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	<title>moradia &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
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	<title>moradia &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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		<title>Prefeitura aprova 1º prédio do Programa Pode Entrar pela Via Expressa de licenciamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2023 14:16:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Programa Habitacional]]></category>
		<category><![CDATA[Programa pode entrar]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo sistema de aprovação dá mais celeridade à emissão de alvarás para projetos de habitação do Programa Pode Entrar A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), aprovou o primeiro projeto de moradia popular do Programa Pode Entrar pela Via Expressa de licenciamento. Após 16 dias de tramitação, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Novo sistema de aprovação dá mais celeridade à emissão de alvarás para projetos de habitação do Programa Pode Entrar</p>



<p>A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), aprovou o primeiro projeto de moradia popular do Programa Pode Entrar pela Via Expressa de licenciamento. Após 16 dias de tramitação, o Município autorizou a construção de um edifício na Rua Visconde de Parnaíba, na Mooca, com 296 unidades de Habitação de Interesse Social destinadas a famílias com renda mensal de até três&nbsp;salários mínimos&nbsp;(HIS-1). O despacho foi publicado no Diário Oficial nesta segunda-feira (15).</p>



<p>O Pode Entrar (Lei 17.638/2021) é o programa habitacional da Prefeitura de São Paulo que tem o objetivo&nbsp;de&nbsp;ampliar e facilitar o acesso à moradia digna por meio de mecanismos inovadores, possibilitando a construção de empreendimentos habitacionais de interesse social, a requalificação de imóveis urbanos e a aquisição de moradias.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para dar maior celeridade ao processo de aprovação de alvarás para os empreendimentos do Pode Entrar, a Prefeitura, por meio da SMUL, lançou em abril o sistema de licenciamento chamado Via Expressa.&nbsp;</p>



<p>O primeiro empreendimento aprovado por esse sistema será construído pela modalidade Entidade do Pode Entrar em um terreno de 3.433,8 m² doado pela Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (COHAB). O lote está localizado em uma Zona Especial de Interesse Social (ZEIS-3), áreas da cidade dotadas de boa oferta de serviços, equipamentos, infraestrutura e empregos que devem receber edifícios de moradia popular. O projeto aprovado prevê a construção de um prédio com térreo e 18 pavimentos, abrigando 296 apartamentos com cerca de 40 m² cada. Para lazer, são previstas churrasqueiras, parque infantil e horta comunitária.&nbsp;</p>



<p>O Pode Entrar Entidades prevê duas opções de construção: autogestão, quando os futuros moradores ajudam com a mão de obra e a associação gerencia o processo, e a cogestão, quando a entidade gerencia todo o processo e a construção é realizada por uma empresa contratada pela entidade. Cerca de 3 mil novas moradias estão&nbsp;em&nbsp;construção por essa modalidade do Pode Entrar.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Na modalidade Aquisição, a Prefeitura lançou edital para compra de 40 mil unidades habitacionais da iniciativa privada, totalizando um investimento de R$ 8 bilhões.&nbsp;</p>



<p>O Pode Entrar também vai aplicar recursos na reforma de prédios ocupados na região central para transformá-los em moradias. O Edifício Prestes Maia é o primeiro a ser reformado nesta modalidade e prevê viabilizar 287 unidades habitacionais, com dois blocos, térreo e mais 21 pavimentos. Há ainda proposta de intervenção em outros 10 edifícios para transformá-los em moradia popular. Para isso, estão em estudo as condições de viabilidade.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Via Expressa</strong></h2>



<p>A SMUL concluiu em abril a normatização da Via Expressa de licenciamento (Portaria N° 26/SMUL-G/2023) para o Pode Entrar. Ela é destinada para novos Empreendimentos de Habitação de Interesse Social (EHIS) e Empreendimentos em Zona Especial de Interesse Social (EZEIS) que tenham como origem algum dos seguintes casos: contratações realizadas pela Secretaria Municipal de Habitação (SEHAB), chamamentos públicos realizados pela COHAB-SP no âmbito do programa federal Minha Casa Minha Vida Entidades – PMCMV-FDS e convênios firmados por entidades da iniciativa privada junto ao Fundo Municipal de Habitação – FMH ou COHAB-SP.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para a aprovação, o interessado deve apresentar à SMUL documentos e anuências dos órgãos competentes pela análise de cada processo. É de total responsabilidade dos profissionais técnicos e dos proprietários assegurar a veracidade das informações, atestar que o projeto está de acordo com a legislação e executar corretamente a obra de acordo com o que foi aprovado.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>De Secretaria Especial de Comunicação</p>



<p><a href="https://www.capital.sp.gov.br/noticia/prefeitura-aprova-1o-predio-do-programa-pode-entrar-pela-via-expressa-de-licenciamento"><em>https://www.capital.sp.gov.br/noticia/prefeitura-aprova-1o-predio-do-programa-pode-entrar-pela-via-expressa-de-licenciamento</em></a></p>
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		<title>Prefeitura de SP isola imóveis na antiga Cracolândia para habitação e revitalização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2023 13:51:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cohabs]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Estimativa é construir aproximadamente 680 unidades habitacionais no espaço das duas quadras, incluindo lotes para usos não residenciais &#160; &#160; A Prefeitura de São Paulo começou a colocar em prática um projeto habitacional que vem sendo desenhado desde 2018 para o Centro da cidade, região hoje onde se concentra parte da Cracolândia. No dia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Estimativa é construir aproximadamente 680 unidades habitacionais no espaço das duas quadras, incluindo lotes para usos não residenciais</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Prefeitura de São Paulo começou a colocar em prática um projeto habitacional que vem sendo desenhado desde 2018 para o Centro da cidade, região hoje onde se concentra parte da Cracolândia. No dia 4, a administração isolou 55 lotes nas ruas de duas quadras do bairro Campos Elíseos para que a região passe por um processo de intervenção urbana. A previsão é que em breve alguns imóveis da  sejam demolidos.</p>
<p>A proposta de intervenção, aprovada pelo Concresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo), em novembro do ano passado, é restaurar e revitalizar os 20 imóveis tombados da região, além de demolir os outros 35 lotes que não são tombados. O objetivo com a medida é construir habitações de interesse social e de mercado popular.</p>
<p>Os prédios estão localizados nas chamadas Quadras 37 e 38, situadas no Distrito de Santa Cecília. As ruas que serão afetadas são Alameda Dino Bueno, Helvétia, Alameda Barão de Piracicaba, Largo Coração de Jesus, Alameda Cleveland e Glete. O local é administrado pela Prefeitura Regional da Sé e fica concentrado em uma região chamada de Zona Especial de Interesse Social, a chamada Zeis 3.</p>
<p>As zonas especiais de interesse social são regiões que apresentam &#8220;imóveis ociosos, subutilizados, não utilizados, encortiçados ou deteriorados&#8221;, conforme consta nas diretrizes da intervenção, determinadas em 2018. Porém, essas áreas também se caracterizam, ao mesmo tempo, por serem locais que oferecem boa estrutura de serviços, de empregos e que desperta interesse público ou privado em promover Empreendimentos de Habitação de Interesse Social.</p>
<p>&#8220;A proposta de intervenção nesta porção do território envolve a manutenção da população moradora e a produção de HIS (Habitação de Interesse Social) e HMP (Habitação de Mercado Popular)&#8221;, informa texto das diretrizes da intervenção, que deverá ser conduzida pela Cohab (Companhia de Habitação Popular de São Paulo) por meio de uma parceria público-privada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os imóveis tombados não podem ser modificados, reparados ou demolidos sem autorização do conselho responsável pela preservação do patrimônio histórico da cidade. Os 20 lotes tombados das quadras 36 e 37 só poderão ser revitalizados porque a prefeitura recebeu a aprovação do conselho.</p>
<p>Pelas diretrizes do Plano Diretor Estratégico do município é possível estimar a construção de, aproximadamente, 680 unidades habitacionais no espaço das duas quadras, incluindo lotes para usos não residenciais, tanto públicos (como praças, por exemplo), quanto privados.</p>
<p>De acordo com a prefeitura, a região embora esteja no coração de São Paulo e seja &#8220;extremamente bem servida&#8221; de serviços de saúde, educação, mobilidade e cultura, também apresenta &#8220;imóveis degradados, cortiços e situações de fragilidade social, com pessoas em situação de rua e com dependência de drogas&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por: Agência Estadão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2023/05/05/prefeitura-de-sp-isola-imoveis-na-antiga-cracolandia-para-projeto-de-habitacao-e-revitalizacao.htm</p>
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		<title>DF terá mais duas regiões administrativas: Água Quente e Arapoanga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2022 17:02:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dois projetos aprovados hoje em plenário seguem para a sanção do governador Ibaneis Rocha, que enviou as propostas para a CLDF A Câmara Legislativa aprovou, na sessão deliberativa desta quarta-feira (7), a criação de duas novas regiões administrativas, que se somarão às 33 já existentes: Água Quente, na região do Recanto das Emas; e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os dois projetos aprovados hoje em plenário seguem para a sanção do governador Ibaneis Rocha, que enviou as propostas para a CLDF</em></p>
<p>A Câmara Legislativa aprovou, na sessão deliberativa desta quarta-feira (7), a criação de duas novas regiões administrativas, que se somarão às 33 já existentes: Água Quente, na região do Recanto das Emas; e Arapoanga, que será desmembrada de Planaltina. A primeira RA está prevista no projeto de lei nº 3.043/2022 e a outra no PL nº 3.044/2022, ambos de autoria do Poder Executivo.</p>
<p>Cercada por córregos e próxima ao Rio Descoberto, o Setor Habitacional Água Quente fica na divisa do Distrito Federal com Goiás, a cerca de 20 quilômetros da sede da Administração Regional do Recanto das Emas. Por sua vez, no Setor Habitacional Arapoanga, atualmente sob responsabilidade da Administração Regional de Planaltina, residem cerca de 50 mil pessoas.</p>
<p>Apesar de obter a unanimidade dos votos dos parlamentares presentes ao plenário no momento da votação, deputados oposicionistas chamaram a atenção do governo para a necessidade de implantar infraestrutura básica nas duas RA, além de dotar os órgãos gestores de equipamentos e pessoal especializado para cumprir os seus objetivos de facilitar o acesso aos serviços públicos.</p>
<p>Durante os comunicados de parlamentares e de líderes, <a href="https://www.cl.df.gov.br/-/camara-legislativa-pode-aprovar-a-criacao-de-duas-novas-regioes-administrativas-do-df">os deputados Cláudio Abrantes (PSD), Jorge Vianna (PSD, João Cardoso (Avante) e Chico Vigilante (PT) defenderam a criação das RAs.</a></p>
<p><strong>Emenda</strong></p>
<p>Às duas proposições, foi adicionada emenda, acatada pelo plenário da CLDF, assinada pelas deputadas Arlete Sampaio (PT) e Jaqueline Silva (Agir), para assegurar “a implementação automática do parágrafo único do artigo 13 da Lei Orgânica do Distrito Federal”, que prevê a instalação, automática, do Conselho Tutelar em cada uma das novas regiões administrativas.</p>
<h4>Água Quente</h4>
<p>O Setor Habitacional Água Quente (SHAQ) localiza-se às margens da rodovia DF 280, em parte na Região Administrativa do Recanto das Emas e em parte na Região Administrativa de Samambaia, fazendo divisa à oeste com a cidade de Santo Antônio do Descoberto (GO).</p>
<p>A Água Quente soma uma área de 578,874 hectares (ha) e população estimada em 30 mil habitantes. Seu surgimento ocorreu a partir da expansão de núcleos rurais na década de 1990. Dentro da nova RA está definida a Área de Regularização de Interesse Social (ARIS) Água Quente, com um total de 208,307 ha.</p>
<p>A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) informou que estão inseridos no SHAQ os seguintes parcelamentos residenciais: Dom Francisco, São Francisco, Dom Pedro, Guarapari, Galiléia, Nova Betânia I e II, Salomão Elias e Buritis. Todos estão em vias de regularização, mas ainda em fase de protocolo, documentação inicial e levantamento topográfico. Por sua vez, a Caesb informou que há mapas de redes de água na região, porém não existem redes de esgoto implantadas na localidade.</p>
<h4>Arapongas</h4>
<p>Já a Região Administrativa de Arapoanga será desmembrada de Planaltina, cuja administração regional vai ceder ou transferir parcela do acervo patrimonial, assim como, dará todo o apoio operacional necessário. Vale registrar que a proposta mantém os sítios de características culturais, históricas e religiosas, tais como a Pedra Fundamental, o morro da Capelinha e o Vale do Amanhecer na RA de Planaltina, evitando eventual descaracterização da cidade histórica.</p>
<p>Araponga está localiza na Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio São Bartolomeu com limites ao norte pelo córrego Atoleiro e a cidade de Planaltina, ao sul pela DF-230 e pelo Setor Habitacional Aprodarmas, a leste pelo Núcleo Rural Atoleiro e pelas áreas isoladas Mestre D’Armas, e a oeste pelo ribeirão Mestre D’Armas.</p>
<p>A região corresponde à ocupada por vários condomínios em processo de regularização dentro da poligonal do Setor Habitacional Arapoanga. O local surgiu com a expansão urbana e desordenada de Planaltina. No Plano Diretor de Ordenamento Territorial do DF (PDOT), foi delimitada para fins de regularização como Setor Habitacional Arapoanga, sendo formado pelas ARIS Arapoanga e ARIS Arapoanga II.</p>
<p>Não há dados precisos sobre a população da região. A Secretaria de Governo (Segov) estima que Araponga tem população acima de 100 mil habitantes e a área da nova RA terá aproximadamente 22 mil há, envolvendo zona rural e urbana. Já a CEB informou que existem 12.453 unidades consumidoras vinculadas à localidade Arapoanga. Por sua vez, a CAESB registrou que região do Arapoanga é contemplada com sistemas públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário, somando aproximadamente 15 mil ligações ativas, além de extensão em torno de 14 km de rede de distribuição de água e 13 km de redes coletoras de esgotos.</p>
<p><em>Fonte: Câmara Legislativa do Distrito Federal &#8211;<a href="https://www.cl.df.gov.br/-/df-tera-mais-duas-regioes-administrativas-agua-quente-e-arapoanga"> https://www.cl.df.gov.br/-/df-tera-mais-duas-regioes-administrativas-agua-quente-e-arapoanga</a></em></p>
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		<title>Moradores da Vila Liberdade em Porto Alegre começam a receber Bônus-Moradia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2022 01:13:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 27 de janeiro de 2013, na mesma noite em que um incêndio provocou a morte de 242 pessoas na Boate Kiss, em Santa Maria, chamas também consumiram casas na Vila Liberdade, nas proximidades de onde hoje fica a Arena do Grêmio, em Porto Alegre. Uma mudança de postura no setor de habitação influenciará numa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em 27 de janeiro de 2013, na mesma noite em que um incêndio provocou a morte de 242 pessoas na </span><a href="http://diariogaucho.clicrbs.com.br/rs/ultimas-noticias/tag/boate-kiss/"><span style="font-weight: 400;">Boate Kiss</span></a><span style="font-weight: 400;">, em </span><a href="http://diariogaucho.clicrbs.com.br/rs/ultimas-noticias/tag/santa-maria/"><span style="font-weight: 400;">Santa Maria</span></a><span style="font-weight: 400;">, chamas também consumiram casas na Vila Liberdade, nas proximidades de onde hoje fica a Arena do Grêmio, em Porto Alegre. Uma mudança de postura no setor de habitação influenciará numa situação que se estende por quase uma década. Na tragédia da Capital, não houve vítimas, mas</span><a href="http://diariogaucho.clicrbs.com.br/rs/dia-a-dia/noticia/2013/01/moradora-da-vila-liberdade-perde-prima-em-tragedia-em-santa-maria-e-casa-em-incendio-4025727.html"><span style="font-weight: 400;"> 90 casas foram destruídas e 194 famílias ficaram desalojadas</span></a><span style="font-weight: 400;">.</p>
<p></span>Por meio de bônus-moradia, as vítimas do fogo poderão adquirir residências em qualquer parte do Rio Grande do Sul. Enquanto a prefeitura estendeu promessas de construir 700 moradias na região – uma área estadual que era ocupada pelas famílias –, contemplando todos os moradores da Vila Liberdade, mesmo os que não tiveram suas moradias atingidas pelo fogo, nada saiu do papel.</p>
<p>Na época do incêndio, das 700 famílias que moravam no local, 450 optaram pelo aluguel social. Ao longo dos anos, muitas desistiram do benefício e voltaram para ocupações, inclusive, na própria área da Liberdade. Atualmente, conforme a Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária (SMHARF), o benefício contempla cerca de 106 famílias que se mantiveram regularizadas junto ao Departamento Municipal de Habitação (Demhab). O valor fornecido pela prefeitura é de cerca de R$ 79 mil.</p>
<p>Agora, a liberação do valor depende da apresentação da escritura das residências, conforme a SMHARF. Titular da pasta, André Machado conta que a opção de começar por quem está no aluguel social é uma forma de agilizar o processo. Em dezembro, 22 famílias da Vila Liberdade que vivem no aluguel social já escolheram as novas moradias, e os valores foram depositados pelo município em contas dos proprietários dos imóveis selecionados.</p>
<p>Pontua o secretário: “Essas famílias são as que têm cadastro atualizado junto ao Demhab em razão do aluguel social. São contatos que pudemos buscar de modo mais ágil”,  garantindo que um levantamento atualizado, incluindo quem vive até hoje na área próxima ao incêndio, também está sendo feito.</p>
<p>Explica André: “A prioridade está sendo as famílias da Vila Liberdade. Esse é o grupo que reúne mais pessoas em aluguel social. Mas, também usaremos o bônus para atender situações pontuais, como residências em áreas de risco na Lomba do Sabão e na região da Rua da Represa, na Zona Leste”.</p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Fonte: Diário do Gaúcho</span></i></p>
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		<item>
		<title>No Goiás é iniciada a construção de 1,2 mil casas a custo zero pelo Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 00:42:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab), em parceria com prefeituras, o Governo de Goiás iniciou a construção de moradias a custo zero em 30 municípios goianos. Algumas cidades estão na etapa de limpeza do terreno e terraplanagem e mais quatro devem receber ordem de serviço até sexta-feira (18),  outras já estão em fase [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab), em parceria com prefeituras, o Governo de Goiás iniciou a construção de moradias a custo zero em 30 municípios goianos. Algumas cidades estão na etapa de limpeza do terreno e terraplanagem e mais quatro devem receber ordem de serviço até sexta-feira (18),  outras já estão em fase adiantada de execução das obras.</span></p>
<p>O governador Ronaldo Caiado, ao lado do presidente da Agehab, Pedro Sales, entregou as primeiras 50 casas do residencial Dona Mulata, projeto-piloto das moradias populares, em Paraúna, na última semana.</p>
<p>Em novembro do ano passado, a Agehab apresentou o novo modelo de contratação das construtoras que executam o programa de habitação nos municípios goianos. Agora para cada duas casas construídas em regiões metropolitanas uma precisa ser erguida no interior. A vinculação é estipulada no contrato firmado. As construtoras interessadas em construir grandes empreendimentos em regiões metropolitanas, que buscam a modalidade Crédito Parceria na Agehab, assumem também a construção de moradias a custo zero no interior do Estado.</p>
<p>O governador Ronaldo Caiado anunciou em dezembro, os municípios que já estavam com condições adiantadas para a primeira etapa do programa, a construção das quase 1,2 mil moradias. Uma dessas condições é a apresentação formal de terreno regularizado e com infraestrutura.</p>
<p>As famílias passarão por seleção da Agehab em parceria com as prefeituras e receberão as moradias de forma gratuita, sem arcar com nenhum custo de financiamento. A iniciativa visa a construção de casas a custo zero para a população com renda familiar de até um salário mínimo.</p>
<p>“Precisamos atender a todos, seja o município mais distante ou o mais populoso. A determinação do governador Ronaldo Caiado é trabalhar pela dignidade habitacional das pessoas e não é possível fazer isso olhando apenas para os grandes centros urbanos”, assinala o presidente da Agehab, Pedro Sales, destacando que o novo modelo reduz o déficit habitacional em todo o Estado, independentemente do tamanho do município.</p>
<p>Estão contemplados nesta primeira fase os municípios de Abadia de Goiás, Anhanguera, Aruanã, Bom Jesus de Goiás, Buriti de Goiás, Campestre de Goiás, Campo Limpo de Goiás, Chapadão do Céu, Córrego do Ouro, Cristianópolis, Damolândia, Edealina, Firminópolis, Hidrolândia, Ipameri, Iporá, Itaguaru, Ivolândia, Mairipotaba, Moiporá, Nova Aurora, Padre Bernardo, Piranhas, Rio Verde, Santo Antônio de Goiás, Santo Antônio do Descoberto, São João da Paraúna, São Luiz do Norte, São Miguel do Passa Quatro e Vila Propício. O investimento no programa Pra Ter Onde Morar – Construção é superior a R$ 130 milhões, sendo até R$ 124 mil por unidade.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Agehab vai fiscalizar os serviços contratados para cada módulo. Cada unidade possui sala de estar/jantar, cozinha, circulação, dois quartos sendo um de casal, um banheiro, área de serviço coberta, quintal descoberto (recuo lateral e fundo em solo natural), acesso de pedestre cimentado, recuo frontal gramado, com área construída de no mínimo 42,43m² e lote com área mínima de 200,00m².</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Fonte: Governo de Goiás</span></i></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>MDR entregou em 2021 no Pará 3,9 mil moradias e 88 empreendimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 00:40:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília (DF) – O investimento federal no estado foi de R$ 134,3 milhões, entre recursos do Orçamento Geral da União (OGU) e financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Foram 88 empreendimentos entregues no Pará pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). Por meio do Programa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Brasília (DF) – O investimento federal no estado foi de R$ 134,3 milhões, entre recursos do Orçamento Geral da União (OGU) e financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).</span><span style="font-weight: 400;"> Foram 88 empreendimentos entregues no Pará </span><span style="font-weight: 400;">pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por meio do Programa Casa Verde e Amarela, com a entrega de 3.892 moradias, mais de 15 mil pessoas puderam conquistar a casa própria em 2021 no Pará e cerca de 2 mil pessoas de baixa renda foram beneficiadas com a conclusão do </span><a href="http://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/governo-federal-entrega-496-moradias-em-ananindeua-no-para"><span style="font-weight: 400;">Residencial Beira Rio, em Ananindeua</span></a><span style="font-weight: 400;">, esse com 496 moradias.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">O MDR entregou 500 unidades habitacionais do </span><a href="http://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/em-santa-izabel-do-para-pa-governo-federal-entrega-500-casas-a-familias-de-baixa-renda"><span style="font-weight: 400;">Residencial Porangaba</span></a><span style="font-weight: 400;">, que recebeu R$ 47,8 milhões em investimentos, agraciando outros 2 mil moradores de Santa Izabel do Pará (PA) com a casa própria.</p>
<p></span><i><span style="font-weight: 400;">Fonte: Ministério do Desenvolvimento Regional</span></i></p>
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		<title>Novas moradias populares são viabilizadas pela Prefeitura de Ribeirão Preto/SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 22:26:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi anunciada a abertura de duas licitações para a alienação de áreas patrimoniais que serão destinadas à construção de 870 unidades habitacionais na cidade pela Prefeitura de Ribeirão Preto. Com 376 moradias na modalidade Preço Social, os empreendimentos pertencem ao Programa Nossa Casa Preço Social. Serão construídas 402 casas, sendo 201 unidades habitacionais para comercialização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Foi anunciada a abertura de duas licitações para a alienação de áreas patrimoniais que serão destinadas à construção de 870 unidades habitacionais na cidade pela Prefeitura de Ribeirão Preto. Com 376 moradias na modalidade Preço Social, os empreendimentos pertencem ao Programa Nossa Casa Preço Social.</p>
<p></span>Serão construídas 402 casas, sendo 201 unidades habitacionais para comercialização a preço social. A abertura dos envelopes está prevista para acontecer no mesmo dia, às 14h30. Até o dia 21 de março, às 14h15, os interessados em participar da licitação para alienação de área situada na rua Sindicalista Luiz Antonio Correa, S/N, no bairro Jardim Heitor Rigon, podem entregar a documentação na Secretaria da Administração, à rua Jacira, nº 50.</p>
<p>A documentação deve ser entregue até às 14h15 do dia 22 de março, também na Secretaria de Administração para a alienação de área na rua Professor Doutor André Ricciardi, S/N, no bairro Jardim Eugênio Mendes Lopes, a abertura dos envelopes está prevista para o mesmo dia, às 14h30, serão construídos 468 apartamentos, sendo 175 unidades habitacionais a preço social.</p>
<p>O objetivo da medida, que articula municípios e a iniciativa privada, é construir moradias de Interesse Social a preços abaixo do valor de mercado e de forma mais acessível para atender famílias com renda de até três salários mínimos. Os empreendimentos viabilizados terão parte das suas unidades disponibilizadas a preço social, além de contar com subsídios adicionais para todas as unidades. Ribeirão Preto aderiu ao Programa mediante assinatura de convênio em 13 de novembro de 2019, na modalidade Nossa Casa Preço Social.</p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Fonte: Prefeitura da Cidade de Ribeirão Preto<br />
Foto: Alexandre de Azevedo</span></i></p>
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		<title>Para beneficiar famílias em diferentes bairros a Prefeitura de Goiânia projeta 15 mil moradias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 00:49:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[O prefeito Rogério Cruz anunciou que as 15 mil unidades habitacionais vão beneficiar diferentes bairros de da capital até dezembro de 2024, sendo cinco mil moradias a cada ano da gestão, Goiânia é a primeira capital do país a aderir ao Programa Casa Verde e Amarela – Parcerias. O investimento da prefeitura será de R$ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O prefeito Rogério Cruz anunciou que as 15 mil unidades habitacionais vão beneficiar diferentes bairros de da capital até dezembro de 2024, sendo cinco mil moradias a cada ano da gestão, Goiânia é a primeira capital do país a aderir ao Programa Casa Verde e Amarela – Parcerias.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">O investimento da prefeitura será de R$ 450 milhões no período de três anos. Na primeira etapa, 256 famílias serão contempladas na região do Conjunto Vera Cruz. A meta é zerar o déficit habitacional no município. O prefeito afirmou: “Esse é um compromisso do nosso Plano de Governo que começa a tornar-se realidade com a transformação da vida dessas famílias”.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">Destacou o prefeito: “Com o programa, vamos garantir o acesso à moradia digna, desenvolvimento econômico, geração de empregos, renda e qualidade de vida para população com 15 mil novas unidades habitacionais na capital”. Foi assinado pelo prefeito e publicado no Diário Oficial do Município na edição da última segunda-feira (31/01), o decreto que regulamenta a utilização de recursos para subsidiar o Programa Moradia Goianiense.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">Afirmou o secretário de Planejamento Urbano e Habitação, Valfran Ribeiro: “A maior dificuldade da população diz respeito à parcela de entrada junto às instituições financeiras, e esse subsídio dado pela Prefeitura de Goiânia será utilizado justamente como parcela de entrada de um financiamento imobiliário”. Coordenado pela Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação, o novo programa tem como base a concessão de um subsídio financeiro para que famílias residentes na capital possam adquirir a casa própria.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">As famílias interessadas devem atender a alguns critérios estabelecidos, dentre eles o de não possuir renda bruta do grupo familiar superior a quatro salários-mínimos, de morar em Goiânia há, no mínimo, cinco anos e não ter sido contemplado em outros programas habitacionais, sejam eles municipais, estaduais ou federal, para ter acesso ao benefício, limitado a 20% do valor do imóvel.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">Além desses critérios, o Município promoverá a hierarquização das famílias a serem atendidas, caso o número de inscritos supere o previsto de unidades a serem pactuadas, priorizando as residentes em áreas de risco ou insalubres ou que tenham sido desabrigadas; famílias com mulheres responsáveis pela unidade familiar; famílias de que façam parte pessoa com deficiência ou microcefalia, pessoas idosas ou com filhos em idade inferior a 18 anos; e famílias com maior tempo de residência no município.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">Em breve o município deve publicar um outro ato normativo que facilitará para que as famílias possam ter acesso ao benefício do programa, segundo com Valfran Ribeiro, e ainda destacou: “Atualmente temos mais de 30 mil pessoas inscritas no programa municipal de habitação de interesse social, entretanto muitos cadastros estão defasados e não sabemos a atual realidade dessas famílias. Nossa ideia é realizar um novo cadastramento das famílias a serem beneficiadas, pois assim poderemos atender de forma mais justa e igualitária àqueles que realmente precisam do benefício”.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">Oriundos do Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social (FMHIS) e do tesouro municipal, a previsão da Seplanh Goiânia é que os investimentos por parte da Prefeitura de Goiânia no Programa Moradia Goianiense sejam da ordem de R$ 450 milhões nos próximos três anos.</p>
<p></span><i><span style="font-weight: 400;">Fonte: Prefeitura de Goiânia</span></i></p>
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		<title>MDR entrega em 2021 no estado de São Paulo 120,9 mil moradias e 666 empreendimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 23:43:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília (DF) – Em 2021 o Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), entregou, 120.980 moradias, que garantiram o sonho da casa própria a mais de 480 mil pessoas, foram 666 empreendimentos em São Paulo. Entre recursos do Orçamento Geral da União (OGU) e financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília (DF) – Em 2021 o Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), entregou, 120.980 moradias, que garantiram o sonho da casa própria a mais de 480 mil pessoas, foram 666 empreendimentos em São Paulo. Entre recursos do Orçamento Geral da União (OGU) e financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o investimento federal no estado foi de R$ 1,01 bilhão.</p>
<p>Foram entregues moradias em três empreendimentos na capital paulista, 300 no <a href="http://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/governo-federal-entrega-300-moradias-a-familias-de-baixa-renda-da-cidade-de-sao-paulo">Residencial Guido Caloi</a> e mais 413 nos <a href="http://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/casa-verde-e-amarela-governo-federal-entrega-413-moradias-na-cidade-de-sao-paulo-1">Residenciais Osório A e Manuel Bueno 2</a>. Além disso, 288 unidades habitacionais em <a href="http://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/em-bauru-sp-288-familias-de-baixa-renda-recebem-a-casa-propria">Bauru</a>, 252 em <a href="http://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/governo-federal-entrega-252-moradias-a-familias-de-baixa-renda-de-botucatu-sp">Botucatu</a>, 220 em <a href="http://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/mdr-entrega-219-moradias-a-familias-de-baixa-renda-em-fernandopolis-sp">Fernandópolis </a>e mais 100 em <a href="http://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/em-pacaembu-sp-100-familias-de-baixa-renda-recebem-a-casa-propria">Pacaembu </a>e em <a href="http://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/mdr-entrega-100-moradias-a-familias-de-baixa-renda-de-indiapora-sp">Indiaporã</a>.</p>
<p>Destacou Rogério Marinho: “A casa própria é o bem maior que uma família pode ter. É nela que a família se constitui e onde as pessoas podem criar os seus filhos. E o MDR tem cumprido sua missão de proporcionar a realização desse sonho para milhares de pessoas”.</p>
<p><em>Fonte: Ministério do Desenvolvimento Regional</em></p>
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		<title>São liberados pelo Estado R$ 18 milhões para construção de 136 moradias e investimentos em segurança em Santos/SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Dec 2021 22:02:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[Na manhã desta quinta-feira (30) foi anunciado pelo o governo do Estado a liberação de pouco mais de R$ 18 milhões para investimentos voltados à habitação, segurança e políticas de defesa da mulher, em Santos. Cerca de R$ 8 milhões serão destinados para o início das obras do Residencial Novo Horizonte, com 136 moradias, para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na manhã desta quinta-feira (30) foi anunciado pelo o governo do Estado a liberação de pouco mais de R$ 18 milhões para investimentos voltados à habitação, segurança e políticas de defesa da mulher, em Santos.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">Cerca de R$ 8 milhões serão destinados para o início das obras do Residencial Novo Horizonte, com 136 moradias, para a comunidade da Vila Sapo, na Ponta da Praia, isso do total de recursos.</p>
<p></span>Em encontro com o prefeito de Santos, Rogério Santos, na Rua República do Equador, onde será erguido o conjunto habitacional, a liberação foi anunciada pelo governador em exercício, Rodrigo Garcia.</p>
<p>Para realização da obra, a Associação Habitacional Vila Sapo conseguiu recursos federais através do programa Minha Casa Minha Vida (R$ 95 mil por moradia). A verba ainda era insuficiente para o projeto, mas por intermédio da Prefeitura, que pleiteou a ajuda do Governo do Estado, foram liberados nesta quinta (30) mais R$ 59 mil por unidade habitacional através do programa Casa Paulistana, tornando possível o início das obras. O terreno onde a comunidade vive pertencia à União, mas já foi cedido aos atuais moradores para construção das unidades habitacionais.</p>
<p>&#8220;No primeiro semestre nós teremos a obra iniciada, nós temos 18, 24 meses para concluir. O aporte do Estado, o dinheiro para realizar os trabalhos e construir as 136 unidades da Vila Sapo está garantido, são mais de R$8 milhões ao todo&#8221;, parabenizou o esforço conjunto para realização da obra, além de garantir o aporte financeiro, o Governador em exercício, Rodrigo Garcia.</p>
<p>Próxima a terminais portuários e edifícios residenciais construídos nos últimos anos, a Vila Sapo, ocupada no início dos anos 1960, abriga cerca de 70 famílias e está localizada nas proximidades do Mercado de Peixe.</p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Fonte: Prefeitura de Santos</span></i></p>
]]></content:encoded>
					
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