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	<title>Sustentabilidade &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
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	<title>Sustentabilidade &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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		<title>Projeto EEDUS estará presente no Connected Smart Cities 2021</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 13:54:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Connected Smart Cities 2021 será realizado dos dias 1 a 3 de setembro. O evento tem como objetivo promover as melhores práticas para o desenvolvimento das cidades e reunir especialistas, entidades, empresas e governo para a troca de conhecimento. Esse ano o evento irá acontecer no formato híbrido, com a apresentação de mais de quinze temas em [&#8230;]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">O Connected Smart Cities 2021 será realizado dos dias 1 a 3 de setembro. O evento tem como objetivo promover as melhores práticas para o desenvolvimento das cidades e reunir especialistas, entidades, empresas e governo para a troca de conhecimento. Esse ano o evento irá acontecer no formato híbrido, com a apresentação de mais de quinze temas em oito palcos. As inscrições para o evento podem ser feitas <a href="https://evento.connectedsmartcities.com.br/" target="_blank" rel="noopener">clicando aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 3 de setembro às 14:00, o projeto EEDUS apresentará no painel online “Agenda estratégica com parceiros” o tema <strong>“Ferramentas digitais no apoio da sustentabilidade da </strong><strong>Construção Civil: a CECarbon e demais oportunidades no avanço da Análise de Ciclo de Vida </strong><strong>das Edificações”</strong>. O Painel do EEDUS irá contar com a participação da Secretaria Nacional de Habitação, do Green Building Council Brasil e de especialistas do SindusCon-SP e do setor privado e será transmitido no Palco Brasília totalmente digital.</p>
<p>O setor privado da construção civil é chave para o uso eficiente dos recursos nas cidades e para a mitigação dos danos da mudança climática. Parte expressiva das emissões de GEE no Brasil e no mundo vem deste setor. Nesse sentido, o projeto EEDUS apoia com conhecimento e ferramentas: promove a <a href="https://cecarbon.com.br/" target="_blank" rel="noopener">CECarbon</a>, bem como a publicação<a href="https://www.gov.br/mdr/pt-br/assuntos/habitacao/eedus/PEEB_EEDUS_DigitalSolutions_web_pt.pdf" target="_blank" rel="noopener"> “Inteligente e eficiente: soluções</a> digitais para a economia dos edifícios”.</p>
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		<title>Projeto EEDUS estará presente no Connected Smart Cities 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 13:54:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Connected Smart Cities 2021 será realizado dos dias 1 a 3 de setembro. O evento tem como objetivo promover as melhores práticas para o desenvolvimento das cidades e reunir especialistas, entidades, empresas e governo para a troca de conhecimento. Esse ano o evento irá acontecer no formato híbrido, com a apresentação de mais de quinze temas em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-20395"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O Connected Smart Cities 2021 será realizado dos dias 1 a 3 de setembro. O evento tem como objetivo promover as melhores práticas para o desenvolvimento das cidades e reunir especialistas, entidades, empresas e governo para a troca de conhecimento. Esse ano o evento irá acontecer no formato híbrido, com a apresentação de mais de quinze temas em oito palcos. As inscrições para o evento podem ser feitas <a href="https://evento.connectedsmartcities.com.br/" target="_blank" rel="noopener">clicando aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 3 de setembro às 14:00, o projeto EEDUS apresentará no painel online “Agenda estratégica com parceiros” o tema <strong>“Ferramentas digitais no apoio da sustentabilidade da </strong><strong>Construção Civil: a CECarbon e demais oportunidades no avanço da Análise de Ciclo de Vida </strong><strong>das Edificações”</strong>. O Painel do EEDUS irá contar com a participação da Secretaria Nacional de Habitação, do Green Building Council Brasil e de especialistas do SindusCon-SP e do setor privado e será transmitido no Palco Brasília totalmente digital.</p>
<p>O setor privado da construção civil é chave para o uso eficiente dos recursos nas cidades e para a mitigação dos danos da mudança climática. Parte expressiva das emissões de GEE no Brasil e no mundo vem deste setor. Nesse sentido, o projeto EEDUS apoia com conhecimento e ferramentas: promove a <a href="https://cecarbon.com.br/" target="_blank" rel="noopener">CECarbon</a>, bem como a publicação<a href="https://www.gov.br/mdr/pt-br/assuntos/habitacao/eedus/PEEB_EEDUS_DigitalSolutions_web_pt.pdf" target="_blank" rel="noopener"> “Inteligente e eficiente: soluções</a> digitais para a economia dos edifícios”.</p>
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		<title>MDR lançou nesta segunda-feira a Estratégia Investimento Verde para o Desenvolvimento Regional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2021 13:22:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), lançou, nesta segunda-feira (30), em Brasília (DF), a Estratégia Investimento Verde para o Desenvolvimento Regional, que incluiu a assinatura de acordos de cooperação técnica (ACT) com oito associações do setor privado que atuam em projetos de saneamento básico, segurança hídrica e mobilidade urbana geridos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-14354"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), lançou, nesta segunda-feira (30), em Brasília (DF), a Estratégia Investimento Verde para o Desenvolvimento Regional, que incluiu a assinatura de acordos de cooperação técnica (ACT) com oito associações do setor privado que atuam em projetos de saneamento básico, segurança hídrica e mobilidade urbana geridos pela Pasta. A iniciativa tem como objetivo fomentar que essas empresas adotem critérios ASG (ambiental, social e governança) para a execução de seus empreendimentos.</p>
<figure id="attachment_14355" aria-describedby="caption-attachment-14355" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/08/foto-de-Adalberto-Marques-MDR.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-14355" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/08/foto-de-Adalberto-Marques-MDR.jpeg" alt="Estratégia assinada nesta segunda-feira tem como objetivo fomentar que empresas adotem critérios ASG (ambiental, social e governança) para a execução de seus empreendimentos em desenvolvimento regional. Foto: Adalberto Marques/MDR" width="768" height="512" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/08/foto-de-Adalberto-Marques-MDR.jpeg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/08/foto-de-Adalberto-Marques-MDR-300x200.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14355" class="wp-caption-text">Estratégia assinada nesta segunda-feira tem como objetivo fomentar que empresas adotem critérios ASG (ambiental, social e governança) para a execução de seus empreendimentos em desenvolvimento regional. Foto: Adalberto Marques/MDR</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Para o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, que participou do lançamento, a medida será importante para atração de investimentos do setor privado para a carteira de projetos do MDR. “O entendimento que temos é de que essa estratégia permitirá que os agentes públicos, em nível local ou federal, assim como os agentes privados, alinhem os novos projetos de infraestrutura dentro da nossa carteira aos critérios ASG. Não tenho dúvidas de que estamos dando um passo inicial muito importante para trazermos a iniciativa privada junto com o Governo Federal, com a mesma visão a respeito do que nós queremos desse País com uma política de Estado, uma política de sociedade, que deve e vai sobreviver”, afirmou Marinho.</p>
<p style="text-align: justify;">O MDR tem atuado em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) para alinhar os projetos de infraestrutura às melhores práticas ASG. Uma consultoria especializada está elaborando, em estreita coordenação com técnicos da Pasta, estudos e subsídios para adoção de critérios ASG nos setores de saneamento, resíduos sólidos, infraestrutura hídrica e mobilidade urbana.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir de novembro de 2021, toda a carteira de novos projetos desses setores poderá ser alinhada, tendo em conta o interesse dos agentes públicos e privados, aos critérios ASG, com metodologia que incorpora as melhores práticas internacionais. As associações setoriais participarão do trabalho de elaboração desse alinhamento e poderão oferecer capacitação nesses conteúdos a seus associados.</p>
<p style="text-align: justify;">A Estratégia Investimento Verde para o Desenvolvimento Regional vai permitir que os agentes públicos, em âmbito local ou federal, assim como os agentes privados interessados, alinhem novos projetos de infraestrutura para o desenvolvimento regional aos critérios ASG, de maneira voluntária, adaptável a cada projeto, e flexível, de forma a habilitar a aplicação em diferentes setores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Associações signatárias</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Assinaram o acordo com o MDR representantes das seguintes associações setoriais e do setor financeiro do País: Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE); Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG); Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE); Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon); Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe); Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); e Banco do Nordeste (BNB).</p>
<p style="text-align: justify;">“A estratégia vai ser uma plataforma da maior importância para colocar o País na vanguarda, como um exemplo de fomento econômico, de proteção ambiental, de desenvolvimento social e com governança nesses diversos setores”, destacou o diretor-presidente da Abrelpe, Carlos Roberto Vieira da Silva Filho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é ASG</strong></p>
<p style="text-align: justify;">ASG é uma sigla para ambiental, social e governança. Atualmente, várias empresas têm o foco voltado na preservação do meio ambiente e em responsabilidade social e buscam melhorar suas práticas de governança. Fundos de investimentos baseados nos pilares ASG são considerados referência no mercado de investimentos e ações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Oportunidades de negócios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Projetos com alinhamento claro e consistente aos critérios ASG trazem o atrativo adicional de contar com menos risco e menor custo de captação. Para investidores, a adoção desses critérios oferece melhores instrumentos de monitoramento, propiciando redução dos riscos inerentes a projetos de longo prazo. Sob a perspectiva de construtores e prestadores de serviços, a incorporação desses critérios possibilita diversificar as fontes de financiamento dos empreendimentos com custos de captação menores.</p>
<p style="text-align: justify;">Para governos, a melhor estruturação dos projetos com critérios ASG estimula a atração de novos investimentos privados, o que reduz a pressão sobre o orçamento público. A capacidade de atrair mais investimentos privados para projetos de desenvolvimento regional beneficiará diretamente a população, uma vez que novos recursos permitirão prover serviços públicos essenciais, atingindo as metas previstas no Marco Legal do Saneamento até 2033 – 99% da população com acesso a abastecimento de água e 90%, a coleta e tratamento de esgoto.</p>
<p style="text-align: justify;">Também acompanharam o lançamento os secretários nacionais de Segurança Hídrica, Sérgio Costa; de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano, Tiago Pontes; e de Saneamento, Pedro Maranho; a chefe da Assessoria Internacional do MDR, Carla Barroso; a diretora-presidente da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Christianne Dias; o presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim; o diretor-técnico do Sebrae, Bruno Quick; o diretor-presidente do BDMG, Sergio Gusmão Suchodolski; o secretário-executivo da ABDE, José Luiz Gordon; o vice-presidente de Relações Institucionais da Abcon, Rogério de Paula Tavares; o presidente da CBIC, José Carlos Martins; a diretora-presidente do BRDE, Leany Barreiro; o representante do IICA no Brasil, Gabriel Delgado; e o representante do BID no País, Morgan Doyle.</p>
<p>Fonte: Ministério do Desenvolvimento Regional</p>
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		<title>Financiamento imobiliário poderá incentivar geração de energia solar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Aug 2021 12:36:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A energia solar poderá ganhar incentivo do financiamento imobiliário.  A legislação do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) poderá incluir valores correspondentes a equipamentos de geração fotovoltaica de eletricidade e sua instalação, até o limite de 10% do valor do imóvel adquirido. É o que estabelece o projeto (PL 2.015/2021) apresentado pela senadora Kátia Abreu (PP-TO) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-14321"></span></p>
<div class="mceTemp"></div>
<figure id="attachment_14322" aria-describedby="caption-attachment-14322" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Hermínio-Nunes-Eletrosul.png"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-14322" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Hermínio-Nunes-Eletrosul-300x197.png" alt="Pelo projeto, da senadora Kátia Abreu (PP-TO), o Sistema Financeiro de Habitação poderá incluir valores correspondentes a equipamentos de geração fotovoltaica até o limite de 10% do valor do imóvel adquirido. Foto: Hermínio Nunes/Eletrosul" width="300" height="197" /></a><figcaption id="caption-attachment-14322" class="wp-caption-text">Pelo projeto, da senadora Kátia Abreu (PP-TO), o Sistema Financeiro de Habitação poderá incluir valores correspondentes a equipamentos de geração fotovoltaica até o limite de 10% do valor do imóvel adquirido. Foto: Hermínio Nunes/Eletrosul</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A energia solar poderá ganhar incentivo do financiamento imobiliário.  A legislação do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) poderá incluir valores correspondentes a equipamentos de geração fotovoltaica de eletricidade e sua instalação, até o limite de 10% do valor do imóvel adquirido. É o que estabelece o projeto (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/148658">PL 2.015/2021</a>) apresentado pela senadora Kátia Abreu (PP-TO) em 1º de junho.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao propor a modificação da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l4380.htm">Lei 4.380, de 1964</a>, que regula o SFH, Kátia Abreu lembra as vantagens dos painéis fotovoltaicos como forma de proteger o meio ambiente e diminuir o uso de fontes poluentes. Ela destaca o imenso potencial do Brasil para geração de eletricidade a partir do sol: no exemplo que apresentou na justificação de seu projeto, a senadora lembra que “no local menos ensolarado no Brasil é possível gerar mais eletricidade solar do que no local mais ensolarado da Alemanha, que é um dos líderes no uso da energia fotovoltaica”. Ela também chamou atenção para os efeitos da falta de chuvas sobre o custo da energia numa matriz predominantemente hidrelétrica.</p>
<p style="text-align: justify;">“A crise hídrica, que dura há alguns anos, faz com que a tarifa de energia elétrica sofra alterações em meses de estiagem. Os hábitos de consumo também estão sendo influenciados, fazendo com que as pessoas passem procurar uma alternativa para fugir das altas tarifas”, ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify;">Apresentando dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Kátia Abreu sublinhou que esse setor de geração elétrica foi responsável, entre 2012 e 2020, por mais de 140 mil empregos diretos e indiretos, através de 484 mil unidades de geração instaladas — 73,5% das quais em residências. Segundo ela, o PL 2015/2021 poderá tornar a instalação de painéis fotovoltaicos ainda mais acessível, especialmente pelas famílias de baixa renda que hoje têm dificuldade para arcar com o investimento inicial elevado desses sistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">“A energia solar residencial já é uma realidade para usuários que desejam produzir energia limpa e renovável por meio de painéis solares, sendo capaz de suprir todo o consumo de eletricidade do imóvel, gerando economia de até 95% na conta de luz e pagando-se o investimento em até 7 anos”, disse a senadora.</p>
<p><a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/08/02/financiamento-imobiliario-podera-incentivar-geracao-de-energia-solar" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte:</strong> Agência Senado</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Oficina com estados e municípios do Centro-Oeste vai debater os Objetivos de Desenvolvimento Urbano Sustentáveis (ODUS)</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/oficina-com-estados-e-municipios-do-centro-oeste-vai-debater-os-objetivos-de-desenvolvimento-urbano-sustentaveis-odus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2021 13:48:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Urbano]]></category>
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					<description><![CDATA[Promovido pelo MDR em parceria com a GIZ e o WRI Brasil, evento será realizado nos dias 26 e 27 de agosto. Inscrições já estão abertas O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) abriu inscrições para oficina com representantes dos estados e municípios da Região Centro-Oeste que vai discutir a elaboração da Política Nacional de Desenvolvimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Promovido pelo MDR em parceria com a GIZ e o WRI Brasil, evento será realizado nos dias 26 e 27 de agosto. Inscrições já estão abertas<span id="more-14310"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) abriu inscrições para oficina com representantes dos estados e municípios da Região Centro-Oeste que vai discutir a elaboração da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU). O evento será realizado nos dias 26 e 27 de agosto e marcará o encerramento das discussões em âmbito regional.</p>
<p style="text-align: justify;">O prazo de inscrições para Oficina Centro-Oeste vai até 13 de agosto, às 22h. A confirmação da participação será feita até cinco dias antes da realização do evento on-line. Clique <a class="external-link" title="" href="https://forms.gle/6K5Xc95N7SvFScdq9" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" rel="noopener">neste link</a> para participar.</p>
<p style="text-align: justify;">“A ideia é que, nestas oficinas, possa estar representada uma gama de perfil de cidades: desde pequenos centros locais até regiões metropolitanas. Só assim será possível incluir a diversidade territorial e as visões regionais e locais na formulação desta agenda que queremos para as cidades brasileiras&#8221;, destaca a coordenadora de Apoio à Gestão Regional e Urbana do MDR, Fernanda Capdeville.</p>
<p style="text-align: justify;">A oficina é promovida pelo MDR, em parceria com a Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) e o World Resource Institute (WRI) Brasil, uma organização de pesquisa, e conta com apoio da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa).</p>
<p style="text-align: justify;">Os participantes das oficinas integram o processo colaborativo para formular os Objetivos de Desenvolvimento Urbano Sustentável (ODUS), que servirão de norte para a elaboração da PNDU.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Etapa nacional</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Antes da etapa regional, o MDR também promoveu uma oficina nacional, nos dias 25 e 26 de maio. Entre os temas abordados estiveram agricultura sustentável, saúde e bem-estar, educação urbana e de qualidade, saneamento, desafios digitais e orçamentários, mobilidade urbana, infraestrutura e desigualdades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conferências livres</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até o dia 28 de julho, estão abertas inscrições para Conferências Livres no <a class="external-link" title="" href="http://colaborar.projetotradus.org/" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" rel="noopener">Portal Co.laborar</a>. Elas serão espaços para discussão da sociedade civil sobre os ODUS e suas contribuições serão consideradas na formulação da agenda nacional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Política Nacional de Desenvolvimento Urbano</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR) coordena o processo de formulação da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano. Uma das finalidades é apoiar os municípios a executarem ações de política urbana nos seus territórios. Esse apoio será feito considerando as diferentes realidades das cidades brasileiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Objetivos de Desenvolvimento Urbano Sustentável (ODUS) que estão sendo elaborados nas oficinas devem refletir uma visão de futuro, clara e comum, que devem ser atingidas pelas cidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais <a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/mdr/pt-br/assuntos/desenvolvimento-urbano/politica-nacional-de-desenvolvimento-urbano/objetivos-do-desenvolvimento-sustentavel-odus" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" rel="noopener">neste link</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confira o calendário com todas as atividades:</strong><br />
Oficina Regional &#8211; Sul: 16 e 17 de junho de 2021<br />
Oficina Regional &#8211; Nordeste: 30 de junho e 01 de julho de 2021<br />
Oficina Regional &#8211; Sudeste: 14 e 15 de julho de 2021<br />
Oficina Regional &#8211; Norte: 04 e 05 de agosto de 2021<br />
Oficina Regional &#8211; Centro-Oeste: 26 e 27 de agosto de 2021<br />
Conferências Livres – entre 16/8 a 5/9 (inscrições até 28/7)</p>
<p><a href="https://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/oficina-com-estados-e-municipios-do-centro-oeste-vai-debater-os-objetivos-de-desenvolvimento-urbano-sustentaveis-odus" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte:</strong> Governo Federal</a></p>
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		<title>Concurso nacional escolherá melhores projetos para Habitação de Interesse Sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 19:14:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ABC]]></category>
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					<description><![CDATA[A parceria da Secretaria Nacional de Habitação/MDR com a Agência Alemã de Cooperação Internacional – Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH (GIZ)  tem como novo resultado o lançamento do Concurso Nacional de Ideias em Arquitetura para Eficiência Energética em Habitação de Interesse Social, adaptáveis às diferentes Zonas Bioclimáticas do Brasil denominado “Habitação de Interesse Sustentável”, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-14139"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A parceria da Secretaria Nacional de Habitação/MDR com a Agência Alemã de Cooperação Internacional – Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH (GIZ)  tem como novo resultado o lançamento do Concurso Nacional de Ideias em Arquitetura para Eficiência Energética em Habitação de Interesse Social, adaptáveis às diferentes Zonas Bioclimáticas do Brasil denominado “Habitação de Interesse Sustentável”, com colaboração da Associação Brasileira de COHABs e Agentes Públicos da Habitação (ABC) e a coordenação do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB).</p>
<p style="text-align: justify;">O concurso é voltado para a seleção de ideias de arquitetura para projetos e produção de habitação de interesse social com foco na eficiência energética para garantir o melhor desempenho e conforto ambiental a população de baixa renda. O objetivo é melhorar a qualidade dos projetos das casas que serão produzidas pelos governos federais e estaduais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>INSCRIÇÕES E COMISSÃO JULGADORA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O IAB estipulou as regras, o site oficial, edital e selecionou a comissão julgadora. As inscrições do concurso estão abertas e vão até o dia 26/04/2021. <a href="http://www.habitacaodeinteressesustentavel.org/" target="_blank" rel="noopener">Acesse o site e cadastre o projeto.</a></p>
<p style="text-align: justify;">Após o encerramento das inscrições, os proejtos serão entregues de maneira anônima, para evitar que haja parcialidade na análise, aos membros da Comissão Julgadora.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/03/comissao-julgadora.png"><img decoding="async" class="size-large wp-image-14140 aligncenter" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/03/comissao-julgadora-1024x728.png" alt="comissao julgadora" width="702" height="499" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/03/comissao-julgadora-1024x728.png 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/03/comissao-julgadora-300x213.png 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/03/comissao-julgadora-768x546.png 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/03/comissao-julgadora.png 1180w" sizes="(max-width: 702px) 100vw, 702px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Serão premiados os 6 finalistas e entre eles 3 vencedores vão assinar um contrato com a GIZ, e posteriormente os 3 projetos serão implantados nos terrenos doados pelas Companhias de Habitação (Cohabs) selecionadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>COHABS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Paralelo ao concurso haverá o chamamento de seleção das Cohabs para que possam disponibilizar os terrenos onde serão implantados os projetos vencedores do concurso. O exercício proposto pelo concurso é que sejam projetos adaptáveis a diferentes terrenos e climas.</p>
<p style="text-align: justify;"> &#8220;Queremos melhorar a condição geral dos empreendimentos de habitação então a gente precisa de projetos que possam ser rapidamente adaptáveis e reconfiguráveis para depois se adequarem a diferentes terrenos, grandes, pequenos, mais urbanos, mais de periferia, estreito, largo, em declive, planos, em regiões frias ou quentes, então o projeto tem que ter essa flexibilidade”, destacou o arquiteto e o coordenador do Concurso pela GIZ, Daniel Wagner.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CRONOGRAMA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até o dia 26/04 serão realizadas as inscrições dos projeto. Em seguida a análise das propostas pela Comissão Julgadora no período de 17/05 a 19/05. A divulgação dos resultados ocorrerá no dia 24/05. Após a confirmação dos projetos vencedores serão selecionados os 3 terrenos pelo chamamento da ABC aos associados. Serão alocados cada projeto em cada um dos terrenos disponibilizados pelas Cohabs.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/03/cronograma.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-14141 aligncenter" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/03/cronograma-1024x683.png" alt="cronograma" width="702" height="468" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/03/cronograma-1024x683.png 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/03/cronograma-300x200.png 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/03/cronograma-768x512.png 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2021/03/cronograma.png 1156w" sizes="(max-width: 702px) 100vw, 702px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Haverá uma segunda etapa em que os vencedores vão assinar um contrato com a GIZ para o detalhamento dos projetos de modo a possibilitar a implantação nos terrenos disponibilizados pelas Cohabs filiadas à ABC. A ABC junto com a GIZ e a SNH estão concluindo o edital que será lançado para a seleção dos terrenos mais adequados para receber os projetos de acordo com as zonas bioclimáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Um novo olhar para habitação de interesse social no Brasil em que não se considera somente o custo inicial da obra, mas sim todos os custos que as famílias terão ao longo de toda a vida útil do imóvel, sob os aspectos de conforto térmico, economia de energia, acesso aos equipamentos urbanos e sociais. Apoiamos esse projeto, nos seus aspectos de esclarecer e sensibilizar os gestores públicos para a importância de ter esse olhar de habitação popular mais sustentável”, afirmou a presidente da ABC e da Agehab/MS, Maria do Carmo Avesani Lopez.</p>
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		<title>Plataforma oferece inovações para cidades sustentáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2020 14:41:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[inovações]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto visa melhoria na qualidade de vida e no meio ambiente Foi lançado hoje (5) o novo Observatório de Inovações para Cidades Sustentáveis. O projeto visa reunir informações, propostas e exemplos concretos de iniciativas e políticas públicas em âmbito municipal que contribuem para promover a melhoria da qualidade de vida das pessoas e o fortalecimento da situação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-900 display-8 display-md-8 alt-font font-italic my-1 text-center"><em>Projeto visa melhoria na qualidade de vida e no meio ambiente</em></p>
<p class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-900 display-8 display-md-8 alt-font font-italic my-1 text-center"><span id="more-13926"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Foi lançado hoje (5) o novo Observatório de Inovações para Cidades Sustentáveis. O projeto visa reunir informações, propostas e exemplos concretos de iniciativas e políticas públicas em âmbito municipal que contribuem para promover a melhoria da qualidade de vida das pessoas e o fortalecimento da situação do meio ambiente.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1392398&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1392398&amp;o=node" /></p>
<p style="text-align: justify;">A plataforma será disponibilizada em um <em>site</em>. A data em que estará no ar não foi informada pelos responsáveis no lançamento. Um aplicativo também foi desenvolvido e será publicado nas lojas de aplicativos (como Play Store e Apple App Store) a partir de dezembro. Os responsáveis não informaram um dia preciso.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto é uma parceria do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), do Programa para o Meio Ambiente da Organização das Nações Unidas (PNUMA) e o <a href="https://www.cgee.org.br/-/observatorio-de-inovacoes-para-cidades-sustentaveis" target="_blank" rel="noopener">Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE)</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A plataforma trará soluções e estudos de casos. Dentre as soluções estarão 222 propostas de políticas públicas que podem ser desenvolvidas por gestores municipais. Dentre os estudos de casos, foram sistematizadas 358 experiências já realizadas e analisadas pela equipe do projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">As iniciativas foram reunidas a partir de um conjunto de temas relacionados à sustentabilidade nas cidades, como mobilidade, água, energia, ambiente construído e “soluções baseadas em natureza”. As iniciativas e os temas podem ser vistos juntamente a 50 indicadores e a tipologias em um ambiente geolocalizado, em que o usuário visualiza o município ou conjunto de cidades.</p>
<p style="text-align: justify;">“A plataforma tem como objetivo criar ambiente moderno, interativo, acolhendo sugestões de desenvolvimento tecnológico, de questões que promovam a inovação nos grandes ambientes urbanos à luz dos grandes desafios que cidades do mundo enfrentam para gerar um ambiente mais agradável, sustentável, repercutindo na qualidade de vida dos cidadãos”, disse o presidente do CGEE, Márcio Miranda, no evento virtual de lançamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o gestor de portfólio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Asher Lessels, o observatório vai fornecer um grande banco de dados de soluções para ajudar a enfrentar desafios urbanos. Este conjunto de informações, acrescentou, será ainda mais relevante neste momento em que se discute uma preocupação com o meio ambiente nas medidas de recuperação diante da pandemia.</p>
<p style="text-align: justify;">“Serão reunidas soluções que promovam o desenvolvimento sustentável, que resultem em cidades sustentáveis, com benefícios para os habitantes das cidades. Acreditamos que o observatório tem papel forte no apoio às cidades para gerar uma recuperação verde melhor da situação da pandemia”, destacou Lessels.</p>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-11/plataforma-oferece-inovacoes-para-cidades-sustentaveis" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte:</strong> Agência Brasil</a></p>
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		<title>Governo Federal lança Programa Nacional para Áreas Verdes Urbanas Cidades+Verdes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2020 12:43:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa é voltado para gestão, ampliação, manutenção e recuperação de áreas verdes nas cidades Governo Federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente, lançou, nesta segunda-feira (21), o Programa Nacional para Áreas Verdes Urbanas Cidades+Verdes, voltado à gestão, ampliação, manutenção e recuperação de áreas verdes nas cidades. Como primeira entrega do programa, foi criado o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Programa é voltado para gestão, ampliação, manutenção e recuperação de áreas verdes nas cidades<span id="more-13782"></span></p>
<figure id="attachment_13783" aria-describedby="caption-attachment-13783" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-13783" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/09/386e6a1c-8a2b-4202-a658-c1ab1061c7c6-300x200.jpeg" alt="O programa aponta os benefícios ambientais e econômicos que as áreas verdes urbanas - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" width="300" height="200" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/09/386e6a1c-8a2b-4202-a658-c1ab1061c7c6-300x200.jpeg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/09/386e6a1c-8a2b-4202-a658-c1ab1061c7c6.jpeg 768w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-13783" class="wp-caption-text">O programa aponta os benefícios ambientais e econômicos que as áreas verdes urbanas &#8211; Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Governo Federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente, lançou, nesta segunda-feira (21), o Programa Nacional para Áreas Verdes Urbanas Cidades+Verdes, voltado à gestão, ampliação, manutenção e recuperação de áreas verdes nas cidades. Como primeira entrega do programa, foi criado o Cadastro Ambiental Urbano (CAU).</p>
<p class="callout" style="text-align: justify;">O aplicativo, 100% digital, inclui a ficha completa de cada área verde urbana cadastrada, a possibilidade de avaliação delas pelos usuários e a função alerta, que permite ao cidadão enviar um aviso para a gestão municipal buscar melhorias e soluções para eventuais problemas encontrados em áreas verdes das cidades.</p>
<p style="text-align: justify;">No módulo gestor, esses alertas chegam em tempo real, permitindo aos gestores municipais agir de maneira mais ágil e efetiva para a manutenção das áreas verdes do município. Além disso, o módulo vem com ferramenta para delimitar os espaços verdes do município, categorizá-lo e ainda listar as estruturas e serviços de cada área, como ciclovias, quadras esportivas, banheiros, estacionamento, iluminação e mais.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa Cidades+Verdes é o terceiro eixo instituído pela Agenda Ambiental Urbana, que ainda contempla o programa Lixão Zero, o plano de Combate ao Lixo no Mar e as áreas de saneamento, qualidade do ar e áreas contaminadas. O programa traz uma visão geral da situação brasileira e aponta os benefícios ambientais e econômicos que as áreas verdes urbanas podem trazer para todos os brasileiros, da prevenção das enchentes à regulação dos microclimas, passando pela valorização da biodiversidade e das paisagens urbanas.</p>
<p class="callout" style="text-align: justify;"><a class="external-link" title="" href="http://portalcau.mma.gov.br/" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" rel="noopener">Acesse aqui o Portal CAU</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><span class="discreet">Com informações do Ministério do Meio Ambiente</span></em></p>
<p><a href="https://www.gov.br/casacivil/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/governo-federal-lanca-programa-nacional-para-areas-verdes-urbanas-cidades-verdes" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte:</strong> Governo Federal</a></p>
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		<title>Sustentabilidade na construção civil: mecanismos e financiamentos para uma recuperação verde</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/sustentabilidade-na-construcao-civil-mecanismos-e-financiamentos-para-uma-recuperacao-verde/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2020 13:50:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor da construção civil no Brasil está cada vez mais atento as novas abordagens sustentáveis que vem acontecendo na área. Uma mudança de paradigma vem se mostrando necessária para as empresas de manterem competitivas no mercado e alinhadas com padrões nacionais e internacionais de crédito. Se por um lado, novas fontes de financiamento vêm [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-13779"></span></p>
<figure id="attachment_13780" aria-describedby="caption-attachment-13780" style="width: 532px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13780" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/09/content_id.jpg" alt="Fonte: GIZ BR" width="532" height="304" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/09/content_id.jpg 532w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2020/09/content_id-300x171.jpg 300w" sizes="(max-width: 532px) 100vw, 532px" /><figcaption id="caption-attachment-13780" class="wp-caption-text">Fonte: GIZ BR</figcaption></figure>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">O setor da construção civil no Brasil está cada vez mais atento as novas abordagens sustentáveis que vem acontecendo na área. Uma mudança de paradigma vem se mostrando necessária para as empresas de manterem competitivas no mercado e alinhadas com padrões nacionais e internacionais de crédito. Se por um lado, novas fontes de financiamento vêm cobrando cada vez mais critérios e padrões de sustentabilidade e soluções de baixo carbono na construção, por outro lado ainda faltam ferramentas e métodos para realizar e medir uma mudança mais profunda nos empreendimentos.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;"> Em vista disso, e dentro do contexto do &#8220;<strong>Diálogo Estratégico Brasil-Alemanha de Desenvolvimento Urbano Sustentável</strong>&#8221; o projeto EEDUS promoveu o webinar “Sustentabilidade na construção civil: mecanismos e financiamentos para uma recuperação verde” durante o evento digital Connected Smart Cities e Mobility Digital Xperience 2020.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;"> O debate contou com apresentações do Alexandre Schinazi da Mitsidi Projetos, do Sergio Poggi do BNDES, da Angelica Djeanne da Caixa Econômica e do Fernando Vasconcellos do SindusCon-SP, e a moderação foi feita pelo Daniel Wagner, do projeto EEDUS. Teve como objetivo explorar algumas medidas voltadas a sustentabilidade no setor da construção, como as empresas estão lidando com esse desafio e mostrou algumas ferramentas em desenvolvimento voltadas para isso. Para mais informações, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=rQYh20puRPI&amp;ab_channel=ConnectedSmartCities">clique aqui</a> e acesse o evento completo.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;"> Fonte: <i>Projeto EEDUS</i></p>
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			</item>
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		<title>Parceria com ONG inglesa vai promover financiamento de projetos sustentáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2020 12:57:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[MDR]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Desenvolvimento Regional]]></category>
		<category><![CDATA[projetos sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Títulos verdes]]></category>
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					<description><![CDATA[Acordo firmado entre o Ministério do Desenvolvimento Regional e a ONG Climate Bond Initiative vai promover o uso de títulos verdes para financiamento de projetos que promovam o desenvolvimento regional O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) assinou, nesta terça-feira (1º), um memorando de entendimento com a ONG inglesa Climate Bond Initiative (CBI) para qualificar projetos seguindo critérios [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Acordo firmado entre o Ministério do Desenvolvimento Regional e a ONG Climate Bond Initiative vai promover o uso de títulos verdes para financiamento de projetos que promovam o desenvolvimento regional<span id="more-13701"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) assinou, nesta terça-feira (1º), um memorando de entendimento com a ONG inglesa <em>Climate Bond Initiative</em> (CBI) para qualificar projetos seguindo critérios de sustentabilidade e atrair investidores, tanto na fase de leilões quanto na captação de recursos, com a possibilidade de emissão de títulos verdes para financiamento das ações.</p>
<p style="text-align: justify;">“Temos a preocupação de atrair parcerias para enfrentar os grandes desafios que o Brasil tem pela frente, como a universalização do tratamento de esgoto e água, a revitalização das nossas bacias hidrográficas e obras de mobilidade e de habitação”, destaca o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. “Esse acordo que assinamos hoje é essencial nesse processo, pois vai permitir que certifiquemos a nossa carteira. Com isso, os investidores interessados em trabalhar conosco poderão emitir títulos verdes para financiar suas atividades. Isso vai dar maior competitividade e maior relevância às nossas ações”, completou.</p>
<p style="text-align: justify;">A assinatura do acordo vai trazer para o ministério práticas e conhecimentos da organização inglesa, que se relacionam com esse novo contexto de elaboração de projetos e programas de infraestrutura com base em certificação ambiental. A parceria também vai mobilizar o mercado de títulos relacionados a soluções para a mudança do clima a voltar os olhos para o Brasil. Para a organização internacional, o benefício está na disseminação e na aplicação de novos parâmetros ambientais reconhecidos internacionalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">“O Brasil tem à sua disposição os últimos recursos ambientais intocáveis do mundo. É um diferencial econômico para o País. Esta é uma oportunidade de certificar projetos com o foco sustentável para atender à demanda que cresce cada vez mais no mercado internacional”, avaliou a diretora executiva da CBI, Justine Leigh-Bell, por meio de videoconferência.</p>
<p style="text-align: justify;">O memorando de entendimento estipula um prazo de três meses para a elaboração de um plano de trabalho, que definirá os setores prioritários para cooperação. O acordo tem vigência de 36 meses.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Títulos verdes</strong><br />
Os títulos verdes são títulos de dívida lançados por empresas para captar recursos voltados a implantar ou refinanciar projetos e também para a compra de ativos capazes de trazer benefícios ao meio ambiente ou amenizar os efeitos das mudanças climáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, quem pode emitir títulos verdes no Brasil são empresas públicas e privadas, bancos de desenvolvimento nacionais e regionais, bancos públicos e privados e bancos multilaterais.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><span class="discreet">Com informações do <a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/mdr/pt-br" target="_blank" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" rel="noopener">Ministério do Desenvolvimento Regional</a></span></em></p>
<p><a href="https://www.gov.br/pt-br/noticias/transito-e-transportes/2020/09/parceria-com-ong-inglesa-vai-promover-financiamento-de-projetos-sustentaveis" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte:</strong> Governo do Brasil</a></p>
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