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	<title>construção civil &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
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	<title>construção civil &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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		<title>Cehab &#8211; RJ entrega cerca de 2 mil títulos de propriedade a moradores de Padre Miguel  neste  ultimo sábado (15/08)</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/cehab-rj-entrega-cerca-de-2-mil-titulos-de-propriedade-a-moradores-de-padre-miguel-neste-ultimo-sabado-15-08/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 11:57:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Regularização atende ao Conjunto Dom Jaime de Barros Câmara. Procedimento é gratuito e título já chega registrado do cartório Os novos procedimentos para a regularização fundiária de imóveis em conjuntos habitacionais adotados pelo Governo do Estado do Rio, por meio da Companhia Estadual de Habitação do Rio de Janeiro (Cehab-RJ), proporcionaram a simplificação do processo [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Regularização atende ao Conjunto Dom Jaime de Barros Câmara. Procedimento é gratuito e título já chega registrado do cartório</h5>



<p>Os novos procedimentos para a regularização fundiária de imóveis em conjuntos habitacionais adotados pelo Governo do Estado do Rio, por meio da Companhia Estadual de Habitação do Rio de Janeiro (Cehab-RJ), proporcionaram a simplificação do processo de tramitação para a emissão dos títulos de propriedade, com a participação da Corregedoria-Geral da Justiça e da Associação dos Registradores de Imóveis. Por meio desta iniciativa, cerca de 2 mil moradores do Conjunto Habitacional Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara, na Zona Oeste do Rio, receberam, neste sábado (15/08), os títulos de propriedade de seus imóveis, correspondendo à aproximadamente 1/3 das regularizações para o conjunto.</p>



<p>O documento liberado é a Certidão do Registro de Imóveis emitida pelo Cartório, após efetivada a transmissão de propriedade por meio da Legitimação Fundiária através da Certidão de Regularização Fundiária (CRF). Com a conclusão do processo, a propriedade fica formalmente registrada em nome do beneficiário. O imóvel pode ser vendido, transferido ou deixado como herança e também pode ser utilizado como garantia em operações de crédito, conforme as regras aplicáveis.</p>



<p>A regularização fundiária não tem custo para o morador. A Cehab-RJ é responsável pelo processo, desde a análise da documentação até o encaminhamento para registro. A etapa de registro é realizada pelos Cartórios de Registro de Imóveis, dentro dos procedimentos estabelecidos em parceria com a Corregedoria-Geral da Justiça e a Associação dos Registradores de Imóveis do Estado do Rio de Janeiro (ARIRJ).</p>



<p>Processo de regularização<br>Nos conjuntos habitacionais incluídos no processo de regularização, a Cehab-RJ confere a documentação do imóvel e os contratos existentes. Depois da análise, a documentação é encaminhada ao Cartório de Registro de Imóveis para registro.<br>A adoção de novos procedimentos permitiu reduzir etapas da tramitação. No Conjunto Dom Jaime, o trabalho para a emissão dos títulos foi realizado em aproximadamente dois meses.</p>



<p>Como solicitar a regularização<br>Moradores de conjuntos habitacionais estaduais que ainda não foram incluídos nas etapas de regularização podem procurar um posto de atendimento da Cehab-RJ para verificar a situação do imóvel e solicitar a abertura do processo.<br>É necessário apresentar documentos pessoais e a documentação disponível do imóvel para análise.<br>Os endereços dos postos de atendimento e outras informações sobre regularização fundiária estão disponíveis no site da Cehab-RJ:&nbsp;<a href="https://www.rj.gov.br/cehab/atendimento" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.rj.gov.br/cehab/atendimento</a></p>



<p>Cehab-RJ — Atendimento<br>Atualmente, cerca de 40 mil imóveis estão em processo de regularização. As próximas etapas previstas incluem os núcleos habitacionais Maestro Olímpio dos Santos, em Urucânia, Paciência, e Parque Aeroporto, em Macaé. Também estão previstas entregas em Santa Margarida e dos títulos remanescentes do Conjunto Dom Jaime em agosto. Em setembro, estão previstas ações na Estrada de Manguariba, em Campo Grande, e nos conjuntos Estrada do Paraíso e Tertuliano Potyguara, em Nova Iguaçu.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="769" height="1024" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Moradores-de-Dom-Jaime-Camara-recebem-titulo-de-propriedade-769x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-34390" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Moradores-de-Dom-Jaime-Camara-recebem-titulo-de-propriedade-769x1024.jpeg 769w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Moradores-de-Dom-Jaime-Camara-recebem-titulo-de-propriedade-225x300.jpeg 225w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Moradores-de-Dom-Jaime-Camara-recebem-titulo-de-propriedade-768x1023.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Moradores-de-Dom-Jaime-Camara-recebem-titulo-de-propriedade-1153x1536.jpeg 1153w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Moradores-de-Dom-Jaime-Camara-recebem-titulo-de-propriedade.jpeg 1201w" sizes="(max-width: 769px) 100vw, 769px" /></figure>
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		<item>
		<title>Novas Tecnologias e Soluções Eficientes Marcam a Construsul em Porto Alegre</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/novas-tecnologias-e-solucoes-eficientes-marcam-a-construsul-em-porto-alegre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 17:17:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[Feira Construsul]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A busca por inovação e por alternativas para superar os desafios operacionais do setor esteve em evidência na 27ª Feira Internacional da Construção (Construsul), realizada no Centro de Eventos da Fiergs, na capital gaúcha. O evento reuniu cerca de 300 expositores com foco em apresentar novidades em materiais, máquinas, equipamentos e serviços voltados a otimizar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A busca por inovação e por alternativas para superar os desafios operacionais do setor esteve em evidência na <a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/noticia/2026/08/feira-em-porto-alegre-reune-tecnologias-para-driblar-falta-de-mao-de-obra-na-construcao-civil-cmsi5x2fd01oc016jtu0w6yoq.html">27ª Feira Internacional da Construção (Construsul)</a>, realizada no Centro de Eventos da Fiergs, na capital gaúcha. O evento reuniu cerca de 300 expositores com foco em apresentar novidades em materiais, máquinas, equipamentos e serviços voltados a otimizar diferentes etapas das obras.</p>



<p>Diante do cenário de escassez de mão de obra e da necessidade de produtividade, a feira destacou soluções focadas em ergonomia, segurança e eficiência. Entre os destaques apresentados no evento estão os painéis protendidos pré-fabricados, projetados para agilizar a montagem de estruturas e reduzir o esforço físico nos canteiros, além de equipamentos como andaimes com motor elétrico integrado que facilitam a movimentação em áreas extensas sem a necessidade de descidas constantes das plataformas.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Fonte:</strong> <a href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/noticia/2026/08/feira-em-porto-alegre-reune-tecnologias-para-driblar-falta-de-mao-de-obra-na-construcao-civil-cmsi5x2fd01oc016jtu0w6yoq.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">GZH</a></li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="613" height="408" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/08/6168941_d6fae7fe90dfb691.webp" alt="" class="wp-image-34239" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/08/6168941_d6fae7fe90dfb691.webp 613w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/08/6168941_d6fae7fe90dfb691-300x200.webp 300w" sizes="(max-width: 613px) 100vw, 613px" /></figure>
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		<item>
		<title>Estado do Rio e Governo Federal formalizam parceria para construção de moradias em nove municípios</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/estado-do-rio-e-governo-federal-formalizam-parceria-para-construcao-de-moradias-em-nove-municipios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 14:02:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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		<category><![CDATA[moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[Unidades serão erguidas em cidades de diversas regiões com até 50 mil habitantes A Companhia Estadual de Habitação do Rio de Janeiro (Cehab-RJ) assinou termos de compromisso para a construção de mais de 300 unidades habitacionais pelo programa Minha Casa, Minha Vida – Sub 50, em parceria com o Governo Federal. A medida contempla nove [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Unidades serão erguidas em cidades de diversas regiões com até 50 mil habitantes</h5>



<p>A Companhia Estadual de Habitação do Rio de Janeiro (Cehab-RJ) assinou termos de compromisso para a construção de mais de 300 unidades habitacionais pelo programa Minha Casa, Minha Vida – Sub 50, em parceria com o Governo Federal. A medida contempla nove municípios com até 50 mil habitantes.</p>



<p>As unidades serão destinadas aos municípios de Cantagalo, Cordeiro, Macuco, Quatis, Rio das Flores, Tanguá, Cardoso Moreira, Bom Jesus do Itabapoana e Porciúncula.</p>



<p>A assinatura dos termos estabelece as responsabilidades dos entes envolvidos para a execução dos empreendimentos.</p>



<p>Com a formalização dos compromissos, cada projeto segue as etapas previstas, como elaboração dos projetos executivos, licenciamento e demais procedimentos técnicos necessários para a contratação e execução das obras, conforme as regras do programa Minha Casa, Minha Vida</p>



<p>Os empreendimentos contam com investimento de R$ 30,8 milhões do Governo Federal e contrapartida de R$ 20,9 milhões do Governo do Estado.</p>



<p>Foram assinados nove termos de compromisso entre a Cehab-RJ e o Governo Federal para a implantação de empreendimentos habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida – Sub 50 em nove municípios fluminenses.</p>



<p>Municípios contemplados</p>



<p>Cantagalo, Cordeiro, Macuco, Quatis, Rio das Flores, Tanguá, Cardoso Moreira, Bom Jesus do Itabapoana e Porciúncula.</p>



<p>Por Companhia Estadual de Habitação do Rio de Janeiro</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-03-at-14.06.31-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-34232" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-03-at-14.06.31-1024x683.jpeg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-03-at-14.06.31-300x200.jpeg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-03-at-14.06.31-768x512.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-03-at-14.06.31-1536x1024.jpeg 1536w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-03-at-14.06.31.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>INCC-M sobe 0,62% em julho</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/incc-m-sobe-062-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 14:53:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[FGV Ibre]]></category>
		<category><![CDATA[ICC]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Rafael Marko ICC-SP variou 0,89% no mês e 6,90% em 12 meses O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou alta de 0,62% em julho, desacelerando em relação à variação de 0,85% registrada em junho. No acumulado de 12 meses, o índice subiu para 6,40%, porém menos que em julho de 2025, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por <strong><em>Rafael Marko</em></strong></p>



<p><em><strong>ICC-SP variou 0,89% no mês e 6,90% em 12 meses</strong></em></p>



<p>O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou alta de 0,62% em julho, desacelerando em relação à variação de 0,85% registrada em junho. No acumulado de 12 meses, o índice subiu para 6,40%, porém menos que em julho de 2025, quando acumulava alta de 7,43%.</p>



<p>Os dados são do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), com base em preços coletados entre os dias 21/6 e 20/7. Na cidade de São Paulo, o ICC – Índice de Custos da Construção aumentou 0,89% em julho, 5,01% no ano e 6,90% em 12 meses.</p>



<p><strong>Mão de Obra acelera em julho</strong></p>



<p>A variação do índice de Mão de Obra foi de 0,93% em julho, marcando um avanço quando comparada aos 0,91% observados em junho.</p>



<p><strong>Materiais, Equipamentos e Serviços sobem</strong></p>



<p>Os custos do grupo de Materiais, Equipamentos e Serviços subiram 0,40% em julho, desacelerando em relação aos 0,80% do mês anterior.</p>



<p>A taxa de variação da categoria de Materiais e Equipamentos declinou de 0,86% em junho para 0,42% em julho. Segundo o FGV Ibre, esse movimento reflete uma tendência de arrefecimento nos preços desses insumos, crucial para a execução de projetos de construção. Todos os subgrupos que compõem a categoria de Materiais e Equipamentos exibiram alta menos intensa em suas taxas de variação. O principal destaque foi o subgrupo Materiais para Estrutura, que passou de 0,73% para 0,26%.</p>



<p>No âmbito do grupo de Serviços, observou-se uma ligeira desaceleração em sua taxa de variação, que passou de 0,28% em junho para 0,25% em julho. Esse movimento foi reflexo do item Projetos, cuja taxa passou de 0,33% para 0,22%.</p>



<p><strong>Maiores influências</strong></p>



<p>Os custos que mais subiram em julho foram os salários de carpinteiro (+1,36%), de pedreiro (+1,23%), de armador (+1,13%) e de encanador (+0,91%) e vergalhões e arames de aço ao carbono (+0,68%).</p>



<p>As maiores influências negativas foram dobradiças e fechaduras (-0,56%), cimento Portland comum (-0,50%), pequenas ferramentas (-0,32%), material para sistema de exaustão (-0,29%) e massa de concreto (-0,03%).</p>



<p><strong>Capitais</strong></p>



<p>Em julho, o (INCC-M) desacelerou em cinco das sete capitais que compõem o índice: Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo. Em contraste, Salvador e Recife apresentaram aceleração em suas taxas de variação, refletindo um aumento nos custos de construção nessas localidades.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="592" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem_site_1280x740_incc_jul261-1024x592.png" alt="" class="wp-image-34196" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem_site_1280x740_incc_jul261-1024x592.png 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem_site_1280x740_incc_jul261-300x173.png 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem_site_1280x740_incc_jul261-768x444.png 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem_site_1280x740_incc_jul261.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Os imperativos da construção civil no Brasil</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/os-imperativos-da-construcao-civil-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 14:46:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[KPMG]]></category>
		<category><![CDATA[Tatiana Gruenbaum]]></category>
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					<description><![CDATA[Futuro do setor será definido pela combinação de um ambiente macroeconômico favorável e capacidade das empresas de inovar, transformar sua gestão e desenvolver pessoas&#160; Tatiana&#160;Gruenbaum&#160;&#8211; Sócia-diretora líder do segmento de infraestrutura da KPMG no Brasil&#160; O futuro da construção civil será definido pela combinação de um ambiente macroeconômico favorável e a capacidade das empresas de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Futuro do setor será definido pela combinação de um ambiente macroeconômico favorável e capacidade das empresas de inovar, transformar sua gestão e desenvolver pessoas&nbsp;</p>



<p>Tatiana&nbsp;Gruenbaum&nbsp;&#8211; Sócia-diretora líder do segmento de infraestrutura da KPMG no Brasil&nbsp;</p>



<p>O futuro da construção civil será definido pela combinação de um ambiente macroeconômico favorável e a capacidade das empresas de inovar, transformar sua gestão e desenvolver pessoas.</p>



<p>Pensar em temas como eficiência operacional, planejamento e orçamentação, capital humano, saúde mental, transformação digital e inovação se tornou um fator decisivo para os negócios, já que estão no centro dos debates das empresas. Isso acaba evidenciando que a produtividade do setor depende cada vez mais da evolução da cultura organizacional e da adoção de novas tecnologias.</p>



<p>No caso das&nbsp;<em>construtechs&nbsp;</em>(<em>startups&nbsp;</em>de construção civil), a tecnologia age como um motor, pois estes modelos de negócio apresentam soluções capazes de aumentar a eficiência dos canteiros de obras, apoiar os gestores de projetos na tomada de decisão em como reduzir riscos nas obras, melhorar a previsibilidade dos empreendimentos e impulsionar ganhos de produtividade.</p>



<p>Vale ressaltar que inovação, capacitação dos serviços e a sustentabilidade não são apenas conceitos da moda, mas imperativos para a sobrevivência e o sucesso no futuro do setor. Historicamente, a construção civil no Brasil tem enfrentado desafios significativos, desde o desperdício de materiais nos canteiros de obras até a falta de modernização em práticas e processos. Algumas empresas, percebendo a urgência de se adaptarem às novas demandas do mercado, começaram a incorporar a inovação como um pilar central de suas operações e, assim, muitas estão formando parcerias com universidades e outras instituições para adoção de tecnologias que prometem grandes mudanças.</p>



<p>Mas a inovação, por si só, não basta. Para que o setor avance no desenvolvimento é fundamental que as empresas invistam na capacitação de seus profissionais, promovendo uma força de trabalho preparada para lidar com as demandas de um mercado em constante evolução.</p>



<p>Estudos globais sobre infraestrutura mostram que os setores mais competitivos serão aqueles que conseguirem integrar capital, tecnologia, sustentabilidade, dados e pessoas ao longo de todo o ciclo de vida dos ativos. O desafio deixou de ser apenas entregar uma obra no prazo e no orçamento; passa a ser entregar ativos mais resilientes, inteligentes e preparados para gerar valor durante toda a sua operação.</p>



<p>Essa transformação também exige novos modelos de financiamento, maior colaboração entre os setores público e privado e uma governança capaz de acelerar decisões e reduzir riscos. A tecnologia e a inteligência artificial deixam de ser ferramentas de apoio e passam a ser elementos centrais para elevar produtividade, melhorar a gestão dos projetos e aumentar a atratividade dos investimentos.</p>



<p>O crescimento da construção civil no Brasil dependerá não apenas de um ambiente macroeconômico estável, mas da capacidade do setor de liderar sua própria transformação digital para melhorar a eficiência dos seus projetos.</p>



<p><em><a href="https://news.google.com/rss/articles/CBMiiwFBVV95cUxNcGhMNnRWQXJaZlh4cGstUFBxb1lQd1dTM29qMWpQbXNYMHpjcE9maFA4QkNHZE9tQWFFS3E3N2lWNF9xWXpESlJTeXp6QV9xVEpEeU1GcURxZTBJVFZIWUU1aWhVNWdQVzVNMGFEMzFwbDhEbm53ZDhzUzQ1RFhDZUxXMEhMZ1VSb3E4?oc=5">Ir para o artigo</a></em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="536" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Foto-C-Alisso-J.-Silva1-1024x536.jpg" alt="" class="wp-image-34193" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Foto-C-Alisso-J.-Silva1-1024x536.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Foto-C-Alisso-J.-Silva1-300x157.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Foto-C-Alisso-J.-Silva1-768x402.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Foto-C-Alisso-J.-Silva1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Crédito: Alisson J. Silva
</figcaption></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Construção civil de Pernambuco mira tecnologia chinesa para acelerar obras e reduzir custos</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/construcao-civil-de-pernambuco-mira-tecnologia-chinesa-para-acelerar-obras-e-reduzir-custos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 14:24:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Ademi-PE organiza uma viagem à China para conectar lideranças da construção civil pernambucana às tecnologias que vêm transformando o mercado internacional Por Cátia Oliveira A construção civil de Pernambuco voltará os olhos para a China em novembro. A Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE) e a Cooperativa da Construção de Pernambuco (CCPE) [&#8230;]]]></description>
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<p>Ademi-PE organiza uma viagem à China para conectar lideranças da construção civil pernambucana às tecnologias que vêm transformando o mercado internacional</p>



<p>Por Cátia Oliveira</p>



<p>A construção civil de Pernambuco voltará os olhos para a China em novembro. A Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE) e a Cooperativa da Construção de Pernambuco (CCPE) anunciaram uma missão empresarial de 15 dias ao país asiático com o objetivo de aproximar empresários locais das principais inovações do setor, como construção industrializada, robótica de obras e automação de canteiros.</p>



<p>A programação terá como ponto alto a participação na Bauma Shanghai 2026, considerada uma das maiores feiras de máquinas e equipamentos para construção do mundo. Na avaliação da Ademi-PE, a iniciativa busca conectar lideranças da construção civil pernambucana às tecnologias que vêm transformando o mercado internacional, sobretudo em produtividade, industrialização de processos e redução do tempo de execução das obras.</p>



<p>Além da participação na Bauma Shanghai 2026, a programação inclui visitas técnicas e encontros com empresas e especialistas chineses para conhecer, na prática, soluções como módulos pré-fabricados, equipamentos automatizados e sistemas de construção em larga escala.</p>



<p>O anúncio da Missão China ADEMI-PE + CCPE foi feito nesta segunda-feira (28), durante visita de representantes da entidade ao&nbsp;<strong>Diario de Pernambuco</strong>. Participaram do encontro o presidente da Ademi-PE, Leonardo Pessoa de Queiroz, o vice-presidente Eduardo Tavares Corte Real, o diretor executivo Leonardo&nbsp;Luna, a gerente de Marketing e Comunicação Gabriele Takahashi e o diretor-executivo do&nbsp;<strong>Diario</strong>, Roberto Gazzi.<br>https://5aef7e435b58ce0cf9e199275d3ef253.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-45/html/container.html?n=0</p>



<p><strong>Ademi Fórum</strong></p>



<p>Durante o encontro, a entidade também confirmou a realização da segunda edição do Ademi Fórum, marcada para 5 de novembro. O evento reunirá construtoras, fornecedores, empresas de tecnologia, órgãos públicos e especialistas para discutir inovação, desenvolvimento urbano e os desafios do mercado imobiliário.</p>



<p>Entre os participantes estarão representantes do Insper, responsável pelo Laboratório de Cidades Sustentáveis (Insper Cidades), iniciativa que atua em Pernambuco em parceria com o Governo do Estado para debater planejamento urbano, legislação, desenvolvimento habitacional e segurança jurídica para novos empreendimentos.</p>



<p>Segundo o presidente da Ademi-PE, Leonardo Pessoa de Queiroz, o fórum pretende reunir empresários, especialistas e gestores públicos para discutir a padronização das normas urbanísticas e habitacionais dos municípios, tema considerado estratégico para destravar investimentos e ampliar a segurança jurídica dos projetos imobiliários.</p>



<p>&#8220;Vamos nos reunir com especialistas do Insper, gestores municipais da área de habitação, desenvolvimento urbano e empresários da construção civil para discutir leis, diretrizes e normas que devem ser balizadas pelos municípios para um melhor enquadramento de projetos e ampliação de investimentos a partir da padronização da legislação imobiliária&#8221;, afirmou.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/1_presidente_da_ademi_visita_dp-9287881.jpeg" alt="" class="wp-image-34186" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/1_presidente_da_ademi_visita_dp-9287881.jpeg 600w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/1_presidente_da_ademi_visita_dp-9287881-300x200.jpeg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption">Presidente da Ademi-PE, Leonardo Pessoa de Queiroz
Foto: Sandy James/DP Foto</figcaption></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Parceria entre CEHAB-RJ, Corregedoria de Justiça e Associação dos Registradores de Imóveis vai beneficiar 80 mil famílias com o título de propriedade até o fim do ano</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/parceria-entre-cehab-rj-corregedoria-de-justica-e-associacao-dos-registradores-de-imoveis-vai-beneficiar-80-mil-familias-com-o-titulo-de-propriedade-ate-o-fim-do-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 12:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma parceria entre a Cehab, a Corregedoria-Geral da Justiça e a Associação dos Registradores de Imóveis está acelerando a regularização fundiária no Estado. A meta da Companhia é emitir 80 mil titularidades até o final do ano, beneficiando 400 mil pessoas. Em 2027, a previsão é eliminar todo o passivo existente, com a titulação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma parceria entre a Cehab, a Corregedoria-Geral da Justiça e a Associação dos Registradores de Imóveis está acelerando a regularização fundiária no Estado. A meta da Companhia é emitir 80 mil titularidades até o final do ano, beneficiando 400 mil pessoas. Em 2027, a previsão é eliminar todo o passivo existente, com a titulação de outras 40 mil famílias.</p>



<p>A iniciativa faz parte do Programa Legaliza, da Cehab, e uma das principais vantagens é a simplificação dos trâmites. A emissão do documento acontece rapidamente, sem nenhum custo para o morador e livre de entraves burocráticos. Proporciona o direito de propriedade, segurança jurídica, valorização patrimonial, acesso facilitado a crédito e outras políticas públicas.</p>



<p>Como resultado dessa ação, a Companhia entregou só nesta semana mais 254 títulos de propriedade, beneficiando moradores dos municípios do Rio de Janeiro e de Nova Iguaçu. Em Campo Grande, no Conjunto Estrada dos Gouveias foram entregues 47 documentos e no Conjunto Santa Margarida, outros 98. Em Nova Iguaçu, 109 moradores dos conjuntos Tertuliano Potyguara e Roberto Silveira receberam seus títulos de propriedade.&nbsp;</p>



<p>O fortalecimento da parceria entre as três instituições foi consolidado em reunião realizada no último dia 16 de julho, quando foram alinhadas medidas para simplificar procedimentos jurídicos e registrais e agilizar a emissão dos títulos.</p>



<p>Por Companhia Estadual de Habitação do Rio de Janeiro</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/1000410820-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-34173" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/1000410820-1024x682.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/1000410820-300x200.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/1000410820-768x511.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/1000410820-1536x1022.jpg 1536w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/1000410820.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Construção civil aposta em tecnologia e inovação para sustentar seu crescimento</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/construcao-civil-aposta-em-tecnologia-e-inovacao-para-sustentar-seu-crescimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 13:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[sinduscon-CE]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Marcelo Cabral &#8211; Em 17/07/2026 às 2:22 PM Aconstrução civil brasileira vive um momento de transição. Em um ambiente marcado por juros elevados, restrições ao crédito e&#160;mudanças no cenário internacional, empresas do setor começam a substituir suas estratégias. Antes baseadas apenas em expansão, agora têm foco em modelos que priorizam&#160;inovação, eficiência operacional e transformação [&#8230;]]]></description>
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<p>Por Marcelo Cabral &#8211; Em 17/07/2026 às 2:22 PM</p>



<p>Aconstrução civil brasileira vive um momento de transição. Em um ambiente marcado por juros elevados, restrições ao crédito e<strong>&nbsp;mudanças no cenário internacional</strong>, empresas do setor começam a substituir suas estratégias. Antes baseadas apenas em expansão, agora têm foco em modelos que priorizam&nbsp;<strong>inovação, eficiência operacional e transformação digital</strong>.</p>



<p id="caption-attachment-802170">É o que revela a <strong>Global Construction Survey</strong>, <strong>da KPMG</strong>, segundo a qual 65% dos executivos brasileiros afirmam adotar atualmente uma postura mais cautelosa diante dos riscos econômicos. Apesar disso, o setor mantém uma visão positiva sobre o futuro: 58% dos entrevistados <strong>demonstram otimismo quanto às perspectivas dessa indústria</strong>.</p>



<p>No Ceará, o mercado imobiliário segue em trajetória de crescimento,&nbsp;<strong>impulsionado pelo elevado volume de lançamentos</strong>&nbsp;na Região Metropolitana de Fortaleza e pela expectativa de melhora do ambiente macroeconômico. O presidente do&nbsp;<strong>Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE), Patriolino Dias de Sousa</strong>, disse que o início do ano foi marcado por projeções positivas em relação à política monetária, cenário&nbsp;<strong>impactado pela instabilidade geopolítica internacional</strong>, devido à gerra no Irã.</p>



<p>“Aqui no Brasil, a inflação tem caído e segundo o Relatório Focus do Banco Central, a tendência é que a&nbsp;<strong>taxa de juros recue nas próximas reuniões do Copom</strong>&nbsp;(Comitê de Política Monetária). Ficando perto de um dígito, a tendência é que as famílias devam voltar a investir em imóveis, pois o&nbsp;<strong>mercado imobiliário é sólido e tem apresentado elevada valorização</strong>”, explica.</p>



<p>Mesmo diante desse contexto, a construção civil mantém&nbsp;<strong>metas ambiciosas para os próximos meses</strong>&nbsp;e deverá bater o recorde histórico de valores negociados.&nbsp;“Nosso setor está trabalhando com rigor, e com muito foco visando atingir o objetivo que temos perseguido desde o início deste ano, que é o de fechar 2026 com um<strong>&nbsp;total superior a R$ 10 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) comercializado</strong>”, ressalta.</p>



<p><strong>Competitividade passa pela inovação</strong></p>



<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.portalin.com.br/wp-content/uploads/2026/07/tatiana-gruenbaum.jpg" alt="" width="490" height="490" srcset="https://www.portalin.com.br/wp-content/uploads/2026/07/tatiana-gruenbaum.jpg 598w, https://www.portalin.com.br/wp-content/uploads/2026/07/tatiana-gruenbaum-300x300.jpg 300w, https://www.portalin.com.br/wp-content/uploads/2026/07/tatiana-gruenbaum-150x150.jpg 150w"></p>



<p id="caption-attachment-802172">Tatiana Gruenbaum diz que o cenário ainda é desafiador no Brasil</p>



<p>Segundo&nbsp;<strong>Tatiana Gruenbaum</strong>, sócia-diretora e líder do segmento de Infraestrutura da KPMG no Brasil, o estudo mostra que a construção civil passa por uma fase de adaptação a um ambiente mais complexo. “O resultado aponta que parte do setor de construção&nbsp;<strong>começa a enxergar oportunidades de crescimento apesar dos riscos</strong>. É evidente que as empresas lidam com um cenário desafiador devido às incertezas de investimento de clientes, complexidade dos projetos, aumento nos custos, restrições de financiamento, questões tecnológicas,&nbsp;<strong>ambiente regulatório e exigências crescentes de sustentabilidade</strong>”.</p>



<p>Além do cenário econômico, a pesquisa identifica uma mudança na estratégia das empresas. Para 68% dos executivos,&nbsp;<strong>o desenvolvimento das equipes tornou-se prioridade</strong>&nbsp;para a competitividade dos negócios. Outros 65% apontam a<strong>&nbsp;tecnologia como fator decisivo para o crescimento</strong>, enquanto 58% defendem novos modelos de entrega&nbsp;<strong>como essenciais para ampliar produtividade e eficiência</strong>. Conceitos como automação, análise de dados, integração de processos e digitalização dos canteiros deixam de ser tendências para se consolidarem&nbsp;<strong>como ferramentas estratégicas da construção contemporânea</strong>.</p>



<p>Segundo Patriolino Dias, essa transformação já pode ser observada no dia a dia das empresas que atuam em território cearense,&nbsp;<strong>favorecendo a ambiência de negócios</strong>. “Novas tecnologias construtivas estão sendo aplicadas pelas empresas que atuam no Ceará, fazendo com que o ritmo das obras seja acelerado, o que colabora de modo relevante para o<strong>&nbsp;impulsionamento do mercado imobiliário&nbsp; no Estado</strong>”, afirma Patriolino Dias.</p>



<p><strong>Um novo ciclo para a construção</strong></p>



<p>O levantamento da KPMG indica que a construção civil entra em&nbsp;<strong>uma nova fase de maturidade empresarial</strong>.&nbsp;Se durante décadas a competitividade esteve concentrada na capacidade de executar grandes empreendimentos, agora o diferencial passa pela combinação entre&nbsp;<strong>tecnologia, gestão, inovação e qualificação profissional</strong>.&nbsp;Nesse novo cenário, a inteligência aplicada aos projetos tende a se tornar tão importante quanto a própria execução das obras.</p>



<p>Para um mercado que continua aquecido em regiões como o Ceará, a expectativa é que a próxima etapa de crescimento seja&nbsp;<strong>impulsionada não apenas pelo volume de lançamentos</strong>, mas pela capacidade das empresas de entregar empreendimentos mais&nbsp;<strong>eficientes, sustentáveis e alinhados às novas demandas dos consumidores</strong>. O diferencial competitivo estará não apenas no que se constrói,<strong>&nbsp;mas em como cada imóvel é contruído</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="930" height="688" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/patriolino-dias-411.webp" alt="" class="wp-image-34164" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/patriolino-dias-411.webp 930w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/patriolino-dias-411-300x222.webp 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/patriolino-dias-411-768x568.webp 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /><figcaption class="wp-element-caption">Patriolino Dias destaca mudanças que ocorrem no mercado cearense         Foto: Douglas Filho/Portal IN
</figcaption></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Minha Casa, Minha Vida: corretores relatam entraves com usados e renda informal</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/minha-casa-minha-vida-corretores-relatam-entraves-com-usados-e-renda-informal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:50:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[Liberação do recurso demora e critérios estão mais rígidos; Caixa não divulgou mudança nas políticas Corretores de imóveis de Campo Grande relatam que o momento é de maior espera entre quem quer financiar um imóvel usado pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Outro entrave atual está na comprovação de renda dos trabalhadores informais, já que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading"><strong>Liberação do recurso demora e critérios estão mais rígidos; Caixa não divulgou mudança nas políticas</strong></h5>



<p>Corretores de imóveis de Campo Grande relatam que o momento é de maior espera entre quem quer financiar um imóvel usado pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Outro entrave atual está na comprovação de renda dos trabalhadores informais, já que a análise estaria mais rigorosa. A Caixa Econômica Federal, responsável pelo aporte de recursos, não divulgou nenhuma mudança interna.</p>



<p>Na área há 12 anos, Paulo Nogueira tem explicado aos clientes da faixa 1 (renda familiar até R$ 3,2 mil) e da faixa 2 (renda de até R$ 5 mil) do programa que a liberação do valor financiado pela Caixa Econômica Federal está demorando de dois a três meses. “Isso acontece nos momentos em que se dá preferência aos imóveis novos, como agora”, avalia. </p>



<p>Ele cita um contrato já aprovado cujo tempo de espera pelo dinheiro ultrapassa 50 dias. Ultimamente a agilidade é mais difícil, mas ele cita como exceção a liberação em apenas 15 dias para um cliente.</p>



<p>O corretor acredita que questões políticas e econômicas influenciam nos prazos e no grau de facilidade de se financiar um imóvel. “Inadimplência, taxa de juros alta, número de fraudes e não estarmos mais no início de um governo, quando recursos são abundantes, influenciam e dão um direcionamento à Caixa”, resume.&nbsp;</p>



<p><strong>Informal</strong>&nbsp;&#8211; Corretor há dois anos na Capital, Pablo Chaves tem percebido que clientes com renda informal andam enfrentando uma saga ainda maior para comprovar que podem honrar o financiamento. Essa mudança foi notada por ele há cerca de um mês e meio.&nbsp;</p>



<p>“A Caixa tem adotado critérios mais rigorosos na análise de crédito, principalmente para clientes com renda informal, que muitas vezes encontram mais dificuldade para comprovar sua capacidade de pagamento. As entrevistas e conferências de documentos estão mais detalhadas. O processo está mais demorado e criterioso”, afirma.&nbsp;</p>



<p>Além disso, para esse público, a Caixa está exigindo o extrato do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), o que antes não era solicitado, segundo Pablo. Segundo informações do site da Caixa, somente precisam apresentá-lo aqueles que pretendem financiar imóveis usando a reserva.</p>



<p>“A Caixa aumentou os requisitos. Antes, era mais tranquilo para o trabalhador com renda informal. Ficou muito difícil, estão muito rígidos nas entrevistas. A análise de documentos está muito mais detalhada”, reforça o corretor.&nbsp;</p>



<p>A reportagem ouviu um terceiro corretor, que pediu para não ser identificado. Para ele, que atua no setor há mais de 30 anos e não costuma atender trabalhadores autônomos, o maior problema tem sido mesmo a espera prolongada pela dotação. &#8220;Nunca demorou tanto. Está mais difícil liberarem R$ 150 mil para a faixa 1, mesmo com tudo em conformidade&#8221;, falou.</p>



<p><strong>Trabalhadores de aplicativo</strong>&nbsp;&#8211; Não houve anúncio oficial, mas sites do mercado imobiliário afirmam que o banco atualizou regras internas para facilitar o acesso de trabalhadores de aplicativos de mobilidade e entregas ao Minha Casa, Minha Vida. Segundo as especulações, a divulgação será feita em breve.</p>



<p>Paulo Nogueira acredita que a postura mais inflexível com relação aos trabalhadores informais tenha relação com a formalização de requisitos para atender o grupo que tira renda dos aplicativos.</p>



<p>A assessoria de imprensa da Caixa Econômica Federal foi questionada se houve ou haverá mudanças nas políticas de financiamento. Não houve resposta até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto.</p>



<p>Por Cassia Modena</p>



<p><a href="https://amp.campograndenews.com.br/cidades/capital/minha-casa-minha-vida-corretores-relatam-entraves-com-usados-e-renda-informal">Minha Casa, Minha Vida: financiamento mais lento e difícil</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2dya91pv1474s.jpg" alt="" class="wp-image-34149" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2dya91pv1474s.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2dya91pv1474s-300x200.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2dya91pv1474s-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Construção civil aposta no crescimento mesmo em cenário de incertezas</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/construcao-civil-aposta-no-crescimento-mesmo-em-cenario-de-incertezas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:33:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[Global Construction Survey]]></category>
		<category><![CDATA[KPMG]]></category>
		<category><![CDATA[Tatiana Gruenbaum]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa da KPMG mostra que empresas do setor intensificam investimentos em tecnologia, qualificação profissional e eficiência para fortalecer a competitividade Marina Kopczynski Xavier Mesmo diante de um ambiente de negócios marcado por incertezas, o setor da&#160;construção civil&#160;mantém uma perspectiva positiva para os próximos anos. É o que aponta a pesquisa Global Construction Survey, da KPMG, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pesquisa da KPMG mostra que empresas do setor intensificam investimentos em tecnologia, qualificação profissional e eficiência para fortalecer a competitividade</p>



<p><a href="https://euqueroinvestir.com/colunistas/marina-kopczynski-xavier">Marina Kopczynski Xavier</a></p>



<p>Mesmo diante de um ambiente de negócios marcado por incertezas, o setor da&nbsp;<strong>construção civil</strong>&nbsp;mantém uma perspectiva positiva para os próximos anos. É o que aponta a pesquisa Global Construction Survey, da KPMG, segundo a qual 58% dos executivos brasileiros demonstram otimismo em relação ao futuro da indústria. Ao mesmo tempo, 65% afirmam adotar uma postura mais cautelosa diante dos riscos, enquanto 35% dizem estar menos conservadores.</p>



<p>O levantamento ouviu 375 líderes da construção em diferentes países, incluindo 31 representantes do Brasil, e mostra que as empresas buscam equilibrar prudência e crescimento em um cenário de desafios econômicos e operacionais.</p>



<p>Segundo a sócia-diretora e líder do segmento de infraestrutura da KPMG no Brasil, Tatiana Gruenbaum, os resultados indicam que parte das companhias já identifica oportunidades de expansão, mesmo diante das dificuldades enfrentadas pelo setor.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“É evidente que as empresas lidam com um cenário desafiador devido às incertezas de investimento de clientes, complexidade dos projetos, aumento nos custos, restrições de financiamento, questões tecnológicas, vulnerabilidades na cadeia de suprimentos, ambiente regulatório e exigências crescentes de sustentabilidade”, afirma.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-tecnologia-e-qualificacao-lideram-as-prioridades-do-setor">Tecnologia e qualificação lideram as prioridades do setor</h2>



<p>A pesquisa revela que a valorização das equipes é a principal prioridade estratégica para 68% dos executivos. Em seguida aparecem a tecnologia, considerada essencial por 65% dos entrevistados, e a adoção de novos modelos de entrega de projetos, apontada como crítica por 58%.</p>



<p>Publicidade</p>



<p>Entre as prioridades operacionais, 52% destacam a busca por maior eficiência e lucratividade. Outros 35% concentram esforços em atender melhor às demandas dos clientes, enquanto 32% pretendem expandir a atuação para novos mercados. Tecnologia e inovação são prioridade para 29% dos participantes, seguidas pela gestão de riscos (23%) e pelo fortalecimento da cadeia de suprimentos (6%).</p>



<p>O estudo também aponta três frentes consideradas fundamentais para impulsionar a transformação das empresas: investir na capacitação dos profissionais, com foco em competências digitais; ampliar a integração da tecnologia para aumentar a eficiência, a competitividade e a sustentabilidade; e repensar os modelos de entrega dos projetos, com maior digitalização da cadeia de suprimentos e adoção da manufatura offsite, método em que partes da edificação são produzidas fora do canteiro de obras.</p>



<p>De acordo com Tatiana Gruenbaum, a expectativa de aumento dos investimentos em qualificação demonstra que as empresas reconhecem a necessidade de promover uma transformação operacional para sustentar o crescimento em um ambiente de instabilidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“As empresas precisam ir além de iniciativas isoladas e adotar uma integração entre os setores. É importante ocorrer um alinhamento entre as prioridades estratégicas das companhias e os instrumentos operacionais disponíveis, sugerindo um caminho claro para o crescimento resiliente e adaptável”, conclui.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="558" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construction-site-sunset1-1024x558.webp" alt="" class="wp-image-34107" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construction-site-sunset1-1024x558.webp 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construction-site-sunset1-300x164.webp 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construction-site-sunset1-768x419.webp 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construction-site-sunset1.webp 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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