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	<title>Habitação &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
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	<title>Habitação &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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		<title>CDHU investe R$ 3,4 bilhões e impulsiona habitação em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:31:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com investimentos de R$ 3,4 bilhões, a CDHU divulga relatório de 2025 focado em sustentabilidade financeira e geração de empregos A&#160;Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano&#160;(CDHU) divulgou neste mês de junho o seu&#160;Relatório Anual de Sustentabilidade 2025. O balanço oficial detalha os impactos econômicos, sociais e urbanos da política habitacional desenvolvida pela companhia em diferentes [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Com investimentos de R$ 3,4 bilhões, a CDHU divulga relatório de 2025 focado em sustentabilidade financeira e geração de empregos</h5>



<p>A&nbsp;<strong>Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano&nbsp;</strong>(<a href="https://wp.abcdoabc.com.br/cdhu-inscricoes-encerra-nesta-quarta-sorteio/]"><strong>CDHU</strong></a>) divulgou neste mês de junho o seu&nbsp;<strong>Relatório Anual de Sustentabilidade 2025</strong>. O balanço oficial detalha os impactos econômicos, sociais e urbanos da política habitacional desenvolvida pela companhia em diferentes regiões paulistas.</p>



<p>Os dados consolidados revelam que o volume total de aportes no setor atingiu a marca de R$ 3,4 bilhões ao longo do ano passado. Esse montante foi responsável por movimentar a cadeia produtiva da construção civil e expandir o acesso à moradia popular em larga escala.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Geração de empregos e desenvolvimento regional</h2>



<p>De acordo com o relatório da&nbsp;<strong>CDHU</strong>, a injeção bilionária de recursos causou um efeito multiplicador na economia do&nbsp;<a href="https://www.sp.gov.br/sp" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Estado de São Paulo</strong></a>. Estimativas baseadas na Matriz de Insumo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e em indicadores da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apontam que cada R$ 1 milhão investido na construção civil gera, em média, 18,31 postos de trabalho.</p>



<p>Diante dessa métrica, a atuação da&nbsp;<strong>CDHU</strong>&nbsp;em 2025 resultou na estimativa de 61,3 mil empregos gerados em todo o território paulista. O indicador abrange vagas de emprego diretas, indiretas e induzidas pelo setor habitacional.</p>



<p><em>“O impacto é especialmente percebido em municípios de pequeno e médio porte, onde a implantação de empreendimentos habitacionais contribui para o aumento da renda local, o fortalecimento do comércio e a movimentação de serviços”,</em>&nbsp;aponta o documento da companhia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Continuidade e capilaridade do atendimento</strong></h3>



<p>Atualmente, a&nbsp;<strong>CDHU</strong>&nbsp;já atendeu 631 dos 645 municípios paulistas. O índice representa uma cobertura de 98% do estado de São Paulo. O modelo de atuação é sustentado pela continuidade dos investimentos em habitação com recursos vindos diretamente do Tesouro Estadual.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sustentabilidade financeira e carteira de financiamentos</strong></h2>



<p>Além do aporte público direto, a CDHU mantém uma capacidade própria de reinvestimento no mercado. A companhia arrecada mais de R$ 1 bilhão por ano por meio de sua carteira de financiamentos habitacionais. Esse resultado ocorre mesmo com o perfil do público majoritário sendo composto por famílias com renda de até três salários mínimos.</p>



<p>Em dezembro de 2025, o balanço apontava que cerca de 104 mil contratos ativos da&nbsp;<strong>CDHU</strong>&nbsp;contavam com subsídios aplicados às condições de financiamento. A medida reduz o valor das prestações mensais para os mutuários atendidos.</p>



<p>O modelo financeiro reúne, além do Tesouro Estadual, recursos do Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social (FPHIS). Nas operações de Carta de Crédito Associativo (CCA), o repasse voltado às despesas operacionais da&nbsp;<strong>CDHU</strong>&nbsp;gerou receita acumulada de R$ 83,5 milhões até dezembro de 2025, garantindo o retorno de verbas para novos projetos no estado.</p>



<p>Por Gabriel de Jesus &#8211; SDUH/CDHU</p>



<p><a href="https://www.abcdoabc.com.br/cdhu-investe-3-4-bilhoes-habitacao-em-sp#abre">CDHU investe R$ 3,4 bilhões e impulsiona habitação em SP</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="799" height="533" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/cdhu-empregos-1.jpg" alt="" class="wp-image-33978" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/cdhu-empregos-1.jpg 799w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/cdhu-empregos-1-300x200.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/cdhu-empregos-1-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></figure>



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		<title>CHIS debate financiamento habitacional, sustentabilidade do FGTS e ampliação da produção de moradias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:28:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Habitação de Interesse Social (CHIS) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) realizou, nesta quinta-feira (11), reunião na sede da entidade, em Brasília, para discutir temas estratégicos relacionados ao financiamento habitacional, à sustentabilidade das fontes de recursos para o setor e aos desafios para ampliar a produção de moradias no país. [&#8230;]]]></description>
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<p>A Comissão de Habitação de Interesse Social (CHIS) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) realizou, nesta quinta-feira (11), reunião na sede da entidade, em Brasília, para discutir temas estratégicos relacionados ao financiamento habitacional, à sustentabilidade das fontes de recursos para o setor e aos desafios para ampliar a produção de moradias no país. Entre os assuntos debatidos estiveram o orçamento do FGTS, o Fundo Social do Pré-Sal, o acesso ao crédito habitacional e o avanço de projetos voltados à habitação de interesse social.</p>



<p>Na reunião, o presidente da CBIC, Renato Correia, destacou a importância da atuação conjunta entre os diversos agentes envolvidos na política habitacional brasileira e agradeceu o trabalho desenvolvido pela comissão ao longo de sua gestão. “Quem precisa de casa, as empresas, a Caixa, acho que é um aprendizado que a colaboração é melhor do que qualquer competição. Colaboração traz muito resultado”, afirmou.</p>



<p>Durante o encontro, José Urbano Duarte, conselheiro consultivo no mercado imobiliário e ex-vice-presidente de Habitação da CBIC, destacou a evolução do crédito imobiliário nas últimas décadas e a necessidade de atenção às novas fontes de recursos para o setor. “O crédito imobiliário representa hoje cerca de 11% do PIB e cresceu quase oito vezes desde 2008. Muita coisa mudou nesse período e precisamos estar atentos. O Minha Casa, Minha Vida está na sua melhor fase, mas precisamos fazer o dever de casa em relação ao Fundo Social para não corrermos o risco de enfrentar cortes e perder previsibilidade”, afirmou.</p>



<p>A sustentabilidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) também esteve no centro dos debates. A consultora técnica da CBIC, Maria Henriqueta Arantes Ferreira Alves, apresentou os impactos recentes de medidas que afetam o caixa do fundo e alertou para a redução dos recursos disponíveis para investimentos habitacionais. “Antes estávamos olhando para um orçamento de R$ 183 bilhões e agora estamos falando de R$ 156 bilhões. Vamos trabalhar para que esse valor seja mantido. O saque-aniversário já retirou R$ 14,9 bilhões do FGTS em 2026 e outras medidas, como o Desenrola, também produziram impactos relevantes que serão sentidos nos próximos anos”, explicou.</p>



<p><strong>Evolução das contratações e diálogo com o governo</strong></p>



<p>Durante o encontro, o presidente da CHIS, Clausens Duarte chamou atenção para a necessidade de acelerar a evolução das análises e a publicação de portarias relacionadas aos empreendimentos enquadrados na Portaria 488. “Hoje, o volume frente à nossa meta ainda está aquém do que gostaríamos”, afirmou.</p>



<p>Representando a Secretaria Nacional de Habitação (SNH), Fabrício Lebeis destacou o diálogo permanente entre governo, setor produtivo e agentes financeiros para o aprimoramento das políticas habitacionais. “O ministério sempre esteve aberto a dialogar, receber, analisar e construir conjuntamente”, afirmou.</p>



<p>Lebeis também informou que as propostas apresentadas pela CBIC durante o Encontro Internacional da Indústria da Construção (ENIC) estão sendo analisadas pelo governo federal. “O diálogo sempre está aberto. Tem coisas que não são de imediato, mas há temas que podem avançar em um horizonte de curto prazo”, disse.</p>



<p><strong>Desafios do financiamento habitacional</strong></p>



<p>Representando a Caixa Econômica Federal, o diretor executivo de Habitação, Roberto Carlos Ceratto, ressaltou a importância da parceria institucional construída ao longo dos últimos anos entre a instituição financeira e a indústria da construção. “Sempre tivemos proximidade e um diálogo verdadeiro, cada um respeitando suas limitações e entendendo também o papel do outro”, afirmou.</p>



<p>Ceratto também destacou desafios relacionados ao cenário econômico, ao endividamento das famílias e à sustentabilidade das operações de crédito habitacional. “Nesse cenário, o endividamento das famílias tem crescido de forma expressiva. É sinal de que precisamos ser bastante cuidadosos com isso”, observou.</p>



<p><strong>Agenda da comissão</strong></p>



<p>Além dos temas ligados ao financiamento e à contratação de unidades habitacionais, a reunião abordou questões relacionadas ao Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), incluindo reajustes de contratos, impactos dos custos de materiais e mão de obra, além da evolução das análises técnicas dos projetos.</p>



<p>Os participantes também discutiram iniciativas voltadas à locação acessível, incluindo propostas inspiradas no modelo multifamily, tema que vem sendo acompanhado pela comissão como alternativa para ampliar a oferta habitacional no país.</p>



<p>Ao longo do dia, Luis Henrique Cidade, responsável pelas Relações Institucionais e Governamentais da CBIC, apresentou uma atualização sobre a tramitação de projetos de interesse do setor no Congresso Nacional, entre eles o PL 5.228/2019 e a proposta de redução da jornada de trabalho. Já o economista e assessor técnico especializado das comissões CII e CHIS da CBIC, Luis Fernando Mendes, trouxe um panorama do mercado imobiliário e das perspectivas para a habitação.</p>



<p>Por Agência Cbic</p>



<p><a href="https://cbic.org.br/chis-debate-financiamento-habitacional-sustentabilidade-do-fgts-e-ampliacao-da-producao-de-moradias/">CHIS debate financiamento habitacional, sustentabilidade do FGTS e ampliação da produção de moradias &#8211; CBIC – Câmara Brasileira da Industria da Construção</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="575" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/55329501509c15cff5f90o-scaled-1-1024x575.jpg" alt="" class="wp-image-33975" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/55329501509c15cff5f90o-scaled-1-1024x575.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/55329501509c15cff5f90o-scaled-1-300x168.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/55329501509c15cff5f90o-scaled-1-768x431.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/55329501509c15cff5f90o-scaled-1-1536x862.jpg 1536w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/55329501509c15cff5f90o-scaled-1-2048x1150.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Ministério das Cidades assina regularização fundiária em terrenos da União para 31 municípios</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/ministerio-das-cidades-assina-regularizacao-fundiaria-em-terrenos-da-uniao-para-31-municipios/</link>
		
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:26:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ação beneficia cerca de 100 mil famílias, com R$ 138 milhões em investimentos federais, no âmbito do PAC Periferia Viva O Ministério das Cidades assinou, nesta quinta-feira (11), no Palácio do Planalto, em Brasília, termo simbólico de compromisso para regularização fundiária e destinação de áreas da União no âmbito do PAC Periferia Viva. A assinatura [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Ação beneficia cerca de 100 mil famílias, com R$ 138 milhões em investimentos federais, no âmbito do PAC Periferia Viva</h5>



<p>O Ministério das Cidades assinou, nesta quinta-feira (11), no Palácio do Planalto, em Brasília, termo simbólico de compromisso para regularização fundiária e destinação de áreas da União no âmbito do PAC Periferia Viva. A assinatura ocorreu durante a cerimônia de entregas do programa Imóvel da Gente, coordenado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).</p>



<p>O ato contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro das Cidades, Vladimir Lima, da ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, do ministro da Fazenda, Dario Durigan, do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, e do presidente da Caixa, Carlos Vieira.</p>



<p>Durante a cerimônia, foi realizada a assinatura do termo de compromisso do PAC Periferia Viva para regularização fundiária e destinação de área da União à Prefeitura de Monte Santo do Tocantins. A iniciativa beneficia 2.521 famílias do municípios e representa os demais 31 municípios que assinam termos de compromisso no âmbito da parceria entre o PAC Periferia Viva e o programa Imóvel da Gente.</p>



<p>Com os 31 novos contratos, serão atendidas cerca de 100 mil famílias, em 17 estados, com investimento de R$ 138 milhões em recursos federais. Os recursos vão apoiar as prefeituras no processo de regularização das áreas e transferência da titularidade dos imóveis às famílias beneficiadas. Outros 14 contratos de regularização fundiária já estão em execução, e outras propostas poderão se tornar aptas para contratação após a resolução de pendências, totalizando 51 propostas no âmbito do Novo PAC Áreas da União.</p>



<p>Para o ministro das Cidades, Vladimir Lima, a iniciativa integra uma visão mais ampla de política urbana, que articula moradia, regularização fundiária, infraestrutura e melhoria das condições de vida nos territórios.</p>



<p>“Uma família precisa da casa, mas também precisa do bairro. Precisa do documento da terra, mas também precisa de infraestrutura. Precisa da chave, mas também precisa de transporte, escola, saúde, praça, biblioteca, saneamento e oportunidade”, afirmou. “Assim vamos reaproveitar imóveis públicos bem localizados,&nbsp; em áreas urbanas consolidadas, perto de transporte, infraestrutura e serviços.”</p>



<p>O ministro também destacou a cessão de seis edifícios da União pelo programa Imóvel da Gente para produção habitacional pelo Minha Casa, Minha Vida – Entidades. Os seis prédios são oriundos do INSS e localizados em quatro estados: Alagoas, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. A previsão é transformar esses imóveis em cerca de 900 moradias para famílias, com recursos do Fundo de Desenvolvimento Social. A divulgação do resultado da seleção das entidades está prevista para esta sexta-feira (12).</p>



<p>A agenda marca uma nova etapa da parceria entre o Ministério das Cidades e o MGI, por meio da Secretaria Nacional de Periferias e da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), para transformar imóveis e terrenos da União em instrumentos de política pública, com foco em moradia digna, regularização fundiária e inclusão urbana.</p>



<p>Segundo o ministro, os diferentes programas do Governo do Brasil atuam de forma complementar para enfrentar os desafios das cidades brasileiras.</p>



<p>“Por mais que alguns programas sejam separados por diferentes nomes, como PAC, Minha Casa, Minha Vida e Imóvel da Gente, ou, por vezes, até administrados em ministérios distintos, no final, o que estamos todos fazendo é melhorar a vida dos brasileiros”, disse.</p>



<p>Além da assinatura dos contratos e do balanço do programa Imóvel da Gente, os ministros da Fazenda, do MGI e o presidente da Caixa assinaram termo para a criação do fundo de investimento imobiliário “Imóveis da União”. O fundo visa a aprimorar a gestão do patrimônio imobiliário, a promover a qualificação de imóveis públicos para atender à administração federal e reduzir as despesas da União com aluguéis.</p>



<p>Por Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades</p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2245">Ministério das Cidades assina regularização fundiária em terrenos da União para 31 municípios — Ministério das Cidades</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="768" height="444" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/707953bf-0392-4eef-9e34-64c2c04ed115.jpeg" alt="" class="wp-image-33972" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/707953bf-0392-4eef-9e34-64c2c04ed115.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/707953bf-0392-4eef-9e34-64c2c04ed115-300x173.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
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		<item>
		<title>Governo de Minas amplia regularização fundiária em municípios do Sudoeste do estado</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/governo-de-minas-amplia-regularizacao-fundiaria-em-municipios-do-sudoeste-do-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 14:11:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Acordos com Campo do Meio, Capitólio e São Tomás de Aquino foram assinados durante solenidade do Governo Presente em Passos O Governo de Minas&#160;, por meio da&#160;Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG)&#160;e da&#160;Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (Cohab Minas)&#160;, realizou, nesta terça-feira (9/6), a assinatura simbólica de Acordos de Cooperação Técnica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Acordos com Campo do Meio, Capitólio e São Tomás de Aquino foram assinados durante solenidade do Governo Presente em Passos</h5>



<p>O <a target="_blank" href="https://www.mg.gov.br/" rel="noreferrer noopener">Governo de Minas</a>&nbsp;, por meio da&nbsp;<a target="_blank" href="https://desenvolvimento.mg.gov.br/" rel="noreferrer noopener">Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG)</a>&nbsp;e da&nbsp;<a target="_blank" href="https://www.cohab.mg.gov.br/" rel="noreferrer noopener">Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (Cohab Minas)</a>&nbsp;, realizou, nesta terça-feira (9/6), a assinatura simbólica de Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) com os municípios de Campo do Meio, Capitólio e São Tomás de Aquino.</p>



<p>A assinatura ocorreu durante a transferência simbólica da capital do Estado para Passos, com a presença do governador Mateus Simões.</p>



<p>Os acordos têm como objetivo a implementação de ações integradas de regularização fundiária urbana e de fomento à habitação de interesse social. Com a medida, está prevista a emissão de 900 títulos de imóveis nos municípios, beneficiando cerca de 2,7 mil moradores.</p>



<p>Para a execução das ações, o investimento do Governo de Minas supera R$ 2,3 milhões. O ACT, no entanto, não prevê repasse direto de recursos financeiros às prefeituras, sendo o valor destinado exclusivamente à prestação de serviços técnicos especializados contratados pela Sede-MG junto à Cohab Minas para condução das ações de Reurb.</p>



<p>&#8220;É mais de R$ 1 milhão que nós estamos colocando nesse ACT, vindo do pacto da repactuação de Mariana, para garantir que, em cada uma dessas três cidades, 300 famílias que não tinham propriedade do imóvel onde elas moram&nbsp;passem a ter”, disse o governador Mateus Simões.</p>



<p>“Então, são 900 famílias que serão beneficiadas só aqui nestas três cidades, o que significa 2,5 mil pessoas que vão ter a sua vida transformada por esse projeto&#8221;, acrescentou o chefe do Executivo mineiro.</p>



<p><strong>Nova etapa de regularização fundiária</strong></p>



<p>A iniciativa integra o Minas Reurb, programa coordenado pela Sede-MG voltado à promoção da regularização fundiária urbana no estado.</p>



<p>Nesta nova etapa do programa, o Estado conseguiu ampliar a escala das ações junto aos municípios, a partir dos recursos do&nbsp;<a target="_blank" href="https://www.mg.gov.br/riodoce" rel="noreferrer noopener">Acordo de Reparação do Rio Doce</a>&nbsp;, assinado em outubro de 2024 pelos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo com a União, Defensorias Públicas e Ministérios Públicos dos dois estados, Defensoria Pública e Ministério Público da União, e as empresas Samarco Mineração S.A., Vale S.A. e BHP Billiton Brasil Ltda.</p>



<p>O rompimento da barragem de Fundão, em novembro de 2015, deixou 19 mortos e causou graves impactos sociais, ambientais e econômicos em Minas e no Espírito Santo.</p>



<p>A Sede-MG realizou a contratação da Cohab Minas, por meio de licitação. O contrato totaliza R$ 62 milhões e prevê apoio técnico, operacional e executório do Estado na condução das etapas necessárias aos processos de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (Reurb-S), incluindo medidas jurídicas, urbanísticas, ambientais, sociais e administrativas.</p>



<p>Como contrapartida, os municípios participantes adotarão medidas administrativas para apoiar a tramitação de projetos de lei voltados à criação de políticas municipais de incentivo à habitação de interesse social, fortalecendo as ações de desenvolvimento urbano e garantia do direito à moradia.</p>



<p>A previsão é a emissão de aproximadamente 24 mil títulos até 2027, beneficiando cerca de 72 mil pessoas em 80 municípios mineiros.</p>



<p><strong>Benefícios e resultados</strong></p>



<p>A regularização fundiária proporciona benefícios diretos à população contemplada, incluindo valorização imobiliária, acesso ao crédito, ampliação da segurança patrimonial, acesso facilitado a políticas públicas, estímulo ao desenvolvimento local e fortalecimento da organização urbana municipal.</p>



<p>Desde 2019, já foram emitidos 22.596 títulos pelo Minas Reurb, além de cerca de 68 mil títulos viabilizados, totalizando mais de 91 mil títulos em 301 municípios.</p>



<p><strong>Governo Presente</strong></p>



<p>A assinatura simbólica dos ACTs do Minas Reurb ocorre dentro do projeto&nbsp;<a target="_blank" href="https://www.comunicacao.mg.gov.br/programa-governo-presente" rel="noreferrer noopener">Governo Presente</a>&nbsp;, que transferiu provisoriamente a capital do Estado para Passos, com o objetivo de reforçar a presença institucional do Governo de Minas no interior e aproximar a administração estadual das diferentes regiões mineiras.</p>



<p>A ação está sendo realizada em 19 cidades de Minas Gerais e busca fortalecer o diálogo federativo, ampliar a articulação institucional e valorizar as demandas regionais na construção de políticas públicas alinhadas às necessidades de cada território do estado.</p>



<p>Por Redação &#8211; Arena de Noticias</p>



<p><a href="https://arenadenoticias.com.br/noticia/168593/governo-de-minas-amplia-regularizacao-fundiaria-em-municipios-do-sudoeste-do-estado">Governo de Minas amplia regularização fundiária em municípios do Sudoeste do estado</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="260" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/0438678217533a19b025c13d9cc03680.jpg" alt="" class="wp-image-33969" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/0438678217533a19b025c13d9cc03680.jpg 700w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/0438678217533a19b025c13d9cc03680-300x111.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>
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		<title>Novo programa busca estimular novas moradias no Centro de Campinas &#8211; SP</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/novo-programa-busca-estimular-novas-moradias-no-centro-de-campinas-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 11:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Após receber sugestões da população e de entidades da sociedade civil, redação do programa Habita Centro será finalizada e enviada à Câmara Municipal de Campinas para apreciação dos vereadores A Prefeitura de Campinas realizou nesta segunda-feira, 8 de junho, audiência pública para apresentar e discutir a minuta do projeto de lei do programa Habita Centro, [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Após receber sugestões da população e de entidades da sociedade civil, redação do programa Habita Centro será finalizada e enviada à Câmara Municipal de Campinas para apreciação dos vereadores</h5>



<p>A Prefeitura de Campinas realizou nesta segunda-feira, 8 de junho, audiência pública para apresentar e discutir a minuta do projeto de lei do programa Habita Centro, iniciativa que propõe incentivos urbanísticos e fiscais para estimular a construção de novos empreendimentos residenciais, comerciais e de uso misto na região central da cidade.<br><br>O encontro foi realizado no Salão Vermelho do Paço Municipal e reuniu representantes do poder público, entidades da sociedade civil, profissionais do setor imobiliário, comerciantes e moradores interessados em contribuir para o aperfeiçoamento da proposta antes de seu encaminhamento à Câmara Municipal.<br><br>Participaram da audiência a secretária municipal de Urbanismo, Carolina Baracat; a secretária municipal de Cultura e Turismo, Alexandra Caprioli; o secretário municipal de Finanças, Aurílio Caiado; o presidente da Cohab Campinas, Arly de Lara Rôme; o secretário adjunto de Habitação, Marcelo Ferreira; além de técnicos das secretarias de Urbanismo, Planejamento e Desenvolvimento Urbano, Habitação, Finanças e Cultura e Turismo envolvidos na construção da proposta.<br><br><strong>Construção coletiva</strong><br><br>A abertura da audiência foi conduzida pela secretária municipal de Urbanismo, que destacou o trabalho integrado realizado por diferentes áreas da administração municipal na elaboração do projeto.<br><br>“Foi um desafio de seis meses de discussões internas para chegarmos a uma proposta capaz de incentivar mais moradias e atividades comerciais no Centro. Tivemos a participação de diversas secretarias e também de entidades da sociedade civil, que contribuíram para a construção desse projeto”, afirmou.<br><br>Segundo a secretária, a proposta foi construída com a participação das secretarias de Urbanismo, Planejamento e Desenvolvimento Urbano, Habitação, Finanças e Cultura e Turismo, além de representantes de 17 entidades ligadas ao setor imobiliário, da construção civil e ao desenvolvimento urbano.<br><br><strong>Incentivos para reocupar o Centro</strong><br><br>Durante a audiência, a arquiteta Daniela Zacardi, da Secretaria Municipal de Urbanismo, apresentou os principais pontos da minuta. Segundo ela, a proposta está estruturada em nove capítulos, que tratam desde os objetivos e diretrizes do programa até incentivos urbanísticos e fiscais, instrumentos de gestão e monitoramento e a delimitação da área de abrangência da futura lei.<br><br>A arquiteta explicou que o programa será aplicado em um polígono prioritário de intervenção na área central, abrangendo aproximadamente 1.900 lotes. Também poderão aderir ao programa os imóveis localizados de frente para as vias que delimitam esse perímetro.<br><br>A vigência proposta para a legislação é de três anos, com possibilidade de prorrogação por mais três anos, a partir do monitoramento dos resultados obtidos e do interesse do mercado na produção de novas edificações na região central.<br><br><strong>Mais moradias e melhor aproveitamento da infraestrutura</strong><br><br>Entre os objetivos do Habita Centro estão ampliar a oferta de moradias, aumentar a densidade populacional da região central, incentivar a produção de Habitação de Interesse Social (HIS), estimular empreendimentos de uso misto e promover uma melhor integração das edificações com os espaços públicos.<br><br>“A intenção é reduzir imóveis não utilizados ou subutilizados e aproveitar melhor toda a infraestrutura já existente na região central”, destacou Daniela.<br><br>A proposta também busca incentivar a produção de edifícios com maior interação com a cidade, por meio de fachadas ativas, permeabilidade visual, espaços de fruição pública e melhorias voltadas à caminhabilidade.<br><br>A fachada ativa é uma estratégia de arquitetura e urbanismo onde o pavimento térreo de um edifício se abre diretamente para a calçada, abrigando comércios, serviços ou áreas de convivência. O objetivo é integrar a vida privada ao espaço público, promovendo a circulação de pedestres e aumentando a segurança urbana.<br><br>A permeabilidade visual permite a interação entre o interior e o exterior, com o uso de materiais como grades e vidros para obter transparência.<br></p>



<p><strong>Incentivos urbanísticos e fiscais</strong><br><br>O programa prevê uma série de incentivos para tornar mais atrativos os investimentos na área central.<br><br>Entre as medidas urbanísticas está a ampliação do potencial construtivo dos terrenos. Atualmente, os empreendimentos podem construir até cinco vezes a área do lote. Pela proposta, esse índice poderá chegar a até sete vezes e meia a área do terreno, mediante mecanismos previstos na legislação.<br><br>Também estão previstos benefícios como dispensa de vagas mínimas de estacionamento, flexibilização de recuos e densidades habitacionais, isenção da Outorga Onerosa do Direito de Construir e dispensa da apresentação de Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV).<br><br>Na área fiscal, a proposta prevê redução do ISSQN da construção civil para 2%, desconto de 50% no ITBI na primeira transmissão onerosa das unidades, isenção do ITBI para empreendimentos vinculados à Cohab Centro, redução de 50% do IPTU nos cinco primeiros anos após a conclusão da obra e desconto de 25% entre o sexto e o décimo ano. Também está prevista a isenção das taxas municipais de licenciamento urbanístico.<br><br><strong>Habitação de interesse social</strong><br><br>Outro destaque da proposta é a criação de novas tipologias habitacionais vinculadas à Cohab Centro, com foco na ampliação da oferta de moradias para diferentes faixas de renda.<br><br>O programa prevê incentivos específicos para empreendimentos destinados à Habitação de Interesse Social e à Habitação de Mercado Popular, além de mecanismos de contrapartida social para estimular a produção de unidades habitacionais acessíveis na região central.<br><br><strong>Revitalização da região central</strong><br><br>A proposta integra um conjunto de ações voltadas à revitalização do Centro de Campinas e dialoga com outras iniciativas já em andamento, como a atualização da Lei do Retrofit e a revisão das regras de preservação do patrimônio histórico.<br><br>Durante a audiência pública, os participantes puderam acompanhar a apresentação técnica do projeto, esclarecer dúvidas e apresentar sugestões. As contribuições recebidas serão analisadas pela equipe técnica da Prefeitura e poderão subsidiar ajustes no texto final da proposta.<br><br>Após a incorporação das sugestões apresentadas pela sociedade civil e a conclusão das análises técnicas, o projeto de lei do Habita Centro será finalizado e encaminhado à Câmara Municipal de Campinas no próximo semestre para apreciação dos vereadores.</p>



<p>Por Redação &#8211; Correio da Manhã</p>



<p><a href="https://www.correiodamanha.com.br/nacional/sao-paulo/campinas/2026/06/amp/292140-novo-programa-busca-estimular-novas-moradias-no-centro-de-campinas.html">Novo programa busca estimular novas moradias no Centro de Campinas</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="840" height="560" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/1_080626_audiencia_publica_habita_centro_foto_rogerio_capela__17_-615250.jpg" alt="" class="wp-image-33966" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/1_080626_audiencia_publica_habita_centro_foto_rogerio_capela__17_-615250.jpg 840w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/1_080626_audiencia_publica_habita_centro_foto_rogerio_capela__17_-615250-300x200.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/1_080626_audiencia_publica_habita_centro_foto_rogerio_capela__17_-615250-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 840px) 100vw, 840px" /></figure>
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		<title>CBIC apresenta proposta de Fundo para Inovação da Construção em reunião no Ministério das Cidades</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/cbic-apresenta-proposta-de-fundo-para-inovacao-da-construcao-em-reuniao-no-ministerio-das-cidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 11:18:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) participou, na última quarta-feira (3), de uma reunião no Ministério das Cidades para apresentar e debater a proposta de criação de um Fundo para Inovação da Construção. O encontro contou com a participação de representantes da Secretaria Nacional de Habitação, da CBIC, do Sinduscon-BA e do SENAI.&#160; [&#8230;]]]></description>
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<p>A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) participou, na última quarta-feira (3), de uma reunião no Ministério das Cidades para apresentar e debater a proposta de criação de um Fundo para Inovação da Construção. O encontro contou com a participação de representantes da Secretaria Nacional de Habitação, da CBIC, do Sinduscon-BA e do SENAI.&nbsp;</p>



<p>Representando a CBIC, participaram o vice-presidente de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade e presidente da COMAT,&nbsp;Dionyzio&nbsp;Klavdianos, e a gestora Leila Sobral. Também estiveram presentes Alexandre Landim Fernandes, membro do Conselho Diretor do Sinduscon-BA e vice-presidente da CBIC, e&nbsp;Dyanna&nbsp;Tavares, do Departamento Nacional do SENAI. Pelo Ministério das Cidades, participaram o secretário nacional de Habitação, Augusto Henrique Alves Rabelo; o diretor do Departamento de Produção Habitacional (DPH/SNH), Fabrício&nbsp;Lebeis; o diretor do Departamento de Planejamento e Política Habitacional (DPP/SNH), Felipe Itaborahy; e o assessor especial do Gabinete do Ministro das Cidades, Daniel&nbsp;Sigelmann.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Durante a reunião, foram discutidos mecanismos para fomentar a inovação no setor da construção, com foco no aumento da produtividade, na industrialização dos processos construtivos e na incorporação de novas tecnologias. A proposta apresentada por Alexandre Landim Fernandes buscou destacar a importância de instrumentos capazes de estimular o desenvolvimento tecnológico e ampliar a competitividade do setor.&nbsp;</p>



<p>O debate também trouxe exemplos de como outros segmentos da indústria tratam a questão dos fundos voltados à inovação, evidenciando alternativas que podem contribuir para o desenvolvimento tecnológico e o aumento da produtividade na construção.&nbsp;</p>



<p>O tema tem interface com o projeto “A transição da construção para o modelo industrializado: uma proposta de estratégia nacional”, da Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (COMAT) da CBIC, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).</p>



<p>Por Agência Cbic</p>



<p><a href="https://cbic.org.br/cbic-apresenta-proposta-de-fundo-para-inovacao-da-construcao-em-reuniao-no-ministerio-das-cidades/">CBIC apresenta proposta de Fundo para Inovação da Construção em reunião no Ministério das Cidades &#8211; CBIC – Câmara Brasileira da Industria da Construção</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="598" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/whatsapp-image-2026-06-03-at-50451-pm-1024x598.jpeg" alt="" class="wp-image-33963" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/whatsapp-image-2026-06-03-at-50451-pm-1024x598.jpeg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/whatsapp-image-2026-06-03-at-50451-pm-300x175.jpeg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/whatsapp-image-2026-06-03-at-50451-pm-768x448.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/whatsapp-image-2026-06-03-at-50451-pm.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Construção cresce 2,9% no primeiro trimestre de 2026</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/construcao-cresce-29-no-primeiro-trimestre-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 10:36:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[As atividades da construção voltaram a acelerar nos primeiros meses de 2026. O setor cresceu 2,9% no primeiro trimestre deste ano em relação aos três últimos meses de 2025, de acordo com os dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado reverte a queda de 2,4% [&#8230;]]]></description>
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<p>As atividades da construção voltaram a acelerar nos primeiros meses de 2026. O setor cresceu 2,9% no primeiro trimestre deste ano em relação aos três últimos meses de 2025, de acordo com os dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado reverte a queda de 2,4% registrada no quarto trimestre do ano passado e sinaliza uma retomada do ritmo de atividade da construção.</p>



<p>O desempenho é impulsionado, entre outros fatores, pelo forte volume de lançamentos imobiliários e pelos investimentos em infraestrutura. Conforme os Indicadores Imobiliários Nacionais da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), os lançamentos cresceram 13,88% em 2025, totalizando 471.769 unidades. As vendas também avançaram 7,18%, alcançando 433.681 unidades comercializadas. Como o ciclo de produção da construção é longo, esses empreendimentos continuarão gerando atividade econômica ao longo dos próximos anos.</p>



<p>Os investimentos em infraestrutura também contribuíram para o resultado. Segundo estimativas da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), o segmento recebeu R$ 280 bilhões em investimentos em 2025, alta de 3% em relação ao ano anterior.</p>



<p>O crescimento da construção ajudou a impulsionar o desempenho da indústria brasileira, que avançou 1% no primeiro trimestre. No mesmo período, a economia nacional cresceu 1,1%, com expansão de 2% na agropecuária e de 0,5% no setor de serviços. Outro dado importante foi o aumento de 3,5% na Formação Bruta de Capital Fixo, indicador que mede os investimentos realizados no país e tem forte participação da construção civil. A taxa de investimentos passou de 16% para 16,5% do PIB, embora ainda permaneça abaixo da média mundial, estimada em cerca de 25%.</p>



<p>Para a economista-chefe da CBIC, Ieda Vasconcelos, os números reforçam a expectativa de crescimento do setor neste ano. “O volume recorde de recursos do FGTS para a habitação popular, as medidas de incentivo ao Minha Casa, Minha Vida, os investimentos em infraestrutura e o mercado de trabalho resiliente são fatores que contribuem para o desempenho da construção em 2026″, apontou.</p>



<p>Mesmo com o crescimento, os desafios continuam, no entanto. “A taxa de juros ainda permanece em patamares elevados, os custos de materiais e mão de obra seguem pressionando o setor e a possibilidade de redução da jornada de trabalho pode impactar o ritmo de atividade”, afirmou a economista.</p>



<p>Após crescer 0,5% em 2025, a CBIC projeta expansão de 1,2% para o PIB da construção em 2026, o que representará o terceiro ano consecutivo de crescimento do setor.</p>



<p>O mercado de trabalho também refletiu a retomada das atividades. Dados do Novo Caged mostram que a construção civil foi o segundo setor que mais gerou empregos formais entre janeiro e abril de 2026. Foram criadas 143.547 vagas no período, o equivalente a 20,5% de todos os empregos gerados no país. O resultado representa crescimento de 8,11% em relação ao mesmo período de 2025.</p>



<p>Por Agência Cbic</p>



<p><a href="https://cbic.org.br/construcao-cresce-29-no-primeiro-trimestre-de-2026/">Construção cresce 2,9% no primeiro trimestre de 2026 &#8211; CBIC – Câmara Brasileira da Industria da Construção</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="790" height="490" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/construcao-industrializada.jpg" alt="" class="wp-image-33959" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/construcao-industrializada.jpg 790w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/construcao-industrializada-300x186.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/construcao-industrializada-768x476.jpg 768w" sizes="(max-width: 790px) 100vw, 790px" /></figure>
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		<item>
		<title>Regularização Fundiária: famílias do agreste pernambucano recebem título de propriedade</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/regularizacao-fundiaria-familias-do-agreste-pernambucano-recebem-titulo-de-propriedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 10:34:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[regularização fundiária]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 300 imóveis do bairro Cohab, em Bezerros, estão regularizados Bezerros (PE) &#8211; Uma espera de mais de 30 anos pela documentação de suas moradias foi encerrada hoje, para famílias do município de Bezerros, no agreste de Pernambuco, com a primeira entrega de títulos de propriedade pelo Novo PAC &#8211; Periferia Viva &#8211; Regularização [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Mais de 300 imóveis do bairro Cohab, em Bezerros, estão regularizados</h5>



<p>Bezerros (PE) &#8211; Uma espera de mais de 30 anos pela documentação de suas moradias foi encerrada hoje, para famílias do município de Bezerros, no agreste de Pernambuco, com a primeira entrega de títulos de propriedade pelo Novo PAC &#8211; Periferia Viva &#8211; Regularização Fundiária, do Ministério das Cidades.</p>



<p>O programa, executado pela Secretaria Nacional de Periferias em parceria com o governo do Estado, recebeu recursos de mais de R$ 565 mil que garantiram a documentação definitiva para os moradores de 322 imóveis no bairro Cohab.</p>



<p>Os recursos permitiram que o município finalizasse o processo de levantamento topográficos e de cadastro social, estudos técnicos e ações jurídicas necessárias para a titulação efetiva dos imóveis ocupados.</p>



<p>“Essa entrega é importante não só para Pernambuco, mas para o Brasil, pois é a primeira do Novo PAC Regularização, que neste governo teve o maior investimento para regularização fundiária da história. O que entregamos não é só documento, mas a concretização do sonho das famílias que construíram o território e que passam a ter a segurança de que permanecerão nele”, destacou a coordenadora-geral da Secretaria Nacional de Periferias, Luana Alves.</p>



<p><strong>Investimento</strong></p>



<p>É a primeira vez na história que regularização fundiária é inserida no âmbito do PAC. A destinação de recursos, também é histórica: na primeira seleção foram investidos R$ 313 milhões, para 197 municípios.</p>



<p>O programa garante o repasse de recursos para que os municípios regularizem e titulem como legítimos proprietários, os ocupantes de assentamentos de baixa renda.</p>



<p>Somente no estado de Pernambuco, foram destinados mais de R$ 40 milhões para 13 municípios: Bezerros, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Itapissuma, Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Olinda, Paudalho, Paulista, Salgueiro, São Lourenço da Mata, Serra Talhada e Vitória de Santo Antão.</p>



<p>Por Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades</p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2221">Regularização Fundiária: famílias do agreste pernambucano recebem título de propriedade — Ministério das Cidades</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="444" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/28a0465c-c1ff-40ca-b5ee-c011defaea74.jpeg" alt="" class="wp-image-33956" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/28a0465c-c1ff-40ca-b5ee-c011defaea74.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/06/28a0465c-c1ff-40ca-b5ee-c011defaea74-300x173.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Minha Casa, Minha Vida foi responsável por quase metade das vendas de imóveis no primeiro trimestre </title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/minha-casa-minha-vida-foi-responsavel-por-quase-metade-das-vendas-de-imoveis-no-primeiro-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:15:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa&#160;Minha Casa, Minha Vida se mantém&#160;como principal motor do mercado imobiliário brasileiro, sendo responsável por 49% das vendas no primeiro trimestre de 2026, com 54.510 unidades vendidas no período. Esse dado faz parte do levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) sobre indicadores imobiliários nacionais e foi apresentado durante coletiva de imprensa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O programa&nbsp;Minha Casa, Minha Vida se mantém&nbsp;como principal motor do mercado imobiliário brasileiro, sendo responsável por 49% das vendas no primeiro trimestre de 2026, com 54.510 unidades vendidas no período. Esse dado faz parte do levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) sobre indicadores imobiliários nacionais e foi apresentado durante coletiva de imprensa nesta segunda-feira (25/5). Com estoque estimado em 7,6 meses, o programa segue em ritmo saudável e atua como âncora da demanda popular.&nbsp;</p>



<p>Em termos percentuais, o Norte tem a maior participação do programa na oferta total de imóveis (52%), enquanto o Sul tem a menor (17%).&nbsp;</p>



<p>As informações foram colhidas em 221 cidades, incluindo as 27 capitais e respectivas regiões metropolitanas.&nbsp;</p>



<p>Para o vice-presidente Financeiro da CBIC, Eduardo Aroeira, os números reforçam a importância da política pública no combate ao déficit habitacional. “O Minha Casa, Minha Vida vem cumprindo o seu papel de tornar realidade o sonho da casa própria para milhões de brasileiros. Ao longo do tempo, vem se mostrando como grande impulsionador da indústria da construção, representando a metade do mercado imobiliário residencial”, pontuou Aroeira.&nbsp;</p>



<p>Entre o início de janeiro e o fim de março deste ano, foram lançadas 97.802 unidades residenciais, uma redução se comparado com o primeiro trimestre de 2025 de 4,9%. A diferença é maior se comparada ao 4º trimestre de 2025, com redução de 32,1%. Historicamente, o último trimestre de cada ano costuma ser o que há maior quantidade de lançamentos.&nbsp;</p>



<p>Embora o dado geral tenha apresentado retração, houve forte expansão no Centro-Oeste no período, com crescimento de 38,3% no número de lançamentos na região, melhor desempenho no país.&nbsp;</p>



<p>Segundo o&nbsp;diretor de economia do&nbsp;SECOVI-SP, Celso Petrucci, a queda de lançamentos já era esperada, dada a sazonalidade do mercado imobiliário — que concentra muitos lançamentos no fim do ano — e que o pequeno recuo das vendas não é motivo de preocupação. “Houve uma redução de 2,6%, o que, no contexto atual, consideramos que é praticamente uma estabilidade em relação ao trimestre anterior”, afirmou Petrucci.&nbsp;</p>



<p>A divulgação será conduzida pelo&nbsp;vice-presidente&nbsp;Financeiro&nbsp;da CBIC,&nbsp;Eduardo Aroeira; pelo vice-presidente da Indústria Imobiliária da entidade (CII/CBIC), Ely Wertheim – também presidente executivo do SECOVI-SP; pelo&nbsp;conselheiro da CBIC, Celso Petrucci – também economista-chefe do SECOVI-SP; e pelo&nbsp;sócio&nbsp;da&nbsp;Brain&nbsp;Inteligência Estratégica,&nbsp;Lucas&nbsp;Finoti.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O levantamento apontou que o número de unidades vendidas cresceu na maior parte do Brasil, apesar da redução de lançamentos. Apenas a região Sul teve recuo nas vendas, com 0,05% menor do que o mesmo período do ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses, foram vendidas 438.012 unidades, com o Sudeste respondendo por mais da metade deste número (223.670).&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O comparativo entre as unidades vendidas e o valor geral de vendas (VGV) cresceu 0,5% em relação a 2025, atingindo R$ 65,9 bilhões. A oferta final teve uma elevação mais expressiva, de 8,2%,com&nbsp;350.891 unidades disponíveis. Considerando a média dos últimos 12 meses, se não houvesse novos lançamentos, a oferta final se esgotaria e menos de 10 meses.&nbsp;</p>



<p>O levantamento também ouviu pessoas quanto à intenção de compra de imóvel nos próximos dois anos. Ao todo 49% dos entrevistados declararam interesse na compra, sendo as casas em rua o principal tipo de imóvel pretendido (47%), seguido de apartamento (35%).&nbsp;</p>



<p>“Nós chegamos nesse trimestre com uma intenção de compra em torno de 49%. É um índice bastante elevado e bastante positivo. Além disso, parte dessas pessoas já está em busca ativa, seja pesquisando informações online ou visitando imóveis”, disse o sócio da&nbsp;Brain&nbsp;Inteligência Estratégica,&nbsp;Lucas&nbsp;Finoti.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Deixar de pagar aluguel é apontado como principal motivo para a compra (38%), seguido de sair da casa dos pais (12%) e mudança de localidade (8%).&nbsp;</p>



<p>“O Minha Casa, Minha Vida passou por uma reformulação recente em que houve aumento nas faixas de renda e no valor máximo dos imóveis. Isso tem potencial de aumentar ainda mais a participação do programa no mercado imobiliário”, disse o vice-presidente de Habitações de interesse social da CBIC,&nbsp;Clausens&nbsp;Duarte.&nbsp;</p>



<p>Os efeitos inflacionários da crise do petróleo, provocada por tensões no Estreito de Ormuz, já refletem nos indicadores da construção, com aumento nos preços dos materiais&nbsp;e tem preocupado o setor da construção. Outro fator&nbsp;de atenção&nbsp;é a iminente aprovação da PEC que estabelece o fim da&nbsp;escala&nbsp;6×1 e redução de carga horária para 40 horas sem que haja contrapartidas ou aumento de produtividade. Também preocupa a incerteza quanto à regulamentação da Reforma Tributária, etapa essencial para a clareza do ambiente tributário e a transição entre o antigo e o novo modelo.&nbsp;</p>



<p>De acordo com o vice-presidente da Indústria Imobiliária da entidade, Ely Wertheim, essas questões precisam de uma solução, pois impactam profundamente no desempenho do setor. “Precisamos dar um encaminhamento que não penalize tanto o setor, sobretudo porque há muitos contratos que foram firmados com as regras vigentes atuais, de escala 6×1 e jornada de 44 horas semanais. Além disso, os impactos da guerra têm aumentado o custo da construção civil em todas as etapas da obra. E por fim, precisamos que o arcabouço tributário esteja claro&nbsp;para o início da transição, e por isso, é&nbsp;fundamental que definida a regulamentação da Reforma Tributária o quanto antes”, finalizou Wertheim.&nbsp;</p>



<p>Por Agência Cbic</p>



<p><a href="https://cbic.org.br/minha-casa-minha-vida-foi-responsavel-por-quase-metade-das-vendas-de-imoveis-no-primeiro-trimestre/">Minha Casa, Minha Vida foi responsável por quase metade das vendas de imóveis no primeiro trimestre&nbsp; &#8211; CBIC – Câmara Brasileira da Industria da Construção</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="557" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/captura-de-tela-2026-05-25-120220-1024x557.png" alt="" class="wp-image-33946" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/captura-de-tela-2026-05-25-120220-1024x557.png 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/captura-de-tela-2026-05-25-120220-300x163.png 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/captura-de-tela-2026-05-25-120220-768x418.png 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/captura-de-tela-2026-05-25-120220.png 1415w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Governo do Brasil reserva imóveis da União para 900 unidades habitacionais em quatro estados</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/governo-do-brasil-reserva-imoveis-da-uniao-para-900-unidades-habitacionais-em-quatro-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:14:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
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					<description><![CDATA[Prédios federais oriundos do INSS serão disponibilizados pelo MCMV-Entidades para construção e reforma de moradias destinadas a famílias de baixa renda; propostas de entidades sem fins lucrativos podem ser enviadas até 31/5 A Secretaria do Patrimônio da União (SPU), do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), publicou nesta segunda-feira (25/5) portaria [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Prédios federais oriundos do INSS serão disponibilizados pelo MCMV-Entidades para construção e reforma de moradias destinadas a famílias de baixa renda; propostas de entidades sem fins lucrativos podem ser enviadas até 31/5</h5>



<p>A Secretaria do Patrimônio da União (SPU), do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), publicou nesta segunda-feira (25/5) portaria que amplia o estoque de imóveis federais voltados à provisão habitacional de interesse social. A medida ocorre no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida – Entidades (MCMV-E). A estimativa é de que os prédios reservados tenham potencial para gerar 909 moradias.</p>



<p>A&nbsp;<a href="https://in.gov.br/web/dou/-/portaria-spu/mgi-n-4.293-de-22-de-maio-de-2026-707499115" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Portaria SPU/MGI nº 4.293, de 22 de maio de 2026</a>,&nbsp;disponibiliza seis edifícios oriundos do Fundo do Regime Geral de Previdência Social (FRGPS) para apresentação de propostas por entidades organizadoras habilitadas no MCMV-Entidades.&nbsp;Atualmente, esses imóveis estão ocupados&nbsp;por movimentos sociais de luta por moradia. Além do uso habitacional,&nbsp;a destinação ao MCMV-Entidades&nbsp;também&nbsp;solucionará as disputas judiciais&nbsp;em torno dos imóveis&nbsp;e reduzirá o abandono de prédios públicos federais.</p>



<p>Poderão submeter propostas as entidades privadas sem fins lucrativos com habilitação vigente no programa na data de publicação da portaria. Caso haja mais de uma proposta para o mesmo imóvel, a classificação seguirá os critérios de hierarquização estabelecidos pela Portaria SPU/MGI nº 7.037, de 22 de agosto de 2025.</p>



<p>O Ministério das Cidades (MCID) publicou&nbsp;nesta terça-feira (26/5) a&nbsp;<a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mcid-n-603-de-25-de-maio-de-2026-708234511" rel="noreferrer noopener" target="_blank">portaria com o cronograma de envio das propostas</a>.&nbsp;O prazo&nbsp;para a apresentação vai até 31 de maio (domingo). O Ministério vai divulgar as propostas acolhidas no dia 12 de junho.&nbsp;A prioridade é contemplar&nbsp;o atendimento às famílias&nbsp;que&nbsp;já&nbsp;ocupam os imóveis, desde que se enquadrem nos requisitos do MCMV-E.</p>



<p>Os prédios estão localizados em São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Maceió (AL) e Campinas (SP). Alguns, como um prédio do INSS na capital carioca, está sem destinação há mais de 40 anos. No caso de Porto Alegre, o edifício de 22 andares&nbsp;no Centro da cidade,&nbsp;que foi sede regional do&nbsp;INSS,&nbsp;tem potencial para gerar 424 moradias. O edifício abriga, desde a enchente de 2024 no Rio Grande do Sul, cerca de 120 famílias&nbsp;na ocupação Maria da Conceição Tavares.</p>



<p>“O patrimônio da União é um instrumento poderoso para reduzir o déficit habitacional do país. Ao reservar esses imóveis para o MCMV-Entidades, estamos colocando os bens públicos a serviço de quem mais precisa, que são as&nbsp;famílias de baixa renda que merecem uma moradia digna. Essa é uma entrega concreta que demonstra o compromisso do governo federal com a habitação de interesse social”, afirma a secretária do Patrimônio da União, Carolina&nbsp;Stuchi.</p>



<p>O Minha Casa, Minha Vida – Entidades é operado com recursos do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). O seu objetivo é apoiar entidades privadas sem fins lucrativos no desenvolvimento de ações integradas que garantam o acesso à moradia digna para famílias de baixa renda em áreas urbanas.</p>



<p><strong>Imóvel da gente</strong></p>



<p>As destinações estão alinhadas à Linha 1 – Habitação de Interesse Social do Programa Imóvel da Gente, voltada a imóveis da União para a provisão de moradias a famílias de baixa renda. Desde janeiro de 2023, 1.747 imóveis foram destinados para políticas públicas em 619 municípios brasileiros, abrangendo todas as capitais do país.</p>



<p>&nbsp;<br><strong>Localidades</strong></p>



<p>Os imóveis estão localizados nos seguintes endereços:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>UF&nbsp;</td><td>Município&nbsp;</td><td>Endereço&nbsp;do edifício&nbsp;</td><td>Unidades estimadas&nbsp;</td></tr><tr><td>AL&nbsp;</td><td>MACEIÓ&nbsp;</td><td>Av. Dona Constança Goes Monteiro, s/n, Poço&nbsp;</td><td>40&nbsp;</td></tr><tr><td>SP&nbsp;</td><td>CAMPINAS&nbsp;</td><td>Rua General Osório, nº 808, Centro&nbsp;</td><td>35&nbsp;</td></tr><tr><td>SP&nbsp;</td><td>SÃO PAULO&nbsp;</td><td>Rua Martins Fontes, nº 180 e nº 208, Consolação&nbsp;</td><td>94&nbsp;</td></tr><tr><td>SP&nbsp;</td><td>SÃO PAULO&nbsp;</td><td>Av. Nove de Julho, nº 611/663, Bela Vista&nbsp;</td><td>250&nbsp;</td></tr><tr><td>RJ&nbsp;</td><td>RIO DE JANEIRO&nbsp;</td><td>Rua Riachuelo, nº 48, Lapa&nbsp;</td><td>66&nbsp;</td></tr><tr><td>RS&nbsp;</td><td>PORTO ALEGRE&nbsp;</td><td>Travessa Mário Cinco Paus, nº 20, Centro&nbsp;</td><td>424&nbsp;</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Por Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos</p>



<p><a href="https://www.gov.br/gestao/pt-br/assuntos/noticias/2026/maio/governo-do-brasil-reserva-imoveis-da-uniao-para-900-unidades-habitacionais-em-quatro-estados">Governo do Brasil reserva imóveis da União para 900 unidades habitacionais em quatro estados — Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="305" height="433" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/11d75a2f-fe8f-43d8-aecf-90687290ea80.png" alt="" class="wp-image-33943" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/11d75a2f-fe8f-43d8-aecf-90687290ea80.png 305w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/11d75a2f-fe8f-43d8-aecf-90687290ea80-211x300.png 211w" sizes="(max-width: 305px) 100vw, 305px" /></figure>
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