audiência pública, os participantes puderam acompanhar a apresentação técnica do projeto, esclarecer dúvidas e apresentar sugestões. As contribuições recebidas serão analisadas pela equipe técnica da Prefeitura e poderão subsidiar ajustes no texto final da proposta.<br><br>Após a incorporação das sugestões apresentadas pela sociedade civil e a conclusão das análises técnicas, o projeto de lei do Habita Centro será finalizado e encaminhado à Câmara Municipal de Campinas no próximo semestre para apreciação dos vereadores.</p>



<p>Por Redação &#8211; Correio da Manhã</p>



<p><a href="https://www.correiodamanha.com.br/nacional/sao-paulo/campinas/2026/06/amp/292140-novo-programa-busca-estimular-novas-moradias-no-centro-de-campinas.html">Novo programa busca estimular novas moradias no Centro de Campinas</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="840" height="560" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/1_080626_audiencia_publica_habita_centro_foto_rogerio_capela__17_-615250.jpg" alt="" class="wp-image-33966" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/1_080626_audiencia_publica_habita_centro_foto_rogerio_capela__17_-615250.jpg 840w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/1_080626_audiencia_publica_habita_centro_foto_rogerio_capela__17_-615250-300x200.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/1_080626_audiencia_publica_habita_centro_foto_rogerio_capela__17_-615250-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 840px) 100vw, 840px" /></figure>
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		<title>Construção cresce 2,9% no primeiro trimestre de 2026</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/construcao-cresce-29-no-primeiro-trimestre-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 10:36:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As atividades da construção voltaram a acelerar nos primeiros meses de 2026. O setor cresceu 2,9% no primeiro trimestre deste ano em relação aos três últimos meses de 2025, de acordo com os dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado reverte a queda de 2,4% [&#8230;]]]></description>
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<p>As atividades da construção voltaram a acelerar nos primeiros meses de 2026. O setor cresceu 2,9% no primeiro trimestre deste ano em relação aos três últimos meses de 2025, de acordo com os dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado reverte a queda de 2,4% registrada no quarto trimestre do ano passado e sinaliza uma retomada do ritmo de atividade da construção.</p>



<p>O desempenho é impulsionado, entre outros fatores, pelo forte volume de lançamentos imobiliários e pelos investimentos em infraestrutura. Conforme os Indicadores Imobiliários Nacionais da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), os lançamentos cresceram 13,88% em 2025, totalizando 471.769 unidades. As vendas também avançaram 7,18%, alcançando 433.681 unidades comercializadas. Como o ciclo de produção da construção é longo, esses empreendimentos continuarão gerando atividade econômica ao longo dos próximos anos.</p>



<p>Os investimentos em infraestrutura também contribuíram para o resultado. Segundo estimativas da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), o segmento recebeu R$ 280 bilhões em investimentos em 2025, alta de 3% em relação ao ano anterior.</p>



<p>O crescimento da construção ajudou a impulsionar o desempenho da indústria brasileira, que avançou 1% no primeiro trimestre. No mesmo período, a economia nacional cresceu 1,1%, com expansão de 2% na agropecuária e de 0,5% no setor de serviços. Outro dado importante foi o aumento de 3,5% na Formação Bruta de Capital Fixo, indicador que mede os investimentos realizados no país e tem forte participação da construção civil. A taxa de investimentos passou de 16% para 16,5% do PIB, embora ainda permaneça abaixo da média mundial, estimada em cerca de 25%.</p>



<p>Para a economista-chefe da CBIC, Ieda Vasconcelos, os números reforçam a expectativa de crescimento do setor neste ano. “O volume recorde de recursos do FGTS para a habitação popular, as medidas de incentivo ao Minha Casa, Minha Vida, os investimentos em infraestrutura e o mercado de trabalho resiliente são fatores que contribuem para o desempenho da construção em 2026″, apontou.</p>



<p>Mesmo com o crescimento, os desafios continuam, no entanto. “A taxa de juros ainda permanece em patamares elevados, os custos de materiais e mão de obra seguem pressionando o setor e a possibilidade de redução da jornada de trabalho pode impactar o ritmo de atividade”, afirmou a economista.</p>



<p>Após crescer 0,5% em 2025, a CBIC projeta expansão de 1,2% para o PIB da construção em 2026, o que representará o terceiro ano consecutivo de crescimento do setor.</p>



<p>O mercado de trabalho também refletiu a retomada das atividades. Dados do Novo Caged mostram que a construção civil foi o segundo setor que mais gerou empregos formais entre janeiro e abril de 2026. Foram criadas 143.547 vagas no período, o equivalente a 20,5% de todos os empregos gerados no país. O resultado representa crescimento de 8,11% em relação ao mesmo período de 2025.</p>



<p>Por Agência Cbic</p>



<p><a href="https://cbic.org.br/construcao-cresce-29-no-primeiro-trimestre-de-2026/">Construção cresce 2,9% no primeiro trimestre de 2026 &#8211; CBIC – Câmara Brasileira da Industria da Construção</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="790" height="490" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/construcao-industrializada.jpg" alt="" class="wp-image-33959" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/construcao-industrializada.jpg 790w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/construcao-industrializada-300x186.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/construcao-industrializada-768x476.jpg 768w" sizes="(max-width: 790px) 100vw, 790px" /></figure>
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		<item>
		<title>Regularização Fundiária: famílias do agreste pernambucano recebem título de propriedade</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/regularizacao-fundiaria-familias-do-agreste-pernambucano-recebem-titulo-de-propriedade/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 10:34:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 300 imóveis do bairro Cohab, em Bezerros, estão regularizados Bezerros (PE) &#8211; Uma espera de mais de 30 anos pela documentação de suas moradias foi encerrada hoje, para famílias do município de Bezerros, no agreste de Pernambuco, com a primeira entrega de títulos de propriedade pelo Novo PAC &#8211; Periferia Viva &#8211; Regularização [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Mais de 300 imóveis do bairro Cohab, em Bezerros, estão regularizados</h5>



<p>Bezerros (PE) &#8211; Uma espera de mais de 30 anos pela documentação de suas moradias foi encerrada hoje, para famílias do município de Bezerros, no agreste de Pernambuco, com a primeira entrega de títulos de propriedade pelo Novo PAC &#8211; Periferia Viva &#8211; Regularização Fundiária, do Ministério das Cidades.</p>



<p>O programa, executado pela Secretaria Nacional de Periferias em parceria com o governo do Estado, recebeu recursos de mais de R$ 565 mil que garantiram a documentação definitiva para os moradores de 322 imóveis no bairro Cohab.</p>



<p>Os recursos permitiram que o município finalizasse o processo de levantamento topográficos e de cadastro social, estudos técnicos e ações jurídicas necessárias para a titulação efetiva dos imóveis ocupados.</p>



<p>“Essa entrega é importante não só para Pernambuco, mas para o Brasil, pois é a primeira do Novo PAC Regularização, que neste governo teve o maior investimento para regularização fundiária da história. O que entregamos não é só documento, mas a concretização do sonho das famílias que construíram o território e que passam a ter a segurança de que permanecerão nele”, destacou a coordenadora-geral da Secretaria Nacional de Periferias, Luana Alves.</p>



<p><strong>Investimento</strong></p>



<p>É a primeira vez na história que regularização fundiária é inserida no âmbito do PAC. A destinação de recursos, também é histórica: na primeira seleção foram investidos R$ 313 milhões, para 197 municípios.</p>



<p>O programa garante o repasse de recursos para que os municípios regularizem e titulem como legítimos proprietários, os ocupantes de assentamentos de baixa renda.</p>



<p>Somente no estado de Pernambuco, foram destinados mais de R$ 40 milhões para 13 municípios: Bezerros, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Itapissuma, Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Olinda, Paudalho, Paulista, Salgueiro, São Lourenço da Mata, Serra Talhada e Vitória de Santo Antão.</p>



<p>Por Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades</p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2221">Regularização Fundiária: famílias do agreste pernambucano recebem título de propriedade — Ministério das Cidades</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="444" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/28a0465c-c1ff-40ca-b5ee-c011defaea74.jpeg" alt="" class="wp-image-33956" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/28a0465c-c1ff-40ca-b5ee-c011defaea74.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/28a0465c-c1ff-40ca-b5ee-c011defaea74-300x173.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo de Minas firma acordos para ampliar regularização fundiária no Sul de Minas</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/governo-de-minas-firma-acordos-para-ampliar-regularizacao-fundiaria-no-sul-de-minas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:32:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) e da Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (Cohab Minas), realizou, no sábado (23/5), a assinatura simbólica de dois Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) com os municípios de Três Pontas e Baependi, no Sul de Minas. O momento ocorreu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) e da Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (Cohab Minas), realizou, no sábado (23/5), a assinatura simbólica de dois Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) com os municípios de Três Pontas e Baependi, no Sul de Minas.</p>



<p>O momento ocorreu durante a solenidade de transferência provisória da capital para Varginha, no Sul de Minas, uma inciativa do Governo Presente, que tem o objetivo de reconhecer o papel estratégico desempenhado pelos municípios mineiros no fortalecimento das políticas públicas, na descentralização administrativa e na promoção do desenvolvimento regional.</p>



<p>“Acabei de assinar aqui o termo de cooperação que beneficia os municípios de Três Pontas e Baependi, com projetos de regularização fundiária. Serão mais de R$ 1,5 milhão sendo investidos para que mais de 300 famílias sejam atendidas com esse projeto e possam, de fato, chamar o lugar onde moram de seu”, destacou o governador Mateus Simões.</p>



<p>Os acordos têm como objetivo a implementação de ações integradas de regularização fundiária urbana e de fomento à habitação de interesse social. O ACT não prevê repasse direto de recursos financeiros às prefeituras, sendo o valor destinado exclusivamente à prestação de serviços técnicos especializados contratados pela Sede-MG, junto à Cohab Minas, para condução das ações de Reurb.</p>



<p>A iniciativa é realizada com recursos do Acordo de Reparação do Rio Doce, firmado em decorrência do rompimento da Barragem de Fundão, da Samarco S.A, em novembro de 2015, que tirou a vida de 19 pessoas.</p>



<p>O Acordo do Rio Doce foi assinado em outubro de 2024, pelos governos de Minas Gerais, Espírito Santo e Federal, os Ministérios Públicos Federal e estaduais, as Defensorias Públicas da União e estaduais e as empresas Samarco, Vale e BHP Billiton.</p>



<p><strong><em>Nova etapa de regularização fundiária</em></strong></p>



<p>A iniciativa integra o Minas Reurb, programa coordenado pela Sede-MG voltado à promoção da regularização fundiária urbana em municípios mineiros. Nesta nova etapa do programa, com recursos do Acordo de Reparação do Rio Doce, foi possível ampliar a escala das ações junto aos municípios.</p>



<p>Nesse contexto, a Sede-MG realizou a contratação da Cohab Minas, por meio de licitação, para execução de ações de regularização fundiária urbana em diferentes regiões do estado, em um contrato de R$ 62 milhões.</p>



<p>A previsão é a emissão de aproximadamente 24 mil títulos até 2027, com impacto estimado em cerca de 72 mil beneficiários em 80 municípios mineiros.</p>



<p>A iniciativa prevê apoio técnico, operacional e executório do Estado, por meio da Sede-MG e da Cohab Minas, para a condução das etapas necessárias aos processos de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (Reurb-S), incluindo medidas jurídicas, urbanísticas, ambientais, sociais e administrativas.</p>



<p>Como contrapartida, os municípios participantes irão adotar medidas administrativas para apoiar a tramitação de projetos de lei voltados à criação de políticas municipais de incentivo à habitação de interesse social, fortalecendo as ações de desenvolvimento urbano e garantia do direito à moradia.</p>



<p><strong><em>Benefícios e resultados</em></strong></p>



<p>A regularização fundiária proporciona benefícios diretos à população contemplada, incluindo valorização imobiliária, acesso ao crédito, ampliação da segurança patrimonial, acesso facilitado a políticas públicas, estímulo ao desenvolvimento local e fortalecimento da organização urbana municipal.</p>



<p>Desde 2019, já foram emitidos 22.596 títulos pelo Minas Reurb, além de cerca de 68 mil títulos viabilizados, totalizando mais de 91 mil títulos em todo o estado de Minas Gerais.</p>



<p><strong><em>Governo Presente</em></strong></p>



<p>A transferência provisória da capital se repete em 19 cidades até junho e reforça a importância de aproximar a administração pública estadual das regiões de Minas, estimulando o diálogo federativo, a articulação institucional e a presença do Estado nos territórios. Também permite ampliar a participação cidadã, valorizar as identidades locais e fortalecer a construção de políticas públicas alinhadas às necessidades específicas de cada região.</p>



<p>Por Agência Minas &#8211; Foto: Gil Leonardi / Imprensa MG</p>



<p><a href="https://jornalpanoramaminas.com.br/governo-de-minas-firma-acordos-para-ampliar-regularizacao-fundiaria-no-sul-de-minas/">Governo de Minas firma acordos para ampliar regularização fundiária no Sul de Minas – Jornal Panorama</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/01-246-1200x800-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-33935" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/01-246-1200x800-1-1024x683.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/01-246-1200x800-1-300x200.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/01-246-1200x800-1-768x512.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/01-246-1200x800-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<item>
		<title>Crédito imobiliário supera 10% do PIB com estímulo do Minha Casa, Minha Vida</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/credito-imobiliario-supera-10-do-pib-com-estimulo-do-minha-casa-minha-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 12:03:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
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					<description><![CDATA[Com 2,3 milhões de moradias contratadas desde 2023, programa habitacional contribui para ampliar o acesso à casa própria e movimentar a economia A participação do crédito imobiliário no Produto Interno Bruto (PIB) atingiu mais de 10% no último ano, segundo dados do Banco Central apresentados pela Caixa Econômica Federal durante o Encontro Internacional da Indústria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Com 2,3 milhões de moradias contratadas desde 2023, programa habitacional contribui para ampliar o acesso à casa própria e movimentar a economia</h4>



<p>A participação do crédito imobiliário no Produto Interno Bruto (PIB) atingiu mais de 10% no último ano, segundo dados do Banco Central apresentados pela Caixa Econômica Federal durante o Encontro Internacional da Indústria da Construção (ENIC) 2026. O resultado representa um marco para o país e reforça o papel da política habitacional para o desenvolvimento econômico nacional.</p>



<p>O avanço está diretamente relacionado à retomada dos investimentos em habitação e ao fortalecimento do Minha Casa, Minha Vida. Desde 2023, o programa já alcançou a marca de 2,3 milhões de moradias contratadas, com meta de chegar a 3 milhões de contratações até o fim de 2026.</p>



<p>Antes da implementação MCMV, o crédito imobiliário representava somente 2% do PIB no Brasil. Em 2009, ano de lançamento do programa, o índice subiu para 7,5%. Após a retomada da política habitacional pelo Governo Federal, em 2023, o percentual voltou a crescer, chegando a mais de 10% em 2025, conforme os dados apresentados no encontro.</p>



<p>Os números reforçam que o investimento público em habitação tem impacto direto na economia, ao ampliar o acesso à casa própria, estimular a cadeia produtiva da construção civil, gerar emprego, renda, e contribuir para a redução do déficit habitacional.</p>



<p>Ainda no ENIC, o ministro Vladimir Lima destacou que o MCMV representou mais de metade dos lançamentos de imóveis habitacionais no país em 2025. Para 2026, o orçamento foi reforçado recentemente com R$ 20 bilhões do Fundo Social e atingiu recorde histórico de R$ 200 bilhões.&nbsp; “Isso nos dá a confiança de que vamos bater a meta e chegar a 3 milhões de residências contratadas desde 2023, o que será um recorde”, disse o ministro.</p>



<p>Diálogo com o setor busca garantir continuidade dos investimentos</p>



<p>Diante do avanço do crédito imobiliário e da ampliação dos investimentos em habitação, representantes da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) entregaram ao Governo Federal um documento com propostas relacionadas ao fortalecimento da política habitacional e à sustentabilidade das fontes de financiamento do setor que, segundo o presidente Lula, deverá ser analisado até o final de junho.</p>



<p>A entrega do documento reforça a importância do diálogo permanente entre governo, trabalhadores e cadeia produtiva para manter o ritmo de crescimento da construção civil, ampliar o acesso à moradia e garantir que os investimentos em habitação continuem contribuindo para a geração de emprego, renda e desenvolvimento urbano.</p>



<p>Por Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades</p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2198">Crédito imobiliário supera 10% do PIB com estímulo do Minha Casa, Minha Vida — Ministério das Cidades</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="444" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/afdeeab2-5656-425a-8e89-53911f149cb4.jpeg" alt="" class="wp-image-33926" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/afdeeab2-5656-425a-8e89-53911f149cb4.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/afdeeab2-5656-425a-8e89-53911f149cb4-300x173.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
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		<title>Prefeitura fecha acordo com cartórios para regularização fundiária de mais de 15 mil imóveis em Londrina</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/prefeitura-fecha-acordo-com-cartorios-para-regularizacao-fundiaria-de-mais-de-15-mil-imoveis-em-londrina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 11:48:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Por meio do termo, proprietários vão poder obter escrituras de forma facilitada e com os custos do ITBI barateados A Prefeitura de Londrina anunciou que fechou um acordo com os cartórios de registro de imóveis da cidade para facilitar a regularização fundiária de mais de 15 mil unidades habitacionais que ainda não têm escrituras. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Por meio do termo, proprietários vão poder obter escrituras de forma facilitada e com os custos do ITBI barateados</h5>



<p>A Prefeitura de Londrina anunciou que fechou um acordo com os cartórios de registro de imóveis da cidade para facilitar a regularização fundiária de mais de 15 mil unidades habitacionais que ainda não têm escrituras. O termo de cooperação, de responsabilidade da Cohab, Companhia de Habitação do Município, e levando em conta uma lei aprovada no ano passado, pretende desburocratizar o processo e baratear os custos aos proprietários de habitações de interesse social, muitas localizadas em áreas de invasão. Segundo o prefeito Tiago Amaral, os imóveis contemplados foram adquiridos por meio de projetos sociais e, ao longo das últimas décadas, passados de geração para geração. A cada transferência, ficou em aberto o recolhimento de 2% do ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis). Por meio do acordo, que faz parte do Programa Regulariza Londrina, a prefeitura vai reduzir os custos a apenas um único recolhimento, de 0,5% do tributo.</p>



<p>O prefeito citou a situação dos moradores do residencial Santos Dumont, na zona leste, que já conseguiram as titulações dos imóveis com os custos barateados.</p>



<p>Sobre a redução dos custos, o presidente da Cohab, Luciano Godoi, deu como exemplo um imóvel de 100 mil reais com duas transferências pendentes: se antes o proprietário iria gastar 10 mil reais para regularizar a situação, hoje os custos seriam de apenas 2 mil reais.</p>



<p>Godoi também disse que o acordo vai facilitar os trâmites da regularização, com o proprietário precisando ir apenas ao cartório para solicitar o serviço.</p>



<p>O telefone da Cohab, para mais informações, é o (43) 3315-2233.</p>



<p>Por Guilherme Batista &#8211; CBN Londrina</p>



<p><a href="https://cbnlondrina.com.br/materias/prefeitura-fecha-acordo-com-cartorios-para-regularizacao-fundiaria-de-mais-de-15-mil-imoveis-em-londrina">Prefeitura fecha acordo com cartórios para regularização fundiária de mais de 15 mil imóveis em Londrina &#8211; CBN Londrina &#8211; A Radio Que Toca Notícia</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="600" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/prefeitura-facilita-regularizacao-de-15-mil-imovei0329391100202605131533-14.jpg" alt="" class="wp-image-33898" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/prefeitura-facilita-regularizacao-de-15-mil-imovei0329391100202605131533-14.jpg 1000w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/prefeitura-facilita-regularizacao-de-15-mil-imovei0329391100202605131533-14-300x180.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/prefeitura-facilita-regularizacao-de-15-mil-imovei0329391100202605131533-14-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
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		<title>Governo do RN assina convênio para construção de 40 casas em dois municípios</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/governo-do-rn-assina-convenio-para-construcao-de-40-casas-em-dois-municipios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 12:18:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Investimento de R$ 5,4 milhões integra o programa Minha Casa Minha Vida e beneficia famílias em situação de vulnerabilidade. O Governo do Rio Grande do Norte firmou convênio para a construção de 40 unidades habitacionais nos municípios de Paraná e Santa Maria. A iniciativa faz parte do programa Minha Casa Minha Vida e contempla famílias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Investimento de R$ 5,4 milhões integra o programa Minha Casa Minha Vida e beneficia famílias em situação de vulnerabilidade.</h5>



<p>O Governo do Rio Grande do Norte firmou convênio para a construção de 40 unidades habitacionais nos municípios de Paraná e Santa Maria. A iniciativa faz parte do programa Minha Casa Minha Vida e contempla famílias em situação de vulnerabilidade social.</p>



<p>Serão construídas 20 casas em cada município, com investimento de R$ 2,7 milhões por cidade, totalizando R$ 5,4 milhões. A ação conta com a participação da Companhia Estadual de Habitação (Cehab), em parceria com as prefeituras e a Caixa Econômica Federal, com recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social.</p>



<p>A medida integra a política habitacional do estado, com foco na ampliação do acesso à moradia digna e na redução do déficit habitacional. A iniciativa também contribui para o desenvolvimento regional e inclusão social.</p>



<p>O programa Minha Casa Minha Vida no RN prevê a construção de cerca de 12 mil unidades habitacionais distribuídas em 111 municípios, dentro do novo Programa de Aceleração do Crescimento. A expectativa é de geração de emprego, renda e fortalecimento da economia por meio da construção civil.</p>



<p>Atualmente, aproximadamente 3.200 unidades já estão aprovadas e com recursos garantidos para início das obras. A meta do Governo do Estado é expandir o programa para todos os municípios potiguares.</p>



<p>A iniciativa reforça o compromisso com políticas públicas voltadas à habitação e ao bem-estar da população, especialmente para quem mais precisa de acesso à casa própria.</p>



<p>Por Redação &#8211; Gazeta do RN</p>



<p><a href="https://www.gazetadorn.com.br/noticia/governo-do-rn-assina-convenio-para-construcao-de-40-casas-em-dois-municipios">Governo do RN assina convênio para construção de 40 casas em dois municípios &#8211; Gazeta do RN</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/governo-do-rn-assina-convenio-para-construcao-de-40-casas-em-dois-municipios-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-33844" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/governo-do-rn-assina-convenio-para-construcao-de-40-casas-em-dois-municipios-1024x682.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/governo-do-rn-assina-convenio-para-construcao-de-40-casas-em-dois-municipios-300x200.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/governo-do-rn-assina-convenio-para-construcao-de-40-casas-em-dois-municipios-768x512.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/governo-do-rn-assina-convenio-para-construcao-de-40-casas-em-dois-municipios.jpg 1450w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<item>
		<title>Cenário de incertezas e juros altos reduzem expectativa de crescimento da construção para 1,2% em 2026</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/cenario-de-incertezas-e-juros-altos-reduzem-expectativa-de-crescimento-da-construcao-para-12-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 12:16:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Mesmo com quedas recentes, taxa de juros permanece em patamar muito elevado e pressão inflacionária da crise do petróleo torna cenário ainda mais desafiador&#160;&#160; O índice do preço médio dos insumos da construção atingiu, no primeiro trimestre de 2026, o maior patamar desde o 2º trimestre de 2022, com 68,4 pontos. A alta dos&#160;materiais&#160;começou&#160;a ganhar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Mesmo com quedas recentes, taxa de juros permanece em patamar muito elevado e pressão inflacionária da crise do petróleo torna cenário ainda mais desafiador</em>&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O índice do preço médio dos insumos da construção atingiu, no primeiro trimestre de 2026, o maior patamar desde o 2º trimestre de 2022, com 68,4 pontos. A alta dos&nbsp;materiais&nbsp;começou&nbsp;a ganhar força com o reajuste nos preços dos combustíveis e derivados de petróleo&nbsp;decorrente&nbsp;da guerra no Oriente Médio. Este e outros indicadores&nbsp;da construção&nbsp;foram apresentados&nbsp;pela&nbsp;Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC)&nbsp;em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (7/5),&nbsp;com um panorama&nbsp;do desempenho do setor e as&nbsp;perspectivas&nbsp;para o ano.</p>



<p>Com o fechamento&nbsp;do Estreito de Ormuz,&nbsp;principal rota de escoamento de petróleo do mundo, as consequências têm se espalhado pelos diversos setores da economia e já refletem nos índices oficiais. O Índice Nacional do Custo da Construção (INCC-M) atingiu 1,4% em abril de 2026, maior elevação desde junho de 2022.&nbsp;</p>



<p>“O custo do frete é um dos itens que pode ajudar a justificar o aumento, mas não é apenas o frete do material até o canteiro,&nbsp;e sim,&nbsp;toda a cadeia de produção e transporte das matérias-primas. Além disso, todo insumo que leva derivados de petróleo na composição, como tubos, conexões e tintas, tem uma sensibilidade maior à elevação do custo do barril”, disse a economista-chefe da CBIC, Ieda Vasconcelos.&nbsp;</p>



<p>O gerente de análise econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Marcelo Azevedo, alertou que a pressão sobre custos vem se intensificando tanto na construção quanto na indústria. Segundo ele, os efeitos da alta de insumos e da logística de transporte já começaram a aparecer no fim de março e podem se intensificar nos próximos meses. “É possível que a gente tenha um salto importante também por conta dessas pressões de custos”, afirmou.</p>



<p>O novo cenário macroeconômico, imposto por questões geopolíticas globais levaram a uma revisão do crescimento&nbsp;do setor&nbsp;da construção para 2026. Os efeitos inflacionários da alta do petróleo e combustíveis reduziram a expectativa de cortes maiores na taxa básica de juros, o que leva a uma projeção de crescimento de 1,2% do setor, abaixo da expectativa anterior, de 2%, e menos do que o PIB nacional, de 1,9%.&nbsp;</p>



<p><strong>Contratação de mão de obra</strong>&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O saldo de&nbsp;novos&nbsp;empregos&nbsp;formais criados na Construção, nos primeiros três meses do&nbsp;ano&nbsp;&nbsp;cresceu&nbsp;quase 19% em comparação com&nbsp;igual período&nbsp;de&nbsp;&nbsp;2025, com destaque para a construção de edifícios (23%) e obras de infraestrutura (42,41%).&nbsp;A construção civil foi responsável por um em cada cinco empregos formais criados no país entre janeiro e março e totaliza mais de 3 milhões de trabalhadores no total, conforme os dados do Novo&nbsp;Caged&nbsp;divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Em março, o setor passou a ter o maior salário médio de admissão dentre todos os segmentos laborais, pagando R$ 2.551,69, ultrapassando a administração pública, que geralmente tem os melhores salários.&nbsp;</p>



<p>O número de novos empregos no 1º trimestre deste ano foi o maior para o período desde o início da nova série do&nbsp;Caged, em 2020. Isso aconteceu em função do melhor resultado registrado nos segmentos da construção de prédios e obras&nbsp;de infraestrutura. A estimativa da Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) é que neste ano o investimento alcance R$ 300 bilhões.&nbsp;</p>



<p>São Paulo continua como o maior gerador de empregos na construção (34.609), seguido por Minas Gerais (10.481) e Santa Catarina (9.620). Dentre as cidades, destacaram a capital paulista (15.642), Rio de Janeiro (4.121) e Curitiba (3.025).&nbsp;</p>



<p><strong>Recuo nas vendas de materiais e aumento de custos</strong>&nbsp;</p>



<p>A produção de insumos típicos da construção e o comércio varejista de materiais de&nbsp;construção&nbsp;&nbsp;retraíram&nbsp;&nbsp;no primeiro bimestre/26, na comparação com igual período de 2025.&nbsp;O volume de vendas recuou 5,5% e a produção de insumos&nbsp;caiu  6,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.&nbsp;</p>



<p>&nbsp;“Os juros em alto patamar e a escassez de mão de obra, além de seu custo, são alguns dos fatores que podem ajudar a explicar esse dado, causado especialmente pelo adiamento de pequenas obras e reformas”, disse o presidente da CBIC, Renato Correia.&nbsp;</p>



<p>O custo da mão de obra (8,82%)&nbsp;é o componente do custo da construção com a maior alta nos últimos 12 meses encerrados em maço/26 e está bem acima da&nbsp;inflação oficial (4,14%).&nbsp;&nbsp;</p>



<p>&nbsp;A&nbsp;Sondagem&nbsp;da Construção&nbsp;indicou que, na visão dos empresários do setor, o nível de atividade em março foi o maior do ano. Apesar disso, o indicador permanece abaixo da faixa divisória dos 50 pontos, o que significa queda na atividade. O indicador de utilização da capacidade de operação demonstrou recuperação no fim do 1º trimestre, após quedas na virada de 2025 para 2026.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Desafios para o setor da construção</strong>&nbsp;</p>



<p>A sondagem também ouviu do setor quais eram as principais preocupações neste primeiro trimestre. Em primeiro lugar ficou a taxa de juros elevada, seguida da alta carga tributária, falta e alto custo de mão de obra, seguida de diversas outras questões apontadas.&nbsp;</p>



<p>O custo da mão de obra já está duas vezes acima do índice da inflação oficial e a falta de pessoal qualificado é apontada como um dos principais problemas do setor. Estudo recente da CBIC indicou a necessidade de 288 mil novos empregos&nbsp;caso seja aprovada a&nbsp;redução da&nbsp;jornada&nbsp;de trabalho no Brasil.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O endividamento das famílias também é tema de atenção para a construção, pois a dificuldade no acesso ao crédito é o principal entrave para o financiamento imobiliário e a realização do sonho da casa própria. Por isso, a CBIC tem defendido que o FGTS não seja usado para finalidades distintas àquelas para o qual foi criado, principalmente a proteção do trabalhador e o financiamento da habitação.&nbsp;</p>



<p>A utilização do fundo para programas contra o endividamento, como o Desenrola, retira recursos essenciais sobretudo para o financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida, que oferece condições e juros menores do que os praticados no mercado, sendo uma política pública essencial para a redução do déficit habitacional.&nbsp;</p>



<p>Por Agência Cbic</p>



<p><a href="https://cbic.org.br/cenario-de-incertezas-e-juros-altos-reduzem-expectativa-de-crescimento-da-construcao-para-12-em-2026/">Cenário de incertezas e juros altos&nbsp;reduzem&nbsp;expectativa de crescimento da construção&nbsp;para 1,2%&nbsp;em 2026&nbsp; &#8211; CBIC – Câmara Brasileira da Industria da Construção</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/captura-de-tela-2026-05-07-110926-1024x577.png" alt="" class="wp-image-33841" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/captura-de-tela-2026-05-07-110926-1024x577.png 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/captura-de-tela-2026-05-07-110926-300x169.png 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/captura-de-tela-2026-05-07-110926-768x433.png 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/captura-de-tela-2026-05-07-110926.png 1417w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Cohab mobiliza mais de 80 construtoras para ampliar habitação de interesse social em Curitiba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 11:43:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento em parceria com a Caixa apresentou os incentivos do Casa Curitibana, o novo edital de credenciamento e o decreto de parcerias que ampliam a viabilidade de moradias voltadas à população de menor renda A Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab) promoveu, nesta terça-feira (28/4) em parceria com a Caixa Econômica, um evento que [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Evento em parceria com a Caixa apresentou os incentivos do Casa Curitibana, o novo edital de credenciamento e o decreto de parcerias que ampliam a viabilidade de moradias voltadas à população de menor renda</h5>



<p>A Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab) promoveu, nesta terça-feira (28/4) em parceria com a Caixa Econômica, um evento que reuniu 80 construtoras de diferentes cidades para conhecerem as facilidades oferecidas pelo programa Casa Curitibana. Participaram empresas que já são clientes da Caixa e que podem se tornar parceiras da política habitacional de Curitiba.</p>



<p>A abertura foi conduzida pelo superintendente de rede da Caixa Econômica Federal, Gilberto Onofre, e pela superintendente de Habitação, Vanessa Stuelp, que destacaram a importância da articulação entre poder público, agente financeiro e setor produtivo para viabilizar novos empreendimentos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Incentivos do Casa Curitibana</h3>



<p>Na sequência, o presidente da Cohab, André Baú, apresentou os principais diferenciais do programa Casa Curitibana, destacando o conjunto de subsídios e isenções oferecidos pelo município para viabilizar empreendimentos de habitação de interesse social.</p>



<p>“O Casa Curitibana reúne uma série de instrumentos que incentivam e aceleram a produção habitacional. Estamos falando de isenção de uma série de impostos, parâmetros diferenciados, agilidade nos processos e, principalmente, de uma demanda organizada, com uma fila ativa de inscritos aptos a acessar os financiamentos”, afirmou.</p>



<p>Baú reforçou que a Cohab tem mantido diálogo permanente com o mercado para ampliar a escala de produção.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Esse evento é parte de um movimento contínuo. Nosso objetivo é aumentar a oferta de moradias e criar um ambiente cada vez mais favorável para que as construtoras invistam na habitação de interesse social em Curitiba”, completou.</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading">Localização diversificada</h3>



<p>O diretor de Habitação da Cohab, Diogo Pouzato, detalhou o novo edital de credenciamento, com destaque para a atuzalizlação na política de valores dos imóveis.</p>



<p>Anteriormente, os empreendimentos eram organizados em quatro anéis territoriais, com valores definidos conforme a proximidade com a região central. Com o novo decreto, o modelo passou a contar com seis faixas de valores, permitindo maior flexibilidade e aderência à realidade do mercado. “A ampliação para seis faixas torna o modelo mais atrativo para o setor. Isso amplia o interesse das construtoras e permite levar a habitação de interesse social para regiões mais centrais da cidade”, explicou.</p>



<p>Pouzato também apresentou simulações de empreendimentos sem os incentivos municipais em comparação com projetos inseridos no programa: “Criamos condições reais para viabilizar moradia popular de acordo com o zoneamento. Na área do Vale do Pinhão, por exemplo, onde a empresa poderia erguer 300 unidades, esse número passa para 900 apartamentos após a parceria.&#8221;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Novo decreto de parcerias&nbsp;</h3>



<p>A gerente de projetos especiais da Cohab, Cassiana Esmanhoto, apresentou as atualizações do novo decreto de parcerias, desenvolvido em conjunto com o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc).</p>



<p>O instrumento estabelece condições especiais de ocupação de lotes destinados à habitação de interesse social e incorpora avanços no planejamento urbano, com impacto direto no desenvolvimento de novos empreendimentos.</p>



<p>Entre os principais pontos estão a ampliação da mancha de habitação de interesse social no mapa da cidade e a possibilidade de maior adensamento construtivo, tornando os projetos mais viáveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Retrofit e revitalização do Centro&nbsp;</h3>



<p>A programação também incluiu a participação da superintendente da Caixa Econômica Federal, Anita Antonietto, que abordou as oportunidades de retrofit para a revitalização de imóveis na região central.</p>



<p>Na sequência, técnicas e técnicos da Prefeitura detalharam as ações do programa Curitiba de Volta ao Centro, uma das prioridades da gestão Eduardo Pimentel. Participaram da apresentação Roberta Gehr, do Ippuc, Eduardo Makowski, da Secretaria Municipal de Finanças, e Stella Coimbra, da Pars S.A.</p>



<p>As iniciativas envolvem instrumentos urbanísticos, fiscais e de investimento voltados à requalificação da região central e à ampliação da oferta de moradia em áreas já consolidadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Estratégia contínua&nbsp;</h3>



<p>Ao reunir agentes públicos, setor financeiro e dezenas de construtoras com atuação consolidada junto à Caixa, a Cohab intensifica sua atuação como ponte entre o poder público e o mercado na viabilização de novos projetos habitacionais. O evento indica um trabalho permanente voltado a ampliar a produção de moradias populares, fortalecer parcerias e dar mais agilidade ao atendimento da fila de inscritos.&nbsp;</p>



<p>Por Prefeitura de Curitiba</p>



<p><a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/cohab-mobiliza-mais-de-80-construtoras-para-ampliar-habitacao-de-interesse-social-em-curitiba/82807">Cohab mobiliza mais de 80 construtoras para ampliar habitação de interesse social em Curitiba &#8211; Prefeitura de Curitiba</a></p>



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