<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Imóveis usados &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
	<atom:link href="https://abc.habitacao.org.br/tag/imoveis-usados/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://abc.habitacao.org.br</link>
	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
	<lastBuildDate>Thu, 03 Jul 2025 16:24:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2023/06/cropped-SIMBOLO@4x-branco-32x32.png</url>
	<title>Imóveis usados &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
	<link>https://abc.habitacao.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Minha Casa, Minha Vida: compra de usados dispara e preocupa setor de construção; entenda</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/minha-casa-minha-vida-compra-de-usados-dispara-e-preocupa-setor-de-construcao-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 16:23:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<category><![CDATA[Imóveis usados]]></category>
		<category><![CDATA[MCMV]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abc.habitacao.org.br/?p=31757</guid>

					<description><![CDATA[Em 2024, programa habitacional atingiu maior número de contratos para imóveis usados na história. Embora modalidade amplie opções a compradores, construtoras defendem que regras priorizem projetos novos — para manter o setor aquecido. Por&#160;André Catto, g1&#160;— São Paulo 03/07/2025 04h01  Atualizado há 9 horas O programa habitacional&#160;Minha Casa, Minha Vida&#160;(MCMV) se tornou o principal motor do mercado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Em 2024, programa habitacional atingiu maior número de contratos para imóveis usados na história. Embora modalidade amplie opções a compradores, construtoras defendem que regras priorizem projetos novos — para manter o setor aquecido.</h2>



<p>Por&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/autores/andre-catto/">André Catto</a>, g1&nbsp;— São Paulo</p>



<p>03/07/2025 04h01  Atualizado há 9 horas</p>



<p>O programa habitacional&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/minha-casa-minha-vida/">Minha Casa, Minha Vida</a>&nbsp;(MCMV) se tornou o principal motor do mercado imobiliário brasileiro e o grande responsável por impulsionar projetos de moradia no setor de construção civil.</p>



<p>Números recentes escancaram a importância dos financiamentos pelo MCMV para a atividade. No primeiro trimestre deste ano,&nbsp;<strong>praticamente metade dos empreendimentos lançados e de venda de imóveis novos&nbsp;</strong><a class="" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/05/19/minha-casa-minha-vida-impulsiona-mercado-imobiliario-no-1o-trimestre-apesar-de-selic-alta-entenda.ghtml"><strong>contaram com os incentivos do programa</strong></a><strong>.</strong></p>



<p>Essa dependência, no entanto, acende um alerta no setor de construção civil — especialmente diante do aumento nos financiamentos de imóveis usados dentro do MCMV. Em geral, construtoras defendem regras que priorizem os novos, com o intuito de aquecer o setor.&nbsp;<em>(entenda abaixo)</em><strong></strong></p>



<p>Dados do Ministério das Cidades compilados por Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos de Construção do FGV Ibre, mostram que o ano de 2024 teve&nbsp;<strong>o maior número de contratos para imóveis usados na história do programa.</strong></p>



<p>No ano, foram contratadas um total de 583 mil unidades, sendo 427,9 mil novas e 155,1 mil usadas. Os dados revelam que esses imóveis chegaram a&nbsp;<strong>uma parcela de 27% do total de financiamentos — também uma proporção recorde na modalidade.</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/wS-L8x-UocfyxMX8UfaSpCL-wRk=/0x0:1200x2922/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/3/n/CVKaUBRsGHD8IX1PEh8w/250526-info-minha-casa-minha-vida-graficos.png" alt="Contratações no Minha Casa, Minha Vida — Foto: Arte/g1"/></figure>



<p>Contratações no Minha Casa, Minha Vida — Foto: Arte/g1</p>



<p>Formalmente, é possível utilizar os juros mais atrativos do Minha Casa, Minha Vida para adquirir casa ou apartamento usado desde fevereiro de 2023.</p>



<p>Os dados acima consideram contratos feitos com base em&nbsp;<strong>recursos do&nbsp;</strong><a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fgts/"><strong>FGTS</strong></a><strong>&nbsp;(Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) — principal fonte do MCMV.</strong>&nbsp;Portanto, compõem o histórico do programa desde 2011, conforme disponibilização de números pelo Ministério das Cidades.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;O forte aumento na contratação de usados entre 2023 e 2024 levou a uma pressão pelo setor de construção&#8221;, diz Ana Maria Castelo, do FGV Ibre. &#8220;Com isso, o governo fez alterações olhando, principalmente, para a faixa 3 do programa.&#8221;</p>
</blockquote>



<p>Ela se refere à publicação de uma instrução normativa pelo governo federal, em agosto de 2024, com&nbsp;<strong>alterações nas condições de financiamento de imóveis usados com recursos do FGTS.</strong></p>



<p>O texto estabeleceu uma redução no valor máximo permitido para financiamento de imóveis usados na faixa 3,&nbsp;<strong>de R$ 350 mil para os atuais R$ 270 mil.&nbsp;</strong>Além disso, exigiu um valor de entrada maior de compradores.&nbsp;<em>(leia mais abaixo)</em></p>



<p>Ana Maria lembra que um dos principais argumentos das construtoras contra os usados é de que imóveis novos impulsionam a atividade econômica e geram empregos, fomentando também o FGTS.&nbsp;<strong>A pressão do setor, acrescenta ela, vem justamente em meio ao &#8220;cobertor curto&#8221; do fundo, cujo recurso é &#8220;escasso e disputado&#8221;.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>As mudanças, portanto, foram no sentido de diminuir os valores dos imóveis usados e aumentar o percentual de entrada que a pessoa precisa pagar&#8221;, diz.</p>
</blockquote>



<p>Procurada pelo&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/"><strong>g1</strong></a>, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) diz que compreende que os usados são uma alternativa válida em locais com carência de oferta de novos empreendimentos ou onde a capacidade instalada da construção civil ainda é limitada.</p>



<p>Afirma, no entanto, que a prioridade estrutural do MCMV deve permanecer na produção de moradias novas, responsáveis por &#8220;ativar diretamente a cadeia produtiva da construção civil&#8221;, com mão de obra &#8220;essencial para a retroalimentação do FGTS&#8221;.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Já a aquisição de imóveis usados, embora relevante em determinados nichos, não gera postos de trabalho diretos, nem contribui para a sustentabilidade do fundo&#8221;, argumenta.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/tRLKr5hc6-nnTN0w3BVoWt2autc=/0x0:2725x1478/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/k/G/a5ONDYQgOkVIbHwfdcFw/53711994223-9600462f2a-o.jpg" alt="Unidades habitacionais do Residencial Parque da Lagoa, do Minha Casa, Minha Vida, em Maceió (AL). — Foto: Ricardo Stuckert/PR"/></figure>



<p>Unidades habitacionais do Residencial Parque da Lagoa, do Minha Casa, Minha Vida, em Maceió (AL). — Foto: Ricardo Stuckert/PR</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Veja as regras em vigor</strong></h2>



<p>O comprador deve atender a determinados critérios para se qualificar ao financiamento. Nesse sentido, uma norma publicada pelo governo em 2024 limitou o acesso de parte da classe média à compra de imóveis usados por meio do programa.</p>



<p>Alterações recentes, porém, voltaram a dar certo fôlego ao mercado de usados dentro do MCMV.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em 5 de maio, o governo <a class="" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/05/05/nova-modalidade-minha-casa-minha-vida.ghtml">criou a faixa 4, com possibilidade de compra de usados para famílias com salários até R$ 12 mil</a>.</li>



<li>Além disso, <strong>facilitou o acesso para a faixa 3 do programa.</strong> <em>(entenda abaixo)</em></li>
</ul>



<p>Para financiar imóveis usados no programa habitacional, a&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/caixa-economica-federal/">Caixa Econômica Federal</a>&nbsp;— responsável pela operação do MCMV — segue o mesmo modelo de faixas de renda aplicado aos imóveis novos. Há, no entanto, algumas diferenças.</p>



<p><strong>Veja quais são as principais normas em vigor:</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/BO0VyXu7J425fq1EWwzfMJEUZjI=/0x0:1200x4069/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/R/q/dhdRGASz2mMY6zDSxz1A/250523-minhacasa-minhavidav3.jpg" alt="Raio-x do programa Minha Casa, Minha Vida para imóveis usados — Foto: Arte/g1"/></figure>



<p>Raio-x do programa Minha Casa, Minha Vida para imóveis usados — Foto: Arte/g1</p>



<p>Conforme as normas do programa, são consideradas casas ou apartamentos novos aqueles com o documento &#8220;habite-se&#8221; (expedido pela prefeitura local) de até 180 dias.&nbsp;<strong>Após esse prazo, portanto, o imóvel é considerado usado.</strong></p>



<p>As exigências para ter acesso ao financiamento de imóveis usados são as mesmas aplicadas aos imóveis novos, segundo a Caixa.</p>



<p><strong>Entre os critérios, estão:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Não possuir outro imóvel no município</strong> onde deseja comprar;</li>



<li><strong>Não ter sido beneficiado</strong> anteriormente por programas habitacionais;</li>



<li><strong>Comprovar renda dentro dos limites estabelecidos</strong>;</li>



<li>e <strong>ter capacidade de pagamento.</strong></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Taxas mais baixas</h2>



<p>O MCMV oferece subsídios e&nbsp;<strong>juros que variam de 4% a 8,16% ao ano nas três primeiras faixas do programa</strong>, a depender da região do país. Em maio deste ano, também&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/04/16/minha-casa-minha-vida-veja-como-ficam-as-regras-do-programa-com-nova-faixa-4-para-a-classe-media.ghtml">foi criada a faixa 4, com juros a 10% para pessoas com salários de até R$ 12 mil</a>.</p>



<p>Ao oferecer taxas mais baixas do que as praticadas pelo mercado, o programa habitacional se tornou uma importante alternativa&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/05/19/minha-casa-minha-vida-impulsiona-mercado-imobiliario-no-1o-trimestre-apesar-de-selic-alta-entenda.ghtml">em meio ao encarecimento do crédito, conform</a><a class="" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/05/19/minha-casa-minha-vida-impulsiona-mercado-imobiliario-no-1o-trimestre-apesar-de-selic-alta-entenda.ghtml">e já mostrou o&nbsp;<strong>g1</strong></a>.</p>



<p><strong>Hoje, o financiamento imobiliário tradicional está em torno de 12%.</strong>&nbsp;O custo é puxado pela Selic, a taxa básica de juros do país,&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/05/07/copom-eleva-taxa-de-juros-para-1475percent-ao-ano-maior-patamar-em-quase-20-anos.ghtml">atualmente em 15% ao ano&nbsp;</a>— maior patamar em 20 anos — e sem previsão de queda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mudanças em 2025</h2>



<p>As restrições de 2024, porém, foram suavizadas neste ano. Apesar de o valor limite para a compra de usados seguir abaixo dos novos — o que, na prática, reduz opções a esse público —, as novas regras&nbsp;<strong>diminuíram o valor mínimo necessário para a entrada do imóvel para a faixa 3</strong>, que passaram:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>de 50% para 35% </strong>nas regiões Sul e Sudeste;</li>



<li>e <strong>de 30% para 20% </strong>nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.</li>
</ul>



<p><strong>Veja exemplos, tomando como base um imóvel de R$ 270 mil (limite para os usados):</strong></p>



<p><strong>Regiões Sul e Sudeste:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>ANTES</strong>, era exigida uma entrada de, ao menos, <strong>R$ 135 mil </strong>(50% do valor do imóvel).</li>



<li><strong>AGORA</strong>, é exigida uma entrada de, ao menos, <strong>R$ 94,5 mil </strong>(35% do valor do imóvel).</li>
</ul>



<p><strong>Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>ANTES</strong>, era exigida uma entrada de, ao menos, <strong>R$ 81 mil</strong> (30% do valor do imóvel).</li>



<li><strong>AGORA</strong>, é exigida uma entrada de, ao menos, <strong>R$ 54 mil</strong> (20% do valor do imóvel).</li>
</ul>



<p>Para o presidente da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário (ABMI), Alfredo Freitas, as mudanças vão dar &#8220;algum impulso&#8221; ao mercado de usados.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Não é uma mudança tão expressiva, mas toda melhoria no mercado de crédito é vista com bons olhos&#8221;, diz. &#8220;É complexo para o comprador equacionar a questão da renda, prestações e valor de entrada a ser pago. (&#8230;) De qualquer maneira, já é um sinal de alento.&#8221;</p>
</blockquote>



<p><strong>As outras faixas não tiveram alterações.</strong>&nbsp;Segundo a Caixa, a principal diferença entre usados e novos está justamente na faixa 3, que tem o valor máximo do imóvel mais baixo.</p>



<p>&#8220;Para as demais faixas, os critérios de valor de imóvel seguem os mesmos parâmetros, com variações conforme o município. Já os valores de cota de financiamento de imóveis usados variam&#8221;, informou o banco.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Otimismo do setor</h2>



<p>De maneira geral, o mercado recebeu com ânimo as novidades no programa. A CBIC disse estar otimista de que o setor imobiliário irá se manter em um &#8220;patamar elevado ao longo de 2025, especialmente com a consolidação da faixa 4&#8221; do programa.</p>



<p>O ânimo vem mesmo diante da retração de 5,5% na oferta geral de imóveis no primeiro trimestre deste ano em comparação com os três últimos meses de 2024. Segundo a CBIC, o dado reflete uma combinação entre aumento nas vendas e redução no ritmo de lançamentos fora do MCMV.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Mesmo assim, o setor opera com estoque equilibrado, suficiente para atender à demanda pelos próximos oito meses, caso não haja novos lançamentos”, diz o vice-presidente de Indústria Imobiliária da CBIC e presidente da Comissão de Indústria Imobiliária da entidade, Ely Wertheim.</p>
</blockquote>



<p>Alfredo Freitas, da ABMI, reconhece que as restrições para a faixa 3 no ano passado&nbsp;dificultaram o acesso a usados por uma parcela da classe média da população.</p>



<p>Ele reforça, por outro lado, que o mercado está &#8220;muito otimista&#8221; com as novas mudanças no programa, especialmente com a criação da faixa 4, para famílias com renda de até R$ 12 mil.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Os juros a 10% para imóveis de até R$ 500 mil criaram boas perspectivas para o mercado, que está vendo a medida como muito importante&#8221;, diz, ao reforçar que as taxas praticadas pelo mercado já chegam a superar os 12%.</p>
</blockquote>



<p>&#8220;O efeito multiplicador que representa a ingestão de recursos na economia também deve gerar mais atratividade para os imóveis usados&#8221;, conclui.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Minha Casa, Minha Vida: governo vai limitar a 25% recursos para imóveis usados</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/minha-casa-minha-vida-governo-vai-limitar-a-25-recursos-para-imoveis-usados/</link>
					<comments>https://abc.habitacao.org.br/minha-casa-minha-vida-governo-vai-limitar-a-25-recursos-para-imoveis-usados/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 17:28:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Imóveis usados]]></category>
		<category><![CDATA[Jader Filho]]></category>
		<category><![CDATA[minha casa minha vida]]></category>
		<category><![CDATA[PMCMV]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abc.habitacao.org.br/?p=27394</guid>

					<description><![CDATA[Medida será destinada à faixa 3 do programa habitacional Agência o Globo Publicado em&#160;18 de julho de 2024 às&#160;06h35. Última atualização em&#160;18 de julho de 2024 às&#160;06h36. O governo vai limitar os financiamentos de imóveis usados no programa&#160;Minha Casa, Minha Vida&#160;para até 25% do volume total de recursos.&#160;A medida será restrita às&#160;famílias enquadradas na terceira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Medida será destinada à faixa 3 do programa habitacional</h2>



<p><a href="https://exame.com/autor/agencia-o-globo">Agência o Globo</a></p>



<p>Publicado em&nbsp;18 de julho de 2024 às&nbsp;06h35.</p>



<p>Última atualização em&nbsp;18 de julho de 2024 às&nbsp;06h36.</p>



<p>O governo vai limitar os financiamentos de imóveis usados no programa<strong>&nbsp;Minha Casa, Minha Vida</strong>&nbsp;para até 25% do volume total de recursos.&nbsp;A medida será restrita às<strong>&nbsp;famílias enquadradas na terceira faixa (com renda mensal de R$ 4,4 mil a R$ 8 mil)</strong>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://exame.com/mercado-imobiliario/governo-vai-turbinar-minha-casa-minha-vida-com-mais-verbas-do-fgts/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">valerá entre agosto e dezembro deste ano.</a></p>



<p>Ainda este mês, o&nbsp;<strong>Ministério das Cidades</strong>&nbsp;editará uma instrução normativa com os detalhes da restrição. Segundo integrantes da pasta, estão sendo analisadas três alternativas:&nbsp;reduzir a cota de financiamento dos usados,&nbsp;<a href="https://exame.com/mercado-imobiliario/minha-casa-minha-vida-deve-levar-credito-imobiliario-a-recorde-em-2024/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hoje em 80% do imóvel</a>; reduzir o teto do valor do imóvel, que hoje é R$ 350 mil; ou ainda limitar o valor que está disponível.</p>



<p>Esses imóveis são financiados com recursos do&nbsp;<strong>FGTS</strong>&nbsp;e têm juros mais baixos que os de mercado.</p>



<p>No ano passado, o ministério aumentou o percentual de recursos do fundo que poderiam ser usados para financiar imóveis usados de 12% para 30%. De um total de 438,3 mil unidades financiadas ao longo de 2023, 27,3% eram de imóveis usados, o equivalente a 119,7 mil.</p>



<p>No começo deste ano, o percentual na faixa 3 do&nbsp;<strong>MCMV</strong>&nbsp;estava em 42%. Diante dos números, a pasta liderada pelo ministro<strong>&nbsp;Jader Filho</strong>&nbsp;promoveu mudanças no fim de abril que reduziram a fatia para 34%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Construção civil</h2>



<p>A trava atende um pleito do setor da construção civil, sob alegação de que os investimentos em novas moradias gera emprego, com efeitos positivos na&nbsp;<a href="https://exame.com/invest/minhas-financas/fgts-futuro-financiamentos-imobiliarios-por-meio-do-beneficio-comecam-em-abril-na-caixa-economica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">arrecadação do&nbsp;<strong>FGTS</strong></a>, fonte de financiamento do programa.</p>



<p>Além disso, o setor sustenta que a trava ao financiamento aos usados é necessária porque o orçamento do Fundo não é suficiente para atender toda a demanda de novos e usados.</p>



<p>Diante do ritmo acelerado das contratações do programa, o governo quer usar mais R$ 23 bilhões do&nbsp;<strong>FGTS</strong>, além dos R$ 97 bilhões já liberados para este ano. A medida enfrenta resistências no&nbsp;<strong>Conselho Curador do Fundo</strong>.</p>



<p>Alguns conselheiros afirmam que o valor pode&nbsp;<a href="https://exame.com/colunistas/genoma-imobiliario/com-crescimento-da-renda-e-com-minha-casa-minha-vida-2024-comeca-bem-para-mercado-imobiliario/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sacrificar orçamentos futuros do FGTS</a>. Representantes do setor da construção defendem a restrição aos usados.</p>



<p>Até meados deste mês, foram contratados R$ 67 bilhões e há risco de os recursos se esgotarem em outubro, caso nada seja feito, segundo o&nbsp;<strong>Ministério.</strong></p>



<p>A restrição aos usados é defendida desde dezembro, mas somente agora ganhou força no governo. O ministro das Cidades,<strong>&nbsp;Jader Filho</strong>, avalia que a providência se tornou necessária porque agora está havendo desequilíbrio, com alta nos pedidos de financiamento de imóveis usados. Já as contratações nas faixas de menor renda continuarão ocorrendo normalmente.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://abc.habitacao.org.br/minha-casa-minha-vida-governo-vai-limitar-a-25-recursos-para-imoveis-usados/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
