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	<title>ICMS &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
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	<title>ICMS &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<item>
		<title>Casa Verde e Amarela terá carga tributária maior que antecessor Minha Casa Minha Vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 15:01:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa Verde e Amarela]]></category>
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					<description><![CDATA[Veto de Bolsonaro eliminou regime tributário federal que favorecia financiamento de casas individuais. Incentivos estaduais terão de ser renovados; setor estima impacto de R$ 601 milhões. O programa habitacional Casa Verde e Amarela, criado pelo governo Jair Bolsonaro para substituir o Minha Casa Minha Vida, deve gerar um aumento na carga tributária em relação a seu antecessor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="content-head__subtitle"><em>Veto de Bolsonaro eliminou regime tributário federal que favorecia financiamento de casas individuais. Incentivos estaduais terão de ser renovados; setor estima impacto de R$ 601 milhões.</em></p>
<p><span id="more-14026"></span></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="1">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O programa habitacional<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/casa-verde-e-amarela/"> Casa Verde e Amarela</a>, criado pelo governo Jair Bolsonaro para substituir o <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/minha-casa-minha-vida/">Minha Casa Minha Vida</a>, deve gerar um aumento na carga tributária em relação a seu antecessor – o que pode encarecer os financiamentos habitacionais.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O aumento da incidência de impostos é reflexo de dois fatores simultâneos:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" style="text-align: justify;" data-block-type="raw" data-block-weight="62" data-block-id="3">
<ul class="content-unordered-list">
<li>na esfera federal, um veto do presidente <a href="https://g1.globo.com/politica/politico/jair-bolsonaro/">Jair Bolsonaro</a> <strong>eliminou o regime simplificado de cobrança de impostos</strong> que valia para o Minha Casa Minha Vida;</li>
<li>nos estados e municípios, <strong>será preciso revalidar as regras que reduziam a incidência de impostos</strong> como ICMS e ITBI para o antigo programa – e que não podem ser apenas &#8220;transferidas&#8221; para o Casa Verde e Amarela.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O novo programa habitacional foi <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/12/08/senado-aprova-criacao-do-programa-habitacional-casa-verde-amarela.ghtml">criado por medida provisória</a>, mas recebeu alterações no Congresso. Ao sancionar a versão final, Bolsonaro vetou um trecho que definia o Casa Verde e Amarela como &#8220;sucessor&#8221; do programa das gestões petistas para o recolhimento simplificado dos tributos federais.</p>
</div>
<div class="bs-video-block mc-column  content-media content-video" data-block-type="backstage-video" data-block-id="5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Como justificativa para o veto, o<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/ministerio-da-economia/"> Ministério da Economia</a> afirmou que o Congresso não estimou o impacto fiscal da medida nem apontou fonte de receita como compensação, o que fere a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/congresso-nacional/">Congresso </a>ainda pode derrubar esse veto do presidente e restabelecer o regime favorecido de tributação para o novo programa, mas não há data marcada para a análise em plenário.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O <strong><span class="highlight highlighted">fim do regime favorecido afeta os financiamentos de casas individuais</span></strong> – isto é, quando o lote é financiado para uma única família e com a casa já construída.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Dos <strong><span class="highlight highlighted">R$ 56,5 bilhões</span></strong> disponibilizados pelo Conselho Curador do <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fgts/">FGTS </a>(Fundo de Garantia de Tempo de Serviço) para financiamentos do setor habitacional em 2021, cerca de <strong><span class="highlight highlighted">38% se encaixam na modalidade que será afetada</span></strong> pelo aumento da carga tributária.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O número é da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e indica que um volume de R$ 21,5 bilhões em financiamentos de casas individuais deve ser afetado pelos tributos mais altos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Regional disse que não é possível definir o percentual de contratos classificados na modalidade de casas individuais. A pasta também afirmou que, além dos R$ 56,5 bilhões, há R$ 8,5 bilhões aprovados para conceder descontos nos financiamentos a pessoas físicas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" style="text-align: justify;" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="15">
<div class="content-intertitle">
<h2>Tributadas como casas de luxo</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com a CBIC, há uma <strong><span class="highlight highlighted">diferença de 2,8 pontos percentuais</span></strong><strong> </strong>entre as alíquotas do regime especial, agora vetado, e as do recolhimento separado dos impostos federais. Pelos cálculos da entidade, se o veto presidencial for mantido, a <strong><span class="highlight highlighted">União pode arrecadar R$ 601,16 milhões adicionais</span></strong> em impostos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O presidente da CBIC, José Carlos Martins, afirma que, nesse cenário, os financiamentos de casas individuais pelo Casa Verde e Amarela serão tributados da mesma maneira que contratos de construção civil nas áreas mais valorizadas das capitais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Com o veto, uma casa de até R$ 124 mil no interior do país é igualada a uma casa de luxo na Vieira Souto”, criticou, referindo-se à avenida na orla da praia de Ipanema, no Rio de Janeiro.</p>
</div>
<div class="block-podcast" style="text-align: justify;"></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em nota, a Receita Federal afirmou que o valor total do tributo a ser recolhido depende da modalidade escolhida pela construtora. Para o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), a empresa pode optar por lucro real ou lucro presumido.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Não dá para saber se haverá aumento de carga tributária”, afirmou a Receita.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A CBIC, no entanto, diz que os 2,8 pontos percentuais de carga tributária adicional já levam em conta o cálculo pelo lucro presumido, em geral mais favorável às construtoras. A alíquota total no modelo vigente é de 6,8%, enquanto no regime especial do Minha Casa Minha Vida o percentual era limitado a 4%.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao aumentar a tributação sobre as construtoras, o governo acaba encarecendo os financiamentos. Isso, porque o <strong><span class="highlight highlighted">custo adicional com tributos tende a ser repassado para o valor financiado pelos beneficiários</span></strong>.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" style="text-align: justify;" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="26">
<div class="content-intertitle">
<h2>Renovação de benefícios estaduais</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A carga tributária também deve ser puxada para cima pelos impostos de competência dos estados e municípios. Isso, porque os incentivos fiscais de ICMS, IPTU, ISS e ITBI concedidos para o Minha Casa Minha Vida não se aplicam automaticamente ao Casa Verde e Amarela.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para incorporar os benefícios ao programa da gestão Jair Bolsonaro, será preciso que o Legislativo de cada estado e município atualize as leis que instituíram as isenções e/ou descontos previstos para o programa anterior.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No caso do ICMS, a renovação precisa ainda passar por uma instância anterior: o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). O conselho reúne os 27 secretários estaduais de finanças e é presidido pelo ministro da Economia, <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/paulo-guedes/">Paulo Guedes</a>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O diretor do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados (Comsefaz), André Horta, explica que a permissão do Confaz é necessária sempre que algum benefício fiscal derruba a alíquota do ICMS para algo abaixo de 12%.</p>
</div>
<div class="block-podcast" style="text-align: justify;"></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Seja por redução de alíquota, redução de base de cálculo, isenção, concessão de crédito presumido ou qualquer outra modalidade de benefício, é necessário o convênio&#8221;, afirma.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os estados só poderão começar a atualizar suas leis locais se, e quando, o Confaz aprovar um convênio de ICMS autorizando a redução da alíquota. A próxima reunião ordinária do conselho está marcada para o início de abril.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" style="text-align: justify;" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="35">
<div class="content-intertitle">
<h2>Renovação de benefícios municipais</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O retorno às alíquotas reduzidas do Minha Casa Minha Vida pode esbarrar, ainda, em um terceiro obstáculo: as legislações municipais. Neste caso, o mapeamento é ainda mais difícil porque não há um conselho nacional que reúna as secretarias de finanças das prefeituras.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="37">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em tese, seria necessário que cada uma das mais de 5,5 mil Câmaras de Vereadores do país discutissem o tema e aprovassem a equiparação entre o Minha Casa Minha Vida e o Casa Verde e Amarela.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Entretanto, o presidente da Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf), Vitor Puppi, explica que o desafio pode ser menor já que, em geral, as leis municipais não mencionam o nome dos programas sociais federais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No caso do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), por exemplo, as isenções geralmente se aplicam a uma faixa de valores. Isso permitiria que, nas leis escritas com esse formato, a equiparação da alíquota reduzida fosse feita de modo automático.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="40">
<p class="content-text__container " style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“É claro que, se houver modificação na lei federal e as leis municipais fizerem menção ao programa do governo federal, o município vai ter que internalizar o benefício fiscal em uma legislação nova”, esclareceu. Os tributos cobrados pelos municípios são ITBI, IPTU e Imposto sobre Serviços (ISS).</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2021/01/29/casa-verde-e-amarela-tera-carga-tributaria-maior-que-antecessor-minha-casa-minha-vida.ghtml" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte:</strong> G1</a></p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Governo de SP propõe à Alesp projeto para extinguir CDHU e outras autarquias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2020 12:37:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[autarquias]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa Renda]]></category>
		<category><![CDATA[CDHU]]></category>
		<category><![CDATA[companhia de habitacao]]></category>
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		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Habitação]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto da gestão Doria pretende cortar 5.600 vagas no funcionalismo público já que o governo deixará de arrecadar R$ 40 bilhões por ano com os incentivos fiscais O governo de São Paulo encaminhou nesta quarta-feira (11) um projeto de lei à Assembléia Legislativa (Alesp) que prevê a extinção de 11 empresas, autarquias e fundações até [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-13650"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Projeto da gestão Doria pretende cortar 5.600 vagas no funcionalismo público já que o governo deixará de arrecadar R$ 40 bilhões por ano com os incentivos fiscais</em></p>
<p style="text-align: justify;">O governo de São Paulo encaminhou nesta quarta-feira (11) um projeto de lei à Assembléia Legislativa (Alesp) que prevê a extinção de 11 empresas, autarquias e fundações até o início de 2021. Anualmente o governo deixa de arrecadar cerca de R$ 40 bilhões de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) por conta dos incentivos que são dados a empresas e setores que investirem no estado.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta prevê o corte de cerca de 5.600 vagas no funcionalismo público, que segundo o governo poderá gerar um resultado financeiro de R$ 8,8 bilhões. Entre as empresas que o projeto propõe a extinção estão a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) e a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CDHU</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) é uma empresa do Governo Estadual, vinculada à Secretaria da Habitação, e um dos maiores agente promotor de moradia popular no Brasil. Tem o papel fundamental de executar programas habitacionais em todo o território do Estado, voltados para o atendimento exclusivo da população de baixa renda &#8211; atende famílias com renda na faixa de 1 a 10 salários mínimos. Além de produzir moradias, a CDHU também intervém no desenvolvimento urbano das cidades, como o Programa de Atuação em Favelas e Áreas de Risco e o Programa de Atuação em Cortiços.</p>
<p style="text-align: justify;">A Companhia movimenta cerca de 1,5 bilhão de reais por ano, orçamento superior à receita da maioria dos municípios paulistas. Desde que iniciou suas atividades, construiu e comercializou por volta 539 mil novas unidades habitacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Com informações do G1 e do Estadão</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Paraná terá R$ 540 milhões para investir em habitação popular</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/parana-tera-r-540-milhoes-para-investir-em-habitacao-popular/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 19:34:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
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		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Nacional de Habitação Urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto prevê construção de 4.163 novas moradias em Arapongas, Londrina e Ponta Grossa, para famílias com renda de até seis salários mínimos. Recursos serão captados por construtora junto ao governo federal, em parceria do Governo do Estado. O Governo do Estado vai viabilizar a construção de 4.163 novas casas populares por meio de uma modalidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto prevê construção de 4.163 novas moradias em Arapongas, Londrina e Ponta Grossa, para famílias com renda de até seis salários mínimos. Recursos serão captados por construtora junto ao governo federal, em parceria do Governo do Estado.<span id="more-13638"></span></p>
<figure id="attachment_13639" aria-describedby="caption-attachment-13639" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-13639" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/08/imagem-cohapar-parana-300x197.jpg" alt="Foto: Divulgação/ Governo do Paraná" width="300" height="197" /><figcaption id="caption-attachment-13639" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/ Governo do Paraná</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O Governo do Estado vai viabilizar a construção de 4.163 novas casas populares por meio de uma modalidade do programa Casa Fácil Paraná. Os municípios beneficiados serão Arapongas e Londrina, na Região Norte; e Ponta Grossa, nos Campos Gerais.</p>
<p style="text-align: justify;">O convênio com a Pacaembu Construtora, empresa com sede em São Paulo, prevê investimentos de R$ 540 milhões. O acordo foi assinado nesta quarta-feira (5), em cerimônia no Palácio Iguaçu, pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, o presidente da Cohapar, Jorge Lange, prefeitos e representantes da empresa. A expectativa é que as casas fiquem prontas no primeiro semestre de 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">“Londrina, Arapongas e Ponta Grossa são três cidades importantes para o desenvolvimento do Paraná. É uma honra e nos deixa muito motivados poder anunciar um investimento deste porte, de mais de meio bilhão”, destacou Ratinho Junior.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Londrina, serão 1.474 imóveis divididos em duas etapas, com 894 e 580 unidades, respectivamente. Arapongas receberá as obras de 1.479 casas, enquanto Ponta Grossa terá outras 1.210. Os recursos a serem aplicados nas localidades foram obtidos pela construtora por meio do Programa Nacional de Habitação Urbana, do Governo Federal. O programa é voltado para famílias com renda de até seis salários mínimos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Além de trazer a iniciativa provada para trazer investimentos, a preocupação do Governo do Estado e da Cohapar é atender aquelas famílias mais carentes, muitas delas que não têm condição de pagar uma parcela”, disse o governador.</p>
<p style="text-align: justify;">Ratinho Junior destacou ainda que o Governo do Paraná almeja a construção de 9 mil moradias em diversos municípios do Estado até 2022. O investimento estimado por meio desta modalidade do Casa Fácil Paraná, em parceria com a Pacaembu Construtora, é da ordem de R$ 1 bilhão a serem aplicados ao longo dos próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Faz parte de um grande pacote habitacional que temos para o Estado. Essa modalidade vai chegar a outras cidades do Paraná”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONTRAPARTIDAS – </strong>O Governo do Estado, por meio da Cohapar, atuará na prestação de serviços de assessoramento técnico à construtora. Também serão concedidos benefícios do fornecimento dos materiais da rede de água e esgoto pela Sanepar, além da execução das redes de energia e unidades consumidoras através da Copel, contribuindo para a redução do custo final das moradias para as famílias a serem atendidas pelo empreendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">“Essa parceria do Estado com a construtora permite que as obras aconteçam e que as unidades fiquem mais baratas para quem vai comprar”, explicou o presidente da Cohapar, Jorge Lange. “É uma modalidade que vai ajudar muito a diminuir o déficit habitacional do Paraná”, acrescentou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VANTAGENS –</strong> As moradias serão destinadas a famílias com renda de até seis salários mínimos, que contarão com condições facilitadas de pagamento junto aos agentes financeiros habilitados pelo Governo Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as vantagens, estão subsídios parciais para redução das prestações e possibilidade de uso do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) como valor de entrada do financiamento imobiliário.</p>
<p style="text-align: justify;">“O Paraná é uma potência no mercado de habitação. Quando o Estado é parceiro da iniciativa privada, você gera mais emprego, renda e abre as possibilidades de conseguirem a casa própria, em um ciclo que se autoalimenta”, destacou o vice-presidente de negócios da construtora, Victor Bassan de Almeida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>EMPREGO E ARRECADAÇÃO</strong> – Com base em estudos, a estimativa é de que os investimentos aplicados nas obras devem resultar na geração de mais de quase 11 mil empregos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o Governo, além dos benefícios diretos aos futuros proprietários e indiretos aos trabalhadores envolvidos, ainda há uma expectativa de incremento de R$ 27 milhões de arrecadação para os cofres estaduais por meio do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).</p>
<p style="text-align: justify;">“Ajuda a criar empregos para que os pais de família possam levar dinheiro para casa e também colabora para que o Estado possa sair mais rapidamente desta crise econômica decorrente da pandemia de coronavírus”, afirmou Ratinho Junior.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MUNICÍPIOS – </strong>Prefeito de Arapongas, Sérgio Onofre ressaltou que o pacote habitacional integra uma série de ações do Governo do Estado no município. “Arapongas tem necessidade de casas populares, e agora o Governo do Estado nos ajuda a concretizar mais uma parceria”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel, o investimento anunciado nesta quarta-feira reforça o poder de recuperação econômica do Estado, mirando investimentos justamente na parcela mais carente da população.</p>
<p style="text-align: justify;">“A união entre Ponta Grossa e o Estado é muito benéfica. No meio de uma pandemia podermos anunciar a construção de casas próprias e a geração de emprego é motivo de muito orgulho”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">“Vemos a dificuldade das pessoas que moram em Londrina em conseguir a casa própria. Em um programa como esse, a prestação da unidade sai mais barato do que um aluguel. É a maneira de dar cidadania às pessoas”, acrescentou Marcelo Belinati, prefeito de Londrina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PRESENÇAS –</strong> Participaram do evento os secretários Guto Silva (Casa Civil), Marcel Micheletto (Administração e Previdência), Sandro Alex (Infraestrutura e Logística) e João Carlos Ortega (Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas); o presidente da Sanepar, Claudio Stabile; o superintendente de Engenharia e Obras de Geração e Transmissão da Copel, Marcelo Sanchotene; os deputados estaduais Tiago Amaral, Emerson Bacil, Delegado Jacovós, Delegado Recalcatti e Soldado Adriano José; além de integrantes da diretoria da Pacaembu Construtora.</p>
<p><a href="http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=108224" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte:</strong> Agência de Notícias do Paraná</a></p>
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		<title>Paraná terá R$ 540 milhões para investir em habitação popular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 19:34:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto prevê construção de 4.163 novas moradias em Arapongas, Londrina e Ponta Grossa, para famílias com renda de até seis salários mínimos. Recursos serão captados por construtora junto ao governo federal, em parceria do Governo do Estado.<span id="more-20372"></span></p>
<figure id="attachment_13639" aria-describedby="caption-attachment-13639" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-13639" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/08/imagem-cohapar-parana-300x197.jpg" alt="Foto: Divulgação/ Governo do Paraná" width="300" height="197" /><figcaption id="caption-attachment-13639" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/ Governo do Paraná</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O Governo do Estado vai viabilizar a construção de 4.163 novas casas populares por meio de uma modalidade do programa Casa Fácil Paraná. Os municípios beneficiados serão Arapongas e Londrina, na Região Norte; e Ponta Grossa, nos Campos Gerais.</p>
<p style="text-align: justify;">O convênio com a Pacaembu Construtora, empresa com sede em São Paulo, prevê investimentos de R$ 540 milhões. O acordo foi assinado nesta quarta-feira (5), em cerimônia no Palácio Iguaçu, pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, o presidente da Cohapar, Jorge Lange, prefeitos e representantes da empresa. A expectativa é que as casas fiquem prontas no primeiro semestre de 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">“Londrina, Arapongas e Ponta Grossa são três cidades importantes para o desenvolvimento do Paraná. É uma honra e nos deixa muito motivados poder anunciar um investimento deste porte, de mais de meio bilhão”, destacou Ratinho Junior.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Londrina, serão 1.474 imóveis divididos em duas etapas, com 894 e 580 unidades, respectivamente. Arapongas receberá as obras de 1.479 casas, enquanto Ponta Grossa terá outras 1.210. Os recursos a serem aplicados nas localidades foram obtidos pela construtora por meio do Programa Nacional de Habitação Urbana, do Governo Federal. O programa é voltado para famílias com renda de até seis salários mínimos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Além de trazer a iniciativa provada para trazer investimentos, a preocupação do Governo do Estado e da Cohapar é atender aquelas famílias mais carentes, muitas delas que não têm condição de pagar uma parcela”, disse o governador.</p>
<p style="text-align: justify;">Ratinho Junior destacou ainda que o Governo do Paraná almeja a construção de 9 mil moradias em diversos municípios do Estado até 2022. O investimento estimado por meio desta modalidade do Casa Fácil Paraná, em parceria com a Pacaembu Construtora, é da ordem de R$ 1 bilhão a serem aplicados ao longo dos próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Faz parte de um grande pacote habitacional que temos para o Estado. Essa modalidade vai chegar a outras cidades do Paraná”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONTRAPARTIDAS – </strong>O Governo do Estado, por meio da Cohapar, atuará na prestação de serviços de assessoramento técnico à construtora. Também serão concedidos benefícios do fornecimento dos materiais da rede de água e esgoto pela Sanepar, além da execução das redes de energia e unidades consumidoras através da Copel, contribuindo para a redução do custo final das moradias para as famílias a serem atendidas pelo empreendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">“Essa parceria do Estado com a construtora permite que as obras aconteçam e que as unidades fiquem mais baratas para quem vai comprar”, explicou o presidente da Cohapar, Jorge Lange. “É uma modalidade que vai ajudar muito a diminuir o déficit habitacional do Paraná”, acrescentou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VANTAGENS –</strong> As moradias serão destinadas a famílias com renda de até seis salários mínimos, que contarão com condições facilitadas de pagamento junto aos agentes financeiros habilitados pelo Governo Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as vantagens, estão subsídios parciais para redução das prestações e possibilidade de uso do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) como valor de entrada do financiamento imobiliário.</p>
<p style="text-align: justify;">“O Paraná é uma potência no mercado de habitação. Quando o Estado é parceiro da iniciativa privada, você gera mais emprego, renda e abre as possibilidades de conseguirem a casa própria, em um ciclo que se autoalimenta”, destacou o vice-presidente de negócios da construtora, Victor Bassan de Almeida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>EMPREGO E ARRECADAÇÃO</strong> – Com base em estudos, a estimativa é de que os investimentos aplicados nas obras devem resultar na geração de mais de quase 11 mil empregos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o Governo, além dos benefícios diretos aos futuros proprietários e indiretos aos trabalhadores envolvidos, ainda há uma expectativa de incremento de R$ 27 milhões de arrecadação para os cofres estaduais por meio do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).</p>
<p style="text-align: justify;">“Ajuda a criar empregos para que os pais de família possam levar dinheiro para casa e também colabora para que o Estado possa sair mais rapidamente desta crise econômica decorrente da pandemia de coronavírus”, afirmou Ratinho Junior.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MUNICÍPIOS – </strong>Prefeito de Arapongas, Sérgio Onofre ressaltou que o pacote habitacional integra uma série de ações do Governo do Estado no município. “Arapongas tem necessidade de casas populares, e agora o Governo do Estado nos ajuda a concretizar mais uma parceria”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel, o investimento anunciado nesta quarta-feira reforça o poder de recuperação econômica do Estado, mirando investimentos justamente na parcela mais carente da população.</p>
<p style="text-align: justify;">“A união entre Ponta Grossa e o Estado é muito benéfica. No meio de uma pandemia podermos anunciar a construção de casas próprias e a geração de emprego é motivo de muito orgulho”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">“Vemos a dificuldade das pessoas que moram em Londrina em conseguir a casa própria. Em um programa como esse, a prestação da unidade sai mais barato do que um aluguel. É a maneira de dar cidadania às pessoas”, acrescentou Marcelo Belinati, prefeito de Londrina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PRESENÇAS –</strong> Participaram do evento os secretários Guto Silva (Casa Civil), Marcel Micheletto (Administração e Previdência), Sandro Alex (Infraestrutura e Logística) e João Carlos Ortega (Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas); o presidente da Sanepar, Claudio Stabile; o superintendente de Engenharia e Obras de Geração e Transmissão da Copel, Marcelo Sanchotene; os deputados estaduais Tiago Amaral, Emerson Bacil, Delegado Jacovós, Delegado Recalcatti e Soldado Adriano José; além de integrantes da diretoria da Pacaembu Construtora.</p>
<p><a href="http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=108224" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte:</strong> Agência de Notícias do Paraná</a></p>
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