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	<title>CBIC &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
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	<title>CBIC &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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		<title>Brasil precisa de quase R$ 2 trilhões até 2033 para acabar com déficit habitacional</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2024 13:39:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estudo foi realizado pela Cbic e a projeção de demanda se concentra na Faixa 1 do programa MCMV, que é voltado para as famílias que ganham até R$ 2.640 mensais Um estudo realizado pela Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) aponta que o País precisa investir R$ 1,97 trilhão em moradias até 2033 para [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Estudo foi realizado pela Cbic e a projeção de demanda se concentra na Faixa 1 do programa MCMV, que é voltado para as famílias que ganham até R$ 2.640 mensais</em></p>



<p>Um estudo realizado pela Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) aponta que o País precisa investir R$ 1,97 trilhão em moradias até 2033 para acabar com o déficit. Isso representa um aporte anual de R$ 197,5 bilhões. O levantamento realizado leva em conta o investimento necessário para zerar o déficit atual, de 6,26 milhões de moradias, somada à projeção de demanda por habitações nos próximos dez anos, que seria de 6,59 milhões.<br>O déficit atual e a projeção de demanda se concentram na Faixa 1 do programa MCMV (Minha Casa, Minha Vida), que é voltado para as famílias que ganham até R$ 2.640 mensais. De todo o déficit habitacional, 75% das unidades construídas seriam destinadas para este grupo, o que representa 9,63 milhões de residências.<br>No cenário atual, a produção das novas moradias puxaria um investimento total de R$ 485,3 bilhões ao ano – considerando os efeitos no próprio setor, na cadeia de suprimentos e no restante da economia.<br>Este investimento seria capaz de gerar 2,57 milhões de novos postos de trabalho a cada ano. Todas essas estimativas apresentadas pela Cbic foram calculadas com auxílio da consultoria Ecconit, por meio de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).<br>O estudo também projeta o dinheiro necessário para que o déficit atual fosse zerado de uma só vez. O investimento necessário alcançaria a cifra de R$ 961,5 bilhões.<br>Parta efeito de comparação, o volume de recursos anunciados para o MCMV entre os anos de 2023 a 2026, incluindo as contrapartidas, resulta em R$ 394,1 bilhões, ou seja, existe uma diferença de R$ 567,46 bilhões.</p>



<p><em><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/brasil-precisa-de-quase-r-2-tri-ate-2033-para-acabar-com-deficit-habitacional-diz-estudo/">Clique aqui para ver a matéria na íntegra.</a></em></p>
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		<title>Seminário debate ‘Minha Casa, Minha Vida Cidades’ com a presença da ABC Habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2023 18:04:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABC]]></category>
		<category><![CDATA[CBIC]]></category>
		<category><![CDATA[CEF]]></category>
		<category><![CDATA[MCMV Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro vai esclarecer como os Estados e municípios podem fazer parcerias para o financiamento do programa e com isso oferecer mais moradias para a população Um seminário nacional de habitação com o tema “Minha Casa, Minha Vida Cidades” será realizado no dia 13 de dezembro, de forma presencial, na Esplanada dos Ministérios. O encontro vai [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Encontro vai esclarecer como os Estados e municípios podem fazer parcerias para o financiamento do programa e com isso oferecer mais moradias para a população</em></p>



<p>Um seminário nacional de habitação com o tema “Minha Casa, Minha Vida Cidades” será realizado no dia 13 de dezembro, de forma presencial, na Esplanada dos Ministérios. O encontro vai esclarecer como os Estados e municípios podem fazer parcerias para o financiamento do programa e com isso oferecer mais moradias para a população. Maria do Carmo Avesani Lopez, presidente da ABC Habitação (Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação) participa do encontro.<br>A abertura será as 10 horas com a presença do ministro das Cidades, Jader Barbalho, mais o presidente da CEF (Caixa Econômica Federal), Carlos Antônio Vieira, e Hailton Madureira, secretário nacional de Habitação. Eles farão parte da mesa 1.<br>Na mesa 2, que acontece das 11h15 às 12h30, o assunto abordado será sobre as emendas parlamentares, com a participação de Daniel Sigelmann, diretor do Departamento de Planejamento e Política Nacional de Habitação, e do deputado federal Acácio Favacho. O moderador será o representante da SRI (Secretaria de Relações Institucionais) do Paraná.<br>A mesa 4 está programada para o período das 14 às 15h45, com a vice-presidente de Habitação da CEF (Caixa Econômica Federal), Inês Magalhães, e Maria do Carmo Avesani Lopez, presidente da ABC Habitação. A moderadora será Pâmela Anália Costa de Oliveira, coordenadora-geral de Produção Financiada, e um representante da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) irá atuar como moderador.<br>Entre 16 e 17 horas o tema abordado envolve orientações operacionais com representantes da Caixa Federal. Ana Paula Maciel Peixoto, diretora do Departamento de Provisão Habitacional, via atuar como moderadora. O encerramento das atividades está programado entre 17 e 17h30.</p>
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		<title>Modelo para habitação social deve garantir subsídios e previsibilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ABC Cohabs]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 03:56:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CBIC]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
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					<description><![CDATA[Assunto foi discutido durante o 96º Cenic, em São Paulo, e esta seria a principal alternativa para que a população de baixa renda pudesse ter acesso à  moradia popular Com o déficit habitacional estimado em sete milhões de moradias, os empresários do setor estão discutindo alternativas de como enfrentar esse desafio e garantir recursos permanentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Assunto foi discutido durante o 96º Cenic, em São Paulo, e esta seria a principal alternativa para que a população de baixa renda pudesse ter acesso à  moradia popular</em></p>
<p>Com o déficit habitacional estimado em sete milhões de moradias, os empresários do setor estão discutindo alternativas de como enfrentar esse desafio e garantir recursos permanentes para programas que combatam o problema, acabando com ciclos de instabilidade. Em painel realizado no 96º Enic (Encontro Nacional da Indústria da Construção), dirigentes de entidades e de construtoras consideraram essencial que governos federal, estadual e municipal tenham marcos legais para subsidiar habitações de interesse social. O evento foi realizado pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) em São Paulo.</p>
<p>“O mercado de habitação de interesse social depende de duas coisas: crédito e subsídios. Sem isso, não fica em pé”, avaliou o presidente da CHIS (Comissão de Habitação de Interesse Social) da CBIC, Carlos Henrique Passos. Para ele, a habitação social não pode depender unicamente de financiamento. Ele entende que o subsídio é “o grande nó” para resolver esse problema.</p>
<p>“O grande desafio de todos nós é fazer uma corrente para levar o valor político da habitação social para que entre no orçamento dos governos no tamanho possível para cada um”, afirmou. “Temos certeza da existência desse mercado. O desafio é gerar um produto que caiba no bolso das pessoas”, completou.</p>
<p>O presidente executivo do Secovi-SP, Ely Wertheim, afirmou que o número de habitações do Minha Casa, Minha Vida foi o que mais cresceu no município de São Paulo, motivado por incentivos da prefeitura. “De cada dez apartamentos do Minha Casa, Minha Vida, oito são fabricados pela iniciativa privada. A prefeitura compra para repassar à população”, disse. “Na cidade de São Paulo, se não tiver subsídio, não funciona”, completou.</p>
<p>Em Goiás, os subsídios para habitação social partem dos governos federal, do Estado e município. Além disso, Renato Correia, vice-presidente da Região Centro-Oeste da CBIC, afirmou que a mudança no código de edificações facilitou a construção de moradias. Para ele é necessário identificar um novo modelo que tenha previsibilidade, para que o enfrentamento ao déficit habitacional do país seja contínuo.</p>
<p>“Vamos conviver com sete milhões de brasileiros sem moradia até quando?”, perguntou. “Nós somos instrumento de solução do problema. Como setor da construção temos de desafiar os líderes políticos e nos desafiar a ter zero déficit de habitação, zero falta de saneamento para a população. Se não formos capazes disso, ninguém será”, afirmou Renato Correia.</p>
<p>O presidente da CBIC, José Carlos Martins, que mediou o debate do painel “Futuro do mercado imobiliário de interesse social”, ressaltou a importância da união e da representação institucional do setor. Uma entidade forte, segundo ele, permite resultados que uma construtora sozinha não conseguiria. “Temos avançado. As entidades estão cada vez mais fortes e o setor mais unido em busca do bem comum”, afirmou Martins. “Estamos trabalhando para fazer o bolo crescer. Quando o bolo cresce, a fatia de todos também cresce”, completou.</p>
<p>Este painel tem interface com o projeto “Melhorias para o Mercado Imobiliário”, da CHIS/CBIC (Comissão de Habitação de Interesse Social), em correalização com o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial).</p>
<p>O 96º Enic foi realizado pela CBIC, com a parceria da Feicon,  apoio do Sesi e do Senai, e tem o patrocínio da CEF (Caixa Econômica Federal), Sebrae, Mútua, Zigurat, Totvs, Mais Controle, CV, Sienge, Orçafascio, Kone, PhD Engenharia, Alto QI, Acate, Brain e Ingevity.</p>
<p><em>Fonte: Agência CIBC</em></p>
<p><em>https://cbic.org.br/modelo-para-habitacao-social-deve-garantir-subsidios-e-previsibilidade/</em></p>
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		<title>Novos saques do FGTS diminuem investimentos em habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2022 21:09:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CBIC]]></category>
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					<description><![CDATA[No programa Espaço Plural, Debates e Entrevistas, da Rádio Estação Democracia (RED), desta segunda-feira (30/05), o presidente da Comissão de Habitação de Interesse Social da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CHIS/CBIC), Carlos Henrique Passos, reforçou a preocupação da entidade com a constante abertura de novas modalidades de saques do Fundo de Garantia do Tempo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No programa Espaço Plural, Debates e Entrevistas, da Rádio Estação Democracia (RED), desta segunda-feira (30/05), o presidente da Comissão de Habitação de Interesse Social da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CHIS/CBIC), Carlos Henrique Passos, reforçou a preocupação da entidade com a constante abertura de novas modalidades de saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que comprometem a função de financiamento do sistema habitacional brasileiro, bem como a necessidade de conscientizar o governo e o Legislativo sobre a importância do FGTS para a sociedade brasileira.</p>
<p>Carlos Passos ressaltou que os saques prejudicam a finalidade de aplicação para o qual o Fundo foi criado, que é permitir a indenização dos trabalhadores na quebra do vínculo empregatício – demissão ou aposentadoria –, e a formação de poupança para a melhoria das áreas de habitação, saneamento e infraestrutura, com efeitos na geração de emprego e melhoria das cidades.</p>
<p>Na avaliação de Passos, é importante permitir que o FGTS continue cumprindo a sua missão. “Temos um déficit habitacional perto de 7 milhões de moradias. Desse déficit, 90% estão nas famílias com renda dentro do público-alvo do programa Casa Verde Amarela, com recursos do FGTS”, alertou, reforçando a importância de recursos para evitar tragédias como as provocadas pela catástrofe climática em Pernambuco. “Cerca de 100 pessoas perderam suas vidas por não terem casa própria no lugar adequado, com a infraestrutura correta”.</p>
<p>Para o executivo, as razões para o saque extraordinário, que é pagar dívidas, não se sustentam, por não atingirem toda a massa salarial brasileira. “A estatística do FGTS mostra que 70% das contas dos trabalhadores têm salários maiores, que podem até ter R$ 1.000 na conta para poder sacar, mas uma parte significativa das contas não tem esse valor”, disse.</p>
<p>O presidente da CHIS defende a importância de o Brasil ter poupança para transformar o investimento e, através dele, dar sustentação ao crescimento do país. Segundo ele, os saques minam uma das poucas poupanças existentes no país, que é carente de investimento. “O modelo FGTS trabalha para ser poupança e investimento, que gera poupança. Então, ele incentiva a formalidade no emprego”, frisou.</p>
<p>Na avaliação de Paulo Feitosa, doutorando em economia do setor público pela Unicamp, analista do Banco Central aposentado e professor de economia em Belo Horizonte/MG, o saque  extraordinário tem cunho eleitoral político. “Essa injeção que está sendo dada não é uma forma de desenvolver ou incentivar a atividade econômica do país”, frisou.</p>
<p>Na mesma linha, o presidente do Sindicato dos Economistas do Rio Grande do Sul, Mark Ramos Kuschck, mencionou que o governo está favorecendo essas linhas para amenizar a tragédia social que o país está assistindo.</p>
<h3>Medida mais benéfica para os trabalhadores</h3>
<p>Como caminho para melhorar as condições dos trabalhadores, Carlos Passos sugeriu a correção da tabela do Imposto de Renda, medida reforçada por Feitosa.</p>
<p>Comandado pelo jornalista Solon Saldanha, o debate sobre “Novos saques do FGTS diminuem investimentos na construção civil”, também abordou questões relacionadas a:</p>
<ul>
<li>Fiscalização do recolhimento e controle dos valores do FGTS pelos empregadores</li>
<li>Defesa de grupos liberais da extinção do FGTS</li>
<li>ADIN sobre revisão das perdas inflacionárias do FGTS para os trabalhadores</li>
<li>Necessidade de políticas públicas para o país nas áreas de saúde, educação, habitação, saneamento e infraestrutura.</li>
</ul>
<p><em>Fonte: CBIC</em></p>
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		<title>Novos saques do FGTS diminuem investimentos em habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo ABC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2022 21:09:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CBIC]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No programa Espaço Plural, Debates e Entrevistas, da Rádio Estação Democracia (RED), desta segunda-feira (30/05), o presidente da Comissão de Habitação de Interesse Social da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CHIS/CBIC), Carlos Henrique Passos, reforçou a preocupação da entidade com a constante abertura de novas modalidades de saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que comprometem a função de financiamento do sistema habitacional brasileiro, bem como a necessidade de conscientizar o governo e o Legislativo sobre a importância do FGTS para a sociedade brasileira.</p>
<p>Carlos Passos ressaltou que os saques prejudicam a finalidade de aplicação para o qual o Fundo foi criado, que é permitir a indenização dos trabalhadores na quebra do vínculo empregatício – demissão ou aposentadoria –, e a formação de poupança para a melhoria das áreas de habitação, saneamento e infraestrutura, com efeitos na geração de emprego e melhoria das cidades.</p>
<p>Na avaliação de Passos, é importante permitir que o FGTS continue cumprindo a sua missão. “Temos um déficit habitacional perto de 7 milhões de moradias. Desse déficit, 90% estão nas famílias com renda dentro do público-alvo do programa Casa Verde Amarela, com recursos do FGTS”, alertou, reforçando a importância de recursos para evitar tragédias como as provocadas pela catástrofe climática em Pernambuco. “Cerca de 100 pessoas perderam suas vidas por não terem casa própria no lugar adequado, com a infraestrutura correta”.</p>
<p>Para o executivo, as razões para o saque extraordinário, que é pagar dívidas, não se sustentam, por não atingirem toda a massa salarial brasileira. “A estatística do FGTS mostra que 70% das contas dos trabalhadores têm salários maiores, que podem até ter R$ 1.000 na conta para poder sacar, mas uma parte significativa das contas não tem esse valor”, disse.</p>
<p>O presidente da CHIS defende a importância de o Brasil ter poupança para transformar o investimento e, através dele, dar sustentação ao crescimento do país. Segundo ele, os saques minam uma das poucas poupanças existentes no país, que é carente de investimento. “O modelo FGTS trabalha para ser poupança e investimento, que gera poupança. Então, ele incentiva a formalidade no emprego”, frisou.</p>
<p>Na avaliação de Paulo Feitosa, doutorando em economia do setor público pela Unicamp, analista do Banco Central aposentado e professor de economia em Belo Horizonte/MG, o saque  extraordinário tem cunho eleitoral político. “Essa injeção que está sendo dada não é uma forma de desenvolver ou incentivar a atividade econômica do país”, frisou.</p>
<p>Na mesma linha, o presidente do Sindicato dos Economistas do Rio Grande do Sul, Mark Ramos Kuschck, mencionou que o governo está favorecendo essas linhas para amenizar a tragédia social que o país está assistindo.</p>
<h3>Medida mais benéfica para os trabalhadores</h3>
<p>Como caminho para melhorar as condições dos trabalhadores, Carlos Passos sugeriu a correção da tabela do Imposto de Renda, medida reforçada por Feitosa.</p>
<p>Comandado pelo jornalista Solon Saldanha, o debate sobre “Novos saques do FGTS diminuem investimentos na construção civil”, também abordou questões relacionadas a:</p>
<ul>
<li>Fiscalização do recolhimento e controle dos valores do FGTS pelos empregadores</li>
<li>Defesa de grupos liberais da extinção do FGTS</li>
<li>ADIN sobre revisão das perdas inflacionárias do FGTS para os trabalhadores</li>
<li>Necessidade de políticas públicas para o país nas áreas de saúde, educação, habitação, saneamento e infraestrutura.</li>
</ul>
<p><em>Fonte: CBIC</em></p>
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