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	<title>ABC HABITAÇÃO</title>
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	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
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	<title>ABC HABITAÇÃO</title>
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		<title>Curitiba pode ter programa de moradia com aluguel social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:13:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto de Vanda de Assis cria política de locação social com cobrança ajustada à renda e foco em famílias de baixa renda. Como alternativa para famílias que não conseguem acessar&#160;financiamento habitacional, a&#160;Câmara Municipal de Curitiba (CMC)&#160;analisa&#160;projeto de lei&#160;que institui o&#160;Programa de Locação Social&#160;no município. De autoria da vereadora&#160;Vanda de Assis (PT), a proposta busca ampliar [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading"><strong>Projeto de Vanda de Assis cria política de locação social com cobrança ajustada à renda e foco em famílias de baixa renda.</strong></h5>



<p>Como alternativa para famílias que não conseguem acessar&nbsp;<strong>financiamento habitacional</strong>, a&nbsp;<strong>Câmara Municipal de Curitiba (CMC)</strong>&nbsp;analisa&nbsp;<strong>projeto de lei</strong>&nbsp;que institui o&nbsp;<strong>Programa de Locação Social</strong>&nbsp;no município. De autoria da vereadora&nbsp;<strong>Vanda de Assis (PT)</strong>, a proposta busca ampliar as formas de&nbsp;<strong>acesso à moradia</strong>&nbsp;por meio da oferta de&nbsp;<strong>unidades habitacionais públicas para locação</strong>, destinadas principalmente à&nbsp;<strong>população de baixa renda</strong>.</p>



<p>A justificativa do projeto parte do diagnóstico de que o&nbsp;<strong>déficit habitacional em Curitiba e região metropolitana</strong>&nbsp;é estimado em&nbsp;<strong>83.923 domicílios</strong>, sendo que “a maior parte do&nbsp;<strong>déficit habitacional</strong>&nbsp;[&#8230;] decorre do&nbsp;<strong>ônus excessivo com aluguel</strong>”, e não necessariamente da falta de imóveis disponíveis&nbsp;(<a href="https://www.cmc.pr.gov.br/wspl/sistema/ProposicaoDetalhesForm.do?select_action=&amp;cod=005.00112.2026" target="_blank" rel="noreferrer noopener">005.00112.2026</a>).</p>



<p>De acordo com dados da&nbsp;<strong>Fundação João Pinheiro</strong>, citados na justificativa, cerca de&nbsp;<strong>60,7 mil domicílios</strong>&nbsp;do déficit habitacional estão relacionados ao&nbsp;<strong>custo elevado da locação</strong>, o que evidencia a dificuldade de&nbsp;<strong>acesso à moradia adequada</strong>&nbsp;para famílias de baixa renda. Nesse contexto,&nbsp;<strong>Vanda de Assis</strong>&nbsp;propõe a&nbsp;<strong>locação social</strong>&nbsp;como&nbsp;<strong>alternativa habitacional</strong>. Segundo a vereadora, essa modalidade permite “assegurar o&nbsp;<strong>direito à moradia</strong>&nbsp;em locais próximos aos&nbsp;<strong>postos de trabalho</strong>&nbsp;e a&nbsp;<strong>custos reduzidos</strong>”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Programa prevê aluguel ajustado à capacidade de pagamento</h2>



<p class=" ">O modelo proposto estabelece que&nbsp;<strong>o valor do aluguel será definido conforme a condição socioeconômica dos beneficiários</strong>, podendo variar entre gratuidade, valores reduzidos ou cobrança integral. Na prática, o programa prevê três possibilidades:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>isenção total, para pessoas sem capacidade de pagamento;</li>



<li>aluguel com desconto, proporcional à renda familiar;</li>



<li>cobrança integral, para quem possui condições financeiras.</li>
</ul>



<p class=" "><br>Esse formato permite que&nbsp;<strong>o programa atenda diferentes perfis dentro da população de baixa renda, garantindo acesso à moradia</strong>&nbsp;sem comprometer de forma excessiva o orçamento das famílias. A proposta também prevê prioridade para grupos em situação de vulnerabilidade, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>pessoas idosas;</li>



<li>população em situação de rua;</li>



<li>pessoas com deficiência;</li>



<li>moradores de áreas de risco;</li>



<li>mulheres vítimas de violência doméstica;</li>



<li>catadores de material reciclável.<br></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Moradias permanecem como patrimônio público</h2>



<p class=" ">Diferentemente dos programas de financiamento habitacional,&nbsp;<strong>o modelo proposto prevê que os imóveis permaneçam como propriedade pública, integrando um estoque habitacional do Município</strong>. De acordo com a justificativa, esse modelo permite a criação de um&nbsp;<strong>“parque público de moradia”</strong>, no qual as unidades podem ser destinadas a diferentes famílias ao longo do tempo.</p>



<p class=" ">Vanda de Assis cita experiências como o programa<strong>&nbsp;“Morar no Centro”</strong>, em São Paulo, que adotou a locação social como alternativa para atender famílias de baixa renda em áreas centrais. Segundo estudos mencionados por ela na justificativa do projeto de lei,&nbsp;<strong>esse tipo de política possibilitou que “65% dos beneficiários reduzissem seus gastos com aluguel”</strong>, além de ampliar o acesso a serviços públicos, trabalho e infraestrutura urbana.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Projeto integra política habitacional mais ampla</h2>



<p class=" "><strong>O Programa de Locação Social também é apresentado como uma medida complementar às políticas de aquisição de moradia, permitindo que os beneficiários sejam posteriormente encaminhados para outros programas habitacionais.</strong>&nbsp;A parlamentar destaca que a locação social pode se constituir como alternativa habitacional “que permite mobilidade espacial dos beneficiários” e atende pessoas que não têm condições de assumir a propriedade de um imóvel.<br><br>A proposta foi protocolada em 13 de março e aguarda o parecer técnico da Procuradoria Jurídica. Após essa etapa, seguirá para a análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). E se sua constitucionalidade for constatada pelo colegiado, seguirá tramitando nas demais comissões permanentes da Câmara de Curitiba. Se aprovada e sancionada, a lei entrará em vigor 90 dias após a sua publicação no&nbsp;<a href="https://legisladocexterno.curitiba.pr.gov.br/DiarioConsultaExterna_Pesquisa.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Diário Oficial do Município</a>.</p>



<p>Por Pedritta Marihá Garcia | Revisão: Ricardo Marques</p>



<p><a href="https://www.curitiba.pr.leg.br/informacao/noticias/curitiba-pode-ter-programa-de-moradia-por-aluguel-com-valor-social">Curitiba pode ter programa de moradia com aluguel social — Portal da Câmara Municipal de Curitiba</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="511" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/image_large-1.jpg" alt="" class="wp-image-33703" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/image_large-1.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/image_large-1-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Regularização fundiária garante documento para 691 famílias no sertão</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/regularizacao-fundiaria-garante-documento-para-691-familias-no-sertao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 11:27:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[moradia]]></category>
		<category><![CDATA[regularização fundiária]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa Periferia Viva – Regularização e Melhorias realiza a terceira entrega nacional em Pernambuco levando segurança e dignidade para famílias Recife (PE) &#8211; O município de Santa Maria da Boa Vista, no sertão de Pernambuco recebeu uma das maiores ações de regularização fundiária da história, com a entrega de títulos definitivos de posse pelo programa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Programa Periferia Viva – Regularização e Melhorias realiza a terceira entrega nacional em Pernambuco levando segurança e dignidade para famílias</h5>



<p>Recife (PE) &#8211; O município de Santa Maria da Boa Vista, no sertão de Pernambuco recebeu uma das maiores ações de regularização fundiária da história, com a entrega de títulos definitivos de posse pelo programa Periferia Viva – Regularização e Melhorias, da Secretaria Nacional de Periferias, do Ministério das Cidades. Esta é a terceira entrega nacional do programa.&nbsp;</p>



<p>Nesta etapa, 691 famílias da comunidade Boa Vista tiveram um recomeço com a garantia da documentação definitiva de suas casas, uma parceria com o Governo do Estado, com repasses de R$ 831.542 para a regularização. “A importância da atuação coordenada entre os governos é fundamental para que as políticas cheguem concretamente na vida das pessoas. Mais do que números, o impacto real é o sonho do documento da sua casa nas mãos realizado, podendo dormir com tranquilidade e segurança. Isso é o programa Periferia Viva, garantia que ninguém mais precise lutar sozinho pelo direito de morar com dignidade”, declarou a coordenadora-geral da Secretaria Nacional de Periferias, Luana Alves. </p>



<p>O programa também prevê ações de melhoria habitacional para 140 famílias da comunidade, que terão recursos de até R$ 22 mil por moradia para reformas estruturais, como construção de banheiros, ampliação de cômodos, adequações elétricas e hidráulicas, além de itens de acessibilidade.&nbsp;</p>



<p>Em Pernambuco o programa já soma R$ 68,199 milhões de reais investidos, que vão beneficiar 16.281 famílias com título de propriedade, e 3.257 famílias com melhorias habitacionais em 27 municípios.&nbsp;</p>



<p><strong>O programa</strong>&nbsp;</p>



<p>O Programa Periferia Viva &#8211; Regularização e Melhorias tem como objetivo principal consolidar as famílias em suas casas, nos territórios que construíram por meio da regularização fundiária e da melhoria habitacional.&nbsp; O programa é executado com recursos do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS) e está em execução em nove estados, com previsão de contratação total de R$ 295,8 bi em investimentos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para a região Nordeste serão, ao todo, R$ 184,6 bilhões em comunidades de Pernambuco, Bahia, Paraíba e Rio Grande do Norte, beneficiando 67.815 com regularização fundiária e 13.579 com melhorias habitacionais.</p>



<p>Por Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades</p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2095">Regularização fundiária garante documento para 691 famílias no sertão — Ministério das Cidades</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="768" height="444" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/f91ee5e3-c36e-4377-b745-85f5165fa907.jpeg" alt="" class="wp-image-33700" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/f91ee5e3-c36e-4377-b745-85f5165fa907.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/f91ee5e3-c36e-4377-b745-85f5165fa907-300x173.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Atuação da CODESAIMA na 4ª Semana do Solo Seguro Amazônia Legal é reconhecida pelo Corregedor de Justiça de RR</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/atuacao-da-codesaima-na-4a-semana-do-solo-seguro-amazonia-legal-e-reconhecida-pelo-corregedor-de-justica-de-rr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 19:41:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABC]]></category>
		<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[4ª Semana Nacional de Regularização Fundiária – Solo Seguro Amazônia Legal]]></category>
		<category><![CDATA[CODESAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Nacional de Justiça (CNJ)]]></category>
		<category><![CDATA[Corregedor-Geral de Justiça de Roraima]]></category>
		<category><![CDATA[Corregedoria-Geral de Justiça do Amazonas (CGJ-AM)]]></category>
		<category><![CDATA[Desembargador Erick Linhares]]></category>
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					<description><![CDATA[Elogio público destaca importância da colaboração institucional para a regularização fundiária na Amazônia Legal. A ABC Habitação registra com satisfação o reconhecimento oficial concedido pelo Corregedor-Geral de Justiça de Roraima, Desembargador Erick Linhares, à CODESAIMA (Companhia de Desenvolvimento de Roraima) e seus colaboradores, pelo apoio prestado à 4ª Semana Nacional de Regularização Fundiária – Solo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Elogio público destaca importância da colaboração institucional para a regularização fundiária na Amazônia Legal.</p>



<p>A ABC Habitação registra com satisfação o reconhecimento oficial concedido pelo Corregedor-Geral de Justiça de Roraima, Desembargador Erick Linhares, à CODESAIMA (Companhia de Desenvolvimento de Roraima) e seus colaboradores, pelo apoio prestado à 4ª Semana Nacional de Regularização Fundiária – Solo Seguro Amazônia Legal, realizada em março de 2026.</p>



<p>Em portaria publicada no âmbito do Tribunal de Justiça, o corregedor destacou que o êxito do evento – voltado à regularização fundiária e à segurança jurídica da propriedade – só foi possível graças à atuação colaborativa de instituições parceiras, com menção especial à CODESAIMA, na pessoa de sua presidente Maria Dantas Nóbrega. A empresa pública estadual teve participação relevante no desenvolvimento das atividades, que beneficiaram centenas de famílias em Roraima.</p>



<p>A 4ª Semana Nacional de Regularização Fundiária – Solo Seguro Amazônia Legal teve como objetivo acelerar a regularização fundiária urbana e rural nos nove estados da região. Promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com a Corregedoria-Geral de Justiça do Amazonas (CGJ-AM), a ação focou em segurança jurídica, cidadania e moradia, promovendo mutirões, entregas de títulos e capacitações.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="766" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2023/10/codesaima-1024x766.jpg" alt="" class="wp-image-24612" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2023/10/codesaima-1024x766.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2023/10/codesaima-300x225.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2023/10/codesaima-768x575.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2023/10/codesaima.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Deu no DOU: Novas Diretrizes e Orçamentos para Habitação e FGTS</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/deu-no-dou-novas-diretrizes-e-orcamentos-para-habitacao-e-fgts/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 19:14:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DOU]]></category>
		<category><![CDATA[FAR]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[MCidades]]></category>
		<category><![CDATA[MCMV]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério das Cidades publicou nesta semana importantes atualizações normativas que impactam diretamente o setor habitacional, o Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e a gestão de recursos do FGTS para 2026. Confira os principais destaques das publicações: 1. Seleção de Novos Empreendimentos (Portaria nº 371) A Portaria MCID nº 371/2026 divulgou a relação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p id="p-rc_4f4e74ec3f25abfd-48">O Ministério das Cidades publicou nesta semana importantes atualizações normativas que impactam diretamente o setor habitacional, o Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e a gestão de recursos do FGTS para 2026. <sup></sup><sup></sup><sup></sup><sup></sup><sup></sup><sup></sup><sup></sup><sup></sup><sup></sup></p>



<p>Confira os principais destaques das publicações:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Seleção de Novos Empreendimentos (Portaria nº 371)</h3>



<p id="p-rc_4f4e74ec3f25abfd-49">A <strong>Portaria MCID nº 371/2026</strong> divulgou a relação de propostas de empreendimentos habitacionais aptos à contratação no âmbito do <strong>Fundo de Arrendamento Residencial (FAR)</strong>, integrante do MCMV. <sup></sup><sup></sup><sup></sup><sup></sup></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Contratação</strong>: O Gestor do FAR e os Agentes Financeiros devem observar os prazos de contratação estabelecidos pelas portarias de regência de cada proposta. </li>



<li><strong>Identidade Visual</strong>: Foram reforçadas as regras de publicidade, sendo obrigatória a identificação conforme o Manual de Logomarca do MCMV e a vedação de promoção pessoal de autoridades. </li>



<li><strong>Adesão</strong>: Empresas e municípios devem atestar ciência e submeter-se irrestritamente às regras da linha de atendimento ao contratar. </li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">2. Orçamento Operacional FGTS 2026 (Instrução Normativa nº 3)</h3>



<p id="p-rc_4f4e74ec3f25abfd-53">A <strong>Instrução Normativa nº 3/2026</strong> alterou a distribuição do Orçamento Operacional do FGTS para a área de habitação neste exercício. <sup></sup>O montante total para o <strong>Orçamento Oneroso</strong> está fixado em <strong>R$ 142,1 bilhões</strong>, distribuídos da seguinte forma: <sup></sup></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Região Geográfica</strong></td><td><strong>Orçamento Oneroso (R$ mil)</strong></td><td><strong>Pró-Moradia (R$ mil)</strong></td><td><strong>Descontos (R$ mil)</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td><strong>Norte</strong></td><td>13.783.700 <sup></sup></td><td>308.477 <sup></sup></td><td>1.212.500 <sup></sup></td></tr><tr><td><strong>Nordeste</strong></td><td>23.162.300 <sup></sup></td><td>788.708 <sup></sup></td><td>4.037.500 <sup></sup></td></tr><tr><td><strong>Sudeste</strong></td><td>66.502.800 <sup></sup></td><td>731.798 <sup></sup></td><td>3.850.000 <sup></sup></td></tr><tr><td><strong>Sul</strong></td><td>21.741.300 <sup></sup></td><td>376.335 <sup></sup></td><td>1.912.500 <sup></sup></td></tr><tr><td><strong>Centro-Oeste</strong></td><td>16.909.900 <sup></sup></td><td>194.682 <sup></sup></td><td>1.487.500 <sup></sup></td></tr><tr><td><strong>TOTAL</strong></td><td><strong>142.100.000</strong> <sup></sup></td><td><strong>2.400.000</strong> <sup></sup></td><td><strong>12.500.000</strong> <sup></sup></td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">3. Mudanças nas Taxas e Limites de Renda (Instrução Normativa nº 4)</h3>



<p id="p-rc_4f4e74ec3f25abfd-72">A <strong>Instrução Normativa nº 4/2026</strong> atualizou critérios de acesso a moradias urbanas e taxas de juros: <sup></sup></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Limites de Renda</strong>: O acesso a moradias urbanas foi limitado a famílias com renda mensal bruta de até <strong>R$ 9.600,00</strong> para programas gerais e até <strong>R$ 13.000,00</strong> para o programa <strong>Classe Média</strong>. </li>



<li><strong>Prioridade</strong>: Propostas destinadas a famílias com renda de até <strong>R$ 5.000,00</strong> são consideradas prioritárias. </li>



<li><strong>Taxas de Juros</strong>: Para aquisição de imóveis novos ou usados por proponentes com renda de até R$ 2.160,00, as taxas nominais de juros partem de <strong>3,97%</strong>. Já para rendas superiores a R$ 5.000,00, a taxa é de <strong>6% ao ano</strong>. </li>



<li><strong>Sistemas de Amortização</strong>: Além dos modelos tradicionais, foi permitida a adoção de sistemas como o <strong>SACRE</strong> e a <strong>Tabela PRICE</strong>. </li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="908" height="534" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Deu-no-DOU.png" alt="" class="wp-image-33643" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Deu-no-DOU.png 908w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Deu-no-DOU-300x176.png 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Deu-no-DOU-768x452.png 768w" sizes="(max-width: 908px) 100vw, 908px" /></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>São Bernardo inicia revisão do Plano Local de Habitação com foco em desenvolvimento e qualidade de vida</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/sao-bernardo-inicia-revisao-do-plano-local-de-habitacao-com-foco-em-desenvolvimento-e-qualidade-de-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 12:02:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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		<category><![CDATA[desenvolvimento urbano]]></category>
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		<category><![CDATA[moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[Documento estratégico vai orientar políticas habitacionais do município até 2041, integrando planejamento territorial, urbanização, produção de moradia e regularização São Bernardo deu início ao processo de revisão do Plano Local de Habitação de Interesse Social, instrumento estratégico que irá orientar as políticas públicas de moradia e urbanização no município pelos próximos 15 anos. A reunião [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Documento estratégico vai orientar políticas habitacionais do município até 2041, integrando planejamento territorial, urbanização, produção de moradia e regularização</h5>



<p>São Bernardo deu início ao processo de revisão do Plano Local de Habitação de Interesse Social, instrumento estratégico que irá orientar as políticas públicas de moradia e urbanização no município pelos próximos 15 anos. A reunião inaugural de trabalho, realizada na última semana, reuniu equipes técnicas de diferentes áreas da Prefeitura e marcou a primeira etapa estruturante: a construção de leitura qualificada da cidade, que considera não apenas as necessidades habitacionais, mas também as dinâmicas territoriais, sociais e urbanas que moldam o cotidiano da população.</p>



<p>A revisão é realizada com apoio técnico da Fundação João Pinheiro, referência nacional em estudos e políticas habitacionais, e vai consolidar diretrizes para atuação do poder público até 2041. Mais do que diagnóstico, o plano será base para a organização da política habitacional, articulando ações e programas.</p>



<p>“A habitação não pode ser tratada de forma isolada. Estamos falando de cidade, de acesso a oportunidades, de dignidade e de futuro. Esse plano organiza como o poder público atua no território, com base em dados, mas principalmente com base nas pessoas e na realidade que elas vivem”, destacou a secretária de Habitação de São Bernardo, Ruth Ramos.</p>



<p>O processo de elaboração inclui levantamento de dados, estudos técnicos e escuta ativa da população, assegurando que o planejamento reflita as diferentes realidades da cidade.</p>



<p><strong>TRANSFORMAÇÃO TERRITORIAL –</strong>&nbsp;São Bernardo tem se consolidado como referência no País em políticas habitacionais ao integrar diferentes frentes de atuação. A revisão do plano dialoga diretamente com iniciativas já em andamento no município, como a regularização fundiária, a urbanização de assentamentos precários e a ampliação da oferta de moradia.</p>



<p>Entre os avanços, desde 2025, mais de 6.500 famílias foram beneficiadas com a entrega de títulos de propriedade, garantindo segurança jurídica e estabilidade. Ao mesmo tempo, programas de urbanização seguem transformando territórios e melhorando a qualidade de vida da população.</p>



<p>A produção habitacional também avança por meio de parcerias com os governos estadual e federal, com unidades já entregues e outras em construção. Outro destaque da pasta é a adoção de soluções inovadoras, como a Compra Assistida, que amplia as alternativas de acesso à moradia e acelera processos de reassentamento em áreas de intervenção.</p>



<p>Por Abc Repórter</p>



<p><a href="https://abcreporter.com.br/2026/04/09/sao-bernardo-inicia-revisao-do-plano-local-de-habitacao-com-foco-em-desenvolvimento-e-qualidade-de-vida/">São Bernardo inicia revisão do Plano Local de Habitação com foco em desenvolvimento e qualidade de vida &#8211; ABC Repórter</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="780" height="470" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/article-3-2-780x470-1.jpg" alt="" class="wp-image-33693" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/article-3-2-780x470-1.jpg 780w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/article-3-2-780x470-1-300x181.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/article-3-2-780x470-1-768x463.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></figure>
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		<title>Mais de 13,6 mil moradias entregues pelo GDF beneficiam 40 mil pessoas no DF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 11:58:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Até o fim do ano, o governo projeta 20 mil novas unidades, chegando a mais de 80 mil beneficiados desde 2019 Com as chaves na mão e um sorriso de quem realizou um sonho, João Mário de Oliveira e Silva, de 49 anos, se prepara para mudar para o condomínio 30, no Itapoã Parque, com [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Até o fim do ano, o governo projeta 20 mil novas unidades, chegando a mais de 80 mil beneficiados desde 2019</h5>



<p>Com as chaves na mão e um sorriso de quem realizou um sonho, João Mário de Oliveira e Silva, de 49 anos, se prepara para mudar para o condomínio 30, no Itapoã Parque, com a esposa e a filha de 14 anos. “A oportunidade que o governo ofereceu, construindo empreendimentos com preços mais acessíveis, abre portas para muitas pessoas. Para mim, é a chance de finalmente fixar moradia em Brasília”, conta o servidor público.</p>



<p>Natural de Pernambuco, João veio para a capital em 2012 e, até então, morava de aluguel no Guará II. “A vida de aluguel é um dinheiro sem retorno. Você paga caro por uma coisa que não é sua. Era um anseio muito grande vir morar em um lugar seguro, amplo e com espaço de lazer”, descreve.</p>



<p>O condomínio para onde ele vai se mudar dispõe de 96 apartamentos, e cada unidade abriga, em média, de três a quatro pessoas. Os últimos ajustes dependem da ligação do gás e da energia elétrica, mas a mudança está prevista para a próxima semana. Agora, ele e a família planejam cada detalhe do novo lar. “A gente está fazendo orçamentos de como vai ser a sala com o sofá novo. Queremos uma cozinha planejada com armários e com todos os espaços que a gente puder ocupar dentro do apartamento”, explica.</p>



<p>A conquista de João é um exemplo de como o programa habitacional do DF transforma sonhos em realidade. Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), já impactou mais de 40 mil pessoas. Foram entregues mais de 13,8 mil moradias, e a previsão é de que outras 20 mil unidades sejam inauguradas ainda neste ano.</p>



<p>“É importante destacar que, quando falamos em 13.857 unidades habitacionais entregues, estamos falando de cerca de 40 mil pessoas beneficiadas. Eu sempre digo que a Codhab não entrega apenas números, telhas, tijolos ou cimento. A gente entrega sonhos. São pessoas que tinham o sonho da casa própria e, em uma entrega desse tamanho, conseguimos realizar o sonho de mais de 40 mil cidadãos”, destaca o presidente da Codhab, Marcelo Fagundes.</p>



<p>Os planos para o futuro são ainda maiores. Segundo o chefe da pasta, há mais unidades para serem inauguradas em diferentes regiões do DF: “Hoje, temos mais de 63 mil unidades em fase de produção e, considerando também os próximos editais que ainda serão lançados, a projeção é que, nos próximos cinco anos, esse governo entregue cerca de 100 mil novas unidades habitacionais para o Distrito Federal”.</p>



<p>A Codhab busca ofertar moradias em todo o DF, especialmente próximas às regiões com maior demanda social. “Temos grandes projetos no Recanto das Emas, que atendem a moradores do próprio Recanto, do Riacho Fundo II e de Ceilândia, mas, de todos, posso destacar o Itapoã, onde está o Itapoã Parque, considerado hoje o maior empreendimento habitacional de interesse social do Brasil”, explica.</p>



<p>A atuação não se restringe a essas regiões. Há também empreendimentos no Riacho Fundo II, Samambaia, São Sebastião, Sobradinho, Sol Nascente e Gama, onde novos editais devem ser lançados em breve. Também há uma grande área em desenvolvimento em Brazlândia e projetos em Ceilândia, como na QNR 6, o que mostra que praticamente todas as regiões administrativas estão sendo contempladas.</p>



<p>A prioridade, segundo o presidente da Codhab, é implantar esses empreendimentos próximos a equipamentos públicos, corredores de transporte, comércio e serviços, para garantir mais qualidade de vida às famílias. Além disso, Marcelo Fagundes destaca que cada novo projeto habitacional também movimenta a economia local, com a geração de cerca de dois a três mil empregos diretos e indiretos, que beneficiam não apenas os moradores contemplados, mas toda a região.</p>



<p>Atualmente, a lista de demanda da Codhab é contínua e se renova constantemente. “A cidade continua crescendo”, explica Marcelo Fagundes. “A todo momento, um jovem completa 18 anos, novos núcleos familiares se formam, pessoas chegam ao DF; ou seja, essa demanda está sempre se renovando. Ainda assim, será um marco histórico: um volume de entregas que nunca foi alcançado no Distrito Federal”, conclui.</p>



<p>Por Karol Ribeiro e Geovanna Gravia, da Agência Brasília | Edição: Paulo Soares</p>



<p><a href="https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/w/mais-de-136-mil-moradias-entregues-pelo-gdf-beneficiam-40-mil-pessoas-no-df">Mais de 13,6 mil moradias entregues pelo GDF beneficiam 40 mil pessoas no DF</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/54966224742_e7abf3b1e7_k-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-33690" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/54966224742_e7abf3b1e7_k-1024x683.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/54966224742_e7abf3b1e7_k-300x200.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/54966224742_e7abf3b1e7_k-768x512.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/54966224742_e7abf3b1e7_k-1536x1024.jpg 1536w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/54966224742_e7abf3b1e7_k.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Financiamento habitacional e uso do FGTS dominam debates da 2ª Rodada de Negócios da Habitação da CBIC </title>
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		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 11:55:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A importância da preservação dos recursos do FGTS e o fortalecimento do financiamento habitacional estiveram no centro dos debates da 2ª Rodada de Negócios da Habitação, realizada nesta quinta-feira (9), em Brasília, pela Comissão de Habitação de Interesse Social da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CHIS/CBIC). O encontro reuniu empresários, dirigentes da entidade, representantes [&#8230;]]]></description>
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<p>A importância da preservação dos recursos do FGTS e o fortalecimento do financiamento habitacional estiveram no centro dos debates da 2ª Rodada de Negócios da Habitação, realizada nesta quinta-feira (9), em Brasília, pela Comissão de Habitação de Interesse Social da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CHIS/CBIC). O encontro reuniu empresários, dirigentes da entidade, representantes do governo e agentes financeiros para discutir o cenário do crédito imobiliário e alinhar prioridades do setor ao longo do ano.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Na reunião, o presidente da CBIC, Renato Correia, destacou o papel estratégico do FGTS para a política habitacional e para a continuidade dos investimentos no setor. Segundo ele, o fundo é essencial para garantir a produção de moradias e sustentar o programa habitacional do país.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“Quanto mais a gente conversa, mais a gente vê a&nbsp;importância.&nbsp;O&nbsp;Minha Casa, Minha Vida é um negócio que a gente tem que preservar como política de Estado. Porque fazer o que está sendo feito em termos de quantidade de habitação, o quanto isso impacta na vida das pessoas, seja no emprego ou na moradia, e que o país precisa muito. Para isso, o FGTS é&nbsp;peça-chave”, afirmou.&nbsp;</p>



<p>O vice-presidente de Habitação de Interesse Social da CBIC,&nbsp;Clausens&nbsp;Duarte, chamou atenção para riscos relacionados à sustentabilidade do FGTS, especialmente diante de propostas que ampliam hipóteses de saque ou desviam o foco original do fundo.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“Precisamos preservar o equilíbrio do FGTS para garantir a continuidade das contratações habitacionais”, disse.&nbsp;</p>



<p><strong>Debate sobre financiamento e orçamento&nbsp;</strong></p>



<p>Durante a programação, especialistas e representantes do setor público discutiram o cenário do financiamento habitacional, com foco na execução orçamentária do FGTS e do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) para 2026, além de temas como custos das obras, jornada de trabalho, regularização e relacionamento com concessionárias.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Representando o Ministério das Cidades, a diretora de Provisão Habitacional, Ana Paula Peixoto, apresentou dados de desempenho do programa habitacional e destacou o aumento das contratações no primeiro trimestre do ano. Segundo ela, o ritmo de produção tem crescido em relação ao ano anterior, com perspectiva de ampliação das unidades financiadas ao longo de 2026.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“A meta do governo federal é chegar ao final do ano com 850 mil unidades contratadas”, destacou.&nbsp;</p>



<p><strong>Importância do FGTS para o setor&nbsp;</strong></p>



<p>Convidado do encontro, o ex-ministro do Desenvolvimento Regional Daniel Ferreira enfatizou o papel do FGTS como instrumento essencial para o desenvolvimento habitacional e econômico do país. Ele afirmou que o fundo é fundamental para sustentar o crédito, gerar empregos e reduzir desigualdades regionais, além de atuar como mecanismo anticíclico em momentos de crise.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Ferreira também alertou para a necessidade de ampliar a conscientização sobre a relevância do FGTS, defendendo que o fundo seja preservado e utilizado de forma estratégica para garantir investimentos em habitação e infraestrutura.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“O FGTS é um desafio de conscientização. A sociedade tem que se conscientizar do que significa o FGTS para os brasileiros.&nbsp;Às vezes, um pedreiro que faz a construção de uma habitação&nbsp;tem um emprego formal e pode comprar um imóvel naquele mesmo empreendimento com o FGTS.&nbsp;E ele não sabe”, disse.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Representante&nbsp;da CBIC no Conselho Curador do FGTS, Maria Henriqueta Arantes Alves destacou a importância do trabalho técnico na defesa do fundo e da política habitacional.&nbsp;“Contrariamos interesses, mas sempre buscamos acordos em nome da grandeza e da defesa dos nossos princípios”,&nbsp;afirmou.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Cenário do crédito habitacional&nbsp;</strong></p>



<p>Pela Caixa Econômica Federal, o líder da Superintendência Nacional de Habitação Pessoa Jurídica, Raul Gomes, avaliou que o cenário atual é positivo e que o setor vive um trimestre com resultados expressivos. Segundo ele, a ampliação dos recursos e o fortalecimento das linhas de financiamento contribuíram para melhorar o desempenho das contratações.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“Hoje a gente pode afirmar sem sobra de dúvidas que essa discussão é uma não-discussão de um problema de fundo, e hoje a gente está puxando um trimestre fantástico”, disse, ao comparar os resultados recentes com o cenário do ano anterior.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Soluções de financiamento&nbsp;</strong></p>



<p>Durante o encontro, a instituição financeira&nbsp;Creditú&nbsp;apresentou propostas para ampliar o acesso ao crédito habitacional.&nbsp;Participaram da apresentação David Muñoz, CEO Brasil da&nbsp;Creditú, e Armando Botelho, responsável pela área comercial no país.&nbsp;&nbsp;Os representantes&nbsp;defenderam a criação de mecanismos financeiros para suprir a lacuna da entrada do financiamento imobiliário, com objetivo de ampliar o acesso à moradia e acelerar as vendas das incorporadoras.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Botelho ressaltou que o principal desafio do mercado está no financiamento da entrada do imóvel. “A entrada está no lugar errado. O cliente precisa comprar e ele não tem a poupança.&nbsp;Hoje, quem faz isso é a incorporadora. Vocês, as incorporadoras, para não perder negócio, assumem o papel de financiador do cliente”, explicou.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Também participaram do encontro os representantes da Caixa Econômica Federal: o superintendente nacional de Habitação, Alexandre Martins, e a gerente nacional de Fundos e Contratos de Políticas Públicas, Marise Viegas.&nbsp;</p>



<p>Por Agência Cbic</p>



<p><a href="https://cbic.org.br/financiamento-habitacional-e-uso-do-fgts-dominam-debates-da-2a-rodada-de-negocios-da-habitacao-da-cbic/">Financiamento habitacional e uso do FGTS dominam debates da 2ª Rodada de Negócios da Habitação da CBIC&nbsp; &#8211; CBIC – Câmara Brasileira da Industria da Construção</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="575" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/2-17-scaled-1-1024x575.jpg" alt="" class="wp-image-33686" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/2-17-scaled-1-1024x575.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/2-17-scaled-1-300x168.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/2-17-scaled-1-768x431.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/2-17-scaled-1-1536x862.jpg 1536w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/2-17-scaled-1-2048x1150.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Deu no DOU: Novas Portarias Focam em Habitação e Regularização Fundiária</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/deu-no-dou-novas-portarias-focam-em-habitacao-e-regularizacao-fundiaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DOU]]></category>
		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
		<category><![CDATA[MCidades]]></category>
		<category><![CDATA[MCMV]]></category>
		<category><![CDATA[Periferia Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Reurb]]></category>
		<category><![CDATA[Ubá]]></category>
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					<description><![CDATA[O Diário Oficial da União trouxe atualizações importantes para o setor habitacional e de infraestrutura urbana. O destaque fica para o atendimento emergencial em Minas Gerais e ajustes no programa de regularização fundiária em áreas da União. Apoio Emergencial: Minha Casa, Minha Vida em Juiz de Fora e Ubá Foi publicada a Portaria Conjunta MCID/MIDR [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Diário Oficial da União trouxe atualizações importantes para o setor habitacional e de infraestrutura urbana. O destaque fica para o atendimento emergencial em Minas Gerais e ajustes no programa de regularização fundiária em áreas da União.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Apoio Emergencial: Minha Casa, Minha Vida em Juiz de Fora e Ubá</strong></h3>



<p id="p-rc_277ad0721194b757-75">Foi publicada a <strong>Portaria Conjunta MCID/MIDR nº 1</strong>, que estabelece diretrizes excepcionais para o atendimento habitacional nos municípios mineiros de <strong>Juiz de Fora e Ubá</strong><sup></sup>. A medida visa socorrer famílias com unidades habitacionais destruídas ou interditadas definitivamente em decorrência dos desastres ocorridos em <strong>fevereiro de 2026</strong><sup></sup>.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Público-alvo:</strong> Famílias que tiveram casas destruídas ou interditadas definitivamente.</li>



<li><strong>Casos Adicionais:</strong> Podem ser atendidas unidades adjacentes que necessitem de realocação para fora da área afetada.</li>



<li><strong>Procedimento:</strong> As prefeituras devem encaminhar a demanda via sistema SEI à Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, incluindo arquivos georreferenciados, laudos técnicos e relatórios fotográficos.</li>



<li><strong>Compromisso Local:</strong> Os municípios são responsáveis por monitorar as áreas para impedir a reocupação.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Regularização Fundiária: Programa Periferia Viva</strong></h3>



<p id="p-rc_277ad0721194b757-80">A <strong>Portaria Interministerial MCID/MGI nº 1</strong> altera as normas para adesão ao apoio à <strong>Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (Reurb-S)</strong><sup></sup>. O foco são áreas que integram ou integraram o patrimônio da União<sup></sup>.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Adesão em 2026:</strong> Propostas apresentadas neste exercício devem ser incluídas no Programa <strong>5600020260025</strong> via plataforma Transferegov.br.</li>



<li><strong>Meta:</strong> O processo visa o atendimento de <strong>140 mil famílias</strong>.</li>



<li><strong>Vigência:</strong> As novas regras entraram em vigor na data de sua publicação.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p id="p-rc_277ad0721194b757-84">O tratamento de informações deve observar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).</p>
</blockquote>



<p><strong>Nota:</strong> Os filiados à ABC Habitação recebem as portarias publicadas, na íntegra e em tempo real.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="908" height="534" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Deu-no-DOU.png" alt="" class="wp-image-33643" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Deu-no-DOU.png 908w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Deu-no-DOU-300x176.png 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Deu-no-DOU-768x452.png 768w" sizes="(max-width: 908px) 100vw, 908px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Minha Casa, Minha Vida amplia limites por faixa de renda</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/minha-casa-minha-vida-amplia-limites-por-faixa-de-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 12:44:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[minha casa minha vida]]></category>
		<category><![CDATA[moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministério das Cidades divulgou a atualização anual dos limites de renda bruta familiar admitidos para famílias atendidas pelo Minha Casa, Minha Vida, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). Nessa mudança estão incluídas as modalidades Urbano-FAR, Entidades/FDS e do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class=" ">Ministério das Cidades divulgou a atualização anual dos limites de renda bruta familiar admitidos para famílias atendidas pelo Minha Casa, Minha Vida, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). Nessa mudança estão incluídas as modalidades Urbano-FAR, Entidades/FDS e do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS), integrantes da Faixa 1.</p>



<p class=" ">Serão beneficiadas pelo programa famílias residentes em áreas urbanas com renda bruta familiar mensal de até R$ 13 mil. Em áreas rurais, o limite da renda bruta familiar anual é de até R$ 162,5 mil.<br><br>As informações foram publicadas no&nbsp;<a href="https://in.gov.br/web/dou/-/portaria-mcid-n-333-de-30-de-marco-de-2026-697065554" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Diário Oficial da União</a>&nbsp;desta quarta-feira (1º). Confira abaixo os limites por faixa:<br><br>I &#8211;&nbsp;<strong>FAMÍLIAS RESIDENTES EM ÁREAS URBANAS</strong>:</p>



<p class=" ">a) Faixa Urbano 1 &#8211; renda bruta familiar mensal até R$ 3.200,00 (três mil e duzentos reais);</p>



<p class=" ">b) Faixa Urbano 2 &#8211; renda bruta familiar mensal de R$ 3.200,01 (três mil, duzentos reais e um centavo) até R$ 5.000,00 (cinco mil reais); e</p>



<p class=" ">c) Faixa Urbano 3 &#8211; renda bruta familiar mensal de R$ 5.000,01 (cinco mil reais e um centavo) até R$ 9.600,00 (nove mil e seiscentos reais);</p>



<p class=" ">II &#8211;&nbsp;<strong>FAMÍLIAS RESIDENTES EM ÁREAS RURAIS</strong>:</p>



<p class=" ">a) Faixa Rural 1 &#8211; renda bruta familiar anual até R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais);</p>



<p class=" ">b) Faixa Rural 2 &#8211; renda bruta familiar anual de de R$ 50.000,01 (cinquenta mil reais e um centavo) até R$ 70.900,00 (setenta mil e novecentos reais); e</p>



<p class=" ">c) Faixa Rural 3 &#8211; renda bruta familiar anual de R$ 70.900,01 (setenta mil e novecentos reais e um centavo) até R$ 134.000,00 (cento e trinta e quatro mil reais).</p>



<p>Por Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades</p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2075">Minha Casa, Minha Vida amplia limites por faixa de renda — Ministério das Cidades</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="444" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/7b87ea5f-fbae-4ad4-8efa-d60fa189f044.jpeg" alt="" class="wp-image-33665" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/7b87ea5f-fbae-4ad4-8efa-d60fa189f044.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/7b87ea5f-fbae-4ad4-8efa-d60fa189f044-300x173.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Déficit habitacional no Brasil recua pelo 2º ano consecutivo e atinge o menor patamar da história</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/deficit-habitacional-no-brasil-recua-pelo-2o-ano-consecutivo-e-atinge-o-menor-patamar-da-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 12:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Regiões Norte e Nordeste tiveram a maior taxa de redução, de acordo com dados da Fundação João Pinheiro O déficit habitacional do Brasil caiu pelo segundo ano consecutivo em 2024, chegando ao menor patamar da história: 5.773.983, o que representa 7,4% do total de domicílios particulares ocupados no país, confirmando trajetória de queda. O número [&#8230;]]]></description>
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<h5 class="wp-block-heading">Regiões Norte e Nordeste tiveram a maior taxa de redução, de acordo com dados da Fundação João Pinheiro</h5>



<p>O déficit habitacional do Brasil caiu pelo segundo ano consecutivo em 2024, chegando ao menor patamar da história: 5.773.983, o que representa 7,4% do total de domicílios particulares ocupados no país, confirmando trajetória de queda. O número registrou um recuo de 3,4% em relação ao ano anterior. &nbsp;As informações foram divulgadas nesta terça-feira, 31/3, pelo Ministério das Cidades a partir da atualização dos dados da pesquisa realizada pela Fundação João Pinheiro (FJP) para o ano de 2024. O estudo teve como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) e o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico).</p>



<p>Em dois anos, o déficit habitacional diminuiu em 441 mil famílias. No mesmo período, o Minha Casa, Minha Vida entregou 923.851 moradias. Neste período, o recuo no déficit foi de 7,1%, confirmando uma trajetória de queda a partir da recriação do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Em 2022, o déficit habitacional no Brasil era de 8,3%.</p>



<p>As regiões Norte e Nordeste tiveram as maiores reduções no déficit entre 2022 e 2024, de 13,2% para 11,1% e de 8,9% para 7,1%, respectivamente. Com isso, o Nordeste alcançou o mesmo patamar relativo do Sudeste, que, no período, passou de 7,5% para 7,1%. O Sul, mesmo com as enchentes de 2024, teve queda no déficit de 6,6% para 6,4%, e é o menor entre as regiões. O déficit no Centro-Oeste passou de 8,5% para 8,7%.</p>



<p><strong>Componentes do déficit</strong></p>



<p>Os três componentes do déficit habitacional caíram em 2024: ônus excessivo com aluguel, habitação precária e coabitação.&nbsp; O principal componente foi o ônus excessivo com aluguel urbano, que ocorre em domicílios nas cidades cujo gasto com o aluguel supera 30% da renda familiar das famílias que recebem até três salários mínimos. &nbsp;Ele caiu de 3.665.440 em 2023 para 3.587.777 domicílios em 2024. &nbsp;&nbsp;</p>



<p>O componente do déficit&nbsp;<em>coabitação&nbsp;</em>(domicílios próprios do tipo cômodo e unidades domésticas conviventes com mais de um núcleo familiar e adensamento superior a duas pessoas por dormitório) teve redução de 1,29 milhão de unidades habitacionais em 2022 para 1,07 milhão em 2023 e 1,03 milhão em 2024.</p>



<p>O componente&nbsp;<em>habitação precária</em>, que inclui domicílios rústicos (material predominante nas paredes externas diferente de alvenaria, taipa com revestimento e madeira aparelhada) e aqueles classificados como improvisados, cai de 1,24 milhão domicílios em 2023 para 1,15 milhão em 2024.</p>



<p>Na análise por faixa de renda, a pesquisa mostra que o déficit habitacional brasileiro estava mais concentrado em domicílios de menor renda &#8211; sendo 40,7% com rendimento até 1 salário-mínimo e 33,8% com renda entre 1 a 2 salários-mínimos.</p>



<p>O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida já contratou 2,2 milhões de unidades habitacionais e entregou 1,4 milhão de moradias desde 2023. Para o ano de 2026, a meta é contratar 1 milhão de habitações.</p>



<p>Por Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades</p>



<p><a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2073">Déficit habitacional no Brasil recua pelo 2º ano consecutivo e atinge o menor patamar da história — Ministério das Cidades</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="444" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/469a55fb-08c6-40fb-acbd-2427e89fed0d.jpeg" alt="" class="wp-image-33663" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/469a55fb-08c6-40fb-acbd-2427e89fed0d.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/04/469a55fb-08c6-40fb-acbd-2427e89fed0d-300x173.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
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