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Com oferta protocolada na CVM, Cury quer recursos para novos terrenos

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Companhia vende imóveis enquadrados no Minha Casa, Minha Vida, especialmente nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e na região de Campinas; IPO foi protocolado na CVM na sexta passada

A construtora e incorporadora Cury pretende utilizar os recursos de sua oferta primária de ações para aquisição de terrenos. A empresa, da qual 48,2% do capital social pertence à Cyrela, protocolou junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o registro de oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) na sexta-feira (21).

A companhia atua com imóveis enquadrados no programa federal Minha Casa, Minha Vida, especialmente nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e na região de Campinas. As unidades são comercializadas com o modelo de “venda definitiva”, em que a operação é registrada somente quando o cliente obtém financiamento bancário.

Em 2019, a empresa, segundo o prospecto, registrou um índice de vendas sobre o total ofertado de 64,80%.

Em relatório de junho do ano passado, o Itaú BBA calculava um valor de mercado implícito para a Cury de R$ 1,3 bilhão a R$ 1,6 bilhão.

A oferta de ações da Cury será primária (novas emissões) e secundária, mas ainda não há informações de ações ofertadas em nenhuma das modalidades da operação.

Na oferta secundária, cujos recursos serão destinados aos ofertantes, os acionistas vendedores são a Cyrela e os sócios da Cury: Fabio Elias Cury, Paulo Sergio Beyruti Curi, Leonardo Mesquita da Cruz e Ronaldo Cury de Capua.

A coordenação da oferta é feita pelos bancos BTG Pactual, Itaú BBA, Bank of America e Caixa Econômica Federal. O cronograma das ofertas também não foi apresentado ainda no prospecto preliminar.

Fonte: Valor Investe | Empresas (Valor Econômico)

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