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	<title>Câmara dos Deputados &#8211; ABC HABITAÇÃO</title>
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	<description>Site da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos da Habitação</description>
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		<title>Câmara dos Deputados aprova MP do programa Minha Casa, Minha Vida</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 16:48:55 +0000</pubDate>
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<p><em>Uma das mudanças prevê o fim da exclusividade da CEF (Caixa Econômica Federal) e estímulo a entrada de bancos privados, além de dar prioridade às mulheres vítimas de violência doméstica e famílias residentes em áreas de risco</em></p>



<p>A MP 1162/23 (Medida Provisória), que retoma o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, foi aprovada na manhã desta quarta-feira pelo plenário da Câmara dos Deputados. O texto se transformou em um projeto de lei elaborado pelo deputado e relator da Comissão Mista, Fernando Marangoni (União-SP). A medida provisória segue agora ao Senado e precisa ser votada até a próxima quarta-feira, dia 14, que é o último dia de vigência. Diversas alterações foram feitas no texto. Devido ao feriado de Corpus Christi o plenário ficou esvaziado e o presidente Arthur Lira (PP-AL) permitiu a votação virtual.<br>Os deputados aprovaram ainda um destaque apresentado pelo líder do MDB, deputado Isnaldo Bulhões Jr., para reincluir no texto a exigência de contratação de seguro pós-obra para cobrir eventuais danos estruturais nas unidades. Ela é voltada às construtoras que atuam no programa. A Comissão Mista havia retirado essa questão.<br>De acordo com o texto aprovado o programa terá três faixas de renda de beneficiados. Nas áreas urbanas, a faixa 1 é voltada para as famílias que possuem renda bruta mensal de até R$ 2.640. A faixa 2 vai até R$ 4,4 mil e a faixa 3 até R$ 8 mil. Em áreas rurais, os valores são equivalentes, mas contados anualmente devido à sazonalidade do rendimento. Assim, a faixa 1 atende famílias com vencimentos anuais de até R$ 31.680,00, sendo que a faixa 2 vai até R$ 52.800,00 e a faixa 3 até R$ 96 mil. A atualização dos valores poderá ser feita por ato do Ministério das Cidades, pasta que coordenará o programa.<br>O deputado Marangoni fez algumas alterações na MP original, como a permissão para uso de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para projetos relacionados à Reurb (Regularização Fundiária Urbana), como vias de acesso, iluminação pública, saneamento básico e drenagem de águas pluviais. Ele ainda destacou a importância da aprovação da matéria. Marangoni esclareceu que o programa prioriza a população de baixa renda, que mais precisa de moradia. “Estamos falando de um programa que restabelece o desenvolvimento social através do bem mais sagrado da família, que é a moradia, e o desenvolvimento econômico, por ser um dos setores que mais emprega nesse País”, disse.<br>Uma das mudanças prevê o fim da exclusividade da CEF (Caixa Econômica Federal) e estímulo para a entrada de bancos privados, inclusive os digitais, e instituições financeiras locais, como cooperativas de crédito. Essas instituições financeiras devem fornecer informações sobre as transferências ao Ministério das Cidades, por meio de aplicativo que identifique o destinatário do dinheiro. As Cohabs (Companhias Habitacionais de Habitação) também podem participar do programa. O texto aprovado inclui ainda as mulheres vítimas de violência doméstica e as famílias residentes em áreas de risco entre as prioridades para firmar contratos de moradia.<br>Em outro ponto, o relatório prevê que, no mínimo, 5% dos recursos da política habitacional sejam repassados fundo a fundo ou por meio de convênios para financiar a retomada de construções paradas, a reforma (retrofit) ou requalificação de imóveis inutilizados, bem como as obras habitacionais em municípios de até 50 mil habitantes. Marangoni também acatou emenda que prevê o desconto de 50% na conta de energia dos consumidores inscritos no CadÚnico (Cadastro Único dos programas sociais do governo).<br>A proposta também inclui critérios de sustentabilidade e eficiência energética, bem como reaproveitamento não potável das águas cinzas. Com o objetivo de redirecionar as moradias de baixa renda para áreas mais privilegiadas, o relatório prevê três subsídios: o verde, destinado a projetos com uso de tecnologias sustentáveis e ambientais; o de localização, para empreendimentos próximos a áreas urbanas e integrados ao transporte público; e o de qualificação, para construções que incluam áreas comerciais.</p>



<p><em>Fonte: Agência Câmara de Notícias</em></p>



<p><em>Reportagem – Janary Júnior<br>Edição &#8211; Natalia Doederlein</em></p>
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		<title>Deputado de primeiro mandato é o que mais apresentou projetos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[eduardo pinotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Apr 2023 14:39:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Dep. Fernando Marangoni]]></category>
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		<category><![CDATA[Sen. Paulo Paim]]></category>
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					<description><![CDATA[Fernando Marangoni (União-SP) será o responsável pelo texto que retoma o programa Minha Casa, Minha Vida, uma das bandeiras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva Ex-secretário de Habitação de São Paulo, o deputado Fernando Marangoni (União-SP) foi o parlamentar que mais apresentou projetos até o momento. Ele focou em medidas relacionadas à sua área [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando Marangoni (União-SP) será o responsável pelo texto que retoma o programa Minha Casa, Minha Vida, uma das bandeiras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva</p>
<p>Ex-secretário de Habitação de São Paulo, o deputado Fernando Marangoni (União-SP) foi o parlamentar que mais apresentou projetos até o momento. Ele focou em medidas relacionadas à sua área de experiência, como o texto que prevê espaços pets nos imóveis Minha Casa, Minha Vida, mas incluiu também medidas tributárias, como a redução de impostos para produtos orgânicos, e até a criação de um roteiro turístico dos Cafés da Alta Mogiana, que passa por Minas e São Paulo. Até o dia 15 de abril, foram 48 propostas de sua autoria.<br />
O deputado diz quer montou uma equipe experiente para o seu mandato e este é um dos motivos dos bons resultados até aqui. “Minha formação e atuação no Direito me permitiram traçar um planejamento estratégico para atualizar e melhorar a nossa legislação. A classe política precisa entender que a democracia mudou e exige prestação de contas do mandato recebido”, disse Marangoni ao Globo.<br />
O parlamentar foi protagonista recentemente de uma queda de braço entre o União Brasil e o PSOL pela disputa da relatoria da medida provisória do Minha Casa, Minha Vida. Seu partido foi vitorioso e ele ficará responsável pelo texto que retoma o programa, uma das bandeiras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.<br />
Em segundo lugar no ranking, com apenas um projeto de diferença, está o deputado petista Rubens Otoni (PT-GO). O petista diz que seu mandato é &#8220;participativo&#8221;, pois tem como prática convidar lideranças comunitárias e de classes a apresentar propostas, por isso, a alta produção. “Essa é uma das prioridades do meu mandato”, disse Otoni.<br />
No Senado, o que mais apresentou projetos neste ano foi o petista Paulo Paim (RS). A maioria das propostas apresentadas está relacionada a questões trabalhistas, mas na lista também aparece a inclusão de medicamentos à base de canabidiol entre os fornecidos pelo Sistema Único de Saúde.</p>
<p>https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2023/04/de-imposto-para-organicos-a-roteiro-turistico-deputado-de-1-mandato-e-o-que-mais-apresentou-projetos-no-novo-congresso.ghtml</p>
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