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Plano quer preparar setor da habitação para transformações até 2030

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Projeto do CBIC e do Senai cria cenários e ações para preparar o segmento habitacional às tendências tecnológicas e comportamentais para a próxima década

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) vão desenvolver uma série de ações para adaptar o setor, especialmente na área de habitação, para as transformações sociais e tecnológicas dos próximos anos. Chamado de ‘Construção 2030’, o projeto tem como horizonte de planejamento o final da próxima década.

O projeto vai criar cenários de mercado e políticas públicas que compreendam uma agenda de ações de curto prazo para os anos de 2019 e 2020, ações de médio prazo para o período entre 2021 e 2025 e, finalmente, ações de longo prazo para 2026-2030.

As medidas se relacionam a objetivos como a construção de apartamentos com geração de energia própria e sem necessidade de manutenção, ou até a criação de lojas de casas onde o consumidor possa optar, entre diferentes tecnologias, pela forma de construção que melhor se adeque a seu estilo de vida.

Segundo o presidente da CBIC, José Carlos Martins, o projeto está em desenvolvimento há quase um ano. “O Construção 2030 é o grande projeto da CBIC para o ano que vem. É o que nós imaginamos que vai ser o nosso guarda-chuva de uma série de outros projetos que a Comat está conduzindo. É muito interessante”, disse.

O principal ponto do projeto para 2019 é a oportunidade de assinatura de um Pacto pela Construção 2030, iniciativa que poderá lançar os alicerces político-institucionais essenciais para fomentar a iniciativa e permitir a realização das ações previstas. “Esperamos contar com o apoio de todos para viabilizar esse pacto, que é fundamental para o sucesso do projeto”, afirmou Martins.

Origem do Projeto

O ‘Construção 2030’ foi desenvolvido a partir do projeto ‘Habitação 10 anos no Futuro – Onde estamos e para onde podemos ir’, também realizado pela CBIC, em parceria com o Senai. De acordo com Dionyzio Antonio Martins Klavdianos, presidente da Comat/CBIC, a iniciativa é resultado do novo perfil dos consumidores; da tecnologia cada vez mais acessível, e dos novos modelos de negócio.

“O projeto surgiu da necessidade de se antecipar às mudanças e criar o futuro desejado e não o possível, inicialmente na habitação e depois em outras áreas da construção”.

Em 2018, o ‘Construção 2030’ passou por duas etapas, onde foram realizadas cinco oficinas, com mais de 50 participantes. Os processos resultaram em uma listagem com 47 sinais de mudanças no setor da construção, além de 36 grandes tendências. “Os sinais do futuro já estão ao nosso redor, temos que pensar sobre como criá-los no presente”, disse Queda.

Ao longo de 2018, as duas etapas do Construção 2030 envolveram a realização de cinco oficinas, com mais de 50 participantes. Como resultado, foram elencados 47 sinais de mudanças no setor da construção, além de 36 grandes tendências. “Já estamos focados em um horizonte mais amplo discutindo qual é o futuro da construção e como chegaremos lá”, afirmou o presidente do CBIC.

Fonte: AECweb

 

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