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	<title>ABC HABITAÇÃO</title>
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	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
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	<title>ABC HABITAÇÃO</title>
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	<item>
		<title>Deu no DOU: Empreendimentos Aptos no MCMV-FAR, Contenção de Encostas e Ajustes no MCMV-Entidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:03:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DOU]]></category>
		<category><![CDATA[Contenção de Encostas]]></category>
		<category><![CDATA[MCMV-Entidades]]></category>
		<category><![CDATA[mcmv-FAR]]></category>
		<category><![CDATA[Novo PAC]]></category>
		<category><![CDATA[Pró-moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério das Cidades publicou novos atos normativos no Diário Oficial da União trazendo avanços importantes para a contratualização de habitações sociais e obras de infraestrutura urbana em diversos municípios do país. Abaixo, resumimos os pontos principais de cada publicação: 1. Seleção e Aptidão para Contratação no MCMV-FAR (Portaria nº 863) A Portaria MCID nº [&#8230;]]]></description>
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<p id="p-rc_5b801fbfe5f20674-124">O Ministério das Cidades publicou novos atos normativos no Diário Oficial da União trazendo avanços importantes para a contratualização de habitações sociais e obras de infraestrutura urbana em diversos municípios do país<sup></sup>.</p>



<p>Abaixo, resumimos os pontos principais de cada publicação:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Seleção e Aptidão para Contratação no MCMV-FAR (Portaria nº 863)</h3>



<p id="p-rc_5b801fbfe5f20674-125">A <strong>Portaria MCID nº 863/2026</strong> divulgou a lista de propostas de empreendimentos habitacionais declaradas <strong>aptas à contratação</strong> no âmbito da linha de provisão subsidiada com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), integrante do Programa Minha Casa, Minha Vida<sup></sup>.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Prazos</strong>: O Gestor do FAR e os Agentes Financeiros devem se atentar rigorosamente aos prazos estipulados pelos atos de regência aplicáveis a cada proposta para celebração dos contratos.</li>



<li><strong>Publicidade e Identidade Visual</strong>: Reitera-se a proibição de promoção pessoal de autoridades. É obrigatória a aplicação do Manual de Criacao e Uso da Logomarca do MCMV em todas as ações de divulgação e priorização do programa.</li>



<li><strong>Compromisso</strong>: Empresas construtoras e entes públicos locais envolvidos devem atestar ciência e submeter-se de forma irrestrita às normas vigentes.</li>



<li><strong>Projetos Contemplados</strong>: Incluem empreendimentos em Camaçari (BA), Ribeira do Pombal (BA), Extrema (MG), Belém (PA), Nova Iguaçu (RJ), Lagarto (SE) e Mauá (SP).</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">2. Prevenção a Desastres: Contenção de Encostas (Portaria nº 832)</h3>



<p id="p-rc_5b801fbfe5f20674-130">Publicada no âmbito do Novo PAC (Eixo Cidades Sustentáveis e Resilientes) e operada com recursos do FGTS via Programa PRÓ-MORADIA, a <strong>Portaria MCID nº 832/2026</strong> trouxe a lista de propostas <strong>habilitadas</strong> na modalidade de <em>Prevenção a Desastres &#8211; Contenção de Encostas</em><sup></sup>.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Próxima Etapa</strong>: As propostas listadas seguem para a fase de validação formal junto ao agente financeiro.</li>



<li><strong>Municípios Beneficiados</strong>:
<ul class="wp-block-list">
<li>Cariacica (ES) – R$ 35,09 milhões</li>



<li>Óbidos (PA) – R$ 30,00 milhões</li>



<li>Sorocaba (SP) – R$ 7,88 milhões</li>



<li>Estado do Amapá / Amapá (AP) – R$ 29,10 milhões</li>



<li>Itapecerica da Serra (SP) – R$ 11,22 milhões</li>



<li>Barbacena (MG) – R$ 4,69 milhões</li>
</ul>
</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">3. Alterações na Seleção do MCMV-Entidades (Portaria nº 808)</h3>



<p id="p-rc_5b801fbfe5f20674-138">A <strong>Portaria MCID nº 808/2026</strong> alterou a Portaria nº 698/2026, ajustando a seleção de propostas do Programa Minha Casa, Minha Vida &#8211; MCMV-Entidades (Fundo de Desenvolvimento Social &#8211; FDS)<sup></sup>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Troca de Propostas</strong>: Estabelece o prazo de <strong>até 45 dias</strong> para que proponentes sem interesse na contratação da proposta originalmente selecionada possam manifestar ao Agente Financeiro o interesse em contratar outra proposta enquadrada.</li>



<li><strong>Ajuste na Relação de Projetos no Rio de Janeiro (RJ)</strong>:
<ul class="wp-block-list">
<li><em>Excluída</em>: Proposta &#8220;Residencial Assistencial Amorec&#8221; (66 UHs).</li>



<li><em>Incluída</em>: Proposta &#8220;Ocupação Gilberto Domingos&#8221; (38 UHs).</li>
</ul>
</li>
</ul>



<p><strong>Fique por dentro!</strong> Nossos associados recebem estas e outras publicações do Diário Oficial da União na íntegra e em tempo real. Acompanhe nossas atualizações para não perder nenhum prazo estratégico para a sua entidade ou município.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="908" height="534" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Deu-no-DOU.png" alt="" class="wp-image-33949" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Deu-no-DOU.png 908w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Deu-no-DOU-300x176.png 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Deu-no-DOU-768x452.png 768w" sizes="(max-width: 908px) 100vw, 908px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Construção civil aposta em tecnologia e inovação para sustentar seu crescimento</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/construcao-civil-aposta-em-tecnologia-e-inovacao-para-sustentar-seu-crescimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 13:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[sinduscon-CE]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Marcelo Cabral &#8211; Em 17/07/2026 às 2:22 PM Aconstrução civil brasileira vive um momento de transição. Em um ambiente marcado por juros elevados, restrições ao crédito e&#160;mudanças no cenário internacional, empresas do setor começam a substituir suas estratégias. Antes baseadas apenas em expansão, agora têm foco em modelos que priorizam&#160;inovação, eficiência operacional e transformação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por Marcelo Cabral &#8211; Em 17/07/2026 às 2:22 PM</p>



<p>Aconstrução civil brasileira vive um momento de transição. Em um ambiente marcado por juros elevados, restrições ao crédito e<strong>&nbsp;mudanças no cenário internacional</strong>, empresas do setor começam a substituir suas estratégias. Antes baseadas apenas em expansão, agora têm foco em modelos que priorizam&nbsp;<strong>inovação, eficiência operacional e transformação digital</strong>.</p>



<p id="caption-attachment-802170">É o que revela a <strong>Global Construction Survey</strong>, <strong>da KPMG</strong>, segundo a qual 65% dos executivos brasileiros afirmam adotar atualmente uma postura mais cautelosa diante dos riscos econômicos. Apesar disso, o setor mantém uma visão positiva sobre o futuro: 58% dos entrevistados <strong>demonstram otimismo quanto às perspectivas dessa indústria</strong>.</p>



<p>No Ceará, o mercado imobiliário segue em trajetória de crescimento,&nbsp;<strong>impulsionado pelo elevado volume de lançamentos</strong>&nbsp;na Região Metropolitana de Fortaleza e pela expectativa de melhora do ambiente macroeconômico. O presidente do&nbsp;<strong>Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE), Patriolino Dias de Sousa</strong>, disse que o início do ano foi marcado por projeções positivas em relação à política monetária, cenário&nbsp;<strong>impactado pela instabilidade geopolítica internacional</strong>, devido à gerra no Irã.</p>



<p>“Aqui no Brasil, a inflação tem caído e segundo o Relatório Focus do Banco Central, a tendência é que a&nbsp;<strong>taxa de juros recue nas próximas reuniões do Copom</strong>&nbsp;(Comitê de Política Monetária). Ficando perto de um dígito, a tendência é que as famílias devam voltar a investir em imóveis, pois o&nbsp;<strong>mercado imobiliário é sólido e tem apresentado elevada valorização</strong>”, explica.</p>



<p>Mesmo diante desse contexto, a construção civil mantém&nbsp;<strong>metas ambiciosas para os próximos meses</strong>&nbsp;e deverá bater o recorde histórico de valores negociados.&nbsp;“Nosso setor está trabalhando com rigor, e com muito foco visando atingir o objetivo que temos perseguido desde o início deste ano, que é o de fechar 2026 com um<strong>&nbsp;total superior a R$ 10 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) comercializado</strong>”, ressalta.</p>



<p><strong>Competitividade passa pela inovação</strong></p>



<p><img decoding="async" src="https://www.portalin.com.br/wp-content/uploads/2026/07/tatiana-gruenbaum.jpg" alt="" width="490" height="490" srcset="https://www.portalin.com.br/wp-content/uploads/2026/07/tatiana-gruenbaum.jpg 598w, https://www.portalin.com.br/wp-content/uploads/2026/07/tatiana-gruenbaum-300x300.jpg 300w, https://www.portalin.com.br/wp-content/uploads/2026/07/tatiana-gruenbaum-150x150.jpg 150w"></p>



<p id="caption-attachment-802172">Tatiana Gruenbaum diz que o cenário ainda é desafiador no Brasil</p>



<p>Segundo&nbsp;<strong>Tatiana Gruenbaum</strong>, sócia-diretora e líder do segmento de Infraestrutura da KPMG no Brasil, o estudo mostra que a construção civil passa por uma fase de adaptação a um ambiente mais complexo. “O resultado aponta que parte do setor de construção&nbsp;<strong>começa a enxergar oportunidades de crescimento apesar dos riscos</strong>. É evidente que as empresas lidam com um cenário desafiador devido às incertezas de investimento de clientes, complexidade dos projetos, aumento nos custos, restrições de financiamento, questões tecnológicas,&nbsp;<strong>ambiente regulatório e exigências crescentes de sustentabilidade</strong>”.</p>



<p>Além do cenário econômico, a pesquisa identifica uma mudança na estratégia das empresas. Para 68% dos executivos,&nbsp;<strong>o desenvolvimento das equipes tornou-se prioridade</strong>&nbsp;para a competitividade dos negócios. Outros 65% apontam a<strong>&nbsp;tecnologia como fator decisivo para o crescimento</strong>, enquanto 58% defendem novos modelos de entrega&nbsp;<strong>como essenciais para ampliar produtividade e eficiência</strong>. Conceitos como automação, análise de dados, integração de processos e digitalização dos canteiros deixam de ser tendências para se consolidarem&nbsp;<strong>como ferramentas estratégicas da construção contemporânea</strong>.</p>



<p>Segundo Patriolino Dias, essa transformação já pode ser observada no dia a dia das empresas que atuam em território cearense,&nbsp;<strong>favorecendo a ambiência de negócios</strong>. “Novas tecnologias construtivas estão sendo aplicadas pelas empresas que atuam no Ceará, fazendo com que o ritmo das obras seja acelerado, o que colabora de modo relevante para o<strong>&nbsp;impulsionamento do mercado imobiliário&nbsp; no Estado</strong>”, afirma Patriolino Dias.</p>



<p><strong>Um novo ciclo para a construção</strong></p>



<p>O levantamento da KPMG indica que a construção civil entra em&nbsp;<strong>uma nova fase de maturidade empresarial</strong>.&nbsp;Se durante décadas a competitividade esteve concentrada na capacidade de executar grandes empreendimentos, agora o diferencial passa pela combinação entre&nbsp;<strong>tecnologia, gestão, inovação e qualificação profissional</strong>.&nbsp;Nesse novo cenário, a inteligência aplicada aos projetos tende a se tornar tão importante quanto a própria execução das obras.</p>



<p>Para um mercado que continua aquecido em regiões como o Ceará, a expectativa é que a próxima etapa de crescimento seja&nbsp;<strong>impulsionada não apenas pelo volume de lançamentos</strong>, mas pela capacidade das empresas de entregar empreendimentos mais&nbsp;<strong>eficientes, sustentáveis e alinhados às novas demandas dos consumidores</strong>. O diferencial competitivo estará não apenas no que se constrói,<strong>&nbsp;mas em como cada imóvel é contruído</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="930" height="688" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/patriolino-dias-411.webp" alt="" class="wp-image-34164" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/patriolino-dias-411.webp 930w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/patriolino-dias-411-300x222.webp 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/patriolino-dias-411-768x568.webp 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /><figcaption class="wp-element-caption">Patriolino Dias destaca mudanças que ocorrem no mercado cearense         Foto: Douglas Filho/Portal IN
</figcaption></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fim dos pedreiros: impressora gigante de barro faz casa barata igual ao joão-de-barro usando terra do próprio terreno, impressão 3D em camadas, menos aço e concreto, conforto térmico natural e tecnologia que promete revolucionar a construção civil</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/fim-dos-pedreiros-impressora-gigante-de-barro-faz-casa-barata-igual-ao-joao-de-barro-usando-terra-do-proprio-terreno-impressao-3d-em-camadas-menos-aco-e-concreto-conforto-termico-natural-e-tecnolo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 13:42:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[impressão 3D]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Escrito por Alisson Ficher Impressão 3D com terra local combina automação, arquitetura bioclimática e formas orgânicas para erguer paredes em camadas, reduzir o transporte de materiais e transformar etapas do canteiro, embora o processo ainda dependa de planejamento técnico, profissionais especializados e proteção adequada contra a umidade. Desenvolvida pela empresa italiana WASP, uma impressora 3D de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Escrito por <a href="https://clickpetroleoegas.com.br/author/alisson-slam-cpg/">Alisson Ficher</a></p>



<p><strong>Impressão 3D com terra local combina automação, arquitetura bioclimática e formas orgânicas para erguer paredes em camadas, reduzir o transporte de materiais e transformar etapas do canteiro, embora o processo ainda dependa de planejamento técnico, profissionais especializados e proteção adequada contra a umidade.</strong></p>



<p>Desenvolvida pela empresa italiana WASP, uma impressora 3D de grandes dimensões permite construir paredes com misturas à base de terra local, depositadas em camadas sucessivas conforme um projeto digital previamente definido.</p>



<p><strong>Ao reduzir o transporte de materiais e ampliar as possibilidades de formas curvas, a tecnologia modifica etapas da construção, mas não elimina a participação de trabalhadores especializados ao longo da obra.</strong></p>



<p>Entre os principais exemplos dessa abordagem está a&nbsp;<strong><a href="https://www.3dwasp.com/en/3d-printed-house-tecla/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TECLA</a></strong>, protótipo habitacional criado pelo escritório Mario Cucinella Architects em parceria com a WASP e desenvolvido na Itália a partir de 2020.</p>



<p>Reunindo impressão tridimensional, materiais naturais disponíveis na região e princípios de arquitetura bioclimática, a estrutura foi concebida para testar uma alternativa construtiva capaz de aproximar automação, baixo impacto ambiental e adaptação ao clima.</p>



<p>Embora o título associe o projeto às construções do joão-de-barro, a inspiração declarada pela WASP vem da vespa-oleira, inseto que utiliza terra para formar seus ninhos.</p>



<p>Nesse contexto, a comparação com aves construtoras funciona como analogia visual, mas não aparece nas informações oficiais como fundamento técnico ou conceitual da tecnologia apresentada pela empresa italiana.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-como-a-impressora-3d-transforma-terra-em-paredes">Como a impressora 3D transforma terra em paredes</h3>



<p>Aplicado à construção civil, o equipamento&nbsp;<a href="https://www.3dwasp.com/en/3d-printer-house-crane-wasp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Crane WASP</a>&nbsp;opera como um sistema modular de impressão 3D capaz de movimentar um bico extrusor sobre o canteiro e depositar continuamente a mistura definida para cada projeto.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://clickpetroleoegas.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Imagem-CPG-redimencionada-para-google-discovery-14-15-1290x726.jpg" alt="Impressora 3D usa terra local para construir casas em camadas, reduzir materiais e melhorar o conforto térmico na construção civil brasileira." class="wp-image-446252"/><figcaption class="wp-element-caption">Impressora 3D usa terra local para construir casas em camadas, reduzir materiais e melhorar o conforto térmico na construção civil brasileira.</figcaption></figure>



<p>Em vez de produzir pequenas peças dentro de uma estrutura fechada, a máquina segue instruções digitais e desenha as paredes diretamente no local, respeitando a geometria, a altura e a espessura previstas no modelo arquitetônico.</p>



<p>Antes de iniciar a impressão, profissionais precisam analisar a composição do solo e preparar uma massa adequada ao processo, ajustando os materiais de acordo com as exigências de estabilidade e desempenho.</p>



<p>A formulação pode reunir terra, água e outros componentes, mas não existe uma receita universal que permita retirar qualquer solo do quintal e utilizá-lo imediatamente, sem testes, correções ou acompanhamento técnico.</p>



<p>Depois de preparada, a mistura percorre mangueiras até chegar ao extrusor, que deposita cada trecho da parede conforme as coordenadas armazenadas no arquivo digital utilizado para orientar o equipamento.</p>



<p>Quando uma camada é concluída, outra é aplicada sobre a anterior, repetindo o movimento de forma contínua até que a estrutura alcance as dimensões e o formato estabelecidos no projeto.</p>



<p><strong>Com esse método, torna-se possível fabricar paredes curvas, cavidades e espessuras variáveis sem depender exclusivamente de blocos padronizados ou de formas tradicionais de execução.</strong></p>



<p>Ao mesmo tempo, o controle digital da quantidade depositada pode reduzir sobras, desde que a preparação dos materiais, a programação da máquina e a operação no canteiro sejam corretamente planejadas.Play Video</p>



<p>Segundo a WASP, o sistema trabalha com diferentes materiais, como argamassas, concreto, cal, compostos reforçados com fibras e misturas produzidas à base de terra.</p>



<p>Por isso, o uso do solo local representa uma das aplicações disponíveis para a tecnologia, e não uma característica automática presente em todas as obras realizadas com o equipamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-formas-arredondadas-tambem-cumprem-funcao-estrutural">Formas arredondadas também cumprem função estrutural</h3>



<p>Mais do que uma escolha estética, a aparência orgânica da TECLA está relacionada à integração entre geometria, materiais naturais, condições climáticas e princípios de arquitetura bioclimática adotados durante o desenvolvimento do protótipo.</p>



<p>De acordo com o&nbsp;<a href="https://www.mcarchitects.it/en/projects/tecla-technology-and-clay" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mario Cucinella Architects</a>, o projeto combina estudos do clima com referências de técnicas construtivas tradicionais, buscando adaptar a residência às características ambientais e aos recursos existentes no local.</p>



<p>Compostas por duas formas arredondadas, as estruturas distribuem os esforços de maneira diferente das paredes retas convencionais e permitem explorar soluções arquitetônicas difíceis de executar com métodos inteiramente baseados em alvenaria.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://clickpetroleoegas.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Imagem-CPG-redimencionada-para-google-discovery-13-16-1290x726.jpg" alt="Impressora 3D usa terra local para construir casas em camadas, reduzir materiais e melhorar o conforto térmico na construção civil brasileira." class="wp-image-446253"/><figcaption class="wp-element-caption">Impressora 3D usa terra local para construir casas em camadas, reduzir materiais e melhorar o conforto térmico na construção civil brasileira.</figcaption></figure>



<p>Além disso, a impressão 3D possibilita produzir superfícies contínuas e determinados elementos internos durante a fabricação, reduzindo algumas etapas que exigiriam formas, recortes ou montagem adicional em um canteiro tradicional.</p>



<p><strong>Ainda assim, a adoção de paredes impressas não significa que aço e concreto possam ser dispensados em qualquer obra, independentemente das condições do terreno ou das exigências estruturais.</strong></p>



<p>Fundação, cobertura, instalações, reforços e componentes complementares continuam dependendo do projeto, do clima, das características do solo e das normas técnicas aplicáveis em cada país ou município.</p>



<p>Também não existe base segura para afirmar que a tecnologia representa o “fim dos pedreiros”, porque o funcionamento do sistema exige uma equipe treinada e profissionais preparados para acompanhar cada etapa da operação.</p>



<p>Conforme informa a fabricante, o Crane WASP depende de um responsável com conhecimento técnico e de operadores capacitados para montagem, impressão, monitoramento e desmontagem do conjunto utilizado no canteiro.</p>



<p>Na prática, a automação altera sobretudo a execução repetitiva das paredes, enquanto diversas atividades continuam sob responsabilidade de arquitetos, engenheiros, eletricistas, encanadores, instaladores, técnicos de segurança e profissionais de acabamento.</p>



<p>Assim, a mudança ocorre mais na organização do trabalho e na divisão das tarefas do que na substituição completa das equipes envolvidas na construção de uma residência.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-terra-pode-contribuir-para-o-conforto-termico">Terra pode contribuir para o conforto térmico</h3>



<p>Por apresentarem capacidade de armazenar calor e liberá-lo gradualmente, paredes espessas de terra podem ajudar a reduzir oscilações de temperatura no interior de uma construção ao longo do dia.</p>



<p>Conhecido como inércia térmica, esse comportamento depende da espessura das paredes, das condições climáticas e de um projeto que considere ventilação, cobertura, orientação solar e proteção adequada contra a incidência direta do calor.</p>



<p><strong>Embora possa melhorar o conforto interno, esse desempenho não equivale ao funcionamento de um aparelho de ar-condicionado, já que a parede não resfria o ambiente de forma ativa.</strong></p>



<p>Mesmo assim, quando bem aplicada, a arquitetura bioclimática aproveita circulação de ar, posição do imóvel, escolha dos materiais e formato da edificação para reduzir a dependência de equipamentos elétricos.</p>



<p>No caso da TECLA, a geometria, a composição das paredes e a seleção de materiais locais foram desenvolvidas de maneira integrada, considerando o desempenho ambiental esperado para o protótipo.</p>



<p>O escritório responsável apresenta a residência como uma experiência habitacional de baixo impacto, e não como um modelo pronto para ser reproduzido, sem adaptações, em qualquer região ou condição climática.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-protecao-contra-chuva-depende-do-projeto">Proteção contra chuva depende do projeto</h3>



<p>Por ser vulnerável à ação constante da água, uma parede feita com terra crua precisa receber soluções de proteção compatíveis com o clima e com as condições específicas do terreno onde será construída.</p>



<p>Entre os recursos tradicionalmente empregados estão beirais, fundações afastadas da umidade, drenagem eficiente, revestimentos adequados e manutenção periódica, medidas que ajudam a evitar erosão, infiltrações e desgaste prematuro.</p>



<p><strong>Não há comprovação de que aditivos naturais tornem toda mistura completamente impermeável, nem de que qualquer construção desse tipo dure por gerações em todas as condições.</strong></p>



<p>A resistência final varia conforme a formulação utilizada, a qualidade da execução, o desenho arquitetônico, o regime de chuvas, o clima local e o cumprimento das exigências técnicas aplicáveis.</p>



<p>Da mesma forma, não foi divulgado um valor padronizado que permita afirmar que casas impressas com terra sejam sempre mais baratas do que edificações construídas por alvenaria convencional.</p>



<p>Embora o uso de material disponível no próprio terreno possa reduzir transporte e consumo de determinados insumos, equipamentos, preparação da mistura, mão de obra qualificada e componentes adicionais continuam representando custos relevantes.</p>



<p>Ao reunir processos digitais e materiais antigos, a impressão 3D com terra abre novas possibilidades para a arquitetura e para a organização dos canteiros, sem eliminar a necessidade de testes, regulamentação e formação profissional.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Imagem-CPG-redimencionada-para-google-discovery-7-151-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-34160" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Imagem-CPG-redimencionada-para-google-discovery-7-151-1-1024x576.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Imagem-CPG-redimencionada-para-google-discovery-7-151-1-300x169.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Imagem-CPG-redimencionada-para-google-discovery-7-151-1-768x432.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Imagem-CPG-redimencionada-para-google-discovery-7-151-1-1536x864.jpg 1536w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Imagem-CPG-redimencionada-para-google-discovery-7-151-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Impressora 3D usa terra local para construir casas em camadas, reduzir materiais e melhorar o conforto térmico na construção civil brasileira.</figcaption></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>27ª Construsul reúne mais de 300 expositores</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/27a-construsul-reune-mais-de-300-expositores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 13:28:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[Construsul]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[feira]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Gabrielle Pacheco Em um mercado cada vez mais orientado pela inovação e pelo relacionamento comercial, a&#160;27ª Construsul – Feira Internacional da Construção&#160;reunirá empresas que apostam na feira para apresentar soluções, ampliar conexões e fortalecer sua atuação junto aos principais profissionais da construção civil. O evento acontece de 4 a 7 de agosto, no Centro de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por <a href="https://expansao.co/author/expansao-rs/">Gabrielle Pacheco</a></p>



<p>Em um mercado cada vez mais orientado pela inovação e pelo relacionamento comercial, a&nbsp;27ª Construsul – Feira Internacional da Construção&nbsp;reunirá empresas que apostam na feira para apresentar soluções, ampliar conexões e fortalecer sua atuação junto aos principais profissionais da construção civil. O evento acontece de 4 a 7 de agosto, no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre, reunindo mais de 300 expositores e cerca de 35 mil visitantes profissionais.</p>



<p>Nesse cenário, empresas como Pormade, Âncora Group e Lorenzetti utilizarão a feira para apresentar soluções, fortalecer relacionamentos e ampliar oportunidades comerciais junto a profissionais da construção civil, distribuidores, revendedores, especificadores e parceiros de negócios.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A Construsul é estratégica para a Pormade por ser a principal feira da construção civil da Região Sul. Durante os dias de evento, temos a oportunidade de nos conectar com os principais players do mercado, gerar novas oportunidades comerciais e reforçar a presença da marca junto aos profissionais especificadores e tomadores de decisão”, afirma João Ricardo Olinquevicz, diretor Comercial e de Marketing da Pormade.</p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Lançamentos refletem diferentes segmentos da construção</strong></h4>



<p>Um dos destaques da programação é a apresentação de novos produtos e soluções voltadas a diferentes áreas da construção civil. Ao longo dos quatro dias de feira, os visitantes poderão conhecer lançamentos, acompanhar demonstrações e estabelecer contato direto com fabricantes. Entre as novidades estão a Porta ACM, as portas laqueadas e a porta PRF-30, certificada para resistência ao fogo, que serão apresentadas pela&nbsp;Pormade.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" src="https://expansao.co/wp-content/uploads/2026/07/27%C2%B0-Construsul-acontece-de-4-a-7-de-agosto-na-FIERGS-3-300x200.jpg" alt="" class="wp-image-151069"/></figure>



<p>A&nbsp;Lorenzetti&nbsp;levará à feira a Coleção 2026, composta por soluções para banheiros, cozinhas e sistemas hidráulicos. Entre os destaques estão lançamentos e produtos nas linhas de duchas, chuveiros, torneiras elétricas, aquecedores de água a gás, bombas e pressurizadores, purificadores de água, louças, metais e plásticos sanitários. “O estande foi planejado para que os visitantes possam conhecer os produtos de perto e observar seus diferenciais de desempenho, praticidade e conforto, atributos que traduzem a proposta da Lorenzetti de integrar inovação, tecnologia e funcionalidade ao morar”, afirma Paulo Galina, gerente de Marketing da Lorenzetti.</p>



<p>Outra novidade será a apresentação da Âncora Tools, nova marca do&nbsp;Âncora Group, que chega ao mercado com um portfólio inicial de mais de 180 produtos entre ferramentas elétricas, ferramentas a bateria, equipamentos de medição a laser e acessórios. O estande também contará com demonstrações de produtos e experiências voltadas aos visitantes. “Nossa principal expectativa é apresentar ao mercado a nova marca do grupo, a Âncora Tools, além de destacar nossos principais lançamentos e produtos exclusivos. Queremos reforçar nosso posicionamento como uma empresa que oferece soluções completas em fixação e ferramentas, estreitando o relacionamento com clientes e parceiros da Região Sul”, destaca Rafael Bernardi, gerente de Marketing do Âncora Group.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Relacionamento amplia oportunidades comerciais</strong></h4>



<p>Além dos lançamentos, as empresas apontam o relacionamento com clientes, parceiros e profissionais da construção civil como um dos principais diferenciais da participação na Construsul. A Pormade vê a feira como uma oportunidade para ampliar os negócios e fortalecer a presença da marca junto aos profissionais da construção civil. A empresa participa da Construsul há diversas edições e destaca que o evento contribuiu para a construção de importantes parcerias comerciais, impulsionando o crescimento dos negócios e a expansão da marca no Rio Grande do Sul. “Durante os dias de evento, temos a oportunidade de nos conectar com os principais players do mercado, gerar novas oportunidades comerciais e reforçar a presença da marca junto aos profissionais especificadores e tomadores de decisão”, afirma o diretor João Ricardo Olinquevicz.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Já o Âncora Group também utiliza a feira para fortalecer sua atuação na Região Sul. Presente na Construsul desde 2018 e na Construsul BC, realizada em Balneário Camboriú, a empresa destaca que o evento tem contribuído para ampliar o relacionamento com clientes e parceiros, consolidando a presença de suas marcas na região. “A Construsul é um evento estratégico para fortalecer nosso relacionamento com clientes, parceiros e profissionais do setor. É uma oportunidade de reunir uma equipe técnica e comercial completa em um ambiente dedicado à troca de experiências, demonstrações de produtos, atendimento consultivo e geração de novos negócios”, afirma Rafael Bernardi.</p>
</blockquote>



<p>Por fim, a Lorenzetti, que retomou sua participação na feira em 2025, avalia que a edição anterior fortaleceu o relacionamento com clientes, revendedores, distribuidores e profissionais do setor. Para este ano, a expectativa é ampliar essas conexões e dar continuidade ao trabalho desenvolvido junto aos diferentes públicos da construção civil. “A participação na Construsul permite estreitar o diálogo com clientes e parceiros, apresentar soluções em diversas categorias de atuação da marca e promover uma troca direta com os profissionais envolvidos na especificação, comercialização e instalação dos produtos”, finaliza Paulo Galina.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Credenciamento é gratuito para profissionais do setor</strong></h4>



<p>Ao reunir fabricantes, distribuidores, varejo especializado, construtoras, arquitetos, engenheiros e especificadores, a 27ª Construsul reforça seu papel como um dos principais ambientes de relacionamento e geração de negócios da construção civil na América Latina. O credenciamento é gratuito para profissionais do setor e pode ser realizado pelo site&nbsp;<a href="http://www.feiraconstrusul.com.br/">www.feiraconstrusul.com.br</a>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Serviço</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Evento:</strong> 27ª Construsul – Feira Internacional da Construção</li>



<li><strong>Data:</strong> 4 a 7 de agosto de 2026</li>



<li><strong>Local:</strong> Centro de Eventos FIERGS – <a href="https://www.google.com/maps/search/Av.+Assis+Brasil,+8787?entry=gmail&amp;source=g">Av. Assis Brasil, 8787</a>, Bairro Sarandi, Porto Alegre/RS</li>



<li><strong>Horário:</strong> terça a quinta-feira, das 13h às 20h, e sexta-feira, das 13h às 19h</li>



<li><strong>Credenciamento:</strong> inscrições gratuitas para profissionais do setor através do website <a href="http://www.feiraconstrusul.com.br/">www.feiraconstrusul.com.br</a>. É proibida a entrada de menores de 14 anos.</li>
</ul>



<p><strong>Foto: Guilherme Gargioni/&nbsp;Divulgação | Fonte: Assessoria</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/27°-Construsul-acontece-de-4-a-7-de-agosto-na-FIERGS.jpg-1170x7801-1-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-34157" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/27°-Construsul-acontece-de-4-a-7-de-agosto-na-FIERGS.jpg-1170x7801-1-1024x683.jpeg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/27°-Construsul-acontece-de-4-a-7-de-agosto-na-FIERGS.jpg-1170x7801-1-300x200.jpeg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/27°-Construsul-acontece-de-4-a-7-de-agosto-na-FIERGS.jpg-1170x7801-1-768x512.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/27°-Construsul-acontece-de-4-a-7-de-agosto-na-FIERGS.jpg-1170x7801-1.jpeg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Minha Casa, Minha Vida: corretores relatam entraves com usados e renda informal</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/minha-casa-minha-vida-corretores-relatam-entraves-com-usados-e-renda-informal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:50:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[Liberação do recurso demora e critérios estão mais rígidos; Caixa não divulgou mudança nas políticas Corretores de imóveis de Campo Grande relatam que o momento é de maior espera entre quem quer financiar um imóvel usado pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Outro entrave atual está na comprovação de renda dos trabalhadores informais, já que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading"><strong>Liberação do recurso demora e critérios estão mais rígidos; Caixa não divulgou mudança nas políticas</strong></h5>



<p>Corretores de imóveis de Campo Grande relatam que o momento é de maior espera entre quem quer financiar um imóvel usado pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Outro entrave atual está na comprovação de renda dos trabalhadores informais, já que a análise estaria mais rigorosa. A Caixa Econômica Federal, responsável pelo aporte de recursos, não divulgou nenhuma mudança interna.</p>



<p>Na área há 12 anos, Paulo Nogueira tem explicado aos clientes da faixa 1 (renda familiar até R$ 3,2 mil) e da faixa 2 (renda de até R$ 5 mil) do programa que a liberação do valor financiado pela Caixa Econômica Federal está demorando de dois a três meses. “Isso acontece nos momentos em que se dá preferência aos imóveis novos, como agora”, avalia. </p>



<p>Ele cita um contrato já aprovado cujo tempo de espera pelo dinheiro ultrapassa 50 dias. Ultimamente a agilidade é mais difícil, mas ele cita como exceção a liberação em apenas 15 dias para um cliente.</p>



<p>O corretor acredita que questões políticas e econômicas influenciam nos prazos e no grau de facilidade de se financiar um imóvel. “Inadimplência, taxa de juros alta, número de fraudes e não estarmos mais no início de um governo, quando recursos são abundantes, influenciam e dão um direcionamento à Caixa”, resume.&nbsp;</p>



<p><strong>Informal</strong>&nbsp;&#8211; Corretor há dois anos na Capital, Pablo Chaves tem percebido que clientes com renda informal andam enfrentando uma saga ainda maior para comprovar que podem honrar o financiamento. Essa mudança foi notada por ele há cerca de um mês e meio.&nbsp;</p>



<p>“A Caixa tem adotado critérios mais rigorosos na análise de crédito, principalmente para clientes com renda informal, que muitas vezes encontram mais dificuldade para comprovar sua capacidade de pagamento. As entrevistas e conferências de documentos estão mais detalhadas. O processo está mais demorado e criterioso”, afirma.&nbsp;</p>



<p>Além disso, para esse público, a Caixa está exigindo o extrato do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), o que antes não era solicitado, segundo Pablo. Segundo informações do site da Caixa, somente precisam apresentá-lo aqueles que pretendem financiar imóveis usando a reserva.</p>



<p>“A Caixa aumentou os requisitos. Antes, era mais tranquilo para o trabalhador com renda informal. Ficou muito difícil, estão muito rígidos nas entrevistas. A análise de documentos está muito mais detalhada”, reforça o corretor.&nbsp;</p>



<p>A reportagem ouviu um terceiro corretor, que pediu para não ser identificado. Para ele, que atua no setor há mais de 30 anos e não costuma atender trabalhadores autônomos, o maior problema tem sido mesmo a espera prolongada pela dotação. &#8220;Nunca demorou tanto. Está mais difícil liberarem R$ 150 mil para a faixa 1, mesmo com tudo em conformidade&#8221;, falou.</p>



<p><strong>Trabalhadores de aplicativo</strong>&nbsp;&#8211; Não houve anúncio oficial, mas sites do mercado imobiliário afirmam que o banco atualizou regras internas para facilitar o acesso de trabalhadores de aplicativos de mobilidade e entregas ao Minha Casa, Minha Vida. Segundo as especulações, a divulgação será feita em breve.</p>



<p>Paulo Nogueira acredita que a postura mais inflexível com relação aos trabalhadores informais tenha relação com a formalização de requisitos para atender o grupo que tira renda dos aplicativos.</p>



<p>A assessoria de imprensa da Caixa Econômica Federal foi questionada se houve ou haverá mudanças nas políticas de financiamento. Não houve resposta até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto.</p>



<p>Por Cassia Modena</p>



<p><a href="https://amp.campograndenews.com.br/cidades/capital/minha-casa-minha-vida-corretores-relatam-entraves-com-usados-e-renda-informal">Minha Casa, Minha Vida: financiamento mais lento e difícil</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2dya91pv1474s.jpg" alt="" class="wp-image-34149" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2dya91pv1474s.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2dya91pv1474s-300x200.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2dya91pv1474s-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Papo de Habitação: ABC debate no dia 28/07 os impactos do julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidades da Lei da Reurb no STF.</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/papo-de-habitacao-abc-debate-no-dia-28-07-os-impactos-do-julgamento-das-acoes-diretas-de-inconstitucionalidades-da-lei-da-reurb-no-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 18:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABC]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[live]]></category>
		<category><![CDATA[Reurb]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Transmissão ao vivo pelo YouTube reunirá a presidência da ABC, juristas, registradores e especialistas. O Supremo Tribunal Federal (STF) está julgando Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) que questionam dispositivos cruciais da Lei nº 13.465/2017, considerada o grande marco legal da Regularização Fundiária Urbana e Rural no Brasil. A decisão da Suprema Corte tem o potencial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Transmissão ao vivo pelo YouTube reunirá a presidência da ABC, juristas, registradores e especialistas.</p>



<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) está julgando Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) que questionam dispositivos cruciais da Lei nº 13.465/2017, considerada o grande marco legal da Regularização Fundiária Urbana e Rural no Brasil. A decisão da Suprema Corte tem o potencial de impactar diretamente milhares de processos de REURB em todo o Brasil.</p>



<p>Para debater os cenários e os reflexos práticos desse julgamento, a ABC Habitação realiza no próximo dia 28 de julho, às 19h, mais uma edição fundamental do Papo de Habitação.</p>



<p>O evento online contará com um painel multidisciplinar de especialistas de alto nível para analisar os aspectos jurídicos, sociais e institucionais que envolvem a votação no STF.</p>



<p><strong>O que está em jogo?</strong></p>



<p><strong>Para os Municípios e Estados: </strong>Como ficam os processos de Reurb que já estão em andamento ou que já foram finalizados?</p>



<p><strong>Para os Gestores Públicos: </strong>Quais serão as novas regras e limites para aplicar as políticas locais de regularização?</p>



<p><strong>Para a População: </strong>Qual o impacto real para as famílias que já conquistaram ou que ainda aguardam o direito à moradia regularizada?</p>



<p><strong>Painel de Debatedores</strong><br>O encontro reunirá quem vivencia a política habitacional, o direito urbanístico e o registro de imóveis na prática:</p>



<p><strong>Maria do Carmo Avesani Lopez:</strong> Presidente da ABC, trazendo a visão institucional e os desafios enfrentados pelos agentes públicos de habitação em todo o país.</p>



<p><strong>Silvio Figueiredo: </strong>Arquiteto e coordenador do grupo de trabalho que redigiu a Lei nº 13.465/2017, oferecendo a perspectiva técnica de quem estruturou o marco legal.</p>



<p><strong>Ana Cristina de Souza Maia: </strong>Diretora de Comunicação do Operador Nacional do Registro Eletrônico de Imóveis (ONR), abordando a visão registral e a modernização dos processos de titulação.</p>



<p><strong>Dra. Cláudia de Oliveira Ignez:</strong> Primeira Promotora de Justiça do Ministério Público do Estado de Minas Gerais da Comarca de Nova Lima, trazendo a ótica jurídica e a atuação do Ministério Público na fiscalização e garantia de direitos.</p>



<p><strong>Candelaria Maria Reyes Garcia:</strong> Superintendente Registral e de Regularização Fundiária da CDHU-SP, compartilhando a experiência prática na execução de políticas habitacionais e regularização em larga escala.</p>



<p><strong>Pauta do Encontro</strong><br>Durante a transmissão, os convidados vão detalhar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Os principais argumentos de defesa e contestação da lei.</strong></li>



<li><strong>Os possíveis impactos para a Reurb e para os cartórios de registro.</strong></li>



<li><strong>Os reflexos práticos para os gestores públicos e para a população beneficiária.</strong></li>
</ul>



<p><strong>Serviço</strong><br>Evento: <strong>Papo de Habitação – Regularização Fundiária em pauta no STF</strong></p>



<p>Data: <strong>28 de julho de 2026 (terça-feira)</strong></p>



<p>Horário: <strong>19h (Horário de Brasília)</strong></p>



<p>Onde assistir: <strong>Canal oficial da ABC Habitação no YouTube @ABCHabitacao</strong></p>



<p>Participação: <strong>Gratuita. O público poderá enviar perguntas ao vivo pelo chat.</strong></p>



<p>Incrições www.habitacao.org.br ou pelo botão abaixo:</p>



<div class="wp-block-essential-blocks-button  root-eb-button-qu7jk"><div class="eb-parent-wrapper eb-parent-eb-button-qu7jk "><div class="eb-button-wrapper eb-button-alignment eb-button-qu7jk"><div class="eb-button"><div class="eb-button-inner-wrapper "><a class="eb-button-anchor  " href="https://lp.habitacao.org.br/reurb-julho-26" rel="noopener">Inscrever-me</a></div></div></div></div></div>



<p>Participe e acompanhe essa discussão qualificada sobre um dos temas mais importantes para o futuro da política habitacional no Brasil. Esperamos você!</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/ABC-LIVE-REURB-card-819x1024.png" alt="" class="wp-image-34123" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/ABC-LIVE-REURB-card-819x1024.png 819w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/ABC-LIVE-REURB-card-240x300.png 240w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/ABC-LIVE-REURB-card-768x960.png 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/ABC-LIVE-REURB-card.png 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ReConstruir debate futuro da construção civil com foco em produtividade, tecnologia e competitividade</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/reconstruir-debate-futuro-da-construcao-civil-com-foco-em-produtividade-tecnologia-e-competitividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:43:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[BIM]]></category>
		<category><![CDATA[Fabrízio Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto SENAI de Tecnologia em Cerâmica de Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[ReConstruir]]></category>
		<category><![CDATA[SENAI/SC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abc.habitacao.org.br/?p=34115</guid>

					<description><![CDATA[Evento gratuito será realizado em Criciúma, no dia 12 de agosto, e está com inscrições abertas A construção civil vive um momento de transformação impulsionado pela incorporação de novas tecnologias, pela industrialização dos processos e pela busca crescente por produtividade e competitividade. Para discutir os desafios e oportunidades desse cenário, o Instituto SENAI de Tecnologia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Evento gratuito será realizado em Criciúma, no dia 12 de agosto, e está com inscrições abertas</p>



<p>A construção civil vive um momento de transformação impulsionado pela incorporação de novas tecnologias, pela industrialização dos processos e pela busca crescente por produtividade e competitividade. Para discutir os desafios e oportunidades desse cenário, o Instituto SENAI de Tecnologia em Cerâmica de Santa Catarina promove, no dia 12 de agosto, em Criciúma, o 1º ReConstruir – Seminário da Indústria da Construção Civil.</p>



<p>Gratuito e presencial, o evento foi concebido pela indústria e para a indústria, reunindo empresários, gestores, profissionais técnicos e lideranças do setor em uma programação voltada à troca de conhecimento, à geração de negócios e à tomada de decisões estratégicas.</p>



<p>Ao longo da manhã, os participantes terão acesso a conteúdos sobre Inteligência Artificial aplicada à construção civil, BIM e integração de projetos e gestão, além de industrialização e inovação. Os temas refletem transformações que impactam diretamente a produtividade, os custos, a qualidade dos empreendimentos e a competitividade das empresas.</p>



<p>Para o diretor regional do SENAI/SC, Fabrízio Pereira, o ReConstruir nasce com o propósito de aproximar ainda mais a indústria da construção das soluções tecnológicas e das tendências que moldam o futuro do setor.</p>



<p>“O ReConstruir foi pensado pela indústria e para a indústria. Nosso objetivo é criar um ambiente de conexão, troca de conhecimento e discussão de soluções que contribuam para aumentar a produtividade e a competitividade na construção. Os Institutos SENAI atuam como referência técnica e parceiros estratégicos do setor produtivo, apoiando a inovação e o crescimento sustentável da construção civil.”, declarou o diretor.</p>



<p>A iniciativa reforça o papel do Instituto SENAI de Tecnologia em Cerâmica como um dos principais centros de suporte tecnológico para a indústria da construção civil, contribuindo para acelerar a adoção de novas tecnologias, processos mais eficientes e soluções voltadas ao aumento da competitividade do setor.</p>



<p>Serviço</p>



<p>1º ReConstruir – Seminário da Indústria da Construção Civil</p>



<p>Data: 12 de agosto de 2026</p>



<p>Horário: 8h às 13h</p>



<p>Local: Unidade SENAI Criciúma – Novo Auditório, Criciúma</p>



<p>Inscrições gratuitas:&nbsp;<a href="https://www.sympla.com.br/evento/1-reconstruir--seminario-da-industria-da-construcao-civil/3460739" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.sympla.com.br/evento/1-reconstruir–seminario-da-industria-da-construcao-civil/3460739</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/back-view-old-man-with-helmet-holding-laptop-scaled1-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-34116" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/back-view-old-man-with-helmet-holding-laptop-scaled1-1024x684.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/back-view-old-man-with-helmet-holding-laptop-scaled1-300x200.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/back-view-old-man-with-helmet-holding-laptop-scaled1-768x513.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/back-view-old-man-with-helmet-holding-laptop-scaled1-1536x1025.jpg 1536w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/back-view-old-man-with-helmet-holding-laptop-scaled1-2048x1367.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<item>
		<title>Sinduscon-DF lança curso de Inteligência Artificial para o setor da construção civil</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/sinduscon-df-lanca-curso-de-inteligencia-artificial-para-o-setor-da-construcao-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:40:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cândida de Almeida Maciel.]]></category>
		<category><![CDATA[curso de Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Sinduscon-DF]]></category>
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					<description><![CDATA[Com início previsto para agosto de 2026, curso visa aumentar produtividade e competitividade das empresas por meio de aplicações prática O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF)&#160;anuncia o lançamento do Programa IA na Construção Civil, com início previsto para agosto. O curso presencial busca capacitar lideranças, empresários, gestores, profissionais de engenheiras [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Com início previsto para agosto de 2026, curso visa aumentar produtividade e competitividade das empresas por meio de aplicações prática</em></p>



<p><strong><a href="https://sinduscondf.org.br/quem-somos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF)</a></strong>&nbsp;anuncia o lançamento do Programa IA na Construção Civil, com início previsto para agosto. O curso presencial busca capacitar lideranças, empresários, gestores, profissionais de engenheiras e arquitetura que desejam aplicar a inteligência artificial e aumentar os resultados práticos no setor da construção civil. As vagas são limitadas. A iniciativa é voltada, exclusivamente, para empresas associadas ao Sinduscon-DF.</p>



<p>Realizado em parceria com a Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) e com a correalização do Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micro e Empresas (Sebrae), o curso foi planejado para enfrentar os principais desafios da construção civil e promover mais produtividade, eficiência e competitividade. A metodologia do programa é estritamente prática, baseada em estudos de casos reais e no uso de ferramentas de ponta do mercado, como ChatGPT, Gemini, Copilot e Claude.</p>



<p>“O grande diferencial dessa capacitação é a sua metodologia estritamente prática, baseada em casos reais da nossa área. Participar deste programa é essencial para que nossas lideranças de engenharias e arquitetura saibam como aplicar ferramentas de ponta para solucionar os principais desafios da construção civil, transformando tecnologia em resultados concretos e otimização de recursos”, afirmou a vice-presidente do Sinduscon-DF e diretora de Materiais, Tecnologia e Produtividade do sindicato, Cândida de Almeida Maciel.</p>



<p><strong>Estrutura e metodologia do curso</strong></p>



<p>O programa conta com uma carga horária total de 54 horas, dividida estrategicamente em três módulos essenciais de 18 horas cada: Gestão com IA, Arquitetura com IA e Engenharia Civil com IA.</p>



<p>O formato será totalmente presencial, com um encontro por semana, totalizando seis encontros por módulo. Para garantir a qualidade e o aproveitamento prático, as turmas são exclusivas e limitadas a apenas 30 vagas. É permitida a inscrição de até dois participantes por CNPJ. Ao final do programa, os participantes receberão certificação.</p>



<p>Entre os temas abordados, os profissionais aprenderão sobre:</p>



<p>– Gestão empresarial e tomada de decisão;</p>



<p>– Planejamento e gerenciamento de obras;</p>



<p>– Análise e compatibilização de projetos;</p>



<p>– Controle financeiro e orçamentário;</p>



<p>– Produtividade em canteiros de obras, qualidade e segurança;</p>



<p>– Engenharia e viabilidade de empreendimentos;</p>



<p>– Aplicações práticas de IA na rotina das empresas.</p>



<p><strong>Investimento e subsídio para pequenas empresas</strong></p>



<p>O investimento estimado para a participação no programa completo tem valor entre R$ 2.000 e R$ 3.500. Em um esforço conjunto para democratizar o acesso à inovação tecnológica, as micro e pequenas empresas poderão contar com um subsídio de até 50% do valor da inscrição, conforme critérios e condições estabelecidos pelos organizadores.</p>



<p>“Estamos em um ponto de virada tecnológico na construção civil. Desenvolvemos este curso para democratizar o acesso à inteligência artificial, desde a gestão até a engenharia. A participação das empresas, especialmente com o subsídio oferecido, é uma oportunidade imperdível para modernizar processos, aumentar a qualidade dos empreendimentos e elevar a competitividade de todo o nosso setor”, disse Cândida.</p>



<p><em>**Texto: Comunicação Sinduscon-DF</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/iaengenharia31.jpg" alt="" class="wp-image-34113" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/iaengenharia31.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/iaengenharia31-300x169.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/iaengenharia31-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<item>
		<title>Tecnologia da Amazônia: tucumã se transforma em bioplástico sustentável para a construção civil</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/tecnologia-da-amazonia-tucuma-se-transforma-em-bioplastico-sustentavel-para-a-construcao-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:37:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[bioplástico]]></category>
		<category><![CDATA[PPBio]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Prioritário de Bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[tucumã]]></category>
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					<description><![CDATA[Tecnologia desenvolvida na Amazônia transforma resíduos de tucumã, açaí e cupuaçu em bioplástico de alta resistência, com aplicações na construção civil e potencial para reduzir emissões de carbono. João Cunha O descarte de caroços de frutas amazônicas, como tucumã, açaí e cupuaçu, ganhou um novo destino por meio de uma inovação que une bioeconomia e tecnologia. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tecnologia desenvolvida na Amazônia transforma resíduos de tucumã, açaí e cupuaçu em bioplástico de alta resistência, com aplicações na construção civil e potencial para reduzir emissões de carbono.</p>



<p><a href="https://www.tempo.com/autor/joao-cunha/">João Cunha</a></p>



<p>O descarte de <strong>caroços de frutas amazônicas</strong>, como tucumã, açaí e cupuaçu, ganhou um novo destino por meio de uma inovação que une bioeconomia e tecnologia. Um bioplástico desenvolvido a partir da combinação de resina plástica com resíduos agroindustriais foi transformado em um material de alta resistência e durabilidade, capaz de substituir parcialmente polímeros sintéticos em aplicações industriais e <strong>reduzir em até 40% a pegada de carbono dos produtos.</strong></p>



<p>A solução foi desenvolvida pela startup Fipo Biopellet com apoio do Programa Prioritário de Bioeconomia (PPBio), iniciativa financiada por recursos da Lei de Informática. O<strong>&nbsp;novo material, chamado de biopellet</strong>, amplia o aproveitamento de resíduos gerados pela cadeia produtiva amazônica e demonstra o potencial da floresta como fonte de matérias-primas para produtos de maior valor agregado.</p>



<p>Uma das primeiras aplicações comerciais do bioplástico está na fabricação de espaçadores plásticos para a&nbsp;<strong>construção civil, conhecidos como &#8220;cadeirinhas&#8221;.</strong>&nbsp;As peças são utilizadas para manter o posicionamento correto das armaduras em estruturas de concreto, garantindo a espessura adequada da camada de proteção e evitando deslocamentos durante a concretagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Da ideia ao desenvolvimento tecnológico</h2>



<p>A iniciativa surgiu a partir da observação do&nbsp;<strong>grande volume de caroços de tucumã&nbsp;</strong>descartados diariamente pelo setor de alimentação. Ao perceber que aquele resíduo possuía potencial para ser reaproveitado, o sócio da Fipo Biopellet, Antonio Kieling, iniciou estudos para desenvolver um novo material que transformasse um passivo ambiental em oportunidade econômica.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://services.meteored.com/img/article/tecnologia-da-amazonia-tucuma-se-transforma-em-bioplastico-sustentavel-para-a-construcao-civil-1783523414599_1024.jpg" alt="Biopellet de alta resistência e durabilidade foi produzido a partir da combinação de resíduos agroindustriais amazônicos. Crédito: Divulgação IPAM" title="Biopellet de alta resistência e durabilidade foi produzido a partir da combinação de resíduos agroindustriais amazônicos ... - Veja mais em https://portalamazonia.com/amazonas/caroco-tucuma-bioplastico/"/><figcaption class="wp-element-caption">Biopellet de alta resistência e durabilidade foi produzido a partir da combinação de resíduos agroindustriais amazônicos. Crédito: Divulgação IPAM</figcaption></figure>



<p>Depois de uma série de pesquisas, a empresa chegou a um<strong>&nbsp;biocomposto produzido a partir da combinação de resíduos de tucumã, açaí e cupuaçu</strong>&nbsp;com resina plástica. O resultado foi um material com propriedades mecânicas compatíveis com diferentes aplicações industriais, mantendo resistência e durabilidade sem abrir mão da sustentabilidade.</p>



<p>Para transformar a ideia em uma solução pronta para o mercado, o apoio do PPBio foi decisivo. Segundo Genilson, integrante da equipe da empresa, os recursos destinados ao projeto permitiram financiar pesquisas, testes, prototipagem e o aperfeiçoamento da tecnologia, etapas fundamentais para validar o desempenho do material em escala industrial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Novos mercados para a bioeconomia amazônica</h2>



<p>Além das aplicações na construção civil, o investimento também possibilitou<strong>&nbsp;o desenvolvimento das primeiras biopeças destinadas à indústria de duas rodas.</strong>&nbsp;Entre os resultados alcançados está a fabricação de um pedal para bicicletas produzido com o biocomposto desenvolvido pela startup, demonstrando a versatilidade da tecnologia.</p>



<p>O suporte oferecido pelo programa também contribuiu para comprovar a viabilidade técnica e comercial da inovação, aproximando o produto do mercado. A iniciativa reforça o&nbsp;<strong>papel da bioeconomia amazônica na geração de renda</strong>, no aproveitamento de resíduos agroindustriais e na criação de alternativas mais sustentáveis para diferentes cadeias produtivas.</p>



<p>Os próximos passos da Fipo Biopellet incluem a ampliação do portfólio de produtos. A empresa já produz copos sustentáveis personalizados para eventos utilizando resíduos amazônicos e trabalha no desenvolvimento de filamentos para impressão 3D, um segmento em expansão que poderá ampliar ainda mais o&nbsp;<strong>uso de matérias-primas renováveis e consolidar novas oportunidades para a indústria baseada na floresta.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Referência da notícia</h3>



<p>Portal Amazônia. (2026).&nbsp;<a href="https://portalamazonia.com/amazonas/caroco-tucuma-bioplastico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Caroço de tucumã se transforma em bioplástico sustentável para a construção civil</a>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="587" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/tecnologia-da-amazonia-tucuma-se-transforma-em-bioplastico-sustentavel-para-a-construcao-civil-1783523273616_10241.jpg" alt="" class="wp-image-34110" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/tecnologia-da-amazonia-tucuma-se-transforma-em-bioplastico-sustentavel-para-a-construcao-civil-1783523273616_10241.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/tecnologia-da-amazonia-tucuma-se-transforma-em-bioplastico-sustentavel-para-a-construcao-civil-1783523273616_10241-300x172.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/tecnologia-da-amazonia-tucuma-se-transforma-em-bioplastico-sustentavel-para-a-construcao-civil-1783523273616_10241-768x440.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Caroço de fruta amazônica vira matéria-prima sustentável pra produção civil. Crédito: Divulgação IPAM
</figcaption></figure>
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		<item>
		<title>Construção civil aposta no crescimento mesmo em cenário de incertezas</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/construcao-civil-aposta-no-crescimento-mesmo-em-cenario-de-incertezas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:33:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[Global Construction Survey]]></category>
		<category><![CDATA[KPMG]]></category>
		<category><![CDATA[Tatiana Gruenbaum]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa da KPMG mostra que empresas do setor intensificam investimentos em tecnologia, qualificação profissional e eficiência para fortalecer a competitividade Marina Kopczynski Xavier Mesmo diante de um ambiente de negócios marcado por incertezas, o setor da&#160;construção civil&#160;mantém uma perspectiva positiva para os próximos anos. É o que aponta a pesquisa Global Construction Survey, da KPMG, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pesquisa da KPMG mostra que empresas do setor intensificam investimentos em tecnologia, qualificação profissional e eficiência para fortalecer a competitividade</p>



<p><a href="https://euqueroinvestir.com/colunistas/marina-kopczynski-xavier">Marina Kopczynski Xavier</a></p>



<p>Mesmo diante de um ambiente de negócios marcado por incertezas, o setor da&nbsp;<strong>construção civil</strong>&nbsp;mantém uma perspectiva positiva para os próximos anos. É o que aponta a pesquisa Global Construction Survey, da KPMG, segundo a qual 58% dos executivos brasileiros demonstram otimismo em relação ao futuro da indústria. Ao mesmo tempo, 65% afirmam adotar uma postura mais cautelosa diante dos riscos, enquanto 35% dizem estar menos conservadores.</p>



<p>O levantamento ouviu 375 líderes da construção em diferentes países, incluindo 31 representantes do Brasil, e mostra que as empresas buscam equilibrar prudência e crescimento em um cenário de desafios econômicos e operacionais.</p>



<p>Segundo a sócia-diretora e líder do segmento de infraestrutura da KPMG no Brasil, Tatiana Gruenbaum, os resultados indicam que parte das companhias já identifica oportunidades de expansão, mesmo diante das dificuldades enfrentadas pelo setor.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“É evidente que as empresas lidam com um cenário desafiador devido às incertezas de investimento de clientes, complexidade dos projetos, aumento nos custos, restrições de financiamento, questões tecnológicas, vulnerabilidades na cadeia de suprimentos, ambiente regulatório e exigências crescentes de sustentabilidade”, afirma.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-tecnologia-e-qualificacao-lideram-as-prioridades-do-setor">Tecnologia e qualificação lideram as prioridades do setor</h2>



<p>A pesquisa revela que a valorização das equipes é a principal prioridade estratégica para 68% dos executivos. Em seguida aparecem a tecnologia, considerada essencial por 65% dos entrevistados, e a adoção de novos modelos de entrega de projetos, apontada como crítica por 58%.</p>



<p>Publicidade</p>



<p>Entre as prioridades operacionais, 52% destacam a busca por maior eficiência e lucratividade. Outros 35% concentram esforços em atender melhor às demandas dos clientes, enquanto 32% pretendem expandir a atuação para novos mercados. Tecnologia e inovação são prioridade para 29% dos participantes, seguidas pela gestão de riscos (23%) e pelo fortalecimento da cadeia de suprimentos (6%).</p>



<p>O estudo também aponta três frentes consideradas fundamentais para impulsionar a transformação das empresas: investir na capacitação dos profissionais, com foco em competências digitais; ampliar a integração da tecnologia para aumentar a eficiência, a competitividade e a sustentabilidade; e repensar os modelos de entrega dos projetos, com maior digitalização da cadeia de suprimentos e adoção da manufatura offsite, método em que partes da edificação são produzidas fora do canteiro de obras.</p>



<p>De acordo com Tatiana Gruenbaum, a expectativa de aumento dos investimentos em qualificação demonstra que as empresas reconhecem a necessidade de promover uma transformação operacional para sustentar o crescimento em um ambiente de instabilidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“As empresas precisam ir além de iniciativas isoladas e adotar uma integração entre os setores. É importante ocorrer um alinhamento entre as prioridades estratégicas das companhias e os instrumentos operacionais disponíveis, sugerindo um caminho claro para o crescimento resiliente e adaptável”, conclui.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="558" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construction-site-sunset1-1024x558.webp" alt="" class="wp-image-34107" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construction-site-sunset1-1024x558.webp 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construction-site-sunset1-300x164.webp 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construction-site-sunset1-768x419.webp 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construction-site-sunset1.webp 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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