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	<title>Notícia geral &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
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	<title>Notícia geral &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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		<title>ReConstruir debate futuro da construção civil com foco em produtividade, tecnologia e competitividade</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/reconstruir-debate-futuro-da-construcao-civil-com-foco-em-produtividade-tecnologia-e-competitividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:43:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[BIM]]></category>
		<category><![CDATA[Fabrízio Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto SENAI de Tecnologia em Cerâmica de Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[ReConstruir]]></category>
		<category><![CDATA[SENAI/SC]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento gratuito será realizado em Criciúma, no dia 12 de agosto, e está com inscrições abertas A construção civil vive um momento de transformação impulsionado pela incorporação de novas tecnologias, pela industrialização dos processos e pela busca crescente por produtividade e competitividade. Para discutir os desafios e oportunidades desse cenário, o Instituto SENAI de Tecnologia [&#8230;]]]></description>
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<p>Evento gratuito será realizado em Criciúma, no dia 12 de agosto, e está com inscrições abertas</p>



<p>A construção civil vive um momento de transformação impulsionado pela incorporação de novas tecnologias, pela industrialização dos processos e pela busca crescente por produtividade e competitividade. Para discutir os desafios e oportunidades desse cenário, o Instituto SENAI de Tecnologia em Cerâmica de Santa Catarina promove, no dia 12 de agosto, em Criciúma, o 1º ReConstruir – Seminário da Indústria da Construção Civil.</p>



<p>Gratuito e presencial, o evento foi concebido pela indústria e para a indústria, reunindo empresários, gestores, profissionais técnicos e lideranças do setor em uma programação voltada à troca de conhecimento, à geração de negócios e à tomada de decisões estratégicas.</p>



<p>Ao longo da manhã, os participantes terão acesso a conteúdos sobre Inteligência Artificial aplicada à construção civil, BIM e integração de projetos e gestão, além de industrialização e inovação. Os temas refletem transformações que impactam diretamente a produtividade, os custos, a qualidade dos empreendimentos e a competitividade das empresas.</p>



<p>Para o diretor regional do SENAI/SC, Fabrízio Pereira, o ReConstruir nasce com o propósito de aproximar ainda mais a indústria da construção das soluções tecnológicas e das tendências que moldam o futuro do setor.</p>



<p>“O ReConstruir foi pensado pela indústria e para a indústria. Nosso objetivo é criar um ambiente de conexão, troca de conhecimento e discussão de soluções que contribuam para aumentar a produtividade e a competitividade na construção. Os Institutos SENAI atuam como referência técnica e parceiros estratégicos do setor produtivo, apoiando a inovação e o crescimento sustentável da construção civil.”, declarou o diretor.</p>



<p>A iniciativa reforça o papel do Instituto SENAI de Tecnologia em Cerâmica como um dos principais centros de suporte tecnológico para a indústria da construção civil, contribuindo para acelerar a adoção de novas tecnologias, processos mais eficientes e soluções voltadas ao aumento da competitividade do setor.</p>



<p>Serviço</p>



<p>1º ReConstruir – Seminário da Indústria da Construção Civil</p>



<p>Data: 12 de agosto de 2026</p>



<p>Horário: 8h às 13h</p>



<p>Local: Unidade SENAI Criciúma – Novo Auditório, Criciúma</p>



<p>Inscrições gratuitas:&nbsp;<a href="https://www.sympla.com.br/evento/1-reconstruir--seminario-da-industria-da-construcao-civil/3460739" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.sympla.com.br/evento/1-reconstruir–seminario-da-industria-da-construcao-civil/3460739</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/back-view-old-man-with-helmet-holding-laptop-scaled1-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-34116" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/back-view-old-man-with-helmet-holding-laptop-scaled1-1024x684.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/back-view-old-man-with-helmet-holding-laptop-scaled1-300x200.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/back-view-old-man-with-helmet-holding-laptop-scaled1-768x513.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/back-view-old-man-with-helmet-holding-laptop-scaled1-1536x1025.jpg 1536w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/back-view-old-man-with-helmet-holding-laptop-scaled1-2048x1367.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<item>
		<title>Sinduscon-DF lança curso de Inteligência Artificial para o setor da construção civil</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/sinduscon-df-lanca-curso-de-inteligencia-artificial-para-o-setor-da-construcao-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:40:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cândida de Almeida Maciel.]]></category>
		<category><![CDATA[curso de Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Sinduscon-DF]]></category>
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					<description><![CDATA[Com início previsto para agosto de 2026, curso visa aumentar produtividade e competitividade das empresas por meio de aplicações prática O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF)&#160;anuncia o lançamento do Programa IA na Construção Civil, com início previsto para agosto. O curso presencial busca capacitar lideranças, empresários, gestores, profissionais de engenheiras [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Com início previsto para agosto de 2026, curso visa aumentar produtividade e competitividade das empresas por meio de aplicações prática</em></p>



<p><strong><a href="https://sinduscondf.org.br/quem-somos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF)</a></strong>&nbsp;anuncia o lançamento do Programa IA na Construção Civil, com início previsto para agosto. O curso presencial busca capacitar lideranças, empresários, gestores, profissionais de engenheiras e arquitetura que desejam aplicar a inteligência artificial e aumentar os resultados práticos no setor da construção civil. As vagas são limitadas. A iniciativa é voltada, exclusivamente, para empresas associadas ao Sinduscon-DF.</p>



<p>Realizado em parceria com a Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) e com a correalização do Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micro e Empresas (Sebrae), o curso foi planejado para enfrentar os principais desafios da construção civil e promover mais produtividade, eficiência e competitividade. A metodologia do programa é estritamente prática, baseada em estudos de casos reais e no uso de ferramentas de ponta do mercado, como ChatGPT, Gemini, Copilot e Claude.</p>



<p>“O grande diferencial dessa capacitação é a sua metodologia estritamente prática, baseada em casos reais da nossa área. Participar deste programa é essencial para que nossas lideranças de engenharias e arquitetura saibam como aplicar ferramentas de ponta para solucionar os principais desafios da construção civil, transformando tecnologia em resultados concretos e otimização de recursos”, afirmou a vice-presidente do Sinduscon-DF e diretora de Materiais, Tecnologia e Produtividade do sindicato, Cândida de Almeida Maciel.</p>



<p><strong>Estrutura e metodologia do curso</strong></p>



<p>O programa conta com uma carga horária total de 54 horas, dividida estrategicamente em três módulos essenciais de 18 horas cada: Gestão com IA, Arquitetura com IA e Engenharia Civil com IA.</p>



<p>O formato será totalmente presencial, com um encontro por semana, totalizando seis encontros por módulo. Para garantir a qualidade e o aproveitamento prático, as turmas são exclusivas e limitadas a apenas 30 vagas. É permitida a inscrição de até dois participantes por CNPJ. Ao final do programa, os participantes receberão certificação.</p>



<p>Entre os temas abordados, os profissionais aprenderão sobre:</p>



<p>– Gestão empresarial e tomada de decisão;</p>



<p>– Planejamento e gerenciamento de obras;</p>



<p>– Análise e compatibilização de projetos;</p>



<p>– Controle financeiro e orçamentário;</p>



<p>– Produtividade em canteiros de obras, qualidade e segurança;</p>



<p>– Engenharia e viabilidade de empreendimentos;</p>



<p>– Aplicações práticas de IA na rotina das empresas.</p>



<p><strong>Investimento e subsídio para pequenas empresas</strong></p>



<p>O investimento estimado para a participação no programa completo tem valor entre R$ 2.000 e R$ 3.500. Em um esforço conjunto para democratizar o acesso à inovação tecnológica, as micro e pequenas empresas poderão contar com um subsídio de até 50% do valor da inscrição, conforme critérios e condições estabelecidos pelos organizadores.</p>



<p>“Estamos em um ponto de virada tecnológico na construção civil. Desenvolvemos este curso para democratizar o acesso à inteligência artificial, desde a gestão até a engenharia. A participação das empresas, especialmente com o subsídio oferecido, é uma oportunidade imperdível para modernizar processos, aumentar a qualidade dos empreendimentos e elevar a competitividade de todo o nosso setor”, disse Cândida.</p>



<p><em>**Texto: Comunicação Sinduscon-DF</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/iaengenharia31.jpg" alt="" class="wp-image-34113" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/iaengenharia31.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/iaengenharia31-300x169.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/iaengenharia31-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Tecnologia da Amazônia: tucumã se transforma em bioplástico sustentável para a construção civil</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/tecnologia-da-amazonia-tucuma-se-transforma-em-bioplastico-sustentavel-para-a-construcao-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:37:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[bioplástico]]></category>
		<category><![CDATA[PPBio]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Prioritário de Bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[tucumã]]></category>
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					<description><![CDATA[Tecnologia desenvolvida na Amazônia transforma resíduos de tucumã, açaí e cupuaçu em bioplástico de alta resistência, com aplicações na construção civil e potencial para reduzir emissões de carbono. João Cunha O descarte de caroços de frutas amazônicas, como tucumã, açaí e cupuaçu, ganhou um novo destino por meio de uma inovação que une bioeconomia e tecnologia. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tecnologia desenvolvida na Amazônia transforma resíduos de tucumã, açaí e cupuaçu em bioplástico de alta resistência, com aplicações na construção civil e potencial para reduzir emissões de carbono.</p>



<p><a href="https://www.tempo.com/autor/joao-cunha/">João Cunha</a></p>



<p>O descarte de <strong>caroços de frutas amazônicas</strong>, como tucumã, açaí e cupuaçu, ganhou um novo destino por meio de uma inovação que une bioeconomia e tecnologia. Um bioplástico desenvolvido a partir da combinação de resina plástica com resíduos agroindustriais foi transformado em um material de alta resistência e durabilidade, capaz de substituir parcialmente polímeros sintéticos em aplicações industriais e <strong>reduzir em até 40% a pegada de carbono dos produtos.</strong></p>



<p>A solução foi desenvolvida pela startup Fipo Biopellet com apoio do Programa Prioritário de Bioeconomia (PPBio), iniciativa financiada por recursos da Lei de Informática. O<strong>&nbsp;novo material, chamado de biopellet</strong>, amplia o aproveitamento de resíduos gerados pela cadeia produtiva amazônica e demonstra o potencial da floresta como fonte de matérias-primas para produtos de maior valor agregado.</p>



<p>Uma das primeiras aplicações comerciais do bioplástico está na fabricação de espaçadores plásticos para a&nbsp;<strong>construção civil, conhecidos como &#8220;cadeirinhas&#8221;.</strong>&nbsp;As peças são utilizadas para manter o posicionamento correto das armaduras em estruturas de concreto, garantindo a espessura adequada da camada de proteção e evitando deslocamentos durante a concretagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Da ideia ao desenvolvimento tecnológico</h2>



<p>A iniciativa surgiu a partir da observação do&nbsp;<strong>grande volume de caroços de tucumã&nbsp;</strong>descartados diariamente pelo setor de alimentação. Ao perceber que aquele resíduo possuía potencial para ser reaproveitado, o sócio da Fipo Biopellet, Antonio Kieling, iniciou estudos para desenvolver um novo material que transformasse um passivo ambiental em oportunidade econômica.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://services.meteored.com/img/article/tecnologia-da-amazonia-tucuma-se-transforma-em-bioplastico-sustentavel-para-a-construcao-civil-1783523414599_1024.jpg" alt="Biopellet de alta resistência e durabilidade foi produzido a partir da combinação de resíduos agroindustriais amazônicos. Crédito: Divulgação IPAM" title="Biopellet de alta resistência e durabilidade foi produzido a partir da combinação de resíduos agroindustriais amazônicos ... - Veja mais em https://portalamazonia.com/amazonas/caroco-tucuma-bioplastico/"/><figcaption class="wp-element-caption">Biopellet de alta resistência e durabilidade foi produzido a partir da combinação de resíduos agroindustriais amazônicos. Crédito: Divulgação IPAM</figcaption></figure>



<p>Depois de uma série de pesquisas, a empresa chegou a um<strong>&nbsp;biocomposto produzido a partir da combinação de resíduos de tucumã, açaí e cupuaçu</strong>&nbsp;com resina plástica. O resultado foi um material com propriedades mecânicas compatíveis com diferentes aplicações industriais, mantendo resistência e durabilidade sem abrir mão da sustentabilidade.</p>



<p>Para transformar a ideia em uma solução pronta para o mercado, o apoio do PPBio foi decisivo. Segundo Genilson, integrante da equipe da empresa, os recursos destinados ao projeto permitiram financiar pesquisas, testes, prototipagem e o aperfeiçoamento da tecnologia, etapas fundamentais para validar o desempenho do material em escala industrial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Novos mercados para a bioeconomia amazônica</h2>



<p>Além das aplicações na construção civil, o investimento também possibilitou<strong>&nbsp;o desenvolvimento das primeiras biopeças destinadas à indústria de duas rodas.</strong>&nbsp;Entre os resultados alcançados está a fabricação de um pedal para bicicletas produzido com o biocomposto desenvolvido pela startup, demonstrando a versatilidade da tecnologia.</p>



<p>O suporte oferecido pelo programa também contribuiu para comprovar a viabilidade técnica e comercial da inovação, aproximando o produto do mercado. A iniciativa reforça o&nbsp;<strong>papel da bioeconomia amazônica na geração de renda</strong>, no aproveitamento de resíduos agroindustriais e na criação de alternativas mais sustentáveis para diferentes cadeias produtivas.</p>



<p>Os próximos passos da Fipo Biopellet incluem a ampliação do portfólio de produtos. A empresa já produz copos sustentáveis personalizados para eventos utilizando resíduos amazônicos e trabalha no desenvolvimento de filamentos para impressão 3D, um segmento em expansão que poderá ampliar ainda mais o&nbsp;<strong>uso de matérias-primas renováveis e consolidar novas oportunidades para a indústria baseada na floresta.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Referência da notícia</h3>



<p>Portal Amazônia. (2026).&nbsp;<a href="https://portalamazonia.com/amazonas/caroco-tucuma-bioplastico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Caroço de tucumã se transforma em bioplástico sustentável para a construção civil</a>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="587" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/tecnologia-da-amazonia-tucuma-se-transforma-em-bioplastico-sustentavel-para-a-construcao-civil-1783523273616_10241.jpg" alt="" class="wp-image-34110" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/tecnologia-da-amazonia-tucuma-se-transforma-em-bioplastico-sustentavel-para-a-construcao-civil-1783523273616_10241.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/tecnologia-da-amazonia-tucuma-se-transforma-em-bioplastico-sustentavel-para-a-construcao-civil-1783523273616_10241-300x172.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/tecnologia-da-amazonia-tucuma-se-transforma-em-bioplastico-sustentavel-para-a-construcao-civil-1783523273616_10241-768x440.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Caroço de fruta amazônica vira matéria-prima sustentável pra produção civil. Crédito: Divulgação IPAM
</figcaption></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Construção civil aposta no crescimento mesmo em cenário de incertezas</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/construcao-civil-aposta-no-crescimento-mesmo-em-cenario-de-incertezas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:33:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[Global Construction Survey]]></category>
		<category><![CDATA[KPMG]]></category>
		<category><![CDATA[Tatiana Gruenbaum]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa da KPMG mostra que empresas do setor intensificam investimentos em tecnologia, qualificação profissional e eficiência para fortalecer a competitividade Marina Kopczynski Xavier Mesmo diante de um ambiente de negócios marcado por incertezas, o setor da&#160;construção civil&#160;mantém uma perspectiva positiva para os próximos anos. É o que aponta a pesquisa Global Construction Survey, da KPMG, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pesquisa da KPMG mostra que empresas do setor intensificam investimentos em tecnologia, qualificação profissional e eficiência para fortalecer a competitividade</p>



<p><a href="https://euqueroinvestir.com/colunistas/marina-kopczynski-xavier">Marina Kopczynski Xavier</a></p>



<p>Mesmo diante de um ambiente de negócios marcado por incertezas, o setor da&nbsp;<strong>construção civil</strong>&nbsp;mantém uma perspectiva positiva para os próximos anos. É o que aponta a pesquisa Global Construction Survey, da KPMG, segundo a qual 58% dos executivos brasileiros demonstram otimismo em relação ao futuro da indústria. Ao mesmo tempo, 65% afirmam adotar uma postura mais cautelosa diante dos riscos, enquanto 35% dizem estar menos conservadores.</p>



<p>O levantamento ouviu 375 líderes da construção em diferentes países, incluindo 31 representantes do Brasil, e mostra que as empresas buscam equilibrar prudência e crescimento em um cenário de desafios econômicos e operacionais.</p>



<p>Segundo a sócia-diretora e líder do segmento de infraestrutura da KPMG no Brasil, Tatiana Gruenbaum, os resultados indicam que parte das companhias já identifica oportunidades de expansão, mesmo diante das dificuldades enfrentadas pelo setor.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“É evidente que as empresas lidam com um cenário desafiador devido às incertezas de investimento de clientes, complexidade dos projetos, aumento nos custos, restrições de financiamento, questões tecnológicas, vulnerabilidades na cadeia de suprimentos, ambiente regulatório e exigências crescentes de sustentabilidade”, afirma.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-tecnologia-e-qualificacao-lideram-as-prioridades-do-setor">Tecnologia e qualificação lideram as prioridades do setor</h2>



<p>A pesquisa revela que a valorização das equipes é a principal prioridade estratégica para 68% dos executivos. Em seguida aparecem a tecnologia, considerada essencial por 65% dos entrevistados, e a adoção de novos modelos de entrega de projetos, apontada como crítica por 58%.</p>



<p>Publicidade</p>



<p>Entre as prioridades operacionais, 52% destacam a busca por maior eficiência e lucratividade. Outros 35% concentram esforços em atender melhor às demandas dos clientes, enquanto 32% pretendem expandir a atuação para novos mercados. Tecnologia e inovação são prioridade para 29% dos participantes, seguidas pela gestão de riscos (23%) e pelo fortalecimento da cadeia de suprimentos (6%).</p>



<p>O estudo também aponta três frentes consideradas fundamentais para impulsionar a transformação das empresas: investir na capacitação dos profissionais, com foco em competências digitais; ampliar a integração da tecnologia para aumentar a eficiência, a competitividade e a sustentabilidade; e repensar os modelos de entrega dos projetos, com maior digitalização da cadeia de suprimentos e adoção da manufatura offsite, método em que partes da edificação são produzidas fora do canteiro de obras.</p>



<p>De acordo com Tatiana Gruenbaum, a expectativa de aumento dos investimentos em qualificação demonstra que as empresas reconhecem a necessidade de promover uma transformação operacional para sustentar o crescimento em um ambiente de instabilidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“As empresas precisam ir além de iniciativas isoladas e adotar uma integração entre os setores. É importante ocorrer um alinhamento entre as prioridades estratégicas das companhias e os instrumentos operacionais disponíveis, sugerindo um caminho claro para o crescimento resiliente e adaptável”, conclui.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="558" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construction-site-sunset1-1024x558.webp" alt="" class="wp-image-34107" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construction-site-sunset1-1024x558.webp 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construction-site-sunset1-300x164.webp 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construction-site-sunset1-768x419.webp 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construction-site-sunset1.webp 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>CBIC alerta para impactos da aprovação de projeto que destina recursos do FGTS a entidades hospitalares </title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/cbic-alerta-para-impactos-da-aprovacao-de-projeto-que-destina-recursos-do-fgts-a-entidades-hospitalares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:26:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[Abrainc]]></category>
		<category><![CDATA[CBIC]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Secovi-SP]]></category>
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					<description><![CDATA[O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (15), o Projeto de Lei nº 2.465/2026, que autoriza a destinação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para entidades hospitalares. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) manifesta preocupação com a medida e defende a preservação da finalidade original do Fundo, voltada ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (15), o Projeto de Lei nº 2.465/2026, que autoriza a destinação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para entidades hospitalares. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) manifesta preocupação com a medida e defende a preservação da finalidade original do Fundo, voltada ao financiamento da habitação, do saneamento básico e da infraestrutura urbana.&nbsp;</p>



<p>Na avaliação da entidade, a nova destinação dos recursos poderá reduzir a capacidade de investimento do FGTS em áreas estratégicas para o desenvolvimento do país, além de comprometer políticas habitacionais voltadas às famílias de baixa renda.&nbsp;</p>



<p>Em nota técnica elaborada em conjunto com a Associação Brasileira de Incorporadoras (Abrainc), o Secovi-SP e o&nbsp;SindusCon-SP, a CBIC destaca que projeções oficiais do gestor do Fundo estimam um escoamento anual de aproximadamente R$ 8 bilhões&nbsp;caso a medida entre em vigor. Segundo o documento, a redução dos recursos poderá comprometer novas contratações habitacionais e diminuir a capacidade de concessão de subsídios destinados às famílias de menor renda.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A nota técnica também aponta que a redução desse volume de recursos poderá representar, anualmente, impacto de aproximadamente 104 mil empregos, R$ 10,4 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB), R$ 2,4 bilhões em arrecadação tributária e até 57,4 mil unidades habitacionais populares&nbsp;que deixariam de ser financiadas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para o presidente-executivo da CBIC, Fernando Guedes Ferreira Filho, a aprovação representa uma interpretação equivocada sobre a finalidade do FGTS e seu papel na promoção do desenvolvimento social.&nbsp;</p>



<p>“Essa é mais uma situação que demonstra uma grande incompreensão sobre a finalidade do FGTS e sobre seu papel na proteção do trabalhador e no desenvolvimento social, especialmente por meio do financiamento da moradia e do saneamento para milhões de brasileiros. Quando uma proposta altera a destinação original do Fundo, acaba por fragilizá-lo”, afirma.&nbsp;</p>



<p>Ferreira Filho ressalta que a entidade reconhece a importância do fortalecimento da saúde, mas destaca que o setor já conta com recursos orçamentários específicos.&nbsp;</p>



<p>“Reconhecemos a nobreza da intenção do legislador. No entanto, a saúde já possui recursos do orçamento público destinados obrigatoriamente ao investimento e ao custeio de suas atividades. A habitação, embora também seja um direito constitucional, não conta com essa garantia. Hoje, o principal instrumento para assegurar esse direito é justamente o FGTS.”&nbsp;</p>



<p>O vice-presidente da Comissão de Habitação de Interesse Social (CHIS) da CBIC,&nbsp;Clausens&nbsp;Duarte, afirma que a utilização dos recursos do Fundo para outras finalidades poderá ampliar o déficit habitacional e reduzir a capacidade de atendimento às famílias de baixa renda.&nbsp;</p>



<p>“A saúde é uma prioridade e já conta com recursos orçamentários próprios. A habitação de interesse social, por outro lado, depende essencialmente do FGTS. Retirar recursos do Fundo significa comprometer o enfrentamento do déficit habitacional e reduzir investimentos que também promovem saúde, ao garantir moradias dignas, saneamento básico e melhores condições de vida”, destacou.&nbsp;</p>



<p>Segundo Duarte, o FGTS representa hoje a principal fonte estruturada de financiamento da habitação de interesse social no Brasil.&nbsp;</p>



<p>“Enfraquecer essa fonte de recursos significa prejudicar justamente a política pública voltada às famílias que mais precisam. A habitação também é um direito constitucional e precisa de instrumentos capazes de garantir sua efetivação”, concluiu.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="613" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/503731673411205fa5bd9o1-1024x613.jpg" alt="" class="wp-image-34104" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/503731673411205fa5bd9o1-1024x613.jpg 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/503731673411205fa5bd9o1-300x179.jpg 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/503731673411205fa5bd9o1-768x459.jpg 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/503731673411205fa5bd9o1.jpg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: MARCOS OLIVEIRA/AGÊNCIA SENADO</figcaption></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Mercado e inovação: CIMI360 reúne principais lideranças imobiliárias da América Latina no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/mercado-e-inovacao-cimi360-reune-principais-liderancas-imobiliarias-da-america-latina-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:22:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[CIMI360]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor imobiliário e habitacional está prestes a vivenciar um de seus momentos mais dinâmicos do ano. Nos dias 27 e 28 de agosto, o Riocentro, no Rio de Janeiro, será o palco do CIMI360 — Congresso Internacional do Mercado Imobiliário, consagrado como o maior e mais completo evento do setor na América Latina. Nesta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O setor imobiliário e habitacional está prestes a vivenciar um de seus momentos mais dinâmicos do ano. Nos dias <strong>27 e 28 de agosto</strong>, o Riocentro, no Rio de Janeiro, será o palco do <strong>CIMI360 — Congresso Internacional do Mercado Imobiliário</strong>, consagrado como o maior e mais completo evento do setor na América Latina.</p>



<p>Nesta edição de 2026, o Brasil assume um papel ainda mais estratégico: o país será o anfitrião oficial da <strong>CILA (Confederação Imobiliária Latino-Americana)</strong>, trazendo o <em>XI Congreso Inmobiliario Latinoamericano</em> para ocorrer de forma simultânea ao CIMI360.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um olhar 360° sobre o desenvolvimento urbano</h3>



<p>Mais do que acompanhar as oscilações de mercado, o CIMI360 propõe uma imersão profunda em novos modelos de negócios, tecnologia aplicada e desenvolvimento sustentável — temas essenciais para quem pensa a habitação em larga escala no Brasil.</p>



<p>Com mais de <strong>30 mil m² de feira</strong>, o evento espera receber mais de <strong>8 mil profissionais</strong> e delegações de <strong>40 países</strong>. Serão mais de <strong>600 horas de conteúdo</strong> prático e debates de alto nível que conectam o ecossistema privado às grandes tendências de planejamento urbano.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Oficinas práticas: conteúdo aplicável de verdade</h3>



<p>Diferente dos congressos tradicionais de palestras engessadas, o grande destaque desta edição do CIMI360 são as suas <strong>mais de 90 oficinas práticas</strong>. São imersões dinâmicas de 50 minutos em salas menores, onde especialistas discutem soluções reais e de aplicação imediata.</p>



<p>Os participantes poderão montar suas próprias grades de aprendizado através do aplicativo do evento, navegando por <strong>16 salas simultâneas</strong> e <strong>10 eixos temáticos</strong>, que abrangem desde gestão de dados e incorporação até inteligência de mercado.</p>



<p>Entre os nomes e painéis já confirmados, destacam-se oficinas de grande relevância prática para o dia a dia do setor:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Gestão de dados que revela onde a venda trava</strong> (com Lucas Pouzada)</li>



<li><strong>Cláusulas contratuais que protegem sem travar o negócio</strong> (com Petrus Mendonça)</li>



<li><strong>Funil de marketing que vende incorporação</strong> (com Cecília Lemos)</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">ESG e o futuro das cidades</h3>



<p>Alinhado às demandas contemporâneas de responsabilidade socioambiental, o CIMI360 se posiciona como o evento imobiliário mais sustentável da América Latina. Toda a operação, montagem e dinâmica de circulação são guiadas pelas práticas de <strong>ESG</strong> (Ambiental, Social e Governança), gerando aprendizados que dialogam diretamente com a necessidade de construir habitações e cidades mais eficientes, inclusivas e resilientes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Quer participar?</strong> As inscrições estão abertas diretamente no site oficial do evento (<strong><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://cimi360.com.br/">cimi360.com.br</a></strong>). Para quem deseja vivenciar a experiência completa de conteúdo técnico e ter acesso exclusivo a todas as oficinas práticas, a credencial recomendada é o <strong>Ingresso 360</strong>.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1920" height="1080" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/CIMI360-Faca-parte-deste-movimento.png" alt="" class="wp-image-34100" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/CIMI360-Faca-parte-deste-movimento.png 1920w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/CIMI360-Faca-parte-deste-movimento-300x169.png 300w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Déficit habitacional qualitativo atinge 26 milhões de moradias no país</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/deficit-habitacional-qualitativo-atinge-26-milhoes-de-moradias-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:06:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[Déficit habitacional qualitativo]]></category>
		<category><![CDATA[melhoria habitacional]]></category>
		<category><![CDATA[programas públicos e iniciativas privadas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil tem cerca de 26 milhões de moradias em condições inadequadas, segundo dados citados por iniciativas do setor de habitação. Ao CAU Podcast,&#160; gravado durante a Revestir 2026, em São Paulo, o diretor executivo da Comuta Arquitetura e presidente do Instituto Comuta, Guilherme Mazon, ressalta que o chamado déficit habitacional qualitativo, quando a família [&#8230;]]]></description>
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<p>O Brasil tem cerca de 26 milhões de moradias em condições inadequadas, segundo dados citados por iniciativas do setor de habitação. Ao CAU Podcast,&nbsp; gravado durante a Revestir 2026, em São Paulo, o diretor executivo da Comuta Arquitetura e presidente do Instituto Comuta, Guilherme Mazon, ressalta que o chamado déficit habitacional qualitativo, quando a família possui um imóvel, mas ele apresenta problemas estruturais ou de infraestrutura, supera, em escala, o déficit quantitativo, estimado em cerca de 6 milhões de unidades.</p>



<p>As deficiências incluem umidade, mofo, ventilação insuficiente e ausência de revestimentos em pisos e paredes. Essas condições estão associadas a impactos diretos na saúde, especialmente no aumento de doenças respiratórias.</p>



<p>Segundo Mazon, relatos de famílias atendidas por programas de melhoria habitacional indicam redução de crises alérgicas e menor necessidade de uso contínuo de medicamentos após intervenções como correção de infiltrações e melhoria da ventilação.</p>



<p>As condições da moradia também influenciam o desempenho escolar. Ambientes com calor excessivo, pouco espaço e baixa qualidade de sono tendem a prejudicar a atenção e a aprendizagem. Problemas de saúde recorrentes podem aumentar a ausência de alunos nas aulas.</p>



<p>A precariedade habitacional afeta ainda a convivência social. Em imóveis deteriorados, moradores relatam constrangimento em receber visitas. Após reformas, há registro de maior interação social e uso dos espaços domésticos.</p>



<p>A ausência de piso adequado e revestimentos dificulta a higiene, sobretudo em áreas como cozinhas e banheiros. A substituição de chão de terra ou contrapiso por piso cerâmico facilita a limpeza e está associada à redução de infecções e casos de diarreia infantil, segundo estudos internacionais.</p>



<p>Pesquisas também indicam que melhorias no ambiente doméstico contribuem para o desenvolvimento na primeira infância, ao permitir que crianças explorem o espaço com mais segurança.</p>



<p>Nos últimos anos, programas públicos e iniciativas privadas têm ampliado ações voltadas à melhoria habitacional. Entre eles estão linhas de financiamento para reformas e projetos com foco em infraestrutura básica, como construção de banheiros.</p>



<p>Especialistas apontam que políticas habitacionais voltadas apenas à construção de novas unidades não são suficientes para enfrentar o problema, e defendem a ampliação de programas destinados à requalificação de moradias existentes.</p>



<p><a href="https://caubr.gov.br/category/cau-podcast/">Assista a íntegra do podcast.</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Guilherme1280x7201-1024x576.png" alt="" class="wp-image-34096" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Guilherme1280x7201-1024x576.png 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Guilherme1280x7201-300x169.png 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Guilherme1280x7201-768x432.png 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Guilherme1280x7201.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Construção civil capixaba discute inovação, crédito e futuro em simpósio estratégico</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/construcao-civil-capixaba-discute-inovacao-credito-e-futuro-em-simposio-estrategico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:59:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[capixaba]]></category>
		<category><![CDATA[Construção 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[ES]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[ES Construção 2026 reúne líderes do setor para debater crédito imobiliário, tecnologia e reforma tributária. Setor movimenta R$ 9 bilhões anuais e gera 75 mil empregos na região. Indústria em ponto de maturação estratégica A construção civil capixaba chegou a um ponto crítico de transformação: crescimento sustentado, pressão pela adoção de tecnologias avançadas e uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>ES Construção 2026 reúne líderes do setor para debater crédito imobiliário, tecnologia e reforma tributária. Setor movimenta R$ 9 bilhões anuais e gera 75 mil empregos na região.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Indústria em ponto de maturação estratégica</h3>



<p>A construção civil capixaba chegou a um ponto crítico de transformação: crescimento sustentado, pressão pela adoção de tecnologias avançadas e uma reforma tributária que ainda gera incertezas sobre seus impactos práticos na cadeia produtiva. Nesse contexto de transição, a ES Construção 2026, promovida pelo Sinduscon-ES, se posiciona como fórum essencial para discussão dos rumos do setor, acontecendo de 8 a 10 de julho no Pavilhão de Carapina, na Serra.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Peso económico do setor na região</h3>



<p>Os números revelam a importância estratégica da construção civil para a economia capixaba. A indústria movimenta aproximadamente R$ 9 bilhões por ano no Espírito Santo, equivalente a 4% do PIB estadual, e gera mais de 75 mil empregos formais — número que tende a crescer. Dados do Instituto Jones dos Santos Neves mostram que a participação do setor no PIB estadual aumentou de 5,43% em 2020 para 5,88% em 2022, o mais recente disponível, sinalizando aceleração de importância relativa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Crédito imobiliário como pilar de sustentação</h3>



<p>O principal motor dessa trajetória de crescimento foi o crédito imobiliário. O volume de financiamentos imobiliários no Espírito Santo mais que dobrou em cinco anos, consolidando-se como um dos pilares da dinâmica económica do estado. Em nível nacional, a construção cresceu 2,9% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao trimestre anterior, e a CBIC projeta expansão de 1,2% do PIB do setor para o ano, marcando o terceiro consecutivo de crescimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Três eixos de debate estratégico</h3>



<p>Sob o tema &#8220;Construção inovadora, futuro sustentável&#8221;, a ES Construção 2026 organiza sua programação em torno de três eixos críticos para empresários e investidores: mercado e crédito imobiliário; tecnologia aplicada à produtividade das obras; e impactos regulatórios da reforma tributária. Essa estruturação reflete as principais preocupações que construtoras enfrentam no momento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Painel de decisão: Mercado e ambiente de negócios</h3>



<p>O painel &#8220;Mercado Imobiliário e Desenvolvimento do Ambiente de Negócios&#8221; reúne economista-chefe do Secovi-SP e CBIC (Celso Petrucci), diretor-executivo da Abecip (Filipe Pontual), head da Brain Inteligência de Mercado (Hamilton de França) e presidente do Sinduscon-MG (Raphael Lafetá). A composição estratégica permite que participantes entendam crédito, tendências de mercado e perspectivas de médio prazo antes de decidir sobre novos empreendimentos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Construção 4.0 e ganhos de produtividade</h3>



<p>O painel &#8220;Construção 4.0&#8221; é direcionado especificamente à produtividade, com especialistas do Instituto de Inovação Senai-ES discutindo BIM (Modelagem da Informação da Construção), colaboração digital e gestão de ativos. Essas ferramentas definem competitividade de custo e prazo para construtoras que ainda não migraram para processos digitais, tornando sua discussão crítica para empresas que desejam manter relevância competitiva.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que isso significa para o mercado</h3>



<p>A ES Construção 2026 funciona como termômetro e acelerador do desenvolvimento imobiliário capixaba. Para construtoras, é oportunidade de tomar decisões informadas sobre novos lançamentos em ambiente de juros decrescentes e crédito mais acessível. Para investidores imobiliários e consumidores, os insights gerados pela feira ajudam a compreender onde o mercado está alocando capital e quais tendências emergentes podem impactar a demanda por imóveis. A visibilidade de um setor em crescimento estratégico reforça a confiabilidade da região como destino de investimento imobiliário.</p>



<p>Baseado em informações publicadas por&nbsp;<strong>ES Hoje</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construcao-civil-capixaba-discute-inovacao-credito-e-futuro-em-simposio-estrateg1.webp" alt="" class="wp-image-34093" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construcao-civil-capixaba-discute-inovacao-credito-e-futuro-em-simposio-estrateg1.webp 800w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construcao-civil-capixaba-discute-inovacao-credito-e-futuro-em-simposio-estrateg1-300x200.webp 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/construcao-civil-capixaba-discute-inovacao-credito-e-futuro-em-simposio-estrateg1-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: ES Hoje</figcaption></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inteligência artificial, produtividade e cenário econômico dão o tom do primeiro dia do Construsummit 2026</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/inteligencia-artificial-produtividade-e-cenario-economico-dao-o-tom-do-primeiro-dia-do-construsummit-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:53:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[gestão e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia da indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[Maior evento de gestão e tecnologia da indústria da construção reuniu lideranças para discutir como inovação, eficiência operacional e mudanças econômicas estão redesenhando o futuro do setor Florianópolis, julho de 2026 &#8211;&#160;A inteligência artificial, a produtividade e os desafios do ambiente econômico e político dominaram os debates do primeiro dia do Construsummit 2026, realizado em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Maior evento de gestão e tecnologia da indústria da construção reuniu lideranças para discutir como inovação, eficiência operacional e mudanças econômicas estão redesenhando o futuro do setor</h2>



<p><a href="https://portal.saladanoticia.com.br/images/noticias/55593/01074833_Cristiano_.jpg"></a></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="963" height="640" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-15-124849.png" alt="" class="wp-image-34090" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-15-124849.png 963w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-15-124849-300x199.png 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-15-124849-768x510.png 768w" sizes="(max-width: 963px) 100vw, 963px" /><figcaption class="wp-element-caption">Cristiano Gregorius, diretor executivo do Ecossistema Sienge. Crédito: Divulgação</figcaption></figure>



<p><strong>Florianópolis, julho de 2026 &#8211;</strong>&nbsp;A inteligência artificial, a produtividade e os desafios do ambiente econômico e político dominaram os debates do primeiro dia do Construsummit 2026, realizado em Florianópolis (SC). Com cerca de 2.500 participantes, o evento reuniu executivos, especialistas e lideranças da construção civil para discutir como as transformações tecnológicas e as mudanças macroeconômicas estão exigindo novos modelos de gestão e maior eficiência das empresas.<br><br>Na abertura do evento, o diretor executivo do Ecossistema Sienge, Cristiano Gregorius, destacou que a construção civil atravessa um dos períodos de maior transformação da sua história. Segundo ele, o setor vem sendo impactado simultaneamente por fatores como juros elevados, inteligência artificial, mudanças regulatórias e novas dinâmicas de trabalho, tornando a busca por produtividade um diferencial competitivo. &#8220;Não existe campo mais fértil para a inteligência artificial do que a construção civil. Ter tecnologia deixou de ser diferencial. O que gera competitividade agora é resolver os problemas certos e implementar a IA de forma pragmática, com dados e resultados mensuráveis&#8221;, afirmou.<br><br>Ao abordar a transformação digital nas empresas, Junior Borneli, cofundador e CEO da StartSe, chamou atenção para a velocidade das mudanças e a necessidade de adaptação constante. Segundo ele, ciclos de inovação que antes levavam anos hoje acontecem em poucos meses, exigindo uma mudança de mentalidade das organizações. &#8220;Estamos vivendo décadas de dois anos. O mercado exige reinvenção contínua e quem mantém o mesmo modelo mental corre o risco de ficar para trás. A inteligência artificial deixou de ser uma urgência e passou a ser uma pendência para quem ainda não incorporou essa transformação&#8221;, disse.</p>



<p>O cenário político e econômico também esteve entre os principais temas da programação. Para o cientista político e professor do Insper, Fernando Schüler, o aumento da produtividade será determinante para a competitividade do país nos próximos anos. Em sua análise, sem reformas estruturais, o envelhecimento da população, o crescimento dos gastos públicos e a elevada carga tributária tendem a limitar o desenvolvimento econômico.&nbsp;</p>



<p>Já Fernando Honorato, economista-chefe e diretor do Departamento de Pesquisa Econômica do Bradesco, avaliou que, apesar do ambiente de juros elevados, o setor imobiliário tem demonstrado capacidade de adaptação. Segundo ele, a valorização recente do real e a expectativa de redução gradual dos juros nos próximos 12 a 18 meses podem criar um ambiente mais favorável para investimentos, embora o elevado endividamento das famílias ainda limite o consumo e exija resiliência do mercado.</p>



<p>Além dos debates da plenária principal, as arenas de conteúdo ampliaram a discussão sobre temas centrais para quem acompanha o mercado imobiliário e a indústria da construção civil. A programação abordou desde planejamento na pré-obra, desafios de controle, produtividade e mão de obra nos canteiros, até soluções de alta performance para o setor, inteligência artificial aplicada à construção civil, formatação de empreendimentos imobiliários e crédito imobiliário aliado à gestão financeira, reforçando os principais desafios e oportunidades que vêm moldando a evolução da cadeia da construção.</p>



<p>O Construsummit 2026 segue nesta quinta-feira (2), último dia do evento, com debates sobre planejamento de empreendimentos imobiliários e projeções de demanda baseadas em fatores demográficos, perspectivas para o mercado habitacional entre 2026 e 2028 e os desafios das incorporadoras, além de discussões sobre o uso de dados, inteligência artificial e inovação como pilares para aumentar a competitividade e impulsionar a transformação da construção civil.</p>



<p><em><strong>Sobre o Sienge</strong><br>O Sienge, Ecossistema de Tecnologia e Negócios da Indústria da Construção e do Mercado Imobiliário, é líder em soluções especialistas para o setor. Está no mercado há mais de três décadas, sempre em evolução contínua. Oferece a maior cobertura de gestão da cadeia da incorporação no Brasil. Suas soluções de tecnologia e negócios permitem uma integração de ponta a ponta, do pré-obra ao pós-venda, e apoiam mais de 10 mil clientes, de todos os estados do Brasil, conectando mais de 1,2 milhão de profissionais do setor através de suas soluções, comunidades e blogs especializados. As soluções fazem parte do portifólio da Starian, empresa brasileira de tecnologia para o mercado privado, especialista também nos setores de inteligência legal, governança e compliance e eficiência operacional.</em></p>



<p><em><strong>Informações para a imprensa:&nbsp;starian@vcrp.com.br</strong></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ANÁLISE DE TAMANHO E PARTICIPAÇÃO DO MERCADO DE CONSTRUÇÃO PRÉ-FABRICADA NO BRASIL &#8211; TENDÊNCIAS DE CRESCIMENTO E PREVISÃO (2026 &#8211; 2031)</title>
		<link>https://abc.habitacao.org.br/analise-de-tamanho-e-participacao-do-mercado-de-construcao-pre-fabricada-no-brasil-tendencias-de-crescimento-e-previsao-2026-2031/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:42:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia geral]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório do Mercado de Construção Pré-Fabricada no Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O Relatório do Mercado de Construção Pré-Fabricada no Brasil é Segmentado por Material (Concreto, Vidro, Metal, Madeira, Outros Materiais), por Aplicação (Residencial, Comercial, Outros), por Tipo de Produto (Edifícios Modulares, Sistemas Painelizados e Componentizados, Outros Tipos de Pré-Fabricados) e por Geografia (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Restante do Brasil). As Previsões de Mercado são [&#8230;]]]></description>
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<p>O Relatório do Mercado de Construção Pré-Fabricada no Brasil é Segmentado por Material (Concreto, Vidro, Metal, Madeira, Outros Materiais), por Aplicação (Residencial, Comercial, Outros), por Tipo de Produto (Edifícios Modulares, Sistemas Painelizados e Componentizados, Outros Tipos de Pré-Fabricados) e por Geografia (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Restante do Brasil). As Previsões de Mercado são Fornecidas em Termos de Valor (USD).</p>



<p>Saiba mais: <a href="https://www.mordorintelligence.com/pt/industry-reports/brazil-prefabricated-buildings-market">https://www.mordorintelligence.com/pt/industry-reports/brazil-prefabricated-buildings-market</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="648" src="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-15-124137-1024x648.png" alt="" class="wp-image-34086" srcset="https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-15-124137-1024x648.png 1024w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-15-124137-300x190.png 300w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-15-124137-768x486.png 768w, https://abc.habitacao.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-15-124137.png 1070w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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