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	<title>Habitação &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
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	<title>Habitação &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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		<title>Minha Casa, Minha Vida: corretores relatam entraves com usados e renda informal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:50:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Liberação do recurso demora e critérios estão mais rígidos; Caixa não divulgou mudança nas políticas Corretores de imóveis de Campo Grande relatam que o momento é de maior espera entre quem quer financiar um imóvel usado pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Outro entrave atual está na comprovação de renda dos trabalhadores informais, já que [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading"><strong>Liberação do recurso demora e critérios estão mais rígidos; Caixa não divulgou mudança nas políticas</strong></h5>



<p>Corretores de imóveis de Campo Grande relatam que o momento é de maior espera entre quem quer financiar um imóvel usado pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Outro entrave atual está na comprovação de renda dos trabalhadores informais, já que a análise estaria mais rigorosa. A Caixa Econômica Federal, responsável pelo aporte de recursos, não divulgou nenhuma mudança interna.</p>



<p>Na área há 12 anos, Paulo Nogueira tem explicado aos clientes da faixa 1 (renda familiar até R$ 3,2 mil) e da faixa 2 (renda de até R$ 5 mil) do programa que a liberação do valor financiado pela Caixa Econômica Federal está demorando de dois a três meses. “Isso acontece nos momentos em que se dá preferência aos imóveis novos, como agora”, avalia. </p>



<p>Ele cita um contrato já aprovado cujo tempo de espera pelo dinheiro ultrapassa 50 dias. Ultimamente a agilidade é mais difícil, mas ele cita como exceção a liberação em apenas 15 dias para um cliente.</p>



<p>O corretor acredita que questões políticas e econômicas influenciam nos prazos e no grau de facilidade de se financiar um imóvel. “Inadimplência, taxa de juros alta, número de fraudes e não estarmos mais no início de um governo, quando recursos são abundantes, influenciam e dão um direcionamento à Caixa”, resume.&nbsp;</p>



<p><strong>Informal</strong>&nbsp;&#8211; Corretor há dois anos na Capital, Pablo Chaves tem percebido que clientes com renda informal andam enfrentando uma saga ainda maior para comprovar que podem honrar o financiamento. Essa mudança foi notada por ele há cerca de um mês e meio.&nbsp;</p>



<p>“A Caixa tem adotado critérios mais rigorosos na análise de crédito, principalmente para clientes com renda informal, que muitas vezes encontram mais dificuldade para comprovar sua capacidade de pagamento. As entrevistas e conferências de documentos estão mais detalhadas. O processo está mais demorado e criterioso”, afirma.&nbsp;</p>



<p>Além disso, para esse público, a Caixa está exigindo o extrato do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), o que antes não era solicitado, segundo Pablo. Segundo informações do site da Caixa, somente precisam apresentá-lo aqueles que pretendem financiar imóveis usando a reserva.</p>



<p>“A Caixa aumentou os requisitos. Antes, era mais tranquilo para o trabalhador com renda informal. Ficou muito difícil, estão muito rígidos nas entrevistas. A análise de documentos está muito mais detalhada”, reforça o corretor.&nbsp;</p>



<p>A reportagem ouviu um terceiro corretor, que pediu para não ser identificado. Para ele, que atua no setor há mais de 30 anos e não costuma atender trabalhadores autônomos, o maior problema tem sido mesmo a espera prolongada pela dotação. &#8220;Nunca demorou tanto. Está mais difícil liberarem R$ 150 mil para a faixa 1, mesmo com tudo em conformidade&#8221;, falou.</p>



<p><strong>Trabalhadores de aplicativo</strong>&nbsp;&#8211; Não houve anúncio oficial, mas sites do mercado imobiliário afirmam que o banco atualizou regras internas para facilitar o acesso de trabalhadores de aplicativos de mobilidade e entregas ao Minha Casa, Minha Vida. Segundo as especulações, a divulgação será feita em breve.</p>



<p>Paulo Nogueira acredita que a postura mais inflexível com relação aos trabalhadores informais tenha relação com a formalização de requisitos para atender o grupo que tira renda dos aplicativos.</p>



<p>A assessoria de imprensa da Caixa Econômica Federal foi questionada se houve ou haverá mudanças nas políticas de financiamento. Não houve resposta até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto.</p>



<p>Por Cassia Modena</p>



<p><a href="https://amp.campograndenews.com.br/cidades/capital/minha-casa-minha-vida-corretores-relatam-entraves-com-usados-e-renda-informal">Minha Casa, Minha Vida: financiamento mais lento e difícil</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2dya91pv1474s.jpg" alt="" class="wp-image-34149" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2dya91pv1474s.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2dya91pv1474s-300x200.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2dya91pv1474s-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Compra Assistida: primeiras famílias mineiras assinam contrato da nova moradia</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/compra-assistida-primeiras-familias-mineiras-assinam-contrato-da-nova-moradia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 13:46:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Modalidade do Minha Casa, Minha Vida garante moradia pronta para famílias atingidas pelas chuvas em Juiz de Fora e Ubá A Compra Assistida chegou oficialmente às primeiras famílias de Juiz de Fora, cidade da Zona da Mata mineira. Dez famílias que perderam suas casas nas chuvas de fevereiro assinaram, nesta segunda-feira, os contratos das novas [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Modalidade do Minha Casa, Minha Vida garante moradia pronta para famílias atingidas pelas chuvas em Juiz de Fora e Ubá</h5>



<p>A Compra Assistida chegou oficialmente às primeiras famílias de Juiz de Fora, cidade da Zona da Mata mineira. Dez famílias que perderam suas casas nas chuvas de fevereiro assinaram, nesta segunda-feira, os contratos das novas moradias. O ministro Vladimir Lima participou da cerimônia de entrega dos contratos na cidade.</p>



<p class=" ">A modalidade Compra Assistida permite uma resposta mais rápida às situações de desastre, já que a aquisição de imóveis prontos reduz significativamente o tempo de espera em comparação à construção de novas unidades habitacionais.</p>



<p class=" ">No caso de Juiz de Fora, o processo entre o mapeamento das famílias atingidas e a assinatura do contrato levou quatro meses.</p>



<p class=" ">&#8220;Quatro meses após a tragédia, as primeiras famílias começam a dar um passo concreto para reconstruir suas vidas. Sabemos que, para quem perdeu tudo, ainda é muito tempo, mas foi a solução mais ágil encontrada. Uma casa nova, do Minha Casa, Minha Vida, levaria no mínimo 18 meses para ser construída. Com a Compra Assistida, diminuímos esse tempo para socorrer as famílias e ajudar no processo de reconstrução dos lares mineiros&#8221;, afirmou o ministro.</p>



<p class=" ">Além das dez famílias de Juiz de Fora, outras três de Ubá assinarão os contratos e poderão entrar nas novas casas nos próximos dias. Em Minas Gerais, 431 famílias já foram enquadradas na modalidade, sendo 369 em Juiz de Fora e 62 em Ubá.</p>



<p class=" ">Irinei Correia Marinho é uma das beneficiárias que teve a casa condenada e agora poderá se mudar para o novo lar. &#8220;Aos poucos, estamos voltando à nossa vida normal. E essa oportunidade que estamos tendo aqui, com todos os poderes juntos, faz com que a gente mantenha a nossa esperança, a nossa fé acima de tudo. Através disso, vamos voltar a ter uma vida digna, cada um no seu bairro, nas suas casas, sem aquele desespero de pensar que estamos em área de risco&#8221;, disse.</p>



<p class=" ">A aposentada Maria Nilza Barboza morava em um dos bairros mais afetados pelos deslizamentos de terra. &#8220;Eu demorei para achar um imóvel de que gostasse, mas, quando entrei nessa casa, senti que estava em casa. Tem tudo pertinho: mercado, igreja&#8221;, contou, emocionada.</p>



<p class=" ">A prefeita Margarida Salomão relembrou a promessa do Governo do Brasil de oferecer às famílias mineiras o mesmo tratamento dispensado ao Rio Grande do Sul quando a modalidade foi criada, em 2024. &#8220;Nós queremos expor a nossa gratidão. Graças ao presidente Lula, muitas famílias estão sendo e ainda vão ser atendidas. E a coisa mais importante é isso: a palavra dada foi cumprida. Ninguém vai ficar para trás&#8221;, destacou a prefeita.</p>



<p class=" ">A modalidade excepcional do Minha Casa, Minha Vida – Compra Assistida permite que famílias atingidas por desastres adquiram um novo imóvel com subsídio integral de até R$ 200 mil, incluindo taxas e despesas cartoriais. O pagamento é realizado diretamente ao vendedor do imóvel, conforme critérios de elegibilidade estabelecidos pelo Ministério das Cidades.</p>



<p>Por Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades</p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2301">Compra Assistida: primeiras famílias mineiras assinam contrato da nova moradia — Ministério das Cidades</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="768" height="444" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/c94d03b3-2a90-43e4-9ce8-0706fc18df25.jpeg" alt="" class="wp-image-34044" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/c94d03b3-2a90-43e4-9ce8-0706fc18df25.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/c94d03b3-2a90-43e4-9ce8-0706fc18df25-300x173.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Entrega de títulos e obras de pavimentação e drenagem beneficiam moradores do Jardim Rosário em Campinas &#8211; SP</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/entrega-de-titulos-e-obras-de-pavimentacao-e-drenagem-beneficiam-moradores-do-jardim-rosario-em-campinas-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:50:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Além dos 300 moradores do núcleo residencial, outros 11 do Novo Mauro Marcondes. Os moradores dos núcleos residenciais Jardim Rosário e Novo Mauro Marcondes comemoraram, neste domingo, 28 de junho, duas conquistas históricas. Além da entrega de títulos de posse para os dois locais, também foi assinada a ordem de serviço para início das obras [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Além dos 300 moradores do núcleo residencial, outros 11 do Novo Mauro Marcondes.</h5>



<p>Os moradores dos núcleos residenciais Jardim Rosário e Novo Mauro Marcondes comemoraram, neste domingo, 28 de junho, duas conquistas históricas. Além da entrega de títulos de posse para os dois locais, também foi assinada a ordem de serviço para início das obras de pavimentação e drenagem no Jardim Rosário. A cerimônia foi realizada no CEI Rogério Leandro Portela Santana, no Residencial São José, e contou com a participação de vereadores, secretários, lideranças de bairro e moradores. &nbsp;</p>



<p>O prefeito Dário Saadi ressaltou a importância das duas ações para os moradores do Rosário e do Novo Mauro Marcondes. &#8220;Quero parabenizar todos os moradores que nunca desistiram desse sonho. Foram muitos anos de luta, de espera e de persistência até chegar a este momento. Essa vitória é de vocês&#8221;, comemorou. &#8220;Nosso compromisso é continuar trabalhando para melhorar a vida das pessoas. Regularizar os imóveis, levar infraestrutura e investir nos bairros significa oferecer mais dignidade, cidadania e qualidade de vida para quem mora em Campinas&#8221;, completou</p>



<p>Com investimento total de R$ 3.521.198,78, a obra será custeada por emenda parlamentar do deputado Jonas Donizette. O prazo previsto para a execução dos serviços é de 13 meses. &nbsp;</p>



<p>&#8220;Essa é uma conquista construída ao longo de muitos anos. Primeiro vieram as redes de água e esgoto, depois a energia elétrica, a iluminação pública e outras melhorias. Agora chega a vez do asfalto, que com certeza é a realização do sonho de quem vive aqui&#8221;, comentou o deputado.</p>



<p>O projeto prevê a pavimentação de 5.666,33 metros quadrados de vias, o equivalente a aproximadamente 900 metros de extensão, além da implantação de 800 metros de rede de drenagem. A intervenção tem como objetivo melhorar as condições de circulação, aumentar a segurança viária e reduzir os problemas causados pelas chuvas na região.</p>



<p><strong>Regularização Fundiária</strong>&nbsp;</p>



<p>Para o presidente da Cohab, Arly de Lara Romeo, a regularização fundiária é uma das melhores políticas públicas de habitação, pois traz dignidade e segurança. &#8220;A partir de hoje, cada família tem a escritura do seu imóvel e a certeza de que o bem é seu&#8221;, disse. Ele comentou, ainda, que outros municípios têm buscado conhecer a experiência de Campinas.</p>



<p>Wanderley de Almeida, vice-prefeito, também ressaltou a importância do evento deste domingo. &#8220;Hoje é um dia de muita alegria e emoção para as famílias do Residencial Rosário e do Novo Mauro Marcondes. Depois de mais de duas décadas de luta, no caso do Rosário, e de mais de 37 anos de espera no Novo Mauro Marcondes, vocês finalmente recebem o documento que garante a propriedade dos imóveis onde construíram suas vidas e criaram suas famílias&#8221;, disse.</p>



<p>A moradora Creide Sueli Ferreira da Silva estava emocionada. &#8220;A maior felicidade da minha vida é receber esse documento nas minhas mãos. Trabalhei muito, suei bastante e hoje eu só tenho a agradecer&#8221;, disse. &#8220;Agora é esperar o asfalto na porta da nossa casa&#8221;, completou.&nbsp;</p>



<p>Por Prefeitura Municipal de Campinas</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="616" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/20260628164605-a74cdfdb-xl-1024x616.jpg" alt="" class="wp-image-34041" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/20260628164605-a74cdfdb-xl-1024x616.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/20260628164605-a74cdfdb-xl-300x180.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/20260628164605-a74cdfdb-xl-768x462.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/20260628164605-a74cdfdb-xl.jpg 1224w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Clima e Habitação: Ministério das Cidades abre inscrições para capacitação voltada a territórios vulneráveis</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/34023-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:25:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Lincoln Institute of Land Policy]]></category>
		<category><![CDATA[MCidades]]></category>
		<category><![CDATA[ReDUS]]></category>
		<category><![CDATA[SNDUM]]></category>
		<category><![CDATA[Urgência climática - Implementando soluções em territórios urbanos vulneráveis]]></category>
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					<description><![CDATA[O debate sobre as mudanças climáticas deixou de ser uma projeção para o futuro e se tornou um desafio urgente do presente, especialmente nos municípios brasileiros. Como cerca de 87,4% da população do país vive em áreas urbanas, as administrações locais ocupam um papel de absoluto protagonismo na criação de cidades mais resilientes. Para apoiar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O debate sobre as mudanças climáticas deixou de ser uma projeção para o futuro e se tornou um desafio urgente do presente, especialmente nos municípios brasileiros. Como cerca de 87,4% da população do país vive em áreas urbanas, as administrações locais ocupam um papel de absoluto protagonismo na criação de cidades mais resilientes.</p>



<p>Para apoiar os gestores públicos e técnicos municipais nessa missão, a <strong>Secretaria Nacional de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (SNDUM) do Ministério das Cidades</strong> lançou o <a href="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/EDITALSNDUMN03.2026.pdf"><strong>Edital nº 03/2026</strong>.</a> Trata-se da abertura de inscrições para o curso gratuito <strong>&#8220;Urgência climática &#8211; Implementando soluções em territórios urbanos vulneráveis&#8221;</strong>.</p>



<p>A iniciativa, promovida no âmbito do Programa Nacional de Capacitação das Cidades (Capacidades), conta com o apoio estratégico do <em>Lincoln Institute of Land Policy</em>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Atenção ao Prazo!</strong> &gt; Os municípios interessados em garantir uma das vagas devem preencher o formulário de inscrição virtual impreterivelmente <strong>até o dia 30 de junho de 2026</strong>. O prazo está se esgotando!</p>
</blockquote>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Foco nos Territórios Periféricos e Vulneráveis</h2>



<p>O principal objetivo da capacitação é desenvolver capacidades técnicas para a implementação de medidas que reduzam riscos climáticos em áreas ocupadas por populações de baixa renda. São os chamados territórios urbanos vulneráveis, que historicamente sofrem com a precariedade de infraestrutura, moradia inadequada e falta de saneamento básico.</p>



<p>O conteúdo programático do curso está dividido em três grandes blocos temáticos:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Conhecendo o problema:</strong> Urbanização, justiça climática e mercados de solo formal e informal.</li>



<li><strong>Articulando políticas:</strong> Integração de políticas climáticas e urbanas e oficinas de cenários futuros.</li>



<li><strong>Implementando soluções:</strong> Soluções Baseadas na Natureza (SBN), gestão de risco em assentamentos precários e financiamento de adaptação climática.</li>
</ol>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Quem pode participar?</h2>



<p>O edital disponibilizará <strong>10 vagas</strong> para a formação de equipes técnicas de cidades brasileiras. Para estarem elegíveis, as candidaturas (que podem ser individuais ou em parcerias conjuntas de municípios) precisam atender a requisitos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Porte populacional:</strong> População igual ou maior a 100 mil habitantes (ou atingir esse patamar somando os municípios de um mesmo arranjo populacional).</li>



<li><strong>Risco climático:</strong> Evidências de vulnerabilidade climática local e ações em andamento ou planejadas.</li>



<li><strong>Capacidade e estrutura:</strong> Estrutura técnica e administrativa nas áreas de planejamento urbano, habitação e meio ambiente, além de infraestrutura tecnológica para transmissão das aulas.</li>



<li><strong>Ineditismo:</strong> Não ter cursado as edições anteriores da capacitação (2023 e 2025).</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Critérios de Priorização e Diversidade</h3>



<p>Buscando promover a equidade regional e a representatividade, o processo seletivo prevê o equilíbrio de duas vagas para cada região do país. Além disso, serão priorizados municípios com Planos Diretores atualizados, lideranças locais autodeclaradas negras e administrações que contem com mulheres nos cargos de prefeita ou de secretária de desenvolvimento urbano.</p>



<p>A formação das equipes técnicas inscritas também deve refletir a diversidade de gênero, marcadores sociais e setores de atuação, dando preferência a servidores efetivos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Formato e Cronograma</h2>



<p>O curso será realizado de <strong>03 de agosto a 30 de setembro de 2026</strong> em formato virtual. Ele mesclará uma etapa inicial assíncrona (individual) e uma etapa síncrona (onde a equipe selecionada deverá se reunir presencialmente em uma sala equipada no próprio município para acompanhar as aulas e interagir com os professores).</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Período de Inscrições:</strong> Até 30/06/2026.</li>



<li><strong>Resultado Provisório:</strong> Até 10/07/2026.</li>



<li><strong>Resultado Final:</strong> Até 21/07/2026.</li>



<li><strong>Início das Aulas:</strong> 03/08/2026.</li>
</ul>



<p>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pelo formulário online da Rede Desenvolvimento Urbano Sustentável (ReDUS). Para conferir a lista completa de documentos exigidos (como as cartas de compromisso e relatórios de caracterização) e os requisitos técnicos das salas de transmissão, acesse o edital completo no portal oficial do Ministério das Cidades.</p>



<p>A <strong>ABC Habitação</strong> reforça a importância de que os municípios associados e parceiros aproveitem essa oportunidade crucial para qualificar seus corpos técnicos e fortalecer as políticas de habitação de interesse social frente aos desafios ambientais contemporâneos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><em>Para esclarecimento de dúvidas sobre o certame, o Ministério das Cidades disponibiliza o e-mail oficial: <code>cgac@cidades.gov.br</code>.</em></p>



<p><strong><a href="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/EDITALSNDUMN03.2026.pdf">Baixe o edital aqui</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="559" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Gemini_Generated_Image_kup144kup144kup1-1024x559.png" alt="" class="wp-image-34024" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Gemini_Generated_Image_kup144kup144kup1-1024x559.png 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Gemini_Generated_Image_kup144kup144kup1-300x164.png 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Gemini_Generated_Image_kup144kup144kup1-768x419.png 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Gemini_Generated_Image_kup144kup144kup1.png 1408w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>SDUH apresenta dinâmica de atendimento habitacional do Governo de São Paulo em encontro com representantes do mercado imobiliário</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/sduh-apresenta-dinamica-de-atendimento-habitacional-do-governo-de-sao-paulo-em-encontro-com-representantes-do-mercado-imobiliario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:40:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No Summit ABRAINC 2026, secretário Marcelo Branco destacou modalidades do Casa Paulista em explanação para empresários e especialistas do setor Na manhã desta quinta-feira (25), o secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Branco, conduziu uma apresentação sobre o leque de modalidades de atendimento habitacional da gestão estadual durante a abertura do Summit [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">No Summit ABRAINC 2026, secretário Marcelo Branco destacou modalidades do Casa Paulista em explanação para empresários e especialistas do setor</h5>



<p>Na manhã desta quinta-feira (25), o secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Branco, conduziu uma apresentação sobre o leque de modalidades de atendimento habitacional da gestão estadual durante a abertura do Summit Abrainc 2026: Resiliência e Estratégia para o Novo Mercado Imobiliário. O encontro contou com a presença do presidente da Associação, Luiz França, de empresários, especialistas e representantes do poder público para debater tendências e caminhos para o crescimento do setor imobiliário brasileiro.</p>



<p>Na oportunidade, o titular da SDUH destacou que a maior parte das modalidades de atendimento do Casa Paulista, programa responsável pela política habitacional da Pasta, conta, hoje, com parcerias com a iniciativa privada. “Apostamos nessa parceria e utilizamos a iniciativa privada, que possui grande expertise na construção de unidades habitacionais de baixo custo, para que a gente consiga alcançar pessoas de menor renda”, afirmou.</p>



<p>Dentre essas modalidades, Branco falou, primeiramente, sobre a Carta de Crédito Imobiliário (CCI), que concede subsídios a famílias com renda mensal de até três salários mínimos para a aquisição da casa própria em empreendimentos privados aprovados pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH), no âmbito dos financiamentos Caixa-FGTS. “Ampliamos a oferta do cheque CCI. Já oferecemos mais de 80 mil subsídios nestes mais de três anos de gestão, o que é muito superior a tudo o que o programa fez desde que foi criado, há cerca de 12 anos. Com isso, estamos atendendo, no Estado de São Paulo como um todo, famílias com renda média de 1,95 salário mínimo”, destacou.</p>



<p>A partir do CCI, a gestão estadual consegue viabilizar o sonho da casa própria para famílias que têm crédito aprovado no mercado formal e conseguem arcar com o valor das prestações, mas não possuem capacidade de poupança ou recursos suficientes para pagar a entrada do imóvel, por exemplo. “O Estado entra, então, como um facilitador, fazendo com que essas famílias não precisem pagar ou reduzam o valor da entrada do imóvel, diminuindo também o valor da prestação ou suprindo a falta da poupança necessária para a contratação do financiamento”, explicou o secretário.</p>



<p>Essa modalidade atende famílias que possuem aprovação de crédito e condições de manter esse tipo de financiamento ativo. Há, porém, uma parcela significativa da população que não consegue ter seu cadastro aprovado. “Metade das famílias brasileiras hoje está endividada. O número é de 81 milhões de brasileiros com contas em atraso ou nome negativado. Desses, 15 milhões apresentam condições críticas, sem condições de pagar suas dívidas”, pontuou o presidente da Abrainc, Luiz França.</p>



<p>A partir disso, Marcelo explicou que a missão do Estado é alcançar essas famílias, a fim de garantir que as pessoas tenham acesso à sua moradia, independentemente da sua condição econômica. Para isso, a gestão estadual conta com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), maior empresa pública de habitação de interesse social do país. &#8220;Temos a CDHU, que faz atendimento direto às famílias sem exigir aprovação de crédito pelos critérios do mercado. Juntamos, então, as duas pontas: mercado e Estado&#8221;, disse.</p>



<p>Branco complementou que aqueles que mais precisam encontram na gestão estadual a possibilidade de ter uma moradia digna. “Nós, como Estado, temos a obrigação de atender essas famílias, independentemente da situação cadastral. Se estão morando em áreas de risco, em locais insalubres, como era o caso da Favela do Moinho, ou apresentam necessidade habitacional, precisamos atendê-las e oferecer condições de moradia digna”, disse o titular da Pasta.</p>



<p>Para além da construção direta, a Companhia vem incorporando modalidades de atendimento que também contam com efetiva parceria com a iniciativa privada. É o caso da Carta de Crédito Associativo (CCA). “No CCA, por exemplo, temos condição de comprar as unidades produzidas pelo mercado e fazer o financiamento pelo próprio mecanismo da CDHU, que entra como agente financeiro”, explicou Marcelo.</p>



<p>Segundo o titular da SDUH, tais parcerias podem e devem ser aprofundadas. “Podemos ampliar ainda mais essa parceria, se pudermos nos debruçar sobre esses mecanismos de financiamento, de forma que o mercado, que sabe construir habitação, faça seu papel, e que nós, o Estado, consigamos dar as garantias necessárias para que as famílias que precisam passem a ter acesso ao financiamento”, disse.</p>



<p>Marcelo Branco explicou, por fim, que essas estratégias de atendimento habitacional, complementares e sinérgicas, só são capazes de reduzir o déficit habitacional do Estado graças aos altos investimentos feitos na área da habitação por priorização do governador Tarcísio de Freitas. “Colocamos na SDUH mais de R$ 9 bilhões ao longo desses mais de três anos de mandato, valor equivalente ao total investido nos oito anos e meio anteriores. O Estado de São Paulo sempre teve uma tradição muito grande na habitação de interesse social desde 1980, produzindo mais moradias do que os demais estados, até por conta de sua capacidade de investimento. O Tarcísio, porém, quando entrou, disse que queria muito mais do que isso”, explicou.</p>



<p>A política pública de habitação, segundo Branco, funciona, nesta gestão, como o primeiro pilar de outras políticas públicas. “Da habitação dependem a saúde, a qualidade da educação das crianças e a organização das famílias. Ela permite que as pessoas tenham um local de descanso e segurança ao final do dia, o que beneficia toda a sociedade”, pontuou.</p>



<p>A partir desse entendimento, o Plano de Governo foi desenhado e tem sido cumprido. “O governador praticamente triplicou os investimentos em habitação, para que a gente tivesse condições de alcançar o maior número de famílias. Nosso plano de produzir 200 mil habitações é extremamente audacioso e só pode ser cumprido com essa parceria entre o Estado, as empresas e a Caixa Econômica Federal. A soma desses esforços é que nos traz a possibilidade de cumprir essa meta”, concluiu.</p>



<p>Por Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação</p>



<p><a href="https://www.habitacao.sp.gov.br/habitacao/noticias/sduh-apresenta-dinamica-de-atendimento-habitacional-do-governo-de-sao-paulo-em-encontro-com-representantes-do-mercado-imobiliario/!ut/p/z1/1VJNT8MwDP0tO-xopWu7rj2OAkOIgTT22cvkpmkbtCRdmw3Gr8cFxgVtEuKAyCWO9ZxnPz-WsCVLNO5lgVYajRt6r5Jg7YSB73ojx4umk9gJZmEvnvavnTgesMUH4MQZOiw5Xe_PfTZnCUsqLjO2Cjw_xzwNIIvyHvgRRVHq-uDlURahCAbY4y2aa1vZkq1KTKVFjmbNjbZC267zleo62ljJJTZdp8l2JWBVi4YwCJnUqCSnQABSWSYV5Q181r7PDZmBwuxFrU0La9BAhbuNAaFA6JauNsCNgloc_6UOmrZMiZoj3VKZVG4k1tIcRTqtYnJew0U79nnIiigGpyhcz2eLvRTPbKZNrWivjz-U_eYbQ-_q4ZIYpoPLu-GEWuj_kuH2nFNajciK8mm7TYbkgHbfL5Yt_48FqHu3HsfjgkRBW4LUOSX_vq9KzVToHUC_XtzDKE7Dg7cphp3OG05Bzgg!/dz/d5/L2dBISEvZ0FBIS9nQSEh/?urile=wcm%3Apath%3A%2Fwcm%2Fconnect%2Fhabitacao_content%2Fhabitacao%2Fnoticias%2Fsduh-apresenta-dinamica-de-atendimento-habitacional-do-governo-de-sao-paulo-em-encontro-com-representantes-do-mercado-imobiliario">Notícias</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="565" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/55356755498_d9927b45c4_c.jpg" alt="" class="wp-image-34021" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/55356755498_d9927b45c4_c.jpg 800w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/55356755498_d9927b45c4_c-300x212.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/55356755498_d9927b45c4_c-768x542.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>
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		<title>Industrializar a construção civil é o próximo passo do Minha Casa, Minha Vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:38:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Em evento da Abrainc, ministro Vladimir Lima defende padronização e desburocratização para ampliar a produção de moradias no país Para alavancar a produção de moradias no Brasil e atacar o deficit habitacional brasileiro, é fundamental industrializar a construção civil. A avaliação é do ministro das Cidades, Vladimir Lima, realizada durante sua participação no Summit da [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Em evento da Abrainc, ministro Vladimir Lima defende padronização e desburocratização para ampliar a produção de moradias no país</h5>



<p>Para alavancar a produção de moradias no Brasil e atacar o deficit habitacional brasileiro, é fundamental industrializar a construção civil. A avaliação é do ministro das Cidades, Vladimir Lima, realizada durante sua participação no Summit da Construção, promovido pela Associação Brasileira de Incorporadoras (Abrainc), em São Paulo, nesta quinta-feira (25).</p>



<p class=" ">&#8220;O Brasil vive o MELHOR MOMENTO DE SUA HISTÓRIA NA HABITAÇÃO. Temos demanda elevada, o Minha Casa, Minha Vida com disponibilidade de financiamento e o setor disposto a investir. Vamos aproveitar esse momento e alavancar as contratações, mas isso só será possível com a industrialização dos processos construtivos&#8221;, disse.</p>



<p class=" ">De acordo com o Ministro, já estão sendo promovidas mesas de conversas com indústrias e associações de prefeitos para, além de viabilizar os processos dentro das fábricas, padronizar os modelos de normativos municipais.</p>



<p class=" ">&#8220;Entendemos que as dificuldades do setor quando esbarram em códigos de obras diferentes. O Governo do Brasil está sensível a essa questão&#8221;, afirmou.</p>



<p class=" ">A padronização das construções pode reduzir de 15 a 20% de custos na obra, segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), Yorki Estefan.</p>



<p class=" "><strong>GT da DESBUROCRATIZAÇÃO &#8211;&nbsp;</strong>O Governo está fazendo sua parte para tornar o MCMV o indutor da transformação. O Ministério das Cidades criou o GRUPO DE TRABALHO DE DESBUROCRATIZAÇÃO, INDUSTRIALIZAÇÃO E INOVAÇÃO, com uma agenda robusta para promover tecnologia, &nbsp;ambiente regulatório seguro e padronizado, novas linhas de financiamento, modernização institucional e coordenação entre os atores envolvidos na produção habitacional.</p>



<p class=" ">&#8220;Temos tudo e muito mais para alavancar o Minha Casa, Minha Vida, gerando emprego e renda. O crédito habitacional representa 10% do PIB e temos a leitura de que isso vai avançar para 11% ate o final do ano&#8221;, destacou Lima.</p>



<p>Por Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades</p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2290">Industrializar a construção civil é o próximo passo do Minha Casa, Minha Vida — Ministério das Cidades</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="444" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/52133553-7d96-4511-99a2-74ab24b943ab.jpeg" alt="" class="wp-image-34018" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/52133553-7d96-4511-99a2-74ab24b943ab.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/52133553-7d96-4511-99a2-74ab24b943ab-300x173.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
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		<title>Decreto confirma suplementação de R$ 20 bilhões para o Minha Casa, Minha Vida</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/decreto-confirma-suplementacao-de-r-20-bilhoes-para-o-minha-casa-minha-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:44:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal publicou nesta segunda-feira (9), no Diário Oficial da União, decreto que formaliza a abertura de crédito suplementar de R$ 20 bilhões para o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A medida reforça os recursos destinados à habitação popular e dá continuidade ao processo de ampliação da capacidade de contratação de moradias em [&#8230;]]]></description>
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<p>O governo federal publicou nesta segunda-feira (9), no Diário Oficial da União, decreto que formaliza a abertura de crédito suplementar de R$ 20 bilhões para o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A medida reforça os recursos destinados à habitação popular e dá continuidade ao processo de ampliação da capacidade de contratação de moradias em todo o país.</p>



<p>O crédito faz parte de uma suplementação orçamentária autorizada pelo Ministério do Planejamento e Orçamento para diferentes áreas do governo federal. Do total liberado, a maior parte foi destinada ao Minha Casa, Minha Vida, principal programa habitacional do país. Além dos recursos para habitação, outros R$ 500 milhões foram direcionados para áreas como segurança pública, agropecuária e economia.</p>



<p>Para o vice-presidente de Habitação de Interesse Social da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Clausens Duarte, a publicação do decreto representa uma etapa importante para garantir a utilização dos recursos já anunciados pelo governo. “Na prática, essa é a confirmação formal de um recurso que já havia sido prometido e sinalizado anteriormente. O decreto oficializa essa suplementação fiscal e traz mais segurança para o planejamento do setor”, afirmou.</p>



<p>Segundo Duarte: “Os R$ 20 bilhões já eram esperados e fazem parte dos recursos que haviam sido anunciados anteriormente para fortalecer o programa, agora é empenhar os créditos e fazer o desembolso de acordo com a demanda financeira” explicou.</p>



<p>Por Agência Cbic</p>



<p><a href="https://cbic.org.br/decreto-confirma-suplementacao-de-r-20-bilhoes-para-o-minha-casa-minha-vida/">Decreto confirma suplementação de R$ 20 bilhões para o Minha Casa, Minha Vida &#8211; CBIC – Câmara Brasileira da Industria da Construção</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="654" height="484" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/mcmv.jpg" alt="" class="wp-image-34014" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/mcmv.jpg 654w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/mcmv-300x222.jpg 300w" sizes="(max-width: 654px) 100vw, 654px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Ministério das Cidades entrega primeiras moradias do Minha Casa, Minha Vida Rural para famílias ribeirinhas e amplia regularização fundiária no Pará</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/ministerio-das-cidades-entrega-primeiras-moradias-do-minha-casa-minha-vida-rural-para-familias-ribeirinhas-e-amplia-regularizacao-fundiaria-no-para/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:41:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
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		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[Primeiras unidades habitacionais da modalidade Rural foram entregues em Belém; moradores da capital e de Marituba também conquistam títulos de propriedade Belém (PA) – Pela primeira vez em muitos anos, a agricultora familiar Ângela Maria Soares dos Anjos, de 61 anos, poderá atravessar o período de marés altas sem o receio de ver a água [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Primeiras unidades habitacionais da modalidade Rural foram entregues em Belém; moradores da capital e de Marituba também conquistam títulos de propriedade</h5>



<p>Belém (PA) – Pela primeira vez em muitos anos, a agricultora familiar Ângela Maria Soares dos Anjos, de 61 anos, poderá atravessar o período de marés altas sem o receio de ver a água invadir sua casa. Moradora do Furo da Paciência, na Ilha do Combu, ela está entre as primeiras beneficiárias do Minha Casa, Minha Vida Rural na região insular de Belém. Nesta terça-feira (23), recebeu as chaves da nova moradia durante agenda do Ministério das Cidades no Pará.</p>



<p class=" ">Viúva, mãe de um filho e avó de dois netos, Ângela convivia com constantes alagamentos na antiga residência, que frequentemente causavam prejuízos ao danificar móveis e eletrodomésticos. Agora, passa a viver em uma das cinco primeiras unidades entregues pelo programa, que prevê a construção de 45 moradias para famílias ribeirinhas da comunidade.</p>



<p>A entrega marcou um momento histórico para a região e integrou uma agenda do Ministério das Cidades voltada à ampliação do acesso à moradia digna e à segurança jurídica da população paraense. Além das habitações, a programação incluiu a entrega simbólica de chaves e títulos de regularização fundiária para moradores de Belém e Marituba, durante cerimônia realizada na Universidade Federal do Pará (UFPA).</p>



<p class=" "><strong>Moradia adaptada à realidade amazônica</strong></p>



<p class=" ">As cinco unidades habitacionais entregues fazem parte de um empreendimento que recebeu investimento de R$ 3,375 milhões. O projeto integra o Sua Casa COP30 Sustentável, desenvolvido em parceria com a Companhia de Habitação do Pará (Cohab).</p>



<p class=" ">As moradias foram projetadas para atender às características das comunidades amazônicas e contam com soluções sustentáveis, como captação de água da chuva, energia solar, hortas verticais, biodigestores e alvenaria ecológica produzida a partir de resíduos do açaí. O projeto também prevê espaços destinados à geração de emprego e renda para as famílias beneficiadas.</p>



<p class=" ">Durante a visita à Ilha do Combu, o ministro das Cidades, Vladimir Lima, destacou que o objetivo da política habitacional é transformar a vida das pessoas.</p>



<p class=" ">“Mais do que qualidade de vida, estamos falando de dignidade. Só a dona Ângela sabe tudo o que enfrentou ao longo dos anos. É para mudar essa realidade que trabalhamos todos os dias”, afirmou.</p>



<p class=" ">O ministro também ressaltou os resultados alcançados pelo Minha Casa, Minha Vida desde a retomada do programa pelo Governo Federal.</p>



<p>“Hoje temos mais de 2,4 milhões de moradias contratadas em todo o Brasil. A meta inicial era de 2 milhões de unidades e já foi superada com antecedência. Até o final do ano, vamos alcançar a marca de 3 milhões de moradias contratadas”, acrescentou.</p>



<p class=" ">Presente na agenda, o ex-ministro das Cidades Jader Filho destacou a importância de adaptar as políticas públicas às especificidades da Amazônia.</p>



<p class=" ">“Quando as pessoas pensam no Minha Casa, Minha Vida, normalmente pensam em casas de tijolo e concreto. Aqui estamos vendo uma moradia de qualidade, adequada à forma como os ribeirinhos da Amazônia vivem”, afirmou.</p>



<p class=" "><strong>Segurança jurídica para milhares de famílias</strong></p>



<p class=" ">Após a agenda na Ilha do Combu, o ministro das Cidades participou da entrega simbólica de chaves e títulos de regularização fundiária para famílias de Belém e Marituba.</p>



<p class=" ">Entre os beneficiados estava o comerciante Denival de Oliveira Loureiro, que aguardava havia 12 anos pela documentação definitiva do imóvel. A aposentada Maria Rosa Morgado Pena, moradora do bairro da Terra Firme, também celebrou a conquista após iniciar o processo de solicitação do título em 2010.</p>



<p class=" ">Durante a cerimônia, a reitora da Universidade Federal do Pará, Loiane Prado, destacou o papel social da instituição e a importância das ações voltadas à população.</p>



<p class=" ">Segundo ela, uma universidade só cumpre plenamente sua missão quando está a serviço da sociedade, contribuindo para processos de transformação social capazes de impactar diretamente a vida das pessoas.</p>



<p class=" ">O prefeito de Belém, Igor Normando, ressaltou a parceria entre o município e o Ministério das Cidades para ampliar a regularização fundiária na capital paraense e afirmou que a cidade se prepara para realizar a maior entrega de títulos de propriedade de sua história, beneficiando mais de 30 mil famílias.</p>



<p class=" ">Já a prefeita de Marituba, Patrícia Alencar, destacou os avanços alcançados pelo município por meio das ações desenvolvidas em parceria com o Governo Federal, especialmente nas áreas voltadas à melhoria da qualidade de vida da população.</p>



<p class=" "><strong>Investimentos históricos em regularização fundiária</strong></p>



<p class=" ">O ministro Vladimir Lima ressaltou que a regularização fundiária garante segurança jurídica às famílias e amplia o acesso a direitos e serviços públicos.</p>



<p class=" ">“É uma importante política pública porque leva segurança jurídica para as famílias. Ela garante a propriedade e cria condições para que as pessoas tenham acesso a serviços, equipamentos sociais e outras oportunidades”, afirmou.</p>



<p class=" ">Segundo o ministro, mais de R$ 100 milhões já foram destinados pelo Governo Federal para ações de regularização fundiária no Pará, beneficiando mais de 70 mil famílias em todo o estado.</p>



<p class=" ">“O Pará é hoje o estado mais beneficiado do país por essa política. Somente em Belém, cerca de 43 mil famílias serão contempladas com a regularização de suas propriedades”, destacou.</p>



<p class=" ">Jader Filho também ressaltou que Belém será a cidade brasileira que mais receberá investimentos em regularização fundiária, com ações previstas em cerca de 13 bairros da capital paraense.</p>



<p class=" ">A agenda ocorreu poucos dias após o anúncio da seleção de 8.125 novas moradias do Minha Casa, Minha Vida para o Pará. Do total, 6.320 unidades foram destinadas à modalidade Rural, alcançando 86 municípios paraenses, enquanto outras 1.805 unidades foram selecionadas na modalidade Entidades. A expectativa do Ministério das Cidades é encerrar o ano com a marca de 3 milhões de moradias contratadas em todo o país.</p>



<p>Por Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades</p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2281">Ministério das Cidades entrega primeiras moradias do Minha Casa, Minha Vida Rural para famílias ribeirinhas e amplia regularização fundiária no Pará — Ministério das Cidades</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="444" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/d15b1f24-2939-4e8a-967c-1635e2bf0356.jpeg" alt="" class="wp-image-34011" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/d15b1f24-2939-4e8a-967c-1635e2bf0356.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/d15b1f24-2939-4e8a-967c-1635e2bf0356-300x173.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Empresas de médio padrão se voltam à habitação popular, atraídas pelo Minha Casa, Minha Vida</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/empresas-de-medio-padrao-se-voltam-a-habitacao-popular-atraidas-pelo-minha-casa-minha-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 11:49:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa, hoje, atende a famílias com renda de até R$ 13 mil ao mês, com imóveis que custam até R$ 600 mil O programa&#160;Minha Casa, Minha Vida (MCMV)&#160;continua ganhando participação entre lançamentos imobiliários e vendas de unidades novas. Pesquisa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), feita com 221 cidades, aponta que metade dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Programa, hoje, atende a famílias com renda de até R$ 13 mil ao mês, com imóveis que custam até R$ 600 mil</h5>



<p>O programa&nbsp;<strong>Minha Casa, Minha Vida (MCMV)</strong>&nbsp;continua ganhando participação entre lançamentos imobiliários e vendas de unidades novas. Pesquisa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), feita com 221 cidades, aponta que metade dos lançamentos e das vendas no primeiro trimestre ocorreu no programa, e a diretoria da entidade estima que a proporção em todo o país é maior, de cerca de 65%.</p>



<p>Por isso, empresas do setor que não tinham foco nesse segmento já se movimentam. A imobiliária Lopes, que tradicionalmente atende o público de médio e médio-alto padrão, criou uma área específica para a comercialização de imóveis do MCMV, a Lopes Econômico. &nbsp;</p>



<p>Cyro Naufel, diretor de relações com investidores da Lopes, lembra que a parcela de lançamentos de médio e alto padrão em São Paulo, principal mercado da empresa, caiu de 81%, em 2016, para 38%, em 2025. “Como empresa intermediadora, a Lopes sempre foi atenta a esse movimento e aceleramos a criação [da nova área]”, afirma Naufel.</p>



<p>O próprio segmento de imóveis do MCMV não é mais apenas para o público de baixa renda, ressalta. O programa, hoje, atende a famílias com renda de até R$ 13 mil ao mês, com imóveis que custam até R$ 600 mil.</p>



<p>“Essa é uma classe média hoje, que é o ponto forte da Lopes”, diz o diretor, ressaltando que essa camada de clientes estava “desatendida”, com dificuldade de acessar o financiamento imobiliário tradicional. No MCMV, as taxas são menores, de 4% a 10,5% ao ano.</p>



<p>A incorporadora REM, que também é tradicional de médio padrão, lança neste mês seu primeiro residencial no programa, o&nbsp;<strong>Vista Alto Pinheiros,</strong>&nbsp;na zona oeste de São Paulo. Serão 580 unidades, de 25 a 33 metros quadrados.</p>



<p>Para isso, criou uma nova marca, a&nbsp;<strong>Vér</strong>. Rodrigo Mauro, CEO da empresa, explica que a companhia será investidora do projeto, feito em parceria com a incorporadora&nbsp;<strong>Vinx,&nbsp;</strong>especializada no MCMV e responsável pela obra. “Somos muito pé no chão, vamos devagar para conhecer o mercado, acreditamos muito no econômico”, afirma Mauro.</p>



<p>Para construir no MCMV, com financiamento da C<strong>aixa Econômica Federal,</strong>&nbsp;é preciso ter a habilitação&nbsp;<strong>Geric (Gerenciamento de Risco de Crédito),</strong>&nbsp;que a REM ainda não possui. O plano da empresa é, depois desse projeto, conseguir o documento e futuramente se lançar sozinha no programa. “Temos terreno grande no Jaguaré, de 7 mil metros quadrados, que começamos estudos para fazer MCMV também”, conta. Ali, a ideia seria lançar daqui a pelo menos dois anos, com estrutura própria da REM.</p>



<p>O terreno do prédio com a Vinx já era da REM, que iria fazer ali um residencial de alto padrão, com apartamentos de 100 metros quadrados. Já tinha estande montado quando concluíram que a viabilidade financeira estava comprometida. “A rua [do empreendimento] pega 20% menos valor do que outras do<strong>&nbsp;Alto de Pinheiros,</strong>&nbsp;porque é uma via de movimento, de passagem”, diz Mauro, e a conta não fechou. Mudar o projeto para o MCMV foi a saída encontrada pela incorporadora.</p>



<p>Comercializar uma unidade do programa exige treinamento específico do corretor, afirma Naufel, da Lopes, o que explica a necessidade de criar uma área voltada para esses projetos. A Lopes Econômico tem um espaço próprio para venda, em Pinheiros, com cerca de 50 corretores. A meta é chegar a 200 profissionais, diz o executivo.</p>



<p>A avaliação é que há muita demanda pelos imóveis do programa, mas é preciso que a renda do cliente se encaixe nos requisitos, o que exige um foco na análise de crédito.</p>



<p>Em São Paulo, os imóveis do MCMV também estão, em sua maioria, nas faixas de incentivo da prefeitura para habitação de interesse social (HIS) ou de mercado econômico (HMP), que possuem regras próprias para a comercialização, e o corretor precisa ser treinado para explicá-las e adequar os compradores.</p>



<p>Por exemplo: há limites de renda familiar, de até R$ 9,7 mil para HIS e R$ 16,2 mil para HMP, limites de preço da unidade — que não os mesmos do MCMV — e o imóvel só pode servir de moradia para famílias enquadradas. Também é proibido fazer locação de curta temporada.</p>



<p>Atualmente, com um aumento da fiscalização sobre esse tipo de projeto, já há casos de compradores alegando que não foram informados sobre as restrições, seja pela incorporadora ou pela imobiliária, e pedindo distrato.</p>



<p>“Temos preocupação tremenda [com isso], justamente porque o primeiro argumento vai ser ‘o corretor não me contou’”, afirma Naufel. O objetivo é “deixar as informações absolutamente claras para a pessoa que está fazendo a tratativa e evitar problemas depois”.</p>



<p>A companhia está trabalhando com incorporadoras de pequeno e médio porte, algumas estreando no segmento econômico. O foco está nas faixas 3 e 4 do programa. É o mesmo segmento almejado pela REM em seu projeto.</p>



<p>Segundo Naufel, a Lopes Econômico tem condições de responder por 20% a 25% do valor vendido pela empresa, a partir de 2027. Listada em bolsa, a Lopes intermediou R$ 12,9 bilhões em vendas em 2025, queda de 6% sobre 2024. O primeiro trimestre de 2026 apresentou queda de 10% em relação ao início do ano passado, com R$ 2,5 bilhões.</p>



<p>A imobiliária segue com a atuação na renda média e, no ano passado, criou uma área voltada para o segmento de alto padrão, a&nbsp;<strong>Luxury Properties Selection (LPS).</strong></p>



<p>A REM, que se lançou no segmento de luxo em 2025 com o projeto Altitude Jardins por Artefacto, também não desistiu dos imóveis de médio padrão: terá dois empreendimentos do tipo em 2026.</p>



<p>Um deles marca a sua estreia no interior de São Paulo, em Jundiaí (SP). O empreendimento é feito em parceria com a construtora local Marino. Mauro conta que a companhia estuda outro terreno para lançar na cidade e também olha áreas em Campinas</p>



<p>O terceiro projeto do ano será em Perdizes. Ali, 80% das unidades terão 55 metros quadrados e 20% terão 70 metros quadrados — menores do que aquelas que a empresa pretendia lançar no Alto de Pinheiros. “Reduzimos para que o imóvel fique abaixo de R$ 1 milhão”, afirma o CEO, para tentar atender a capacidade de compra da classe média.</p>



<p>Por Ana Luiza Tieghi</p>



<p><a href="https://valor.globo.com/google/amp/empresas/noticia/2026/06/17/empresas-de-medio-padrao-se-voltam-a-habitacao-popular-atraidas-pelo-minha-casa-minha-vida.ghtml">Empresas de médio padrão se voltam à habitação popular, atraídas pelo Minha Casa, Minha Vida | Empresas | Valor Econômico</a></p>



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		<title>Governo de Minas entrega títulos de regularização fundiária em Conselheiro Pena, no Vale do Rio Doce</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 11:44:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Medida garante segurança jurídica aos beneficiários, além de possibilitar acesso a crédito e financiamento, valorização dos imóveis e direito de herança O governador Mateus Simões participou, nesta quarta-feira (17/6), da entrega de cem títulos de regularização fundiária que vão beneficiar cerca de 300 moradores de Conselheiro Pena, no Vale do Rio Doce. A ação do&#160;Governo [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading"><strong>Medida garante segurança jurídica aos beneficiários, além de possibilitar acesso a crédito e financiamento, valorização dos imóveis e direito de herança</strong></h5>



<p>O governador Mateus Simões participou, nesta quarta-feira (17/6), da entrega de cem títulos de regularização fundiária que vão beneficiar cerca de 300 moradores de Conselheiro Pena, no Vale do Rio Doce. A ação do&nbsp;<a href="https://www.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Governo de Minas</a>&nbsp;é realizada por meio da&nbsp;<a href="https://www.cohab.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Companhia Mineira de Habitação (Cohab Minas)</a>, em parceria com a&nbsp;<a href="https://desenvolvimento.mg.gov.br/inicio/noticias/noticia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG)</a>.</p>



<p>Os títulos correspondem a certidões de regularização dos imóveis e, com a conclusão do processo de Regularização Fundiária Urbana (Reurb) e a solução de pendências urbanísticas e cartoriais, passa a ser possível a emissão das escrituras definitivas para os moradores, após a quitação dos respectivos financiamentos.</p>



<p>&#8220;Os títulos de regularização fundiária são para garantir que a pessoa seja dona do imóvel dela. Isso é dignidade para o cidadão&#8221;, afirmou Mateus Simões.</p>



<p>&#8220;Agora, são três mudanças de vida para quem passa por esse processo: a primeira é pôr a cabeça no travesseiro tranquilo, sabendo que o seu imóvel ninguém toma. A segunda é o valor do imóvel, que valoriza na hora que tem documento. E a terceira é que você passa a poder usar fundo de garantia para fazer reforma, e em caso de venda, o imóvel pode até ser financiado&#8221;, explicou o governador de Minas Gerais.&nbsp;</p>



<p>A medida possui caráter social e garante segurança jurídica aos beneficiários. Já a regularização é realizada sem custos para as famílias beneficiadas e todo o processo é conduzido por equipes técnicas especializadas e executado com estrutura própria da Cohab Minas, sem geração de despesas adicionais ao Estado.</p>



<p><strong>Balanço</strong></p>



<p>Desde 2019, o Governo de Minas já entregou mais de 10 mil títulos de regularização fundiária urbana, reforçando o compromisso com a promoção da moradia digna.</p>



<p>Para este ano, a meta é regularizar mais mil unidades habitacionais em conjuntos da Cohab Minas em todo o estado. Também está prevista a regularização de núcleos informais em dezenas de municípios, somando cerca de 30 mil unidades nos próximos dois anos.&nbsp;</p>



<p><strong>Governo Presente</strong></p>



<p>A entrega dos títulos em Conselheiro Pena faz parte da programação de transferência provisória da capital de Minas Gerais para Governador Valadares, dentro da iniciativa&nbsp;<a href="https://comunicacao.mg.gov.br/programa-governo-presente" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Governo Presente</a>, que tem como objetivo reconhecer a importância e valorizar cada uma das regiões mineiras, além de possibilitar ao governador conhecer ainda mais de perto as demandas dos moradores locais, incluindo os municípios ao redor de cada capital provisória.</p>



<p>Com isso, o Governo de Minas pretende destacar o papel estratégico desempenhado pelos municípios mineiros no fortalecimento das políticas públicas, na descentralização administrativa e na promoção do desenvolvimento regional.</p>



<p>Por Secretaria de Desenvolvimento Econômico</p>



<p><a href="https://desenvolvimento.mg.gov.br/inicio/noticias/noticia/3459/governo-de-minas-entrega-titulos-de-regularizacao-fundiaria-em-conselheiro-pena,-no-vale-do-rio-doce">SEDE &#8211; SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="597" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Imagem_2_18-06-2026-1024x597.jpg" alt="" class="wp-image-33995" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Imagem_2_18-06-2026-1024x597.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Imagem_2_18-06-2026-300x175.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Imagem_2_18-06-2026-768x448.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Imagem_2_18-06-2026.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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