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Construção civil segue desaquecida e pouco confiante, segundo sondagem

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A Sondagem Indústria da Construção Civil, divulgada nesta sexta-feira (22) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), indica que a indústria da construção continua sofrendo os efeitos da pandemia do novo coronavírus (Covi-19) em abril, embora a queda mais brusca tenha ocorrido em março.

Os índices de evolução do nível de atividade e do número de empregados permanecem bem abaixo da linha de 50 pontos, indicando que ambos estão em queda em relação ao mês anterior.

O indicador de evolução do nível de atividade registrou 29,4 pontos, o segundo menor valor da série histórica, abaixo apenas do valor observado em março. Já o índice de evolução do número de empregados recuou para 24,1 pontos, o terceiro menor valor da série, superando apenas os registros de dezembro de 2015 e janeiro de 2016.

Consequentemente, a ociosidade está elevada: o indicador de Utilização da Capacidade Operacional (UCO), que reflete os efeitos da queda da atividade econômica que acomete o País durante o período de isolamento social, registrou o valor mais baixo da série histórica.

A falta de confiança é consolidada entre os empresários, que estão pouco dispostos a investir diante da baixa expectativa de crescimento para os próximos 6 meses. O ICEI-Construção registrou 37,6 pontos em maio, após aumento de 2,8 pontos frente a abril. Contudo, permanece 12,4 pontos abaixo da linha divisória.

Veja a íntegra da Sondagem Indústria da Construção, realizada de 4 a 13 de março/2020 junto a 420 empresas da construção civil, sendo 150 de pequeno porte, 180 de médio e 90 de grande porte.

Fonte: Agência CBIC

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